Precisamos falar sobre os meninos

‘Engole o choro’, ‘Homem não chora’, ‘Você está parecendo uma menininha’.

Não é à toa que depois eles crescem o seu jeito de lidar com as frustrações da vida são horríveis para eles e para quem está ao redor: rompantes de agressividade, tentativas de suicídio violentas e um sentimento profundo de solidão.

Precisamos olhar para os nossos meninos, estamos roubando deles a possibilidade de sentir e a vontade de viver com seu coração.

Toda vez que reprimimos as emoções de uma criança estamos roubando dela a oportunidade de serem quem são, APENAS CRIANÇAS. As meninas, com o errôneo conceito de sexo frágil e de que seriam mais sensíveis, ainda tem mais oportunidade de expressar quem são, para elas ainda é permitido chorar, sentir, ficar muito triste ou muito feliz, para as meninas ainda entregamos nosso colo, aconchego e compreensão.

Já os meninos, precisam sofrer calados, afinal colocam até sua masculinidade em check quando o que interessa mesmo é o fato de serem crianças e não HOMENS. Eles crescem e tem dificuldade de ir ao médico para cuidar de si, se recusam ir ao terapeuta pois acham que isso é coisa de gente fraca e comparecem menos a treinamentos que os ajudam a lidar com suas dores e sua história.

Se queremos homens mais humanos consigo mesmos no futuro, que cuidem melhor de si mesmos, respeitem mais suas dores e sentimentos, precisamos cuidar dos nossos meninos HOJE. E o cuidado é simples, é apenas permitir a eles SENTIR a da mesma maneira que fazemos com as meninas, entregar o nosso colo, aconchego e compreensão.

E aí, qual menino que está aí por perto de você que precisa do teu colo hoje?

E se você for o menino crescido que não ganhou aconchego, lembre-se que tem muita gente no mundo que ficaria honrado de conhecer a sua história, as suas dores e te deixaria você ser você de verdade!

Se precisar, conta com a gente!

 

10 dicas para ter uma boa Gestão Emocional e Gestão Financeira

A má interpretação e a má gestão de nossas emoções são grandes causadoras de impactos na gestão financeira. Além de um fato inegável, infelizmente são duas áreas não inclusas em nossa educação tradicional. Mas afinal, o que é a gestão emocional e qual é o maior impacto que ela causa na gestão financeira? A resposta é simples: é a capacidade de controlar seus sentimentos e emoções, para evitar decisões impensadas e impulsivas que podem levá-los às dívidas.

De forma prática, ter Gestão Financeira não quer dizer que você será um economizador, um guardador de dinheiro, mas sim, que você fará a alocação dos recursos de forma mais equilibrada. Assim como ter Gestão Emocional não quer dizer que você deixará de ser emotivo, impulsivo, ou metódico, e sim que você terá maior consciência das emoções que está sentindo e como elas estão influenciando nas suas atitudes. Todas as atitudes, inclusive de gastos e ganhos, devem ser feitas de forma consciente, seguindo ou não a emoção.

A união da gestão financeira e emocional proporciona melhoria nos seus relacionamentos, sejam eles de amizade, familiares, societários ou com clientes, mas, principalmente, com você mesmo. Afinal, o uso inadequado de seus recursos pode ser uma forma de você disfarçar situações mal resolvidas com o seu eu. E, se as suas dificuldades na gestão financeira estão levando-o à falência de relacionamentos, a luz vermelha já acendeu. É hora de resolver isso. Então vamos às estratégias:

 

1 – Elabore um orçamento mensal;

Siga o princípio básico de suas receitas e despesas, lembrando de destacar as receitas fixas e as variáveis para quem trabalha com este formato, assim também com as despesas fixas e as variáveis. Aproveite e faça isso com as emoções. Quais emoções você percebe que sente com maior frequência e aquelas que quase não aparecem? Tomar consciência de nossas dívidas, muitas vezes, gera um desconforto, uma dor que também acontece com as nossas emoções. Por isso, esta etapa é muito importante.

Assim como você faz o acompanhamento do seu orçamento mensal, analisando os resultados, também pode ter seu acompanhamento das emoções, percebendo os reflexos de cada uma delas em suas decisões.

 

2 – Defina objetivos e trace metas realistas;

Ao perceber que a receita está desalinhada com as despesas, é hora de traçar metas para equilibrar. É importante que a meta seja realista, dentro de parâmetros que você se perceba capaz de atingir. Tudo bem se para outras pessoas parecer fácil, o importante é você perceber que é desafiador. A meta é sua e a evolução também. Então compare-se com você no mês anterior e não com seu amigo, irmão ou vizinho. Somente com um olhar baseado na realidade, é possível fazer um bom planejamento financeiro, com objetivos claros e metas que estejam de acordo com a sua capacidade financeira. Esse mesmo olhar realista para sua situação será fundamental para alcançar as suas metas de “fisioterapia” emocional.

 

3 – Trabalhe seu autocontrole;

A velha dica da meditação serve para todos, sendo que os resultados desse tipo de hábito surgem a longo prazo. Por isso, é fundamental ter a calma necessária para esperar, tomar uma atitude baseada em análise e não se precipitar diante de crises. Essas crises podem vir na área financeira e também na área emocional e, nesse momento, manter a mente tranquila é fundamental. Estar atento aos sentimentos gerados pelas emoções, impulsos e vontades durante essa caminhada é essencial para não tomar atitudes precipitadas e saber esperar a hora certa para tomar decisões. As flutuações das nossas emoções requerem ponderação, para que você possa se manter rumo à meta de forma mais adequada, e até mesmo poder colher seus frutos.

 

4 – Seja flexível para lidar com imprevistos;

 A flexibilidade e o auto controle são essenciais para lidar com situações inesperadas, muito comuns no dia-a-dia e, especialmente, quando estamos nos desafiando a novos hábitos. É importante não entrar em desespero quando as coisas não vão bem, não desistir das suas metas nem se desacreditar de suas ideias. Lembre-se: seu maior investimento será em você mesmo. E existe alguém mais importante do que você nesse processo? Aqui a resposta é não. Então utilizar da habilidade da adequação vai apoiá-lo no ajuste da meta ou do método para alcançá-la. Atenção e cuidado para não usar isso como desculpa. Traga para a consciência se essa adequação é mesmo necessária.

 

5 – Seja empático com suas necessidades;

Reconhecer que, por vezes, precisará de apoio é fundamental. Não somos seres criados para viver sozinhos, somos seres que gostamos da conexão. Crie hábitos de falar com pessoas sobre suas dificuldades e ouvir delas as suas também. As vivências do outro podem ser úteis a você e as suas, a ela. A empatia precisa ser praticada e ela começa por você. Nos momentos em que perceber que está difícil demais se manter no controle com foco na meta, permita-se um agrado. Lembrando sempre que isso não é exceção, é um passo importante para fortalecer a caminhada.

 

6 – Evite tomar decisões por impulso;

É aquela velha história de “no calor das emoções, quando vi, já havia feito”. O impulso nos toma quando não temos consciência de nossa condição, e nem mesmo sabemos aonde queremos chegar e a força que isso tem. Precisamos usar de nossas melhores habilidades no poder de negociação, de barganha e até de realização, então ficamos suscetíveis a sermos convencidos para algo que não está de acordo com o que realmente queremos. Mais uma vez a consciência aparece. Se, para você, em um primeiro momento será necessário não andar com o cartão de crédito na carteira ou evitar situações desafiantes, tudo bem. A sua evolução é o que vale.

 

7 – Seja criativo na gestão;

A criatividade é uma qualidade que nos apoia em todos os aspectos, seja para economizarmos financeiramente, seja emocionalmente. A forma como recebemos e adequamos as informações à nossa realidade criam novas formas de fazer, de ser. A criatividade é um processo que precisa de prática e o mínimo de organização. E, por isso, pode ajudá-lo a se desenvolver em novas formas de gerar recursos também. Use e abuse de sua criatividade.

 

8 – Faça acordos;

Acordo pressupõe bom diálogo e entendimento, assim isso fortalece-o em melhores negociações financeiras e também de convivência. As piores negociações são aquelas em que os termos não estão claros para ambas as partes, muitas das vezes porque nem foram discutidos. As partes apenas criaram a expectativa sobre o outro, por experiências anteriores ou simplesmente por “achismo”. Não ache nada, exponha o termo e tenha a concordância da outra parte. Evite prejuízos financeiros e emocionais.

 

9 – Evolua, ajudando outras pessoas;

Promova o bem comum, compartilhando bens e conhecimentos. Se você precisa de um bem para uso temporário, não o compre, tome-o emprestado. Além disso, empreste as suas coisas a outras pessoas, caso não sejam bens de fácil deterioração. Além de tudo, você aprenderá sobre o desapego. Troque objetos antigos, poque isso promove economias saudáveis em seu orçamento e o despertam para outro nível de consciência emocional.

  

10 – Desafie-se;

Provavelmente algumas dicas foram mais desafiadoras para você do que outras. Assim, você deve investir mais energia nas dicas mais desafiadoras, já que são nesses pontos que você precisa de maior evolução e é onde você está tendo maior impacto.

 

As emoções não podem ser o único guia as suas decisões e ações. Essa é a razão de desenvolver a consciência na gestão emocional e financeira, estando atento às suas reações e impulsos e, principalmente, aprendendo a controlá-los. Sinta-se em harmonia com suas decisões, sem a ressaca emocional de decisões inconscientes.

Sabemos que essa não é uma tarefa fácil. E que muitas pessoas chegam a abandonar a caminhada, por não suportarem tantas pressões nem o impacto que elas provocam. No entanto, para evoluir é necessária uma disposição para ceder, baixar a guarda e admitir que as coisas não estão boas e é preciso ajuda. Haja e reaja, até que você chegue nos seus objetivos.

Neuza Ramos – Trainer do IEneagrama Centro Paraná e Ponta Grossa

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Um filho de 4,5 metros

Um dos maiores ensinamentos que a maternidade me trouxe foi uma percepção diferente do tempo.

Eu sempre senti uma angústia muito grande por ficar longe do meu bebê, embora a literatura cisme em chamá-lo de criança (só porque ele já tem 3 anos, bobagem!).

A primeira saída sem ele foi quase um filme pastelão. Marido ligou a caminho de casa, com um casal de amigos que encontraria em uma convenção, e eu saí correndo para comprar algumas coisas que adultos normais comem: antepastos, carne, vinho… Em casa, estávamos nos últimos 2 meses à base de produtos de milho (porque aumenta o leite), água de coco, ensopados encorpados (insira aqui tudo que sua cultura fala para as recém-mães comerem ou tomarem).

Fui correndo para voltar o mais rápido possível, esbarrando nos outros seres humanos. Desacostumada que estava, convivia apenas com minha mãe, marido e um serzinho de 50 cm.

As saídas eram apenas para pediatra e os 150 profissionais que me ajudaram na tarefa mais desafiadora até então, amamentar meu filho.

Naquele supermercado, foi uma das primeiras vezes em que senti o quão diferente estava a minha vida.

E, sobretudo, o quão diferente era da realidade do meu marido. Ele estava voltando de São Paulo, cidade que está a 100 km da minha casa, mas que, naquela época, estava situada em outra galáxia. Já estava tranquilamente adaptado à sua antiga rotina, conversando com adultos sobre outros assuntos que não fossem leite-cocô-sono-arrotar-dormir-recomeça.

Ainda na fila, me sentindo inadequada naquele lugar, lembrei o quanto perguntava, incrédula: como você consegue passar o dia longe dele?

A cena se repetia. No final do dia, ele chegava, sentava na minha cadeira de amamentação com o bebê no colo, olhando com uma cara que eu ainda não conhecia para nosso filho, e eu do lado me perguntando: como ele conseguia sair de manhã e só voltar agora?

Mistério!

Ele nunca conseguiu me responder, são aquelas coisas incríveis da vida que apenas são! O pai pode ficar longe!!!

Ele também tinha suas dúvidas: tentava mensurar a minha dor ao amamentar. Tentei explicar trazendo para a realidade dele – mas não dá para escrever aqui e por favor, se não for íntimo, não me pergunte! Só posso falar que ficou bem claro e, depois disso, ele segurou ainda mais forte a minha mão a cada mamada e parou de reclamar de fazer depósitos para a consultora de amamentação.

Naquela época, nas primeiras semanas, Benicio estava com os 50 cm que mencionei. Hoje, com 3 anos, quase 1 metro. Se ele crescesse neste ritmo, teria 4,5 m aos 18 anos!

Os primeiros anos de vida são os anos em que a criança mais aprende e mais cresce, mas tem muito sofrimento também. Depois que fui mãe e me interessei por estudar sobre bebês, nunca mais deixei alguém falar “ai, que ternura” ou “queria ter essa vida sem boletos”. De imediato, a pessoa já ganha um tratado sobre angústias de morte, dores de separação, dores físicas excruciantes, sensação constante de queda… e a lista continua.

A maior dor desses serezinhos talvez seja porque tenham uma percepção de fusão com a mãe, nestes primeiros anos. Ele e a mãe são um só, não só no período da gestação, mas nos primeiros anos também. Aliás, por uma questão de evolução, nós nascemos uns 3 meses antes do que era para nascer. E por isso deveríamos literalmente respirar o ar deles nestes meses fundamentais.

E o mundo não gosta disso, não.

A mãe precisa voltar logo a ser esposa e profissional.

Pergunte para uma mãe que amamentou até 2 anos ou mais (inclusive recomendação da OMS) e veja quantas barreiras ela precisou vencer.

Ela certamente lutou muito, com toda força de uma mulher, para não fazer parte da estatística de 50 dias de aleitamento. Cinquenta dias, o que fazem as brasileiras estarem devendo, em média, 680 dias de grude completo e do melhor alimento do mundo para seus filhos.

Quando você amamenta, ou você faz uma logística complicadíssima ou você precisa estar bem perto do seu filho, pelo simples fato de o seu peito começar a explodir na hora da próxima mamada. E a natureza lembrando que temos que estar no tal do grude e que todo o resto deveria esperar.

Mas… quem ouve essa tal da natureza? Marcamos a hora do nosso filho nascer e queremos/precisamos logo voltar a tarefas da nossa vida.

Para criar um filho, é preciso de altruísmo; do pai, que precisa entender que, sim, perdeu a esposa nestes primeiros anos; e da mãe, que perdeu a vida (ai, que dramático). Mas sim, morre a mulher, nasce a mãe. Uma outra pessoa. Prioridades, medos, olhares completamente diferentes.

E, talvez, seja nesse momento que a maturidade dos pais mais vai contar. O quanto eles foram crianças que conseguiram minimamente passar por todos esses possíveis traumas e irão conseguir suportar tamanha dedicação neste momento. A mãe precisa cuidar do filho e o pai precisa cuidar da mãe.

Não conseguimos, na maioria das vezes. Muitos casamentos acabam antes de o filho completar 2 anos.

E sua tia vai falar que “tem que se arrumar”, “tire o pijama e desmama esse menino”, “você amamentou só um mês e está aí perfeita”. Mas não, estamos feridos por dentro, porque somos imperfeitos, cuidados por seres imperfeitos, tentando melhorar a cada geração.

O recado que o Benicio recebeu do seu padrinho, ao nascer, pode resumir um pouco do que é a maternidade para mim: é ruim, mas é bom! Assim como a vida.

Por Luisa Mandetta.

Maternidade e Eneagrama

Neste Dia das Mães, convidamos quatro gestoras do Ieneagrama para um bate-papo super especial.

Conversamos com a Luisa Mandetta, a Elizandra Cunha, a Carol Camara e a Jaqueline Oliveira sobre a incrível relação entre mães e filhos sob o aspecto da ferramenta do eneagrama. Todas elas são mães e gestoras de franquias do Ieneagrama, mas o papo é tão sensível e afetuoso que até quem não é mãe vai se emocionar.

Confira as entrevistas abaixo!

Conversa com Luisa Mandetta

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

A coisa mais importante foi me descobrir como pessoa, eu era uma pessoa muito preocupada sempre, com um olhar desconfiado que tende a olhar para as coisas que dão errado e percebi que isso poderia influenciar o meu filho. Hoje mesmo com a pouca idade do meu filho (2 anos), eu já consigo identificar alguns traços de personalidade, o que me permite atuar de forma mais assertiva.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

A partir do eneagrama, hoje eu consigo ter mais autocontrole, principalmente em momentos de estresse. A ferramenta também me permitiu controlar os meus medos e inseguranças para que elas não sejam passadas para o meu filho e isso prejudique o seu desenvolvimento.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O Eneagrama é uma ferramenta que pode transformar a relação entre pais e filhos.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Eu sempre fui muito sociável com as pessoas de fora, já com a minha família eu era um pouco brigona, hoje percebo que estou mais empática e sei identificar a necessidade dos outros, compreendendo mais os desejos e motivações de cada indivíduo.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é abdicar das minhas vontades, é colocar as necessidades do meu filho em primeiro lugar e entender que sou a pessoa mais importante da vida dele, pelo menos nos primeiros anos.

Conversa com Elizandra Cunha

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

Quando eu fiz o eneagrama, eu tinha alguns problemas de relação com a minha filha, ela fazia muita birra e muitas vezes eu não sabia identificar o que havia de errado. O eneagrama me permitiu entender o padrão comportamental da minha filha e o que ela necessitava. A partir disso, eu passei a identificar as necessidades dela e isso melhorou muito nossa relação. Hoje nos sentimos compreendidas e realizadas!

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

Um dos principais pontos para uma relação equilibrada é a observação diária, entender cada situação e como eu posso atender a cada necessidade. O Eneagrama me dá embasamento para entender a sutileza e os padrões comportamentais dela e como eu devo atuar em cada situação.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O eneagrama auxilia na compreensão do padrão comportamental e nos ensina como agir em cada momento e situação.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Sim! Com o eneagrama eu tive a possibilidade de conhecer ainda mais a minha filha e compreender suas necessidades. Hoje nossa relação melhorou muito.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é uma escola de autoconhecimento sem folga. A maternidade é a maior escola de autoconhecimento, nela tudo o que você ensina e cobra dos seus filhos em algum momento volta para você.

Conversa com Carol Camara

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

A primeira grande coisa é o aprendizado de como mães e filhos pensam e agem e o que está no pano de fundo do comportamento de cada um. Dessa forma, podemos diminuir o julgamento sobre as ações e interesses de nossos filhos. O Eneagrama nos permite conhecer ainda mais nossa família, gerando um relação de proximidade e compreensão.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

É uma construção sempre de soma, de unir as habilidades nossas e dos nosso filhos. Colocar as nossa habilidade em prol deles.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

Clareza! A ferramenta permite identificar os talentos e características dos nossos filhos, compreender todo o pano de fundo por trás de suas ações, gostos e motivações.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Eu conheci o eneagrama quando decidi levar a minha filha para fazer o treinamento, para que ela desenvolvesse e compreendesse seu lado emocional. Isso me permitiu olhar e compreender os talentos e competências que ela possuía, reduzindo nossos embates e conflitos, tornando a nossa relação mais compreensível.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é ter a oportunidade de contribuir para a formação de seres e pessoas conectadas com seus próprios desejos. É apoiar seus filhos e os seus sonhos com base nas competências e habilidades que eles possuem.

Conversa com Jaqueline Oliveira

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

Eu consegui compreender melhor as atitudes da minha filha e o que a motiva. Às vezes nós pais temos uma percepção do que é melhor para os nosso filhos, mas sem levar em consideração seus gostos e motivações. O eneagrama, nos permite motivá-los de forma mais assertiva, com base no que faz sentido para eles e isso pode ser aplicado desde uma atividade simples como arrumar a casa, até para planos futuros.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

A relação é uma via de mão dupla, minha filha e eu temos conhecimento do nosso perfil, e isso nos permite crescer junto e aprendermos uma com a outra.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O eneagrama nos permite motivá-los de forma mais assertiva e compreender suas atitudes e motivações.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Nós sempre tivemos uma relação boa e isso melhorou ainda mais depois do eneagrama. Hoje eu passei a ouvi-la e compreender suas motivações e interesses, consigo motivá-la de acordo com o perfil dela e a partir disso a gente se aproximou muito.

5) O que é ser mãe para você?

É a melhor coisa do mundo – nessa hora, a Jaque se emocionou durante a entrevista. Ser mãe é ensinar, mas também aprender com as diferenças. Compartilhar e viver intensamente esse amor.

Você também é mãe ou filho(a) e teve sua experiência transformada a partir do eneagrama? Ou tem curiosidades de saber como o eneagrama pode influenciar nessa jornada familiar? Queremos ouvir sua história.

Envie uma mensagem nas redes sociais ou aqui em nosso blog, nos comentários. Nós, do Ieneagrama, acreditamos no poder de transformação da ferramenta em todos os pontos de contato da nossa vida e ainda mais numa relação tão íntima e sensível como a de mães e seus filhos. Ficamos muito felizes em contar essas quatro histórias a vocês e desejamos a todos um feliz Dia das Mães.