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Angry Birds e as duas faces da raiva

De forma leve e divertida, o filme nos mostra que toda emoção tem um propósito de existir. E com a raiva não é diferente.

Quantas vezes tantos de nós, a partir de um estado de estresse e da sensação de indignação, mudamos nossa forma natural de agir, com uma comunicação mais agressiva e uma atitude mais impaciente? E quantas vezes, danificamos a relação com as pessoas de nossa família, de nossa equipe e até com nosso cliente? Estamos provavelmente agindo motivados pelo estado de tensão gerado pela emoção da raiva, que tende a gerar atitudes mais rígidas, onde exigimos muito de nós e dos outros. Mais uma vez um filme de animação vem nos falar sobre emoções, agora é a vez dos conhecidos personagens do jogo Angry Birds.

A animação conta a história de uma ilha habitada por muitos pássaros que não podem voar. Mesmo assim eles transbordam alegria por onde passam. Mas no meio do bando tem o irritado Red, o inconstante Bomba e o voador ágil Chuck, ambos têm problemas no controle emocional e de relacionamento com os demais, e por isso não são bem vistos pela comunidade em que vivem e que nunca tiveram seus valores reconhecidos.

O que Angry Byrds tem a nos ensinar sobre a emoção da raiva?

Quando misteriosos porquinhos verdes invadem a ilha onde moram, estes improváveis heróis são os responsáveis por descobrir qual o plano da gangue suína. É o momento que os 3 “indignados” amigos descobrem a importância em utilizar a sua raiva como impulso para fazer o que era necessário e a transformam em uma competência emocional capaz de motivar os demais pássaros da aldeia para juntos construírem uma forma de resolver seu problema.

De forma leve e divertida, o filme nos mostra que toda emoção tem um propósito de existir. E com a raiva não é diferente.

Como transformar a raiva em um diferencial?

Podemos direcionar a energia potencial que vem da emoção da raiva em atitude assertiva, para nos posicionarmos de maneira autoconfiante frente aos desafios do dia a dia. Podemos transformar essa rigidez em disciplina e foco para fazer as mudanças necessárias, e também em persistência para concluir aquilo que começamos.

O autoconhecimento permite trazer em termos de comportamento e atitude o que temos de melhor em nossa personalidade. Mudar hábitos não é fácil, mas é necessário. Se não alinhamos nossos pensamentos e sensações com nossas intenções, há um desequilíbrio emocional. Quando conseguimos nos conscientizar do nosso estado emocional, e aprendemos a lidar com ele, adquirimos uma condição mais favorável para ações bem direcionadas.

Lembre-se, toda emoção tem uma intenção produtiva. Descobrir a intenção por trás de uma emoção facilita a mudança da mesma e nos possibilita torna-la uma aliada na busca por nossos reais objetivos.


Texto de Luciano Iepsen.


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