Máscara emocional: qual é a sua?

Usar uma máscara de proteção, como o próprio nome diz, tem o objetivo de auxiliar na prevenção e propagação de doenças. E atualmente ela tem sido a companheira de muitas pessoas que necessitam sair do isolamento. Veja, máscaras e isolamento social hoje caminham juntos com uma função básica: salvar vidas!

E o que pode haver de comum em isolamento e máscaras quando falamos em emoções?

Existem máscaras que nos acompanham desde a infância. São invisíveis, mas servem para nos proteger da mesma forma. Elas atuam como uma blindagem às dores que vivenciamos desde cedo e, através delas, definimos inconscientemente qual é a melhor forma de nos relacionarmos com o mundo. Cobrimos nossa maneira de pensar e de sentir, e deixamos a encargo de nossas máscaras a expressão distorcida de quem somos.

E, desde a infância, também nos acompanha o isolamento: o isolamento emocional, um lugar dentro de nós onde ficam aquelas questões emocionais mais particulares e doloridas, que evitamos mostrar ao mundo por receio de sermos feridos novamente. Soterramos, nesse lugar de tamanha solidão, tudo aquilo que realmente sentimos e pensamos, deixando de expressar tudo o que há de mais valioso em nossa essência.

Tudo na vida, mesmo que seja para proteção, tem seu lado positivo e negativo. O isolamento, ao mesmo tempo em que nos protege, nos coloca frente a emoções, sentimentos e conflitos que havíamos deixado guardados em uma gaveta em nosso inconsciente. As máscaras cirúrgicas, se não forem bem manipuladas e se não estiverem com tempo de uso adequado, deixam de nos proteger e acabam nos expondo a riscos ainda maiores. Já as máscaras emocionais nos fazem esquecer quem verdadeiramente somos quando não as retiramos nos momentos em que elas não são mais necessárias.

Quando falamos em emoções, as máscaras representam o nosso ego; e o isolamento, as dores que fazem parte de quem somos. Como forma de sobrevivência, vestimos diariamente nossa máscara e ela se torna o nosso eu. É ela quem nos ajuda a encarar o mundo e ficamos tão apegados a ela que acreditamos que somos a máscara. Quantas vezes você teve dificuldade em reconhecer o que de fato queria para sua vida? Ou se percebeu tendo atitudes ou reações que desconhecia em você mesmo? Será que você estava fazendo o que você realmente queria ou era o que a máscara queria?

Será que quando pudermos nos abraçar novamente, dar 3 beijos no rosto e um chamego, conseguiremos tirar não só as máscaras de pano do rosto, mas as máscaras que encobrem nossa alma? Será que conseguiremos honestamente permitir que o mundo nos olhe de verdade nos olhos e possa amar quem nós verdadeiramente somos? Será que conseguiremos retribuir esse mesmo olhar amoroso a quem tiver a mesma coragem de SER?

Estamos aprendendo e experimentando novos hábitos. Mas também estamos sendo convidados a retirar a máscara da infância, sair do isolamento emocional e descobrir quem somos em essência.

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Por que grandes gestores investem no Eneagrama?

Todos os meses, no Brasil, mais de 30 mil pessoas buscam no Google sobre eneagrama. As buscas vêm de todos os locais do país e estão associadas a gestão de pessoas e autoconhecimento. Não é à toa que grandes players da indústria, da economia e do entretenimento enxergam no eneagrama um treinamento decisivo para a performance da equipe. Mas o que os grandes gestores esperam deste treinamento?

Ser líder é estar conectado com o outro, mas também pode ser um lugar solitário. A evolução pessoal e profissional é intransferível. Você pode conversar com o RH, pode ter amigos no trabalho, mentores que ajudam na sua trilha de carreira. Mas a transformação, o esforço e o resultado são seus. O eneagrama é um treinamento individual, ainda que seja realizado de forma coletiva.

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Em tempos de multicanal, uma equipe diversa é essencial. Você já deve ter presenciado a seguinte situação: A pessoa X é muito competente e engajada e a pessoa Y é muito bem relacionada e tem muita experiência. Mas X e Y não conseguem trabalhar juntos, não se conectam. Em alguns casos, a performance em dupla é tão ruim que chegamos a duvidar da capacidade de algum dos envolvidos. Até que chega a pessoa Z, torna tudo mais equilibrado e o time começa a fluir bem. Se isso já aconteceu próximo a você ou até mesmo com você, provavelmente ocorreu por uma questão de equilíbrio de perfis. Em uma equipe, precisamos ter várias forças de ação e conhecer a fundo a personalidade de cada uma das pessoas envolvidas transforma o resultado.

Por fim, conhecer além do seu próprio padrão é essencial para ser um grande gestor. No treinamento do eneagrama, você conhecerá os 9 tipos de personalidades que podem ser adotados. Mas, para cada um desses tipos, há desdobramentos e a relação com os outros eneatipos também influencia no comportamento humano. Conhecer mais sobre a mente humana e as dores e gatilhos de certos comportamentos é transformador – para o líder e para quem está à sua volta.

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Por que contratamos pessoas pelo currículo e demitimos pelo comportamento?

“Ao procurar pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. Se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você”, a frase é do Warren Buffet, um dos executivos com maior capital do mundo, segundo a Forbes. Se você pudesse recontratar todas as pessoas da sua equipe, faria isso? E se tivesse uma seleção para a vaga que ocupa na sua empresa, se candidataria?

O mundo corporativo e a vida pessoal não são tão diferentes. Se tem algo que não se transforma, independente se estamos de crachá ou não, é a conduta. E quando falamos de conduta, muitas vezes estamos falando de algo que não podemos transformar.

Porém, dentro das nossas equipes e do ecossistema em que estamos inseridos, como podemos potencializar as qualidades das pessoas que trabalham conosco e nossas próprias qualidades? Como diferenciar o que é mutável e aquilo que não adianta tentar, é uma questão intransferível de alguém?

Todas as habilidades técnicas de trabalho podem ser ensinadas. Mas comportamento é algo difícil de mudar. Não depende apenas do gestor ou da cultura da empresa, depende principalmente da vontade do funcionário. Quando temos dentro de um feedback queixas ou reclamações em relação ao comportamento de um funcionário, a melhoria é menos tangível.

Talvez seja por esse motivo que contratamos pessoas pelo currículo e demitimos pelo comportamento. Antes de nos conhecermos no dia a dia, podemos mensurar o desempenho de alguém pela descrição de suas atividades anteriores. Mas a real disposição de um funcionário de lidar com a equipe, cumprir suas atividades no prazo e estar empenhado com o crescimento da empresa só são percebidos pelo cotidiano.

Uma boa alternativa antes de contratar é pedir referências não apenas do setor de RH da empresa anterior, mas também de quem foi gestor e quem foi liderado pelo candidato. Empresas como 99 e Nubank, unicórnios brasileiros, já aderiram ao método na hora de contratar.

Afinal de contas, uma relação entre profissionais é, nada mais, que uma relação P2P – de pessoa para pessoa.

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