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Virei líder e agora? Os desafios da nova liderança

A gestão vertical, a hierarquia sem diálogo e a imagem do chefe austero têm saído de cena. Quem entra, no lugar dessa verticalização, é uma gestão mais horizontal e humana. Saiba tudo sobre a nova liderança:

A geração Z, composta de pessoas que nasceram a partir de 1995, chega a ser maioria no planeta terra em 2019, representando 32% da população. Isso significa que esses jovens já estão no mercado de trabalho e, muitos deles, liderando equipes e com cargos em ascensão. Além de ter uma nova geração, com uma nova forma de liderar e se comportar chegando ao protagonismo das corporações, também temos um novo comportamento, que abrange a todos, independente da geração.

A gestão vertical, a hierarquia sem diálogo e a imagem do chefe austero têm saído de cena. Quem entra, no lugar dessa verticalização, é uma gestão mais horizontal e humana. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, até 2020, inteligência emocional será uma das competências mais exigidas no mercado de trabalho. E quem não estiver olhando para isso hoje, pode estar fora do mercado de trabalho amanhã.

O líder de 2020 inspira, não ordena. Afinal de contas, com tantos estudos sobre comportamento humano, está cada vez mais claro que não podemos forçar alguém a executar uma atividade de forma exemplar – ela só fará se tiver motivação para isso. É importante que o líder saiba a quem e o que quer inspirar. E, diante disso, se aprofundar no conhecimento de pessoas e, mais que tudo, no seu autoconhecimento.

1To1 e pirâmide invertida

Empresas do mundo inteiro têm investido na metodologia do one to one. Trata-se de uma reunião entre duas pessoas (geralmente um gestor e seu subordinado), em que as cartas podem ser postas à mesa sem medo. Não é um feedback, tampouco uma conversa corriqueira. É mentoria e metodologia para que líderes e liderados sejam cada vez mais próximos. Num momento em que as buscas por “como dar um feedback” caem no Google e as de “como fazer one to one” sobem, temos uma base de dados sólida sobre este novo tipo de comportamento.

Já no caso da pirâmide invertida, o líder se ocupa das atividades mais operacionais e massantes, enquanto o restante da equipe tem autonomia para se ocupar do que é mais instigante. Isso significa que o papel do líder não é proporcional à importância das atividades que ele faz, mas principalmente de como ele as faz.

Não é necessário fliperama e nem mesa de sinuca

Em alguns casos, a gestão moderna e horizontal foi estereotipada por empresas como startups e novas companhias, em que a chamada para a nova gestão se apresentava na arquitetura e até nos objetos de decoração, mas de nada adianta, se o chefe não tem uma boa relação com o funcionário. Mas se a sua corporação é tradicional, ainda assim é possível inovar – e, mais que possível, necessário – no modelo de liderança. Afinal de contas, não se trata de uma tendência, mas de uma mudança estrutural, em que transformamos nossa forma de relacionamento humano e, por consequência, a gestão de pessoas no ambiente corporativo.

O novo líder precisa ser, mais do que nunca, humano. E estar conectado com ferramentas de autoconhecimento e gestão de pessoas é uma forma de estar inserido neste novo modelo de liderança. Se você está nesse momento, talvez o eneagrama seja uma ferramenta fundamental.

Afinal de contas, estamos todos aprendendo a liderar de um novo jeito. E ficar para trás ou ir em frente é uma escolha que só nós mesmos podemos fazer.

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