Category Eneagrama e os 9 tipos

Você está se comunicando ou apenas impondo a sua opinião nos outros?

Você está se comunicando ou apenas impondo sua opinião aos outros?

Pode até parecer óbvio, mas ter uma boa comunicação e a capacidade de interagir com os colegas de trabalho é uma soft skill que é muito valorizada em profissionais que desejam alcançar posições estratégicas nas empresas – e também para o dia a dia, é claro.

Saber se expressar em diferentes situações e envolver quem está ouvindo no momento certo e com as palavras certas pode te ajudar a convencer clientes, explicar ideias, estabelecer uma estratégia, defender um ponto de vista. 

É bem diferente de impor as suas palavras no outro, manipular ou até mesmo chantageá-lo de alguma forma, no meio da comunicação. E as vezes isso acontece sem perceber! 

A comunicação é o aspecto chave das relações e é fundamental para garantir uma boa troca e evitar desentendimentos!

Pensando nisso, separamos algumas dicas simples que podem ajudar você a aprimorar a sua comunicação:

1. Faça perguntas abertas

São aquelas que permitem uma diversidade de respostas, sem limitar ou restringir os outros a poucas opções, como “sim” ou “não”. Ao invés disso, você pode guiar o outro com perguntas como “você pode esclarecer o seu ponto?” para ter certeza do que ela está querendo dizer.

2. Aprenda a escutar mais

A maior parte das pessoas, enquanto conversa com outras, está focada no que vai dizer e não no que está ouvindo. Escutar é a parte mais importante da comunicação e também a que as pessoas têm mais dificuldade. 

3. Seja empático

A empatia tem o poder de melhorar a comunicação entre as pessoas, pois ela auxilia a compreender melhor a perspectiva do outro, é o que diz Daniel Goleman, psicólogo considerado o pai da Inteligência Emocional.

Mas, para ser empático, antes será preciso praticar a escuta ativa, um não é possível sem o outro.

4. Seja transparente e objetivo

Quase ninguém fica feliz quando está falando com uma pessoa e ela fica simplesmente girando em círculos, no mesmo lugar. Para isso não acontecer é preciso de prática, entender quais são os pontos importantes do que você quer dizer e passar as informações importantes!

É preciso ter assertividade passando as opiniões e as informações necessárias de forma segura, clara e objetiva.

Aqui no IE nós sabemos que o caminho para o futuro está nos relacionamentos e nas pessoas, independente de como está a sua comunicação com o outro agora, ela pode sempre melhorar. 

 

O que o Eneagrama pode fazer pela relação entre mãe e filho?

O que o Eneagrama pode fazer pela relação entre mãe e filho?

 

Mãe, tem aquelas sensíveis e amorosas, outras mais pragmáticas e objetivas e ainda há as mães planejadoras e pacientes.

A minha é daquelas bem objetivas, uma mulher convicta, cheia de poder pessoal, daquelas que são mães de seus filhos e porto seguro para mais uma legião de pessoas ao seu redor.

Quando eu olhava para ela, enxergava só força e firmeza, nenhuma vulnerabilidade ou fraqueza, quando eu olhava para mim em contraste com aquela força toda, me via pequena, indefesa e sem força.

Até o dia que a gente se conheceu mais profundamente, graças ao Eneagrama e ao processo de autoconhecimento, entendi que por trás de toda aquela convicção e seriedade, morava uma mulher que também tem suas dores, inseguranças e momentos de vulnerabilidade, e só depois disso consegui enxergar em mim uma força que não sabia que existia, vi que dentro de mim também há um pouco de minha mãe e dentro dela, havia também um pouco de mim.

Minha mãe, mulher guerreira, professora de tantos, aprendiz da vida, minha mãe também chorava, ela também sofria e isso não a fazia menos incrível ou menos forte, isso a fazia ainda mais uma mulher de fibra e inspiração para mim, sua filha.

Mães sofrem caladas, seguram as pontas e fazem das tripas coração para garantir que nós filhos, possamos viver e se jogar na vida com o máximo de proteção e orientação delas.

Amor de mãe pode vir de várias formas, seja ela uma mulher mais emocional, racional ou prática… amor se mostra de muitas maneiras, e hoje, no dia delas, das mais variadas mães desse mundão, o que desejamos é que o amor de mãe e o amor de filhos consigam se encontrar, mesmo que diferentes possam reconhecer o amor em atitudes, declarações, presentes, conselhos e cuidado.

Texto: @bastos_pn Diretora de Instrução do @ieneagramabr

 

Melhore a sua relação com sua mãe ou filho!

Precisamos falar sobre os meninos

‘Engole o choro’, ‘Homem não chora’, ‘Você está parecendo uma menininha’.

Não é à toa que depois eles crescem o seu jeito de lidar com as frustrações da vida são horríveis para eles e para quem está ao redor: rompantes de agressividade, tentativas de suicídio violentas e um sentimento profundo de solidão.

Precisamos olhar para os nossos meninos, estamos roubando deles a possibilidade de sentir e a vontade de viver com seu coração.

Toda vez que reprimimos as emoções de uma criança estamos roubando dela a oportunidade de serem quem são, APENAS CRIANÇAS. As meninas, com o errôneo conceito de sexo frágil e de que seriam mais sensíveis, ainda tem mais oportunidade de expressar quem são, para elas ainda é permitido chorar, sentir, ficar muito triste ou muito feliz, para as meninas ainda entregamos nosso colo, aconchego e compreensão.

Já os meninos, precisam sofrer calados, afinal colocam até sua masculinidade em check quando o que interessa mesmo é o fato de serem crianças e não HOMENS. Eles crescem e tem dificuldade de ir ao médico para cuidar de si, se recusam ir ao terapeuta pois acham que isso é coisa de gente fraca e comparecem menos a treinamentos que os ajudam a lidar com suas dores e sua história.

Se queremos homens mais humanos consigo mesmos no futuro, que cuidem melhor de si mesmos, respeitem mais suas dores e sentimentos, precisamos cuidar dos nossos meninos HOJE. E o cuidado é simples, é apenas permitir a eles SENTIR a da mesma maneira que fazemos com as meninas, entregar o nosso colo, aconchego e compreensão.

E aí, qual menino que está aí por perto de você que precisa do teu colo hoje?

E se você for o menino crescido que não ganhou aconchego, lembre-se que tem muita gente no mundo que ficaria honrado de conhecer a sua história, as suas dores e te deixaria você ser você de verdade!

Se precisar, conta com a gente!

 

Como falar de emoções com crianças

Emoção é a linguagem do nosso corpo para se comunicar conosco. Da mesma maneira que precisamos aprender português para falarmos com as pessoas à nossa volta, ou mesmo Libras para comunicação com deficientes auditivos, a alfabetização emocional deveria ser nosso foco antes mesmo de pensarmos em estudar uma língua estrangeira, porque – mais importante do que compreender estrangeiros – precisamos aprender a entender a nós mesmos.
A questão é: quando iniciar essa compreensão das emoções? Quando devemos aprender a interpretar o que elas estão querendo nos dizer?
Desde que começamos a sentir as emoções, já precisamos começar a observá-las com olhar curioso e acolhedor, para que possamos compreender nossa capacidade de sentimentos e encontrar a maneira de comunicar adequadamente o que estamos REALMENTE precisando. Ou seja, desde a infância!
Mas por que é importante sabermos interpretar as emoções desde pequenos?

Basta olhar para a criança que faz birra. A birra é a criança tentando comunicar ao adulto uma dor que ela mesma não consegue compreender e, se ela não consegue compreender, não tem como comunicá-la efetivamente ou controlá-la. Dessa forma, ela fica refém de uma reação emocional.

Então por onde começar?

1 – Aprenda a acolher as emoções de seu filho. Tudo começa com um ambiente onde seu filho se sente validado em seus sentimentos: quando percebe que o que ele sente tem valor, ele se permite sentir mais livremente. Dessa forma, a criança se sente menos sufocada e não precisa de outros meios para expressar sua angústia, como a fuga para os jogos e televisão ou rompantes agressivos.

2 – Seja exemplo. Aprenda a falar de você e como você se sente, conte suas histórias da infância para eles e diga como você se sentia – e não precisa apenas contar histórias de bons sentimentos. Quando comunicamos às crianças um leque variado de sentimentos e mostramos que nós sentimos todos eles, elas passam a se reconhecer nos sentimentos dos adultos e a perceber que sentir algo não é errado.

3 – Converse com seus filhos sobre seus sentimentos diários. Conte-lhes o que você sentiu no seu trabalho para, depois, perguntar a eles o que eles sentiram na escola. Ensine-os os nomes das emoções e o significado delas. Conte para eles como você lida com as suas emoções e o que o ajuda. Crie oportunidades para falar sobre sentimentos. Faça um diário emocional com as crianças. Ajude-os a pensar sobre como se sentiram. Estimule o olhar para dentro com interesse. Autoconhecimento pode começar desde cedo e se reverberar em atitudes de maior maturidade emocional na puberdade.

4 – Sempre mantenha uma postura empática sobre o que seu filho está sentindo. Nós, adultos, tendemos a julgar as reações emocionais infantis como menos importantes – afinal, seu filho ficou com raiva SÓ por causa de uma borracha. Quando começamos a minimizar o que eles sentem, é quando eles começam a esconder o que sentem e a se distanciar dos adultos que não o entendem.

5 – Dentro de casa, não basta a empatia com ele. Se você invalida emocionalmente seu cônjuge ou os outros adultos da casa, a criança verá em você incongruência e se sentirá manipulada. A atitude empática e a abertura para sentir precisa ser entre todos as pessoas que convivem com a criança, para que ela perceba que o papo emocional não é só na teoria, é na prática do dia a dia. Tratar com acolhimento o adulto que sofre do seu lado é a maior lição que você pode dar para a criança de que a empatia existe e que está tudo bem sentir, ficar triste e chorar.

6 – Mostre a eles que errar é normal. Acolha-os em suas frustrações e elogie-os quando eles se superarem. Elogie-os quando eles conseguirem falar de seus sentimentos e desabafar. Faça perguntas quando a emoção negativa estiver sendo exposta pela criança, perguntas de possibilidades: ‘como você poderia lidar com isso de outra forma?’, ‘qual é a outra alternativa para lidarmos com isso?’. Você não precisa dar as respostas. Fazer a criança pensar ajuda com que ela mesma aprenda a reconhecer e controlar o que está acontecendo dentro dela.

7 – Se a criança estiver muito feliz, celebre com ela ao invés de pedir para ela parar de gritar. E quando ela chorar, jamais diga que ela precisa parar ou que não é para tanto. Tristeza e alegria são estados emocionais que precisam ser explorados – eles precisam de atenção, mas não supervalorização. Ao invés de reprimir, ofereça-se para apoiar na tristeza, e curta com seu maior sorriso na alegria.

8 – Na hora da birra, contenha o impulso de brigar ou castigar. Ao invés disso, mostre que entende a frustração. Coloque-se no mesmo nível da criança: ajoelhe-se, abaixe-se, mostre que está junto dele. Diga que também sente muito e que gostaria que fosse diferente. Jamais faça promessas que não irá cumprir ou ameaças que invalidem o sentimento de frustração da criança. A birra é uma manifestação emocional das mais desafiadoras de lidar, e é quando seu filho mais precisa de você.

9 – Respeite o tempo do seu filho – algumas crianças conseguem falar mais abertamente sobre o que sentem, outras levam mais tempo para se sentirem seguras para se abrir emocionalmente. O trabalho de alfabetização emocional infantil é um trabalho diário e valioso, que exige tempo e empatia dos adultos para com as crianças. Não force os pequenos a falar se você também ainda não aprender a falar do que sente, mas não desista da caminhada. É possível que tanto seu filho quanto você possam crescer emocionalmente com este exercício.

O maior objetivo desta alfabetização emocional desde a infância é que desde cedo a gente aprenda a entender o que acontece dentro da gente. Afinal, não precisamos deixar só para a fase adulta a capacidade de ter maior inteligência emocional e controle de nossas reações. É possível trilhar esta caminhada desde muito cedo, tendo assim posturas mais adequadas e emocionalmente maduras.
Afinal, nossos rompantes de raiva, vícios em álcool e drogas, fuga através da comida e alienação em redes sociais nada mais são do que nossas birras infantis e emoções reprimidas que não foram validadas na infância.

Por Priscila Bastos – Diretora de Instrução do IE Brasil.

O abismo que há entre o que as pessoas dizem que sentem e o que verdadeiramente sentem

Certa vez, recebi uma aluna que disse sentir muita raiva. A indignação era tão grande que sua paciência havia acabado: ela não tolerava mais nem olhar para seu esposo. Era o fim.

Aprofundando a conversa, busquei compreender a origem daquela raiva, o que estava disparando aquela rigidez e por que ela acreditava que seu relacionamento estava no fim. Para ajudá-la, eu precisava entender qual tinha sido o gatilho que tinha disparado aquele comportamento.

E então a pessoa começou a explicar que seu marido não demonstrava afeto, mesmo eles estando juntos há 14 anos. A postura dele em não dar acolhimento a deixava desconfiada de que ele não a amava. Ele nunca havia feito nada de errado, mas o fato de nunca ter sido claro em sua demonstração de carinho e amor a deixava tão insegura que não conseguia conviver mais com essa imensa dúvida interna.

Perguntei sobre sua autoestima e ela comentou de sua dificuldade em confiar em si mesma. Ela se percebia dependente de orientação e de validação externa para tomar os mais variados tipos de decisão, das mais simples às mais complexas.

Questionei também como ela se sentia quando não tinha o controle de alguma situação, e aí vieram diversas histórias de como ela buscava saber sobre absolutamente tudo que acontecia em sua empresa: criava processos e checagens, verificava o que seu time fazia a todo tempo e não conseguia delegar a parte financeira para ninguém.

Há anos, ela tentava encontrar uma maneira de sua empresa funcionar sozinha, mas a sua necessidade de controle a fazia pular cedo toda manhã e passar o dia verificando e revalidando tudo que era feito em sua empresa. Sua equipe era desengajada e isso também a tirava do sério! Simplesmente não conseguia entender como a equipe estava desengajada se tudo que precisava ser feito na empresa estava devidamente desenhado no documento de processos da empresa, que tinha mais de 400 páginas detalhando cada procedimento.

Aquela mulher simplesmente não estava com raiva, não era esse o problema. O problema nem mesmo era o marido. Muito menos sua equipe que não seguia fielmente as regras e processos da empresa. A questão era dentro dela o que ela sentia era MEDO, não raiva.

O alto nível de insegurança, fazendo-a desconfiar até mesmo de suas próprias decisões, fazia com que esta mulher projetasse nas outras pessoas as suas próprias desconfianças, inseguranças e dúvidas. E o que ela precisava era entender o que estava dentro dela, como ela funcionava e de onde nasciam aquela insegurança.

Um dos erros que podemos cometer quando não nos conhecemos é não conseguirmos discernir de onde estão brotando nossos comportamentos. Quando isso acontece dentro de nós, fica um abismo entre o que sentimos e o que dizemos que sentimos. E, no fim, nunca chegamos a uma solução para o que estamos passando porque não conseguimos cruzar o abismo que existe dentro de nós.

Autoconhecimento é também criar pontes para atravessar estes abismos. Entender a origem de nossos comportamentos é também entender a história que fizemos de nossas vidas, mas é principalmente a oportunidade de fazer algo de diferente a partir de novas escolhas mais conscientes.

Por Priscila Bastos – Diretora de Instrução.

Eneagrama e a ansiedade de cada perfil

Sabia que todos os perfis do Eneagrama podem ter um certo tipo de ansiedade?

Ela não necessariamente vai se manifestar com uma inquietação no corpo, nem mesmo o frio na barriga comum de quem está ansioso. A ansiedade pode ser silenciosa, e a melhor maneira de entendê-la é compreendendo a sua origem.

A ansiedade tem origem na sensação de medo e, ao nos sentirmos ameaçados, prontamente ativamos nossas defesas e ficamos ansiosos enquanto a ameaça não passar. Em cada perfil, o medo vai ser manifestar por motivos diferentes e de maneiras bastante opostas.

O medo do tipo 1 é de errar ou ser mau. Então, a ansiedade do tipo 1 se manifesta quando há uma ameaça de erro. Além disso, enquanto houver coisas para terminar ou por fazer, o tipo 1 fica ansioso para finalizá-las.

O medo do tipo 2 é o medo de desagradar. Portanto, quando percebe que sua decisão ou ação vai aborrecer alguém, ele começa a ficar ansioso tentando encontrar uma maneira de garantir que continuará sendo amado.

O medo do tipo 3 é o de não valer nada, por isso passa a buscar valor pessoal por meio de conquistas na carreira. Assim, quando o sucesso está ameaçado, a ansiedade vai lá em cima e o coloca em um frenesi na busca por resultado.

O medo do tipo 4 é o de não ter identidade. Sendo assim, quando ele precisa se adequar ou atender às expectativas alheias, sua identidade fica ameaçada e a ansiedade para voltar a ser quem se é começa a se manifestar.

O medo do tipo 5 é o de ser incompetente – daí a sua busca por compreender o mundo para poder ser eficiente. Quando percebe que não entende sobre algo, a ansiedade em obter conhecimento aparece e o isola em seu mundo mental.

O medo do tipo 6 é o de não contar com apoio ou orientação para as decisões. Então, quando não existem regras definidas ou alguém para deixá-lo seguro de uma decisão, a ansiedade assume o controle, deixando-o preocupado com o futuro.

O medo do tipo 7 é o de sofrer dor ou privações. Por isso, sempre que há a ameaça de uma situação dolorida, como uma briga ou um problema delicado, a ansiedade domina e o leva a escapar da situação.

O medo do tipo 8 é o medo de ser ferido ou controlado por outras pessoas. Assim, sempre que alguém passa a tentar impor algo para ele, a ansiedade para retomar o domínio da situação toma conta e ele passa por cima.

O medo do tipo 9 é o medo de perder o vínculo com as pessoas. Portanto, sempre que suas decisões ou sentimentos podem levar alguém a abandoná-lo, a ansiedade vem e o faz engolir seus sentimentos e tolerar a situação.

Em todos os casos, para lidar com a ansiedade (que se manifesta de maneiras diferentes), o caminho é um só.

1 – Compreenda o funcionamento da sua personalidade;

2 – Entenda a origem do medo presente no seu ego;

3 – Acolha a existência desse medo. Não o negue nem o rejeite. Acolha-o como parte de si;

4 – Comece a observar, no seu dia a dia, este medo agindo de maneira positiva;

5 – Analise também, no seu comportamento, esse medo sabotando sua comunicação, suas relações e seus resultados;

6 – Escolha uma situação em que esse medo se apresenta de maneira negativa para iniciar uma evolução;

7 – Procure estar sempre atento a esta situação para compreendê-la de maneira mais racional;

8 – Estando atento e racional, neste momento escolha uma nova atitude ou comportamento ideal para solucionar;

9 – Repita todo o processo do passo 5 ao 9 até que todas as situações mapeadas no passo 5 sejam resolvidas.

Seguir processos de mudança também pode gerar medo e consequentemente ansiedade; mas, quando fazemos isso com consciência e vontade genuína de buscarmos nossa melhor versão, encontramos a força necessária para seguir!

Sempre que conseguir evoluir em um destes medos e perceber que sua ansiedade ou suas defesas estão sendo melhor controladas por você, conta pra nós! Publica no seu Instagram e nos marque @ienagramabr. Assim saberemos que nosso propósito de transformar o mundo está sendo cumprido!

O ego vai te levar longe

Essa luta contra nosso ego precisa cair por terra. Ego é mecanismo de defesa infantil para conseguirmos lidar com o mundo. Ele não é um inimigo a ser morto ou uma coisa que precisamos sufocar dentro de nós, mas sim algo a ser compreendido por nós, acolhido como um elemento que faz parte de quem somos e utilizado por nós com consciência.

Alguns egos podem se manifestar de maneira mais individualista, mas existem egos extremamente conectados com o senso de grupo e por isso apresentam mais prestatividade e adequação ao que os outros esperam de si. E este mesmo ego pode nos levar longe, com muitas pessoas ao nosso redor, mas esse “longe” pode ser um lugar a que NÃO QUERÍAMOS CHEGAR.

É necessário compreender também que nem todo ego nos leva para longe: alguns nos levam a rodar em círculos por muito tempo sem saber aonde queremos ir. O ego pode inclusive nos manter a vida toda estagnado no mesmo lugar.
Enquanto estiverem vendendo para você que o problema de sua vida é o seu ego e que você precisa arrumar uma maneira de se livrar dele, estão tirando de você a responsabilidade por seus próprios resultados e tentando fazê-lo se livrar de uma parte de quem você é e que irá acompanhá-lo a vida toda.

O que determina se vamos caminhar com quem amamos e na direção que queremos para nossa vida é a CONSCIÊNCIA de como nosso ego funciona e do que podemos fazer para manifestá-lo de maneira mais alinhada com nossa verdadeira essência.

Faça as pazes com seu ego e ele o levará longe, para aonde você quer chegar, para conquistas que o deixem feliz e com as pessoas que o amam ao seu redor sendo felizes junto com você!

Por Priscila Bastos – Diretora de Instrução IE Brasil

Você já conhece o IE TALKS?

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Existe emoção ruim?

As emoções são a maneira que a nossa história tem de se comunicar conosco. Elas são tão valiosas quanto a comunicação entre os seres humanos, ou mais, visto que é a comunicação do ser humano consigo mesmo.

Antes de saber se existe ou não emoção ruim, precisamos entender por que as emoções existem no ser humano e para que elas servem.

Quando nascemos, somos limitados em recursos para lidar com o mundo. Isso nos torna vulneráveis ao ambiente, ficamos em uma posição de completa dependência de nossos pais para atender todas as necessidades, como saciar nossa fome ou sede e resolver sensações de calor, frio, dor e saudade. E, naturalmente, por mais que as pessoas ao nosso redor busquem atender tais necessidades, infelizmente muitas delas não são sanadas ou acabam sendo resolvidas de maneira incompleta. E isso gera dor.

Por mais que os responsáveis por garantir nossa sobrevivência busquem fazer de tudo para cuidar de nosso desenvolvimento com atenção, acolhimento e congruência, não está sob poder deles nos proteger da interpretação que temos em relação ao que acontece à nossa volta. Pois, da mesma forma que somos limitados em conseguir cuidar de nós mesmos na infância, a nossa capacidade de discernimento nos primeiros meses de vida também é extremamente ilógica e pautada em sentimentos, o que pode nos levar a interpretações equivocadas do mundo.

 

Essa interpretação de não atendimento de nossas necessidades passa a gerar uma angústia infantil, o que chamamos de ferida emocional, e é aí que as emoções aparecem. Elas são mecanismos de defesa para nos proteger de sermos feridos novamente. Sem as emoções, ficaríamos completamente vulneráveis e seríamos machucados diversas vezes a ponto de adoecermos psicologicamente.

 

Então, quando olhamos para as emoções, precisamos compreender que elas são as nossas melhores aliadas desde nossa infância, pois elas literalmente nos protegeram de sermos feridos novamente.

 

Um exemplo prático para entender essa defesa é olhar para uma criança que, na infância, interpretou o meio à sua volta com uma sensação de traição. Ela não sabia se podia confiar nas pessoas que estavam cuidando dela e precisava encontrar uma maneira de verificar se poderia confiar ou não em alguém. Para resolver essa sensação de traição, a criança começa a adotar a emoção do medo como defesa, mantendo sempre um pé atrás com as pessoas e testando as relações para ver se elas responderiam de maneira congruente. A criança passou a ser mais vigilante e observadora com as pessoas para verificar possíveis discrepâncias de comportamento que poderiam anunciar uma possível nova traição.

O medo começa a assumir o comando do comportamento dessa criança como uma maneira de antecipar possíveis traições, e o mundo à sua volta passa a ser visto com desconfiança. A criança cresce e torna-se um adolescente inseguro que não sabe se pode sequer confiar em si mesmo, porque às vezes ele mesmo sente que não consegue atingir o que havia imaginando de sua performance. Já que suas ideias nem sempre são as melhores, é mais interessante não correr o risco de se expor.

É melhor também não dizer muito o que pensa ou o que sente, pois dessa forma se protege de ser traído nas relações. E quando entra em relações na fase adulta, fica buscando provas de que o amor que recebe é mesmo confiável, genuíno e profundo. E principalmente se a pessoa que está ao seu lado é alguém que não representa uma ameaça. Em sua carreira, pode ter dificuldade de delegar funções, por receio de as pessoas não entregarem conforme combinado, passando a desenvolver controles para checar se as pessoas realmente fizeram o que era combinado. E a vida segue cheia de desconfianças, preocupações, apegos, inseguranças e ansiedade.

Mas a vida também segue com capacidade de fazer planejamentos, avaliações de risco, prudência, cautela, validação de dados, comprometimento, lealdade com as pessoas de seu círculo e profunda conexão com os valores de grupo. Cada passo dado é calculado, fazendo com que suas escolhas sejam mais seguras e palpáveis. Tudo isso se reverbera em um zelo profundo com quem ama, seja família ou amigos, e uma carreira construída com solidez.

Todo esse comportamento, tanto positivo quanto negativo, manifesta-se como uma defesa da ferida emocional gerada na infância. Ou seja, o medo foi o recurso para esta criança LITERALMENTE não se sentir traída novamente.

Acolher as emoções que se apresentam em nosso comportamento e entender o que elas querem nos comunicar é o caminho para se libertar dos comportamentos negativos que elas podem gerar; mas, sem consciência destas emoções, não conseguimos compreender o que nossa criança interior está sentindo e do que ela está tentando nos proteger.

Mesmo quando estamos tristes ou com raiva, desvalorizando-nos, criticando-nos ou fugindo de nós mesmos, tudo isso tem muito valor se APRENDERMOS A DAR OUVIDOS A ESTAS EMOÇÕES, compreendendo o que elas querem nos mostrar.

Quando compreendemos nosso mecanismo de defesa emocional e qual é nossa ferida, podemos amadurecer a maneira como lidamos com ela e abrimos a possibilidade de explorar o potencial de nossas emoções com DIRECIONAMENTO EMOCIONAL, ao invés de sermos reféns de suas escolhas. Afinal, as emoções nos trazem RECURSOS comportamentais, tanto positivos quanto negativos, e o que leva nossas emoções a se manifestarem de maneira mais produtiva e saudável é o AUTOCONHECIMENTO.

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A importância da auto-observação no desenvolvimento pessoal

Por uma questão de economia de energia, acabamos desenvolvendo alguns “atalhos”: uma espécie de piloto automático que decide por você, evitando assim que você precise pensar conscientemente em cada uma das suas ações. Pense, por exemplo, em alguém que está aprendendo a dirigir: é preciso prestar atenção no que acontece tanto dentro como fora do carro. É um processo tão cansativo que logo nosso cérebro automatiza o controle dos pedais, a troca de marcha, o acendimento dos piscas… Com isso, o motorista ganha a chance de se concentrar com mais intensidade apenas no seu exterior: placas, faróis, outros motoristas, pedestres.

Esse “piloto automático cerebral” foi tão fundamental para a nossa espécie que nos permitiu ter mais tempo livre para outras atividades além da própria sobrevivência. Por outro lado, ele nos deixou insensíveis a alguns aspectos da nossa própria personalidade: por ser mais fácil viver no controle remoto, passamos a conduzir a vida não como um motorista atento e cuidadoso, mas sim como um motorista cego e surdo.

Esse mesmo piloto automático que nos tira o peso de decidir conscientemente sobre coisas rotineiras é o mesmo piloto automático que nos prejudica em nosso crescimento pessoal. Por isso, um dos maiores desafios para quem quer crescer como pessoa é a auto-observação. O que eu faço? Como eu faço? Por que eu faço? No início da caminhada, a tendência é que nossos padrões só sejam percebidos depois de realizados, e normalmente vêm acompanhados da sensação de “Não acredito… mais uma vez eu não consegui pedir ajuda e preferi me sobrecarregar”.

Ao olhar-se verdadeira e profundamente, você corre o risco de se deparar com aspectos pouco lisonjeiros de si mesmo. E isso pode ser duro, dolorido e sofrido. Mas você só conseguirá superá-los quando reconhecer a existência deles. Imagine que a conta de água da sua casa mais que dobrou de um mês para outro, mas o consumo se manteve igual. Como você irá consertar o vazamento se não sabe qual cano está quebrado? Algo similar acontece conosco: só poderemos nos tornar mais empáticos, realizadores ou convictos se reconhecermos que, agora, ainda não somos. Só podemos crescer se tivermos a humildade de aceitar que ainda não chegamos lá.

Por Angelita Borges – Diretora de Laboratório no IE Brasil

9 razões para você fazer o Eneagrama da Personalidade

No nosso treinamento você vai receber dicas de neutralização que vão te conduzir para viver uma vida mais consciente, e, consequentemente, te deixar distante do seu vício emocional e em sintonia com seu propósito de vida.

1 – Sabe aquelas cobranças internas que fazem com que você carregue um peso nas costas e culpe ou se culpe por todos os erros? Eneagrama pode te ajudar a aliviar a carga.

2 – Sabe quando você esquece completamente de si de tanto que ajuda as outras pessoas? Com Eneagrama você pode encontrar uma maneira saudável e de equilíbrio entre dar e receber.

3 – Sabe quando você acaba atendendo mais as expectativas do mundo do que seguindo suas próprias vontades? Eneagrama te apoia a resgatar sua verdadeira identidade.

4 – Sabe quando você se sente incapaz ou fica se comparando com outras pessoas e se desvalorizando? Eneagrama pode te ajudar a transformar seus sentimentos a partir de novas atitudes.

5 – Sabe quando você fica racionalizando até sentimentos e estar presente nas relações é um desafio? Eneagrama pode te apoiar a estar mais convicto de si e se libertar.

6 – Sabe quando você vê risco em todas as ações e morre de medo de ser julgado pelo que pensa, sente ou faz? Eneagrama te apoia e encontrar dentro de si maior autoconfiança.

7 – Sabe quando você tem muito entusiasmo mas parece que não consegue consolidar nenhum projeto e tudo fica pela metade? Eneagrama pode te apoiar a direcionar seus talentos.

8 – Sabe quando você tem medo da intimidade e por isso acaba intimidando todos ao seu redor? Eneagrama pode te apoiar a descascar essa casca grossa com a segurança de não ser machucado.

9 – Sabe quando você não faz a menor ideia do que fazer com sua vida e fica indeciso na hora de tomar decisões? Eneagrama pode te apoiar a dar foco e usar sua força com mais objetividade.

Priscila Bastos – Diretora de Formação IEneagrama Brasil

As emoções impactam na sua capacidade de liderança?

Você que é líder talvez já tenha pensado: “Será que eu falo outro idioma? Ninguém entende o que eu digo!”. Ou ainda, apesar de ter repetido por três vezes como deveria ser realizada determinada tarefa, seu liderado fez totalmente o contrário do que você falou. E você, liderado? Quantas vezes levou bronca, ou pior, ouviu xingamentos por fazer exatamente o que seu líder lhe mandou fazer?

Em momentos como estes, é difícil manter o controle, não é? É como se uma erupção viesse subindo pelo estômago e pela garganta. Você começa a ficar vermelho e é difícil se segurar. Nesta hora, você fala tudo aquilo que está em sua cabeça e, de forma reativa, expressa toda a sua raiva, o seu medo, a sua frustação e a sua indignação. Você grita aos 4 ventos tudo aquilo que está entalado. Ou simplesmente engole seco e, mais uma vez, engole o “sapo”.

Quantas vezes você já saiu de uma reunião frustrado ou estressado, por não conseguir motivar, engajar ou fazer com que sua equipe fizesse o que precisava ser feito? Você já parou para pensar que, talvez, essas situações estão ocorrendo porque você não está consciente de suas emoções?

Como assim, Alex?

Certa vez, fui chamado por um cliente, para o qual eu prestava serviço de consultoria, na intenção de que eu conversasse com um colaborador que seria promovido a um cargo de liderança. Chegando na empresa, já ciente do comportamento dos dois sócios, pedi para conversar com eles antes de ir falar com o candidato a líder.

Então, pedi aos sócios que me explicassem o que esperavam da minha conversa, qual era o objetivo.  Um deles falou que eu deveria prepará-lo para o cargo de liderança, enquanto o outro disse que eu deveria avaliar se ele tinha perfil para esse cargo! Cada um tinha uma expectativa e, notando isso, perguntei se eles  haviam percebido que estavam me pedindo coisas diferentes. No começo, eles não tinham se dado conta, pois um não escutava o outro, mesmo estando frente a frente.

Percebendo que havia “algo no ar” entre eles, pedi para que os dois definissem o objetivo, que deveria ser um só para a primeira conversa. Neste momento, eles começaram a discutir, e logo o tom de voz foi aumentando, como em uma competição de som automotivo: quando um aumentava a voz, o outro aumentava mais ainda. Estava claro que as emoções estavam lhes dominando e eles não raciocinavam completament    e. Cegos pelos egos, cada um defendia o seu próprio ponto de vista.

Dentre as habilidades de um líder, podemos destacar a capacidade de ouvir como uma das principais, senão a principal.        Autores e grandes líderes descrevem-na como uma habilidade essencial! Dale Carnegie, autor do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, escrito há mais de 80 anos, já falava o quanto é importante para um bom líder saber ouvir verdadeiramente. James Hunter descreve, em seu livro “O Monge e o Executivo”, a filosofia da Liderança Servidora, em que um dos alicerces é saber ouvir. Outros autores renomados como John Maxwell e Stephen Covey, além de líderes como Jack Welch, também falaram sobre como a capacidade de ouvir, vinda de um líder, faz com que ele sirva de inspiração e seja seguido por seus liderados.

Mas como ouvir quando se está cego ou surdo pela raiva, medo, indignação ou estresse? O autoconhecimento e a inteligência emocional são alguns dos caminhos para desenvolver a capacidade de agir e pensar, mesmo em momentos de grande tensão. No Eneagrama da Personalidade, por exemplo, são estudadas as 9 emoções humanas e como elas influenciam os 9 padrões de comportamento. Já no livro “Inteligência Emocional”, do autor Daniel Goleman, é abordado o índice que mede a inteligência emocional do ser humano, o QE – Quociente Emocional.

Um líder com alto nível de inteligência emocional tem as ferramentas necessárias para que, mesmo no meio da tempestade de emoções, consiga agir de maneira consciente. E a consciência, ou presença, é outra habilidade essencial para que possamos desenvolver uma liderança servidora. Afinal, não adianta nada saber a matéria e ter todas as técnicas na memória se, na hora da prova, “dá um branco”.

Em sala, nos treinamentos, muitas vezes os alunos falam: “Mas, Alex, eu estudei o manual para saber como lidar com o perfil do meu liderado e me preparei para a reunião com as informações. Mas, na hora em que ele me falou aquilo, eu não aguentei! Esqueci tudo, levantei o tom de voz e estourei.” Nestas horas sempre conto para meus alunos uma história.

Certa vez, o discípulo perguntou ao mestre:

– Mestre qual mantra eu posso recitar, no momento de estresse, para me acalmar?

Ao que o mestre, em toda sua sabedoria e calma, responde:

– Qualquer um, porque se você conseguir lembrar de algum mantra na hora em que a emoção o sequestra, qualquer um vai servir.

Mas então, se não adianta apenas conhecer as técnicas, o que eu faço para gerenciar as emoções e melhorar a minha liderança?

O desenvolvimento pessoal é como se preparar para uma maratona: você não começa correndo 42 km no primeiro dia. Você vai aumentando a distância, semana após semana, para que, no dia da maratona, esteja preparado para o desafio real.

Em seu livro “Como Evitar Preocupações e Começar a Viver”, Dale Carnegie conta a história do empresário que melhorou seus resultados como profissional, realizando uma reflexão toda semana sobre como foram as suas atitudes naquela semana.

O primeiro passo para que você possa começar a conhecer as emoções presentes no seu dia a dia, e como elas o sequestram em momentos de estresse, é a percepção sobre si mesmo. Um exercício diário de anotar, em um pequeno caderno, ajudou-me a aumentar meu autoconhecimento e estar consciente. Convido você a fazer o exercício. Todo dia, pela manhã ou à noite, faça uma reflexão e escreva, de forma sucinta, quais emoções você percebeu.

  • Raiva, que trouxe indignação?
  • Medo, que trouxe ansiedade, receio ou desassossego?
  • Luxúria, que fez com que você agisse de forma intensa e, por vezes, exagerada?
  • Indolência, que fez com que você tivesse dificuldade de se posicionar e, assim, fez-lhe “engolir sapos”?

Estas são algumas das emoções.

Anote também qual foi o gatilho que acionou aquela emoção: que comportamento, do outro ou seu próprio, fez-lhe agir de forma reativa?

Por fim, comprometa-se consigo mesmo a estar no controle de suas emoções, utilizando-as de forma a não atrapalhar, e sim beneficiar sua capacidade de liderança.

Quer conhecer mais sobre as emoções e como elas impactam diretamente em sua liderança? O Eneagrama das Personalidades é uma ferramenta que pode acrescentar e influenciar muito a sua capacidade de liderança. Acesse: https://ieneagrama.com.br/o-eneagrama/.

Por Alex Sandro R. da Silva – Trainer IE Curitiba/PR

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Como a emoção da Avareza pode ajudá-lo a evitar momentos de crise

Algumas emoções são mais famosas que outras. Se eu pedir para você listar três, provavelmente você pensará em algo como Raiva, Medo e Orgulho. Isso acontece porque é mais fácil de reconhecê-las: todo mundo já se irritou, já se sentiu ansioso ou não quis dar o braço a torcer alguma vez na vida. Mas esse repertório é mais amplo.

No Eneagrama, vemos a existência de nove emoções: entre elas, a Avareza. Como ela é, talvez, menos conhecida que a Raiva ou o Medo, até estranhamos quando nos deparamos com alguém que a demonstra: certa frieza e distanciamento, uma preferência por atividades solitárias e uma comunicação curta e suscinta.

Por outro lado, quando bem utilizada, a Avareza traz recursos como planejamento a longo prazo, ponderação e análise racional da realidade. Tais habilidades podem ser fundamentais para ajudá-lo a encontrar a saída de um momento difícil. Veja alguns exemplos:

  • Se a sua vida financeira está descontrolada, coloque no papel todos os seus ganhos e todos os seus gastos (incluindo todas aquelas comprinhas inocentes de 10 e 20 reais). Faça uma previsão para os próximos meses: você realmente precisa gastar dinheiro com essas coisas?
  • Se você costuma entrar em negócios sem pensar muito, avalie com mais atenção o nicho em que se envolverá – talvez você se surpreenda com o fato de ele já estar saturado.
  • Se você tem por hábito decidir no calor do momento, respire fundo e reflita durante alguns dias. Assim você não será obrigado a pedir desculpas pelas coisas que disse “sem querer”.

Se você percebeu que a Avareza pode ser um recurso importante para você, o Treinamento Eneagrama da Personalidade pode ajudá-lo a desenvolvê-la.

Angelita Borges – Laboratório e Pesquisa do IEneagrama Brasil

O que acontece quando um eneagramado recebe e aceita sem julgamentos os aprendizados da crise?

Quem é IEneagramado consegue se perceber mais facilmente quando está em estresse, já que reconhece seus gatilhos e assim pode se antecipar ao seu padrão de comportamento. Isso permite mais clareza e mais objetividade para lidar com momentos de grande ansiedade, como o atual.

Para cada perfil, os desafios são distintos, mas em comum todos temos o eneagrama, que nos ensina o melhor caminho rumo à neutralização e ao fortalecimento pessoal.

O Mikael Zamboni, diretor e trainer do IE Vale Europeu em Santa Catarina preparou um conteúdo especial para todos os tipos.

Confira:

Tipo 1

A leveza da vida é experimentada quando o “erro” é apreciado, pois agora eu aceito a beleza da imperfeição e me liberto do excesso de cobranças.

Tipo 2

O verdadeiro cuidado com o outro é atingido quando volto com generosidade meu olhar para mim e deixo de tentar carregar os problemas do mundo em meus ombros.

Tipo 3

A riqueza verdadeira está na simplicidade e na proximidade de quem amamos, pois agora eu aceito que me preencho com o amor das pessoas e não com as conquistas exigidas pelo mundo.

Tipo 4

A sensibilidade esconde em seu íntimo uma força imensurável, pois agora eu aceito que o mundo sonhado é criado com determinação e não com idealização.

Tipo 5

Que a sabedoria profunda é adquirida quando me permito sentir a experiência, pois agora aceito a importância de me envolver ativamente no mundo e não apenas observá-lo.

Tipo 6

A confiança e a segurança já estão dentro de mim, pois agora aceito que as certezas do meu mundo vêm da voz do coração e não da racionalização.

Tipo 7

A criatividade prática é despertada ao encarar as dificuldades, pois agora aceito integrar a dor de situações negativas que o mundo me apresenta e não mais fugir delas.

Tipo 8

A vulnerabilidade é o atalho que aproxima os corações, pois aceito que a verdadeira força que o mundo precisa é feita de sensibilidade e compreensão e não somente de ação.

Tipo 9

A evolução é resultado dos atritos que acontecem em nossas vidas, pois agora eu aceitolidar imediatamente com os conflitos que o mundo me traz e não mais engolir minha opinião.

Não se iluda, nada vai mudar!

Você consegue acreditar que todo esse processo de pandemia e quarentena vai fazer com que todas as pessoas sejam mais humanas, tenham mais compaixão, sejam mais gentis e zelosas com o outro a longo prazo?

Isso não vai acontecer. Isso é tão verdade que mesmo durante toda a crise parte das pessoas não modificaram sequer um hábito no seu dia a dia.

Por não conseguirem lidar com mudanças algumas pessoas acabam entrando em processo de negação. Fechar os olhos para não enxergar os reais problemas e continuar apegado à uma maneira de viver. Isso tudo acontece por medo do novo e esse medo é paralisante. A consequência desta atitude é que essas pessoas passam sonâmbulas pela vida e acabam sofrendo na caminhada e vivem angustiadas, mas não entendem o motivo. Apego.

Por medo dos riscos que envolvem a própria saúde algumas pessoas entram em estado de extrema vigilância e modificam seus hábitos relacionados a higiene. Esta mudança é significativa, necessária e imprescindível, mas a partir do momento que as pessoas acabam infectadas e se recuperam do vírus, estes hábitos se dissolvem.

Por medo de falência as empresas passam a fazer planejamentos, direcionam grande atenção ao fluxo de caixa e se reinventam em sua maneira de entregar seus produtos e serviços. Por medo de perder empregos, profissionais buscam conhecimento, mudam posturas e tendem a engajar-se de maneira mais consistente com os objetivos de suas funções. E assim que o caos cessar e os limites de segurança e estabilidade voltarem a ficar mais claros as pessoas voltarão a entrar em sua zona de conforto e operar suas funções e empresas no piloto automático.

Por medo do futuro algumas pessoas podem começar a olhar para suas atitudes e refletir sobre o que realmente importa e incorporam novos comportamentos, passam a olhar a vida de maneira mais humana e buscam uma conexão com um sentido mais profundo sobre viver. Porém, da mesma forma que pessoas acometidas por graves doenças, como câncer, passam por esse período de ressignificação e olhar apreciativo para a vida e geram novos hábitos durante um período, assim que todo o risco da morte passa, aos poucos os velhos hábitos retornam.

A transformação do ser humano não é gerada pelo MEDO, porque MEDO PASSA.

Transformação profunda, consistente e duradoura não tem como ser impulsionada por algo que passa. Ela só pode ser gerada por algo que esteja sempre presente o amor em essência. Por mais invisível que por vezes ele possa se tornar em nossas rotinas, ele é nossa força transformadora, porque AMOR ESSENCIAL NÃO PASSA.

Mas como vivenciar o amor diariamente e deixa-lo reverberar em seus comportamentos? Como trazer para o raso aquilo que no fundo no fundo queremos? Olhando para dentro e entendendo de si, olhando para suas intenções e aprendendo a olhar para as intenções do outro. Olhando para suas dores e para as dores do outro.

Conhecer a si mesmo é um excelente primeiro passo. Entender o que você NECESSITA em essência e compreender como seu ego pode deturpar essa busca essencial, apresentando comportamentos que não refletem sua intenção, é nossa missão com a transformação a partir do Eneagrama.

O mundo será outro após a pandemia. Mas você só será outro quando encontrar dentro de você sua essência que é o amor, e ele se tornar a força que te impulsiona dia após dia. Senão é capaz de em um futuro breve alguém te olhar nos olhos e te dizer: ‘que saudades de quem você era durante a pandemia, tão mais gentil, compreensivo e tão mais humano.’

VOCÊ É MUITO MAIS QUE A SUA PERSONALIDADE

No Eneagrama, encontramos nove Tipos de Personalidades, as quais refletem nossa motivação básica, nossas prováveis escolhas, nossas atitudes perante os outros e demais aspectos. E algumas pessoas, assim que ouvem falar sobre isso a primeira vez, já ficam com a curiosidade de saber a qual Tipo pertencem. Esse é de fato um processo interessante, que pode ser muito benéfico e resultar em grandes transformações positivas.

Aliás, o objetivo do Eneagrama é exatamente esse: transformações positivas a partir do ponto em que estamos. Saber o nosso Tipo não é nos colocarmos em uma caixinha, e de nada adiantaria a simples justificativa de maus comportamentos, como “Você sabe o quanto eu sou exigente, afinal sou Tipo 1” ou “Eu me preocupo mesmo, porque sou Tipo 6”. A descoberta do meu Tipo permite reconhecer onde estou, quais qualidades eu já tenho e o que ainda posso desenvolver, de acordo com o meu próprio quadro mental, emocional e prático. É como um mapa, indicando um caminho seguro a partir das emoções que me guiam.

Desenvolvemos uma Personalidade ainda crianças para lidarmos com o mundo. De uma forma ou de outra, todos nós nos assustamos e sentimos a necessidade de nos proteger ainda bem jovens. A Personalidade, de acordo com o Eneagrama, é uma forma de defesa, uma casca. E nós podemos superá-la quando nos conhecemos profundamente, chegando cada vez mais perto da nossa Essência e nos libertando da armadura que nos prende. Por isso, você é muito mais que a sua Personalidade, ou o seu Tipo: você é a sua Essência.

Assim, é importante que você apare seus espinhos e descubra todas as flores que habitam em seu ser. Com menos espinhos, você sofre menos, já que as arestas a serem aparadas vão diminuindo e ficam cada vez menos pontas para se arranhar. Com mais flores, seus relacionamentos se tornam mais leves e agradáveis: quem não gostaria de conviver com pessoas mais conscientes e empáticas, não é mesmo? O caminho de autodescobertas e autodesenvolvimento tende a resultar em grandes insights para a sua vida, seja pessoal ou profissional. Faça o Eneagrama da Personalidade e descubra todo o potencial que existe dentro de você!

Texto: Angelita Borges – Diretora de Laboratório e Pesquisa IE Brasil 

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5 Dicas práticas para manter o equilíbrio emocional e mental

Ficar em casa parece ser fácil, mas como está sendo ficar com você mesmo?
Já parou para pensar no quanto esse momento pode ser enriquecedor e transformador para você?

Sim, estamos passando por uma experiência jamais vivida! São desafios para os quais não fomos preparados e lições que não nos foram ensinadas. Tudo cai por terra. Já não sabemos mais aquilo que achávamos que sabíamos. O nosso planejamento do ano vai por água abaixo: você olha a sua agenda e já não sabe mais o que vai acontecer na semana que vem. Enquanto isso, o calendário vai passando. Aquelas datas especiais ou compromissos importantes que estavam marcados trazem a sensação de que nossa vida parou.

Estamos estagnados e nos sentindo impotentes.
Diante desse cenário, o único controle que temos é sobre nós mesmos. Tomaremos atitudes ou deixaremos as emoções falarem mais alto?
Por isso, a melhor escolha é não se deixar ser tomado pelas emoções.

Para isso, preparei algumas dicas fundamentais para você manter o equilíbrio emocional nesses tempos tão desafiadores e, ao mesmo momento, tão transformadores:

1 – Não procrastine! 

Chegou a hora de decidir e começar a colocar em prática aquilo que você se propôs.
Olhe seu planejamento pessoal feito no início do ano: há algo que você foi deixando de lado, mas que poderia colocar em prática agora? Quantos planos você fez até hoje? Quantos você concluiu? Quando começamos a agir, colocamos a energia da nossa vida em movimento e nos sentimos mais confiantes. Comece, e isso se tornará um hábito.

2 – Não seja pessimista!

Procure ter uma mentalidade positiva diante da vida! Manter uma saúde mental nesses tempos difíceis vai ser essencial para que você alcance resultados positivos na sua vida pessoal e profissional. Tome conhecimento das coisas que lhe abalam e tiram o foco do positivo. Procure evitá-las. Você tem poder sobre suas escolhas, então faça escolhas que lhe façam bem.

3 – Seja adaptável!

Em situações que não temos o controle, o melhor é se adaptar. Seja adaptável!
Você está aproveitando o momento para desacelerar?
Abra-se para o novo. Aproveite esse momento para se reinventar e desapegar-se de velhos hábitos e de coisas que não lhe servem mais. É importante sair do piloto automático, trazendo profundidade para sua vida e maior consistência nas suas ações. Como você cria o seu piloto automático está criando quem você vai ser daqui a pouco.

4 – Viva o agora!

Que tal viver o agora? Esteja conectado com o momento presente!
Querer prever o futuro, ou querer seguir os planos do jeito que foram desenhados no início do ano para ter controle sobre as coisas, só vai trazer mais ansiedade para sua vida. A escolha mais eficaz e produtiva nesse momento é estar focado no agora.

5 – Não fuja dos seus sentimentos!

Nada de fugir dos sentimentos que lhe incomodam! Acolha suas emoções negativas e aprenda com elas.
Nesse momento em que muitas emoções vêm à tona, a melhor escolha é você não brigar com elas. Aprenda a olhar para seus medos, insegurança e irritabilidade. Tenha neutralidade diante das emoções. Olhe, sinta, mas não seja tomado por ela. Elas falam muitos sobre suas fragilidades e podem ser um caminho para você conhecer potenciais escondidos. Por isso, preste atenção nas suas emoções.
Agindo assim, você não só enfrentará esse momento com muito mais equilíbrio, como também sairá ganhando com tudo isso, com muito mais consciência, autoconhecimento e fortalecimento emocional.

O caminho para dentro de nós mesmos é algo que vale a pena seguir!

Juliana Ristoff Trein                                                                                                                                                                                      Diretora e Trainer do IE Extremo Oeste Catarinense 

Um filho de 4,5 metros

Um dos maiores ensinamentos que a maternidade me trouxe foi uma percepção diferente do tempo.

Eu sempre senti uma angústia muito grande por ficar longe do meu bebê, embora a literatura cisme em chamá-lo de criança (só porque ele já tem 3 anos, bobagem!).

A primeira saída sem ele foi quase um filme pastelão. Marido ligou a caminho de casa, com um casal de amigos que encontraria em uma convenção, e eu saí correndo para comprar algumas coisas que adultos normais comem: antepastos, carne, vinho… Em casa, estávamos nos últimos 2 meses à base de produtos de milho (porque aumenta o leite), água de coco, ensopados encorpados (insira aqui tudo que sua cultura fala para as recém-mães comerem ou tomarem).

Fui correndo para voltar o mais rápido possível, esbarrando nos outros seres humanos. Desacostumada que estava, convivia apenas com minha mãe, marido e um serzinho de 50 cm.

As saídas eram apenas para pediatra e os 150 profissionais que me ajudaram na tarefa mais desafiadora até então, amamentar meu filho.

Naquele supermercado, foi uma das primeiras vezes em que senti o quão diferente estava a minha vida.

E, sobretudo, o quão diferente era da realidade do meu marido. Ele estava voltando de São Paulo, cidade que está a 100 km da minha casa, mas que, naquela época, estava situada em outra galáxia. Já estava tranquilamente adaptado à sua antiga rotina, conversando com adultos sobre outros assuntos que não fossem leite-cocô-sono-arrotar-dormir-recomeça.

Ainda na fila, me sentindo inadequada naquele lugar, lembrei o quanto perguntava, incrédula: como você consegue passar o dia longe dele?

A cena se repetia. No final do dia, ele chegava, sentava na minha cadeira de amamentação com o bebê no colo, olhando com uma cara que eu ainda não conhecia para nosso filho, e eu do lado me perguntando: como ele conseguia sair de manhã e só voltar agora?

Mistério!

Ele nunca conseguiu me responder, são aquelas coisas incríveis da vida que apenas são! O pai pode ficar longe!!!

Ele também tinha suas dúvidas: tentava mensurar a minha dor ao amamentar. Tentei explicar trazendo para a realidade dele – mas não dá para escrever aqui e por favor, se não for íntimo, não me pergunte! Só posso falar que ficou bem claro e, depois disso, ele segurou ainda mais forte a minha mão a cada mamada e parou de reclamar de fazer depósitos para a consultora de amamentação.

Naquela época, nas primeiras semanas, Benicio estava com os 50 cm que mencionei. Hoje, com 3 anos, quase 1 metro. Se ele crescesse neste ritmo, teria 4,5 m aos 18 anos!

Os primeiros anos de vida são os anos em que a criança mais aprende e mais cresce, mas tem muito sofrimento também. Depois que fui mãe e me interessei por estudar sobre bebês, nunca mais deixei alguém falar “ai, que ternura” ou “queria ter essa vida sem boletos”. De imediato, a pessoa já ganha um tratado sobre angústias de morte, dores de separação, dores físicas excruciantes, sensação constante de queda… e a lista continua.

A maior dor desses serezinhos talvez seja porque tenham uma percepção de fusão com a mãe, nestes primeiros anos. Ele e a mãe são um só, não só no período da gestação, mas nos primeiros anos também. Aliás, por uma questão de evolução, nós nascemos uns 3 meses antes do que era para nascer. E por isso deveríamos literalmente respirar o ar deles nestes meses fundamentais.

E o mundo não gosta disso, não.

A mãe precisa voltar logo a ser esposa e profissional.

Pergunte para uma mãe que amamentou até 2 anos ou mais (inclusive recomendação da OMS) e veja quantas barreiras ela precisou vencer.

Ela certamente lutou muito, com toda força de uma mulher, para não fazer parte da estatística de 50 dias de aleitamento. Cinquenta dias, o que fazem as brasileiras estarem devendo, em média, 680 dias de grude completo e do melhor alimento do mundo para seus filhos.

Quando você amamenta, ou você faz uma logística complicadíssima ou você precisa estar bem perto do seu filho, pelo simples fato de o seu peito começar a explodir na hora da próxima mamada. E a natureza lembrando que temos que estar no tal do grude e que todo o resto deveria esperar.

Mas… quem ouve essa tal da natureza? Marcamos a hora do nosso filho nascer e queremos/precisamos logo voltar a tarefas da nossa vida.

Para criar um filho, é preciso de altruísmo; do pai, que precisa entender que, sim, perdeu a esposa nestes primeiros anos; e da mãe, que perdeu a vida (ai, que dramático). Mas sim, morre a mulher, nasce a mãe. Uma outra pessoa. Prioridades, medos, olhares completamente diferentes.

E, talvez, seja nesse momento que a maturidade dos pais mais vai contar. O quanto eles foram crianças que conseguiram minimamente passar por todos esses possíveis traumas e irão conseguir suportar tamanha dedicação neste momento. A mãe precisa cuidar do filho e o pai precisa cuidar da mãe.

Não conseguimos, na maioria das vezes. Muitos casamentos acabam antes de o filho completar 2 anos.

E sua tia vai falar que “tem que se arrumar”, “tire o pijama e desmama esse menino”, “você amamentou só um mês e está aí perfeita”. Mas não, estamos feridos por dentro, porque somos imperfeitos, cuidados por seres imperfeitos, tentando melhorar a cada geração.

O recado que o Benicio recebeu do seu padrinho, ao nascer, pode resumir um pouco do que é a maternidade para mim: é ruim, mas é bom! Assim como a vida.

Por Luisa Mandetta.

Os personagens de La Casa de Papel e Eneagrama

La Casa de Papel da Netflix chega à temporada 4 com muitos fãs.

Vocês pediram e a gente analisou o padrão comportamental de Tókyo, Rio, Oslo, Nairóbi e outros personagens desse grupo charmoso de ladrões e seu professor. Quer saber?

Confira:

Tokyo – 4 Preservação

Idealista, Tokyo desde o início já delimita bem que tipo de vida prefere viver: “Envelhecer na prisão não é para mim. Prefiro fugir. De corpo e Alma. Se eu não puder levar meu corpo, que minha alma escape.” Como um bom Tipo 4 Preservação, é destemida e imprudente. Além dos ideais, fica claro seu anseio de viver uma vida intensa e bem aproveitada, mesmo que curta, ao invés de uma vida longa e sem sentido.

Professor – 5 Social

Reservado e estratégico, o Professor deixa claras suas intenções a longo prazo e é ponderado o suficiente para fazer as coisas andarem de maneira eficiente. Extremamente analítico, apesar de alguns rompantes emocionais, o Professor estrutura sua personalidade no Perfil 5 de Instinto Social, que consegue treinar todo o grupo de assaltantes para a execução do plano pensando em cada detalhe.

Rio – 2 Preservação

Entusiasmado e sorridente, Rio adota o Perfil 2 de Instinto Preservação. Com seu carisma, logo de início conquista o afeto de Tokyo. Conecta-se com ela de maneira profunda e é bastante cuidadoso com ela, além de demonstrar certa inocência ao já imaginar uma vida ao lado da moça. Mostra todo seu lado passional e vingativo quando Berlin expulsa Tokyo da Casa da Moeda, ficando revoltado e contando boa parte do plano deles na frente dos reféns.

Denver – 6 Sexual

Sempre que se sente ameaçado, contrariado ou subjugado, Denver reage de maneira agressiva e sem parar para pensar. Extremamente ansioso, muitas vezes troca os pés pelas mãos em suas reações impulsivas. Mas, muito leal ao grupo, busca protegê-los e cobra que todos andem na linha e cumpram as regras, pois dessa maneira é mais seguro e assim terão o controle das situações.

Arturito – 3 Social

Arturito aproveita sua capacidade de persuasão sedutora para que as pessoas façam aquilo que ele quer. Passa o seriado buscando se tornar o herói que salva a todos. Depois do assalto, ele se torna palestrante motivacional. Seu desejo de ser admirado fica mais explícito ao distorcer alguns pontos da história, fazendo-o parecer mais importante do que realmente foi, dourando e polindo algumas atitudes que teve.

Helsinki – 9 Sexual

Calmo e flexível, busca resolver as situações delicadas com empatia e diálogo. Mesmo quando Berlim se sacrifica pelo grupo, é Helsinki que acalma o professor e cumpre a ordem do Berlim de explodir o túnel. Mesmo bastante calado, demonstra um coração enorme que consegue transmitir afetuosidade, como se colocasse panos quentes na situação. É obediente às regras e comprometido com o objetivo do grupo.

Lisboa – 6 Sexual

Como toda mulher do Tipo 6 Sexual, costuma vestir a armadura de uma mulher forte e não demonstrar suas vulnerabilidades, em especial em ambiente tão masculino. Ela toma as rédeas das situações facilmente e mostra quem é que manda. Suas carências e inseguranças ficam nítidas ao olharmos para suas histórias pessoais de traição. Encontra no Professor um porto seguro, e se joga na adrenalina de mudar de lado no jogo.

Berlim – 4 Sexual

Bastante individualista, Berlim demonstra um certo ar de superioridade e arrogância, em especial com aquilo que é comum ou ordinário. Mas diferente de um individualista frio, Berlim facilmente se conecta emocionalmente com as pessoas e consegue captar, através de sua sensibilidade, os pontos frágeis das pessoas. Cutuca com ironia e muito sarcasmo estas características para desestabilizar quem tente ser a pessoa a atrair maior atenção que ele.

Moscou – 9 Preservação

Tem uma atitude extremamente racional e pautada em ponderação. Claramente em cima do muro, Moscou demonstra que sua tomada de decisões sempre passa pela análise do todo. Bastante calmo e sereno, busca levar ao filho Denver a paciência para lidar com as situações. Claramente prefere acalmar os ânimos frente aos problemas e resolver com diálogo, buscando também cumprir com obediência suas tarefas.

Oslo – 8 Preservação

Fechado e sério, fala o mínimo possível, mas sempre com convicção, objetividade e firmeza. Possui uma força física enorme, necessária para o assalto. Sua força e firmeza acabam por impor respeito. Como um bom Instinto Preservação na Personalidade 8, enquanto não se sente desrespeitado, segue e respeita a hierarquia, cumprindo aquilo que precisa ser feito sem demonstrar qualquer tipo de insegurança.

Alicia – 3 Sexual

É obstinada a ponto de tratar com frieza assuntos que envolveriam muita dor, como a morte do marido e também a própria gravidez. Deixando tudo isso de lado, foca no trabalho. Seu apego à imagem fica mais evidente quando é orientada a assumir sozinha a culpa por descumprimentos graves da lei com relação a torturar presos. Nesse momento, expõe seus superiores e está em busca de salvar sua própria imagem capturando sozinha o Professor.

Estocolmo – 2 Sexual

De maneira um tanto inocente, deixa-se levar pela promessa de Arturito de formar uma família, contentando-se com migalhas de amor. Mas, quando percebe que foi enganada, tira forças de seu Orgulho e acaba por se vingar, engatando um relacionamento com Denver. Utiliza-se de seu carisma e sedução para criar sintonia facilmente com os assaltantes, mudando de lado ao aliar-se com eles.

Nairóbi – 1 Sexual

Uma das primeiras atitudes que mostra sua Personalidade é quando o grupo de assaltantes começa a quebrar as regras, o que a deixa indignada. Nairóbi cumpre o que precisa ser feito sem que precisem direcioná-la. Escalada para conferir a qualidade das notas produzidas, tem um olhar detalhista para o que está sendo feito. Convicta e buscando sempre fazer aquilo que é correto, acaba virando uma régua de coerência no seriado.

Palermo – 4 Sexual

Muito semelhante ao seu grande amigo Berlim, seus traços de personalidade também ficam evidentes ao mostrar-se com a sensibilidade necessária para entender os pontos fracos das pessoas e assim instaurar o caos. Reflete também uma instabilidade emocional interna. Quando se sente deixado de lado, acaba partindo de forma totalmente passional em um plano para se vingar do grupo que acabou aprisionando-o junto aos reféns.

Ángel – 6 Preservação

Já no início da história, quando precisa tomar uma decisão entre atirar ou não em um possível assaltante, fica inseguro e prefere não correr o risco de acabar matando algum refém, visto que todos estão vestidos de forma igual e com máscaras. Ángel é bastante desconfiado, e são suas desconfianças que os levam atrás de pistas do Professor. Suas inseguranças são o que o atrapalham, tanto ao expor o que pensa quanto ao expor o que sente.

 

GESTÃO EMOCIONAL E DESENVOLVIMENTO

Inteligência emocional é um conjunto de competências, que se desenvolvidas, torna-se a capacidade de reconhecer e compreender as emoções em si e aos outros, de pensar com clareza e objetividade sobre as emoções e usar esse conhecimento para gerir seu comportamento e relacionamento.

• Autoconsciência: esse é o nível onde o indivíduo tem a habilidade de se realizar por ele mesmo. Estar autoconsciente significa perceber e sentir o que está causando a si mesmo e aos outros.

• Autogestão: É a capacidade de gerir suas emoções, elevando a capacidade de perceber quais são os seus pontos fortes e fracos e assim administrá-los de forma positiva, tendo maior clareza e equilíbrio entre o pensar, sentir e agir, (e menos reagir), obtendo resultados superiores e, acima de tudo, bem estar.

• Consciência Social: É a capacidade do indivíduo em interpretar os sentimentos, intenções e motivações dos outros através do que chamamos de EMPATIA. Ou seja, aprofundar a visão e compreensão das razões sobre o porquê de uma pessoa ser do jeito que é, interpretando palavras, gestos, objetivos e metas subentendidos em cada discurso.

• Gestão de Relacionamentos: É a capacidade de usar as competências adquiridas para administrar as interações pessoais e profissionais com sucesso.

Existem pesquisas que afirmam sobre a necessidade de exercer a inteligência emocional em todas as áreas da vida, segundo umapesquisada consultoria TalentSmart*, o QE (Quociente Emocional) pode ser mais decisivo para osucessona carreira do que o famoso QI (Quociente de Inteligência).

A consultoria testou a inteligência emocional juntamente com 33 outras habilidades importantes no local de trabalho, e descobriu que a inteligência emocional é o mais forte fator do desempenho, sendo um total de 58% de sucesso em qualquer setor do mercado de trabalho.

O levantamento, com mais de 1 milhão de pessoas, mostrou ainda que cerca de 90% dos indivíduos mais bem avaliados e considerados de sucesso, são habilidosos em administrar suas emoções.

9 dicas de como evitar caos emocional em tempos de crise

Paciência e Resiliência
Não há como prever o que enfrentaremos à frente e nem há como acelerar o tempo; portanto, é através dessas duas competências que podemos iniciar nossa caminhada.

Convicção e Ousadia
Sem acreditar em nossa força, ficamos acuados frente à ameaça. É hora de utilizar toda a nossa ousadia para sair da zona de conforto e encontrar as soluções.

Otimismo e Bom humor
Ter uma clareza da realidade e dos riscos à frente, e ainda assim olhar de maneira otimista e bem-humorada, é como jogar mais combustível em nossas capacidades.

Planejamento e Cautela
Mais importante do que a velocidade que vamos empregar pós-crise, é a direção na qual vamos caminhar a partir dela. Por isso, é imprescindível planejar de maneira atenta.

Visão de longo prazo e Ponderação
Olhar para o futuro com ponderação é uma maneira assertiva de encontrar os diversos caminhos que podemos trilhar para nossas empresas.

Criatividade e Sensibilidade
Hora de colocar toda a inovação para fora e, com sensibilidade, encontrar os detalhes que irão diferenciá-lo no mercado e garantir a retomada.

Foco e Motivação
Permanecer focado e motivado é uma maneira de também inspirar sua equipe a continuar engajada e produtiva, garantindo assim bons resultados.

Conexão e Sintonia
É necessário conectar-se também com as pessoas, afinal são elas que fazem nossas empresas. Através da sintonia, podemos encontrar maneiras de compartilhar força e expertise.

Persistência e Disciplina
É continuar obstinado na busca por fazer o que precisa ser feito, mas lembre-se: você é um ser humano, é preciso também disciplina para saber a hora de descansar.

FIQUE POR DENTRO DA AGENDA DE TREINAMENTOS DO IE: CLIQUE AQUI! 

 

E quando o coronavírus passar, quem seremos?

Seremos aquilo que aprendermos com o vírus. De resto, tudo seguirá igual.

Se você sempre foi indiferente ao outro, se não aprender a ser empático agora, é possível que passe a vida só olhando para o próprio umbigo.

Se você sempre foi pessimista, se não aprender a agir com esperança agora, é possível que siga sempre atraindo negatividade pra sua vida.

Se você sempre foi passivo, se não aprender a se comprometer com a vida agora, é possível que assista ela passar pra sempre.

Se você sempre foi rígido, se não aprender a ser flexível agora, é possível que sua teimosia perdure a até o fim da vida.

Se você nunca cuida de si mesmo, se não aprender a olhar suas necessidades agora, é possível que nunca encontre maneira de se amar.

Se você sempre teve uma postura de vítima, se não aprender a se esforçar a se dedicar para superar o desafio, é possível que passe a vida se lamentando.

Se você sempre teve uma postura arrogante pelo seu conhecimento, se não aprender a compartilhar agora sua sabedoria, é possível que passe a vida sem contribuir com o mundo.

Se você sempre fugiu de enfrentar os problemas, se não aprender a encarar a dor de frente agora, é possível que passe a vida toda fugindo de situações desagradáveis sem construir nada.

Se você sempre foi prepotente na liderança, se não aprender a compartilhar sua força e apoiar os mais frágeis, é possível que passe a vida toda com pessoas passivas ao seu redor.

Agora, se você aprender a compartilhar seu direcionamento, aprender a lidar com a dor, expor seu conhecimento, se esforçar apesar do que sente, cuidar de si com amor, abrir a mente para novas possibilidades, sair da postura individualista, agir com a crença de que que é possível sair dessa e verdadeiramente se comprometer com audácia… aí meu amigo, você será quem você quiser SER!

E aí, o que você está aprendendo? Por aqui, estamos aprendendo que mais do que nunca é hora de aprender a se TRANSFORMAR!

 

Por que o Eneagrama

Em nosso treinamento unimos o Eneagrama a um conjunto de técnicas e vivências para a gestão emocional e o desenvolvimento humano. Utilizado como mapa que descreve nove emoções humanas, cada uma relacionada a um Padrão de Comportamento, possibilita que cada um torne-se autoconsciente das emoções que o influenciam diretamente, bem como, identifica o estilo de atuação, os elementos motivadores e desmotivadores para indivíduos e equipes profissionais.

À toda a longa história de evolução do conhecimento do comportamento humano e do Eneagrama, o Instituto Eneagrama acrescentou a teoria de Wilhelm Reich da leitura corporal das nove emoções. Reich, um neuropsiquiatra contemporâneo de Freud, baseou-se nos fluxos energéticos dos sete anéis corporais ou couraças musculares que sustentam nossas formas de pensar, sentir e agir, ou seja, as respostas do nosso corpo aos estímulos externos. Quando olhamos de forma consciente para nosso corpo, podemos perceber a importância dessas emoções e o quanto estão diretamente relacionadas a ele e às formas que adquire.

O Instituto Eneagrama reúne em seus treinamentos todos esses conhecimentos na experiência e dedicação em gestão emocional e desenvolvimento pessoal e profissional de cada indivíduo. Tudo para auxiliar o participante a se tornar autoconsciente e explorar ao máximo seus potenciais pessoais e profissionais.

Dessa forma, para que o indivíduo seja inteligente emocionalmente precisa respeitar suas emoções, validá-las, ou seja, se dar o direito de sentir o que sente e administrar estas emoções para que elas não sejam prejudiciais aos seus objetivos e resultados.

Para o Instituto Eneagrama toda e qualquer mudança profissional deve começar por uma mudança pessoal, dessa forma nossos programas atuam tanto no âmbito pessoal quanto profissional.

O resultado? Você passa a reconhecer e compreender suas próprias emoções, refletir sobre elas e colocar suas conclusões em prática, gerando uma mudança positiva na forma como você se comporta, toma decisões e interage socialmente.

Teste Eneagrama

Você já deve ter lido ou ouvido falar sobre os testes de personalidade de Eneagrama e é possível encontrar em livros e sites. O Instituto Eneagrama não disponibiliza nenhum teste online, pois compreende que o processo de identificação do padrão comportamental, baseado no Eneagrama, é complexo e profundo e deve ser realizado com o acompanhamento de uma equipe certificada, qualificada e experiente no assunto.

A metodologia prática e exclusiva do Instituto Eneagrama incentiva os participantes a realizarem uma investigação de como os elementos descritos através do Eneagrama estão presentes em suas vidas, e em que situações são benéficos ou prejudiciais. O objetivo principal é ampliar a consciência de nós mesmos e das diferenças entre pessoas, aprendendo respeitar a si e aos outros.

A descoberta do perfil se dá através das vivências, exemplos práticos e participação de cada participante. Somente na 5ª sessão é possível que cada indivíduo esteja apto a identificar qual o seu padrão de comportamento. O processo é mais profundo do que a aplicação de um questionário, que responde a curiosidade inicial, mas que não fornece as ferramentas e conteúdos práticos necessários para que o indivíduo possa utilizar em seu dia a dia.

O teste não deve ser visto como balizador e determinante na sua caminhada do autoconhecimento através do Eneagrama. Utilizar o Eneagrama nos permite reconhecer como cada uma das 9 emoções está presente em nossas vidas e, consequentemente, qual é a mais presente e predominante. Quando este trabalho é dirigido, como no Instituto Eneagrama, o participante reconhece que, mesmo agindo de maneira diferente a cada situação e descobrindo coisas em si de cada um dos 9 padrões, existe uma motivação básica tão inconsciente quanto constante. Que cada fase está envolvida com um conjunto de emoções e uma mesma como predominante. Que ao longo da vida buscamos a mesma coisa, de formas diferentes.

>A ampliação da consciência de nós mesmos e das pessoas que nos rodeiam, permite buscar novas maneiras de nos expressarmos, respondendo mais aos nossos reais anseios e menos aos desejos relacionados ao padrão de comportamento.

Quer conhecer mais do Eneagrama e de si?

Conte com uma equipe qualificada e certificada no assunto. Procure uma de nossas franquias em https://ieneagrama.com.br/agenda

ESPECIAL: Conteúdos transformadores para tempos de crise

Bem vindo!

Preparamos uma série de conteúdos especiais para você nesse momento de crise.

Você vai acessar gratuitamente nos nossos diversos canais: e-books, vídeos, webinars, artigos, podcasts e muito mais.

São tempos desafiadores, por isso, preparamos uma série de conteúdos para te ajudar a aproveitar a quarentena e sair dessa ainda mais forte e preparado.

Dá uma olhada em tudo o que você terá acesso de forma 100% online e gratuita:

  • E-books
  • Webinars
  • Vídeos
  • Artigos
  • Podcasts

Você vai ter acesso a conteúdos de temas como:

  • Inteligência emocional
  • Autoconhecimento e Eneagrama
  • Liderança e muito mais! 

CONFIRA:

📇 Dica: Filmes que podem ajudá-lo a passar por uma crise. Clique aqui!

📇 Artigo: Pandemia do Egoísmo. Confira aqui!

📇 Dica: Livros para você se inspirar quando a vida fica difícil. Aqui.

📇 Artigo: Como um vírus invisível torna o essencial visível aos olhos. Leia aqui.

📇 Webinar: O medo não age sozinho. Como cada emoção nos afeta hoje? Confira aqui.

📇 Artigo: E quando o coronavírus passar, quem seremos? Leia aqui. 

📇 Dica: 9 dicas de como evitar caos emocional em tempos de crise: Clique aqui

📇 Podcast: Como a empatia nos ajuda a passar por momentos difíceis? Ouça aqui.

📇 Podcast: Por que as emoções são deformadoras da realidade. Aqui!

📇 Webinar e Podcast: Liderança – Como a crise se torna meio de evolução e transformação? Veja aqui ou escute aqui!

Transformação

Em um mundo em constante transformação, nos sentimos, diariamente, sob pressão. Muitas vezes, é necessário passar por situações que fogem do nosso controle e causam sofrimento para encontrar as forças necessárias para mudar.

E quando a transformação não é mais uma opção, só resta um convite: vamos mudar? Lembre-se: Vida é movimento, e tudo está em constante mudança, você querendo ou não.

Quando pensamos em mudanças, tendemos a olhar para nossa vida pessoal e profissional como algo alheio aos relacionamentos que temos, à empresa em que trabalhamos e ao meio em que vivemos. No entanto, pesquisas recentes do BCG comprovam que tudo está interligado e que as emoções influenciam diretamente no nosso sucesso e no sucesso das empresas.

Então, por que a mudança é tão difícil de realizar?

Primeiro precisamos reconhecer que somos seres imperfeitos e que dependemos e realizamos tarefas por intermédio de outras pessoas. Dependemos de outras pessoas para obter nosso sucesso. Para conseguir qualquer resultado significativo, precisamos de uma equipe.

Portanto, dentre as muitas explicações possíveis, podemos elencar:

– As empresas estão mais preocupadas com questões técnicas e menos com o que as pessoas sentem e pensam.

– Cada pessoa tem suas vivências, suas motivações e muitas vezes essas questões são desconhecidas por nós mesmos.

– É o nosso passado que nos diz em que acreditamos e em como nos sentimos diante de várias situações de nossa vida.

E qual a solução?

Mudar requer consciência.

Não podemos ter pleno domínio sobre nossa própria personalidade, mas podemos ter consciência da parte que revelamos ao mundo exterior, e gerir emoções exige autoconsciência e coragem para assumir a responsabilidade pelos seus sentimentos, comportamentos, decisões e resultados.

Alguma vez você já se fez pelo menos uma das perguntas abaixo?

Que tipo de vida eu quero viver?

Como tenho agido com as pessoas ao meu redor?

Que emoção sinto quando penso em minha vida atual?

O que está me impossibilitando de fazer o que realmente quero?

Que aspectos de minha vida me impedem de pensar nas coisas

realmente importantes?

Qual palavra usaria para definir a pessoa que sou?

Tornar-se consciente dos sentimentos e aprender a confiar neles é a sua melhor fonte para informação e tomada de decisões. Ao fazer isso, você melhora seus relacionamentos, é capaz de gerenciar melhor seus projetos e ser um líder melhor para as pessoas.

O resultado é que a transformação pessoal reflete na vida profissional. Um negócio também depende da transformação de indivíduos. Em nossa experiência, pessoas e empresas não se dedicam o tempo suficiente na observação e compreensão de suas próprias motivações, seus propósitos ou indo além de suas próprias zonas de conforto intelectuais e emocionais.

Você está preparado para transformar?

Qual a diferença entre vício emocional x emoção

No Eneagrama, falamos muito em vício emocional. Ele determina nosso comportamento e influencia diretamente nossas emoções, já que ele é uma das bases do nosso Tipo. Emoção e vício emocional são coisas distintas portanto, e isso se dá por conta da dose e do uso de cada uma.

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> A emoção orienta, equilibra, pondera e faz com que possamos nos precaver antes de qualquer atitude ou comportamento.
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> O vício emocional nos paralisa, limita, vitimiza, podendo até tiranizar.
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Quando bem empregada, a emoção é um guia que nos ajuda a atravessar momentos difíceis e a tomar atitudes de fato conscientes. Pense no Medo, por exemplo. É ele que nos fará ponderar e criar estratégias, planos de contingência e preparação para o obstáculo futuro.

No entanto, como vício emocional, ele determina a nossa ação e nos prende a apenas uma perspectiva: a do risco e da ameaça. Assim, fica muito difícil enxergar a vida de outra forma, porque qualquer coisa poderá ser tomada como uma intimidação ou perigo.
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No Eneagrama da Personalidade, você vai entender como você se organiza emocionalmente, para então ser capaz de aprender a controlar o vício emocional e assim ficar em equilíbrio com as suas emoções. É a partir dessa dinâmica que ganhamos as ferramentas necessárias para extrairmos de nós o que há de melhor.
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Tem alguma dúvida sobre o Eneagrama? Manda pra gente

O que o filme Divertida Mente tem a nos ensinar sobre as emoções?

Aqui no Instituto Eneagrama, compreendemos a personalidade como a soma de 9 emoções: algumas são acessadas com mais frequência, enquanto outras estão como que “adormecidas”. Imagine uma árvore: o tronco seria a nossa emoção principal, a qual nos dá grandes recursos e habilidades. Por exemplo, o Medo traz precaução e cautela, enquanto o Orgulho dá a sensação de capacidade e eleva a autoestima. Já nos galhos, estão as outras 8 emoções, distribuídas de acordo com a frequência de uso – quanto mais perto do tronco, mais fácil é acessá-las. Assim, entendemos essa distribuição como uma hierarquia, sendo que algumas estão no comando e nos influenciam na maior parte do tempo.

Se você já assistiu ao filme Divertida Mente, vai ter uma ideia do que queremos dizer: na sala de comando dentro da cabeça da menina Riley, estão várias emoções, mas quem costuma apertar os botões é a Alegria (aqui conhecida como Gula). As demais até entram em cena de vez em quando, mas sempre de acordo com o que a Alegria deseja. É como se todo o nosso potencial ficasse limitado por causa de uma emoção, e assim vemos a Tristeza sendo deixada de lado porque não compreendem a sua importância, enquanto a Raiva aparece com força total nos momentos de decepção. No painel de controle, tem sempre uma emoção tomando a frente – no caso do pai, é a Raiva; e no caso da mãe, é a Tristeza.

Portanto, os pais possuem perfis diferentes e têm uma dinâmica também diferente.No caso da Riley podemos perceber a Alegria quando está tudo bem, Raiva quando as coisas não dão certo. Considerando-se essa metáfora, a Alegria é a responsável por inúmeras decisões da Riley e, muitas vezes, impede que a Tristeza se aproxime e seja experenciada. Isso a leva a ver a vida por um viés positivo, como no momento em que a casa nova é uma decepção, “mas o lado de dentro deve ser legal”. O Tipo 7 costuma ver os acontecimentos ruins com uma lente positiva, fazendo do limão uma limonada. O desafio consiste em perceber a importância das memórias ruins: foi quando Riley perdeu a partida de hockey e ficou triste que seus pais e seus amigos foram consolá-la: ela só tinha como lembrança a parte “boa”. Para crianças de outros perfis, os desafios poderão ser outros, mas há uma coisa em comum: a personalidade é algo a ser amadurecido e desenvolvido ao longo do tempo.

Mas isso não acontece apenas na ficção. Quantas vezes você já se percebeu fazendo coisas que não gostaria de fazer, mas por Medo ou Raiva acabou fazendo? O Eneagrama da Personalidade pode ajudá-lo a compreender melhor como as suas emoções se organizam, e como você pode aproveitá-las ao máximo para expandir suas habilidades e usá-las a seu favor. Imagine agora compreender o que está passando na cabeça e no coração dos seus filhos? Como ficaria o relacionamento entre vocês? A Riley é uma adolescente vivendo muitas mudanças (de cidade, escola e amigos) e por isso ela acaba entrando em conflito com seus pais e, nessas horas, todo mundo sai machucado.

Se você tem um filho adolescente, já deve ter passado por isso, não é? E são tantas coisas causando angústia na vida deles, que às vezes nem sabemos por onde começar. São as provas da escola, o Enem, o vestibular, uma escolha profissional, o próprio amadurecimento que vem com essa idade. Que pai e que mãe não quer o melhor para os seus filhos? Mas você já pensou no impacto que as suas expectativas podem estar causando neles? O Eneagrama é uma ferramenta de conhecimento emocional que pode ajudá-lo a respeitar essa fase e contribuir de forma mais assertiva no desenvolvimento pessoal e profissional dos seus filhos.

Por que grandes gestores investem no Eneagrama?

Todos os meses, no Brasil, mais de 30 mil pessoas buscam no Google sobre eneagrama. As buscas vêm de todos os locais do país e estão associadas a gestão de pessoas e autoconhecimento. Não é à toa que grandes players da indústria, da economia e do entretenimento enxergam no eneagrama um treinamento decisivo para a performance da equipe. Mas o que os grandes gestores esperam deste treinamento?

Ser líder é estar conectado com o outro, mas também pode ser um lugar solitário. A evolução pessoal e profissional é intransferível. Você pode conversar com o RH, pode ter amigos no trabalho, mentores que ajudam na sua trilha de carreira. Mas a transformação, o esforço e o resultado são seus. O eneagrama é um treinamento individual, ainda que seja realizado de forma coletiva.

Acesse o webinar e veja como o IEneagrama transformou a Unilever.

Em tempos de multicanal, uma equipe diversa é essencial. Você já deve ter presenciado a seguinte situação: A pessoa X é muito competente e engajada e a pessoa Y é muito bem relacionada e tem muita experiência. Mas X e Y não conseguem trabalhar juntos, não se conectam. Em alguns casos, a performance em dupla é tão ruim que chegamos a duvidar da capacidade de algum dos envolvidos. Até que chega a pessoa Z, torna tudo mais equilibrado e o time começa a fluir bem. Se isso já aconteceu próximo a você ou até mesmo com você, provavelmente ocorreu por uma questão de equilíbrio de perfis. Em uma equipe, precisamos ter várias forças de ação e conhecer a fundo a personalidade de cada uma das pessoas envolvidas transforma o resultado.

Por fim, conhecer além do seu próprio padrão é essencial para ser um grande gestor. No treinamento do eneagrama, você conhecerá os 9 tipos de personalidades que podem ser adotados. Mas, para cada um desses tipos, há desdobramentos e a relação com os outros eneatipos também influencia no comportamento humano. Conhecer mais sobre a mente humana e as dores e gatilhos de certos comportamentos é transformador – para o líder e para quem está à sua volta.

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Por que devo contratar o Eneagrama In Company?

Enquanto gestores, precisamos aprimorar o nosso olhar em vários cenários, entendendo cada desafio de forma abrangente, e pensando nas consequências de cada novo passo. Além de pensar na empresa e em suas necessidades, um bom gestor sempre está com a antena ligada para esses dois pilares: o grupo e o indivíduo.

A humanidade anda em bando e, por isso, sobreviveu até hoje. Sozinhos, somos frágeis, muitas vezes indefesos e desprotegidos. Juntos, somos os maiores predadores e os maiores benfeitores do planeta. Temos o instinto de grupo há tanto tempo em nosso DNA que fazer alianças é tão natural quanto acordar, dormir, comer. Buscamos o outro e, no outro, aquilo que precisamos para potencializar nosso lugar no mundo.

Mas também já aprendemos que a singularidade de cada indivíduo é essencial para fortalecer o grupo. E é por isso que, nos dias de hoje, equipes multidisciplinares costumam ter melhor performance que times em que todas as pessoas têm o mesmo perfil de comportamento. Aprendemos que além de precisar do outro, também precisamos conviver com o outro, de forma integral, com todas as qualidades e dificuldades que uma vivência exige.

Com essa visão de mercado, muitas empresas investem em treinamentos corporativos. Mas será que um treinamento que visa “nivelar” todo o grupo em uma régua, é eficiente nos dias de hoje?

O usuário quer estar no centro da experiência

Em tempos de protagonismo e usuário no centro da ação (como nas redes sociais ou nos aplicativos de serviço, por exemplo, em que tudo é realizado de forma personalizada), é difícil pensar em uma experiência que todos os membros de um time se sintam contemplados e, com isso, estejam engajados a respeito do tema do treinamento. Há treinamentos de liderança e gestão que, sem dúvidas, trazem um bom panorama de mercado e ferramentas para os líderes do futuro. Mas como ter uma ação engajada, um envolvimento de equipe consistente e que também seja tangível, aplicável no dia a dia?

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Crie experiências personalizadas e intransferíveis

Pensando em potencializar a experiência, uma boa estratégia é criar cenários coletivos em que cada integrante do grupo se sinta protagonista. O eneagrama da personalidade, por exemplo, oferece uma vivência em conjunto que amplia a efetividade do treinamento, mas que também proporciona um impacto individual e intransferível para cada participante.

Mas qualquer empresa pode fazer o treinamento in company?

Sim, não há número mínimo de funcionários para realizar o treinamento na empresa. O que pode acontecer é que esses funcionários sejam convidados a realizar o treinamento junto a uma turma. A soma de experiências e a troca entre pessoas de diferentes cenários é muito rica na construção do treinamento.

O que minha empresa ganha com o eneagrama da personalidade?

O eneagrama da personalidade proporciona autoconhecimento, inteligência emocional e mais segurança à equipe, transformando a maturidade do time em performance e superação. Um time engajado, que acredita no seu próprio potencial, tende a vender mais, a ser mais produtivo e criar novas narrativas dentro da empresa.

Clique abaixo e simule um orçamento de um treinamento in company do eneagrama da personalidade.

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Meu eneatipo muda ao longo da vida?

Quando você se olha no espelho, quais mudanças consegue ver? Quem você é agora em relação a quem era há 10 anos? Mudamos um pouquinho a cada dia, de modo quase imperceptível; só vemos essas diferenças quando olhamos de longe. Mas, nesse mesmo espelho, há também algo que nunca muda, o que muita gente chama de essência.

Acontece que todos temos a nossa história de vida, aquela coleção de fatos e fatores que nos trouxeram até aqui. E apesar do nosso ponto de vista se transformar também ao longo da vida, a forma como enxergamos e lidamos com algumas experiências do passado refletem em nosso padrão de comportamento.

Imagine uma árvore: ela tem um tronco que a sustenta, e vários galhos que vão mudando ao longo das estações. O Instituto Eneagrama concebe nossa personalidade de acordo com essa metáfora: uma de nossas emoções é a base (o tronco, portanto), enquanto as demais funcionariam como galhos, podendo variar o seu grau de influência. Essa é a metodologia do Instituto: a sua essência permanece, mas ela não é estática.

Quando a personalidade é formada, plantamos raízes essenciais em nossa forma de agir. E por mais que possamos neutralizar ou potencializar certas características, sempre teremos conosco traços imutáveis.

Isso significa que estou preso a um padrão?

O eneatipo não muda, mas a vida se transforma. Não precisamos entender que estaremos presos a determinadas ações, por isso, contamos com ferramentas que nos ajudam a amenizar o que nos incomoda e a crescer, amadurecer.

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O eneagrama da personalidade, por exemplo, nos mostra um panorama daquilo que somos e de como podemos agir para que nossas qualidades sejam ressaltadas e nossas dificuldades atendidas, amenizadas. Quando entendemos o motivo que nos leva a agir de determinada maneira, fica mais fácil tomar as rédeas, sair do piloto automático e ficar à frente do controle de nossas vidas.

Posso me enganar em relação ao eneatipo?

É muito frequente que pessoas não se reconheçam num determinado padrão de comportamento, muitas vezes por negação daquilo que são e não querem admitir, outras vezes por estarem envolvidas com alguma emoção latente no momento, mas que pode não ser a emoção que as rege.

Por isso, o Instituto Eneagrama não disponibiliza teste online ou físico. Acreditamos que a vivência do treinamento, junto com a experiência do trainer, proporciona um ambiente saudável para uma descoberta honesta e sensibilizadora.

Como posso descobrir meu eneatipo?

Clique abaixo e descubra a próxima turma do eneagrama da personalidade mais perto de você!

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Conheça os tipos de personalidade dos personagens de Friends

Em 1994, estreava Friends, uma série sobre seis amigos vivendo a juventude em Nova Iorque. Com 10 temporadas e mais de 200 episódios, o show conquistou gerações não apenas pelo grande roteiro e ótima interpretação dos atores, mas também porque trata de amizade. E ter amigo é algo valioso. Uma série que tem a amizade como personagem central é um retrato interessante de como pessoas tão diferentes podem se dar tão bem.

O IEneagrama analisou os perfis dos personagens e compartilha aqui um pouco da descrição de cada um! Qual tipo do eneagrama Ross, Chandler, Mônica, Rachel, Joey e Phoebe adotaram a partir da sua história de vida?

Mônica

Tipo 1 Sexual

Prática, organizada e disciplinada, a Mônica é aquela amiga que não consegue ficar parada. Isso fica evidente quando ela termina com o Richard: para não ficar sofrendo, ela decide fazer geleia. O desejo por se manter ativa aparece em diversos episódios, em que ela demonstra a necessidade de terminar o que está fazendo.

Também notamos a sua extrema dedicação em organizar e arrumar. E, por falar em organização, ela não deixa ninguém limpar o seu apartamento, já que ela não confia que outras pessoas farão tão bem. E quando o Chandler contrata uma diarista? A Mônica fica louca e passa o episódio todo buscando defeitos. Ela acessa a raiva facilmente quando as coisas não são feitas da maneira certa, ou da maneira que ela considere certa.

Mas será que essa pessoa não consegue se divertir? Claro que sim! Ela inclusive organiza festas e as enche de regras, porque elas “ajudam a controlar a diversão”. Só que nem todo mundo gosta de ter a sua diversão controlada. Então a Phoebe diz: “oh meu Deus! Colocaram o copo na mesa sem o porta-copos!” A Mônica sai indignada para ver, já gritando para saber quem tinha feito aquilo, mas era só brincadeira da Phoebe.

Ross

Tipo 4 Social

O Ross demonstra tanta alegria que até o seu “oi” deixa todo mundo para baixo. Dramático e melancólico, ele sente como se o mundo o estivesse sacaneando, e, nessas horas, o seu ar de vítima pesa no ambiente. Por estar profundamente conectado com as suas dores, ele passa horas se lamentando de como as coisas aconteceram para ele: quando o seu shampoo abre dentro da bolsa, por exemplo, Ross faz o maior drama de todos os tempos, dando uma importância descomunal a uma coisinha pequena.

Introspectivo, ele se prende ao passado e é muito difícil para ele ver seus pais vendendo a casa onde ele passou a infância. Por isso, fica apegado às suas coisas na tentativa de não perdê-las. Ele levou dez anos para contar para a Rachel que gostava dela, já que, durante todo esse tempo, ele ficou sonhando, idealizando o relacionamento deles.

Em relação ao trabalho, Ross tem o maior orgulho em dizer que é antropólogo: seu olho brilha ao perceber que ele é o único que conhece e domina esse assunto. Percebemos a conexão emocional com seu trabalho.

Joey

Tipo 2 Sexual

O Joey é muito impressionável, beirando a inocência e a ingenuidade em alguns momentos. Por conta disso, ele não costuma ponderar muito na hora de decidir. Ele deixa que a emoção o guie, por isso cria vínculos emocionais muito facilmente e costuma defender seus amigos sempre que percebe suas necessidades. Quando o zelador briga com a Rachel por causa do lixo, o Joey intervém em favor da amiga. Quando o zelador ameaça denunciar a Mônica e a Rachel por estarem morando ilegalmente, o Joey mais uma vez toma as dores delas sem nem pensar duas vezes.

Já o seu orgulho fica evidente quando ele, por exemplo, acha que sabe falar francês mesmo sem dominar a língua. Ele simplesmente não consegue ver a sua inaptidão. Como ele é ator, Joey diz para todo mundo que cria as suas próprias falas, mesmo que seja só em alguns momentos. Quando é demitido, não conta para ninguém. Ele tem a sensação de que é capaz de seduzir qualquer pessoa, e essa autoafirmação o deixa com dificuldade em dar o braço a torcer.

Assim como a Rachel, ele não lida bem com a indiferença dos outros. Ele quer ser o preferido entre seus amigos, estar sempre presente na vida delas. Então quando o zelador, a quem ele tinha ensinado a dançar, finalmente consegue sair com a moça, o Joey fica embravecido por ter sido “trocado”.

Phoebe

Tipo 7 Social

Com um milhão de ideias na cabeça, Phoebe é uma pessoa alegre, criativa e cheia de energia para explorar o mundo. Ela faz massagem e aromaterapia, canta e faz piada com tudo, mesmo que sejam coisas sérias. É muito criativa, e podemos perceber isso no episódio em que ela cria sua própria casa de bonecas e vai inventando um monte de histórias malucas. Ela não tem muito filtro, então acaba usando a morte da mãe para se safar de situações chatas ou tirar vantagem.

Isso acontece porque, assim como os Tipo 7, a Phoebe tem dificuldade para se conectar com a dor, preferindo fugir dela. Quando o cara de quem ela gostava resolveu ir embora do país, ela minimizou a ausência dele, como se ele nem fizesse falta e nem estivesse sofrendo. E assim ela fala dos dramas da sua vida, sem muita emoção: a mãe se suicidou, o padrasto foi preso e chegou a morar na rua, postura muito diferente da que Ross tem sobre os próprios dramas.

Phoebe se empolga com ideias diferentes e quer experimentar o máximo de aventuras possível. Quando seu irmão e sua cunhada querem um filho, mas não conseguem, ela faz inseminação artificial no lugar deles e fica grávida de trigêmeos. Seu instinto social se manifesta na sua filosofia antiglobalização e no seu vegetarianismo, por exemplo. Ela também é contra a produção em massa e grandes cadeias corporativas de serviços.

Rachel

Tipo 2 Sexual

Assim como o Joey, a Rachel tem um ar ingênuo e inocente; parece até que ela vive em outro mundo! Ao longo da série, podemos vê-la superando um pouco esse traço, mas sua bondade e disposição para ajudar os outros continuam em alta. Seu orgulho fica evidente quando ela começa a trabalhar e se acha o máximo na cafeteria, mesmo nunca tendo trabalhado e nem saber direito o que está fazendo ali. Sua autoconfiança fala mais alto, por isso não percebe suas falhas e tem dificuldade em assumir seus erros.

Como quer agradar a todos, não sabe o que fazer quando seus pais se separam. Ela quer comemorar seu próprio aniversário, mas está com medo de magoar alguém caso um dos dois não seja convidado. Aliás, manter a imagem de querida é muito importante para ela, e, quando quer alguma coisa, ela usa da sedução para conseguir.

Mas sua docilidade acaba quando ela se sente traída ou menosprezada. Nessas horas, a amável Rachel se torna vingativa e tem reações intempestivas. Como Ross a trocou, ela resolve fazer um contrato com ele, para que ele assuma a culpa por tê-la traído, mesmo que eles estavam dando um tempo.

Chandler

Tipo 6 Preservação

Ansioso, toda vez que o Chandler é pego de surpresa, ele se perde nas suas decisões. E o vemos tendo medo diversas vezes: não corrige o colega de trabalho por medo de desagradá-lo, vai trabalhar em outras cidades por medo de encarar o chefe, tem medo de se relacionar por causa da sua história pessoal. Mas, quando ele se reconhece apaixonado pela Mônica, ele é capaz de abrir mão de suas convicções e pedi-la em casamento. Só que acaba se atrapalhando tanto que a Mônica, uma Tipo 1, toma a iniciativa – esse, inclusive, foi um dos episódios com mais audiência da série.

Como precisa de estabilidade, o Chandler acaba ficando muito tempo em um emprego do qual não gosta. É difícil para ele lidar com uma situação incerta. Por isso, busca suas certezas externamente. A Mônica é como um porto seguro para o Chandler, já que, toda vez que ele está em dúvida, ele recorre a ela para tomar uma decisão.

Fiel a seus amigos, Chandler dividiu seu apartamento com Joey durante muito tempo. Nesse período, viveram histórias malucas como perder o bebê do Ross no ônibus, substituir a mesa de jantar por uma de pebolim e passar horas assistindo a Baywatch.

Friends marcou gerações, despertou paixões e fez com que pensássemos cada vez mais em como a amizade pode transformar vidas. Para todos os amigos, neste Dia do Amigo, desejamos uma amizade duradoura, assim como a de Mônica, Chandler, Ross, Rachel, Phoebe e Joey.

Como o Eneagrama pode ajudar na gestão da minha equipe?

Todos os meses, o Google recebe aproximadamente 30 mil buscas pelo termo eneagrama. Em paralelo a isso, há mais de 40 mil buscas mensais sobre liderança. Muita gente procura um treinamento de eneagrama com a expectativa do autoconhecimento – e não tem nada de errado com isso. Mas o que precisamos aprofundar em nosso mindset é a convergência dessas duas demandas. Quando nos conhecemos melhor, somos líderes melhores. Por isso, eneagrama tem tudo a ver também com uma boa gestão.

Independente do número de pessoas que você lidera, a responsabilidade que você passa a ter sobre a vida das pessoas é gigante. Uma palavra, uma atitude ou a decisão de um líder pode impactar de forma definitiva a carreira de uma pessoa.

O eneagrama pode ajudar de forma objetiva e tangível. Quando nos conhecemos melhor e aprendemos também sobre outros padrões de comportamento, podemos articular melhor a nossa liderança.

As ferramentas de gestão de pauta, os softwares de videoconferências, os celulares, os aplicativos que facilitam a nossa jornada como gestores – tudo isso potencializa a nossa eficiência, mas não é assim que nos tornamos eficientes. O que nos diferencia de um mau líder não está vinculado com a tecnologia e sim com um software mental: a nossa vontade de fazer a diferença e impactar negócios e carreiras.

O eneagrama é um importante aliado de carreiras, pois apenas com o autoconhecimento e com o mapeamento de padrões de comportamento, podemos realmente prolongar a nossa vida útil de gestão.

Quando fazemos o treinamento do eneagrama, vivemos uma experiência em grupo. Descobrimos muito do nosso padrão de comportamento e também assistimos a outras descobertas e outras formas de neutralizar as ações.

O eneagrama é uma poderosa ferramenta de transformação. E quando falamos da nossa vida e cotidiano, não há como não pensar na imensa riqueza que esse treinamento traz para a nossa vida corporativa.

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Os tipos de personalidade dos Vingadores

Com 2.750.000 dólares de bilheteria, a franquia Vingadores chegou ao fim em 2019, reunindo fãs do mundo inteiro, que acompanharam os filmes da saga e também os longas individuais de cada personagem.

Um dos fatores que faz Vingadores ser uma obra única é a combinação de diferentes personalidades dos seus protagonistas. Por isso, os especialistas do Instituto Eneagrama analisaram o comportamento de cada um dos personagens e descreveu quais padrões de personalidade se encaixam em cada um deles.

Confira:

Homem de Ferro – tipo 7

O Homem de Ferro tem foco em seu próprio prazer. Inteligente, gosta de exibir suas conquistas como carros, fortuna e capacidade de sedução. No campo do amor, demora a se conectar pela sua busca por mais e mais prazer e felicidade – até que se dá conta que, muitas vezes, a felicidade está ao lado.

No último filme, a cena icônica que ele estala os dedos e fala “Eu sou o homem de ferro” mostra a satisfação e absolutismo dele com ele mesmo.

Com sua síndrome de onipotência, o Homem de Ferro acredita que pode usar seu dinheiro e fama para salvar o mundo – mais uma conquista, mais um prazer.

O Tony Stark não tem um dom ou chamado legítimo, criou a sua armadura para exercer o que queria fazer, a prova de que sua personalidade não se contenta em ouvir o “não”, principalmente se a negativa barrar algum de seus desejos.

Capitão América – tipo 3

Se Vingadores fosse uma franquia de romance, sem dúvidas o Capitão América seria o nosso mocinho. Movido pelos princípios da ética e da disciplina, para sempre ser o melhor no que faz, não quer motivos para que alguém fale mal dele e sempre quer estar em um ato de bravura, o famoso “boa praça”.

Tem prazer de ser o líder e não admite errar, acredita na beleza da vida e na sua moral. Está sempre do lado que acredita estar certo. Patriota e com grande senso de heroísmo, ao longo da franquia, o vimos várias vezes arriscando a própria vida para salvar as pessoas – e, com isso, ter seu reconhecimento validado.

Thor – tipo 2

O Thor não sente que pertence a lugar algum. Apesar disso, quando se enquadra em um ciclo de amizade, se dedica e está sempre disposto a ajudar. Por isso, cria uma rede de amigos a partir da sua vontade de ser querido, ajudando quem está ao seu lado e utilizando a necessidade da sua presença como diferencial entre suas relações.

Ele tem uma grande dor, da perda da sua família, e percebemos nele uma vontade de não repetir esse sentimento. Quando em estresse, sua ira mostra a direção da seta, apresentando um comportamento típico do tipo 8.

Hulk – 6 contrafóbico

Movido pelo desejo de estabilidade, quando algo sai do controle, o Hulk se sente ameaçado e extravasa, muitas vezes de forma agressiva.

Inteligente, articula estratégias e sabe racionalizar suas escolhas, mas quando se transforma, perde a razão e se torna impulsivo. Isso faz com que o Hulk não trabalhe tão bem em equipe ou em situações de pressão.

Viúva Negra – Tipo 2

Sedutora, determinada e super misteriosa, a Agente Romanoff é uma das personagens mais intrigantes da saga.

Muito articulada, podemos ver no primeiro filme da franquia como a personagem “extrai” de Loki, seu inimigo, uma informação importante utilizando sua capacidade de manipulação.

É uma “femme fatale”, uma característica que não é rara em mulheres do tipo 2 sexual. Utiliza seu poder hipnotizante para conquistar – pessoas, causas e objetivos.

Gavião Arqueiro – Tipo 1

Desconfiado, sempre vai mapear o território antes de entregar o seu afeto. Sua amizade com a Viúva Negra, por exemplo, mostra que é fiel aos seus amigos e aos seus princípios.

Fiel ao que acredita, busca por justiça, pois entende o que é certo e errado de forma absoluta. Quando os Vingadores se separam em Capitão América – Guerra Civil, o Gavião vai em busca de sua família. Quando se depara sozinho, após o estalo de Thanos, volta à equipe para fazer justiça com as próprias mãos.

Thanos – tipo 8

Fiel ao que acredita, não está disposto ao diálogo e outros pontos de vista. É autoritário porque acredita estar sempre certo.

Tem uma grande ferida de ter sido contrariado e por ter sofrido fortes consequências a partir disso. Por isso, tenta ocupar o poder para conquistar as joias do infinito e conseguir o que quer – eliminar metade da vida do universo e, por isso, garantir recursos para quem ficar.

E você, qual herói acredita que parece com o seu tipo de personalidade? Compartilhe conosco em nossas redes sociais!

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5 motivos que provam que o treinamento de eneagrama é o melhor presente de Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados está chegando e é normal querer presentear o seu amor. Pensar em um presente que tenha a cara da pessoa é um desafio, mas focar numa experiência pode ser uma bela – e elegante – saída! Afinal de contas, objetos materiais podem até ser duradouros, mas memórias e ensinamentos ficam por toda a vida.

Você já pensou em oferecer um treinamento de eneagrama para quem ama? É uma transformação intensa na construção de quem somos e quem queremos ser. Oferecer autoconhecimento para o seu par é uma bela forma de demonstrar carinho e atenção.

Veja cinco motivos que mostram que um treinamento de eneagrama pode ser o melhor presente do mundo:

1 – É uma experiência única. O treinamento do eneagrama da personalidade é um mergulho profundo em quem somos, e na nossa capacidade de perceber nossas qualidades e nossos equívocos.

2 – Invista na evolução do seu par. Generosidade é oferecer a quem amamos algo que vai, de forma avassaladora, potencializar a nossa convivência social e as nossas formas de lidar com a vida.

3 – Pode mudar tudo no trabalho! Seu amor anda precisando aprimorar suas habilidades de gestão e liderança? O autoconhecimento nos ajuda nessa trajetória.

4 – É um presente exclusivo, que mesmo que alguém faça o mesmo, ninguém terá a mesma experiência do outro. O treinamento do eneagrama é pessoal e intransferível

5 – Vocês podem fazer juntos! Não há problema de casais viverem essa experiência lado a lado. Uma verdadeira transformação – para melhor – na vida de quem está disposto a se conectar com a essência e a verdade.

Viu só? Ainda dá tempo de oferecer esse presente para seu par. Preencha o formulário e fale com um de nossos especialistas:

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Por que contratamos pessoas pelo currículo e demitimos pelo comportamento?

“Ao procurar pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. Se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você”, a frase é do Warren Buffet, um dos executivos com maior capital do mundo, segundo a Forbes. Se você pudesse recontratar todas as pessoas da sua equipe, faria isso? E se tivesse uma seleção para a vaga que ocupa na sua empresa, se candidataria?

O mundo corporativo e a vida pessoal não são tão diferentes. Se tem algo que não se transforma, independente se estamos de crachá ou não, é a conduta. E quando falamos de conduta, muitas vezes estamos falando de algo que não podemos transformar.

Porém, dentro das nossas equipes e do ecossistema em que estamos inseridos, como podemos potencializar as qualidades das pessoas que trabalham conosco e nossas próprias qualidades? Como diferenciar o que é mutável e aquilo que não adianta tentar, é uma questão intransferível de alguém?

Todas as habilidades técnicas de trabalho podem ser ensinadas. Mas comportamento é algo difícil de mudar. Não depende apenas do gestor ou da cultura da empresa, depende principalmente da vontade do funcionário. Quando temos dentro de um feedback queixas ou reclamações em relação ao comportamento de um funcionário, a melhoria é menos tangível.

Talvez seja por esse motivo que contratamos pessoas pelo currículo e demitimos pelo comportamento. Antes de nos conhecermos no dia a dia, podemos mensurar o desempenho de alguém pela descrição de suas atividades anteriores. Mas a real disposição de um funcionário de lidar com a equipe, cumprir suas atividades no prazo e estar empenhado com o crescimento da empresa só são percebidos pelo cotidiano.

Uma boa alternativa antes de contratar é pedir referências não apenas do setor de RH da empresa anterior, mas também de quem foi gestor e quem foi liderado pelo candidato. Empresas como 99 e Nubank, unicórnios brasileiros, já aderiram ao método na hora de contratar.

Afinal de contas, uma relação entre profissionais é, nada mais, que uma relação P2P – de pessoa para pessoa.

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Game of Thrones e eneagrama: os tipos dos personagens que disputam o trono de ferro

No próximo domingo, vai ao ar o último episódio da série mais vista, mais comentada e com mais fãs da história! Game of Thrones chega ao fim e promete deixar saudades com seus personagens memoráveis e sua narrativa rica de surpresas, fantasia e emoção.

Mas, analisando os personagens da série, como eles poderiam se encaixar dentro da ferramenta do eneagrama? As características de cada personalidade ajudam ou atrapalham na disputa pelo trono?

O Instituto Eneagrama reuniu especialistas no tema para falar um pouco da personalidade de cada personagem. Está curioso? Veja abaixo as características de cada personagem que são muito pertinentes em perfis do eneagrama. Atenção, o conteúdo contém spoilers!

Jon Snow

O herói da série pode até ser valente, mas a sua coragem está envolvida com muito receio! Jon Snow tem muitas características de um tipo 6 contrafóbico, ou seja, a sua valentia está associada a episódios de tensão e medo. Quem não lembra de quando ele convocou todos os selvagens a se unirem com a Patrulha da Noite para que, juntos, conseguissem defender Westeros? E no último episódio, vimos o herói com bastante receio de se colocar contra Daenerys, para quem dobrou os joelhos e considerou rainha, e acabou se arrependendo no final.

Daenerys Targaryen

A quebradora de correntes nasceu com desejo de vingança e assim que assumiu o poder do povo Dothraki, decidiu que em sua governança não haveria escravos ou violências contra o povo. Nos últimos tempos, percebemos em Daenerys o discurso de querer tirar os tiranos do poder e estar à frente do povo, com valores compartilhados com a maioria e não com a minoria. E, apesar de querer ser considerada e prezar pela popularidade, ao mesmo tempo, quando contrariada, não enxerga barreiras para sua vingança. Essas características estão muito presentes no tipo 2. Isso ficou bem claro no penúltimo episódio da série, quando a Targaryen queima toda a capital montada em seu dragão, mesmo após o inimigo se render.

Arya Stark

No início da saga, a Arya era bem nova e viu de forma traumática a morte do pai acontecer. Desde então, houve o desejo despertado de vingança, mas podemos perceber que não se trata de uma fúria sem controle e sim da vontade de punir quem está errado e enaltecer quem está certo. A sua famosa lista da morte prova que a memória latente da personagem guarda a conduta de todos à sua volta e não deixa passar nenhum deslize. Fiel à sua família, Arya é uma verdadeira defensora dos inocentes e já entrou em muitas brigas tentando defender os mais fracos. As características da personagem lembram bastante um perfil tipo 1.

Sansa Stark

Emoção à flor da pele, conexão consigo mesma e muita nostalgia são características marcantes do tipo 4 e também da Sansa. Ela, que sofreu tanto sendo refém dos Lannisters em Porto Real, hoje livre em Winterfell, leva características claras da Cersei – sua algoz – para sua forma de lidar com os problemas. Nostálgica, sempre relembra como era viver no Norte antes da guerra acontecer. Sempre quando enfrenta um inimigo, Sansa relembra dores do passado e é capaz de guardar até mesmo as palavras mais efêmeras dos personagens. Estratégica, promete ser uma personagem importante no último episódio da série.

Tyrion Lannister

O anão mais famoso de Westeros é de extrema inteligência, perspicácia e estratégia. Sempre com bom humor, ainda que em situações de perigo, Tyrion traz a fuga da dor no prazer. Em situações de extrema tensão, vimos o personagem soltar frases irônicas, buscando, ainda que com total consciência da seriedade dos momentos, encontrar momentos prazerosos.

Esse lado, muito parecido com um perfil tipo 7, ficou muito explícito no episódio número 3 da atual temporada, quando enquanto todos esperavam os White Walkers, Tyrion convidava seus amigos a tomar vinho e cantarolar músicas, com muito medo de ser a última vez.

O final da temporada acontece neste domingo, às 22h, com estreia mundial. Para o eneagrama, não existe tipo bom ou tipo ruim, todos temos traços de personalidade que influenciam em nossas relações. Ao longo da evolução da série, percebemos momentos de estresse e também de neutralização de cada um desses personagens. Mas como cada um agirá na decisão pelo trono, apenas os roteiristas podem saber!

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Maternidade e Eneagrama

Neste Dia das Mães, convidamos quatro gestoras do Ieneagrama para um bate-papo super especial.

Conversamos com a Luisa Mandetta, a Elizandra Cunha, a Carol Camara e a Jaqueline Oliveira sobre a incrível relação entre mães e filhos sob o aspecto da ferramenta do eneagrama. Todas elas são mães e gestoras de franquias do Ieneagrama, mas o papo é tão sensível e afetuoso que até quem não é mãe vai se emocionar.

Confira as entrevistas abaixo!

Conversa com Luisa Mandetta

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

A coisa mais importante foi me descobrir como pessoa, eu era uma pessoa muito preocupada sempre, com um olhar desconfiado que tende a olhar para as coisas que dão errado e percebi que isso poderia influenciar o meu filho. Hoje mesmo com a pouca idade do meu filho (2 anos), eu já consigo identificar alguns traços de personalidade, o que me permite atuar de forma mais assertiva.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

A partir do eneagrama, hoje eu consigo ter mais autocontrole, principalmente em momentos de estresse. A ferramenta também me permitiu controlar os meus medos e inseguranças para que elas não sejam passadas para o meu filho e isso prejudique o seu desenvolvimento.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O Eneagrama é uma ferramenta que pode transformar a relação entre pais e filhos.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Eu sempre fui muito sociável com as pessoas de fora, já com a minha família eu era um pouco brigona, hoje percebo que estou mais empática e sei identificar a necessidade dos outros, compreendendo mais os desejos e motivações de cada indivíduo.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é abdicar das minhas vontades, é colocar as necessidades do meu filho em primeiro lugar e entender que sou a pessoa mais importante da vida dele, pelo menos nos primeiros anos.

Conversa com Elizandra Cunha

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

Quando eu fiz o eneagrama, eu tinha alguns problemas de relação com a minha filha, ela fazia muita birra e muitas vezes eu não sabia identificar o que havia de errado. O eneagrama me permitiu entender o padrão comportamental da minha filha e o que ela necessitava. A partir disso, eu passei a identificar as necessidades dela e isso melhorou muito nossa relação. Hoje nos sentimos compreendidas e realizadas!

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

Um dos principais pontos para uma relação equilibrada é a observação diária, entender cada situação e como eu posso atender a cada necessidade. O Eneagrama me dá embasamento para entender a sutileza e os padrões comportamentais dela e como eu devo atuar em cada situação.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O eneagrama auxilia na compreensão do padrão comportamental e nos ensina como agir em cada momento e situação.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Sim! Com o eneagrama eu tive a possibilidade de conhecer ainda mais a minha filha e compreender suas necessidades. Hoje nossa relação melhorou muito.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é uma escola de autoconhecimento sem folga. A maternidade é a maior escola de autoconhecimento, nela tudo o que você ensina e cobra dos seus filhos em algum momento volta para você.

Conversa com Carol Camara

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

A primeira grande coisa é o aprendizado de como mães e filhos pensam e agem e o que está no pano de fundo do comportamento de cada um. Dessa forma, podemos diminuir o julgamento sobre as ações e interesses de nossos filhos. O Eneagrama nos permite conhecer ainda mais nossa família, gerando um relação de proximidade e compreensão.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

É uma construção sempre de soma, de unir as habilidades nossas e dos nosso filhos. Colocar as nossa habilidade em prol deles.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

Clareza! A ferramenta permite identificar os talentos e características dos nossos filhos, compreender todo o pano de fundo por trás de suas ações, gostos e motivações.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Eu conheci o eneagrama quando decidi levar a minha filha para fazer o treinamento, para que ela desenvolvesse e compreendesse seu lado emocional. Isso me permitiu olhar e compreender os talentos e competências que ela possuía, reduzindo nossos embates e conflitos, tornando a nossa relação mais compreensível.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é ter a oportunidade de contribuir para a formação de seres e pessoas conectadas com seus próprios desejos. É apoiar seus filhos e os seus sonhos com base nas competências e habilidades que eles possuem.

Conversa com Jaqueline Oliveira

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

Eu consegui compreender melhor as atitudes da minha filha e o que a motiva. Às vezes nós pais temos uma percepção do que é melhor para os nosso filhos, mas sem levar em consideração seus gostos e motivações. O eneagrama, nos permite motivá-los de forma mais assertiva, com base no que faz sentido para eles e isso pode ser aplicado desde uma atividade simples como arrumar a casa, até para planos futuros.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

A relação é uma via de mão dupla, minha filha e eu temos conhecimento do nosso perfil, e isso nos permite crescer junto e aprendermos uma com a outra.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O eneagrama nos permite motivá-los de forma mais assertiva e compreender suas atitudes e motivações.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Nós sempre tivemos uma relação boa e isso melhorou ainda mais depois do eneagrama. Hoje eu passei a ouvi-la e compreender suas motivações e interesses, consigo motivá-la de acordo com o perfil dela e a partir disso a gente se aproximou muito.

5) O que é ser mãe para você?

É a melhor coisa do mundo – nessa hora, a Jaque se emocionou durante a entrevista. Ser mãe é ensinar, mas também aprender com as diferenças. Compartilhar e viver intensamente esse amor.

Você também é mãe ou filho(a) e teve sua experiência transformada a partir do eneagrama? Ou tem curiosidades de saber como o eneagrama pode influenciar nessa jornada familiar? Queremos ouvir sua história.

Envie uma mensagem nas redes sociais ou aqui em nosso blog, nos comentários. Nós, do Ieneagrama, acreditamos no poder de transformação da ferramenta em todos os pontos de contato da nossa vida e ainda mais numa relação tão íntima e sensível como a de mães e seus filhos. Ficamos muito felizes em contar essas quatro histórias a vocês e desejamos a todos um feliz Dia das Mães.

Como não deixar as emoções interferirem no seu trabalho

Muita gente confunde emoção com sentimento. Sentimento é uma elaboração sofisticada do nosso cérebro, que nos faz descobrir como nos sentimos em relação a alguma coisa ou alguém, de acordo com nosso repertório de vida e uma série de experiências e lembranças.

Emoção vem rápido. É a parte animalesca do nosso corpo. Vamos imaginar que você está no meio da selva e encontra um leão. Se você for elaborar o sentimento, vai calcular quanto o leão corre, quanto você corre, vai pensar em rotas, vai talvez sentir vontade de acariciar o leão ou observá-lo. E, até isso tudo acontecer, ele te devora. Por isso, nossos registros mais primórdios nos protegem e emanam senso de proteção ao nosso corpo. Você vê um leão e corre. E isso é pura emoção.

Podemos dizer que entre a informação e o sentimento tem uma série de emoções processadas. E se não estivermos preparados, a emoção pode falar mais alto em nosso dia a dia.

Você pode ser ou já ter trabalhado com alguém explosivo. Aquele colega que não aceita feedback ou que tem reações exageradas quando lida com dificuldades. Pode ser falando mais alto, chorando no banheiro ou simplesmente congelando – violência nem sempre é expressada com atitudes físicas.

E-book - Liderança empática em 9 passos

Trabalhamos oito horas por dia, entre cinco e seis dias por semana. São mais de duas mil horas por ano no ambiente do trabalho. Isso quer dizer que dos 365 dias do ano, você passaria mais de 100 trabalhando sem pausas se o trabalho fosse ininterrupto. Quando não temos ferramentas que nos ajudam a lidar com esse ambiente – muitas vezes competitivo e desafiador – baixamos a guarda e deixamos as emoções mais primitivas virem à tona. E isso nos faz ter uma postura enfraquecida, que pode comprometer toda a nossa carreira, dificultar relações e, até mesmo, inflamar conflitos.

Para tentar agir com calma, ainda que com várias emoções emanando em nosso corpo, precisamos convocar o nosso lado racional e entender, de forma objetiva, o que está acontecendo. Se alguém disse algo que não concordamos e essa pessoa está em um momento de emoção, talvez seja melhor esperar um pouco até mostrar um contraponto. E, quando fizer, é importante não utilizar expressões pessoais como “você me deixou chateado”, mas frases que falem do trabalho, como “eu não concordo com a solução apresentada”.

Dentro do ambiente corporativo e também em nossas casas e com amigos, o a forma de lidar com as pessoas pode influenciar não apenas na qualidade de nossas relações, mas também em como somos interpretados. Entender de onde vem os impulsos e raciocinar sobre nossas atitudes enquanto estamos emocionados faz toda a diferença.

O mundo contente dos ouvintes

O que é uma conversa? No dicionário, conversa é sinônimo de diálogo, que tem por definição uma troca de ideias, de informações ou de palavras. Mas será que conversamos apenas quando falamos algo? Uma troca em silêncio, uma percepção de um momento, pode ser considerada uma conversa? E por que quem escuta é dado, quase sempre, como sábio?

Em Seattle, nos Estados Unidos, há o lugar mais silencioso do mundo. Na sede da Microsoft, há uma espécie de estúdio, todo fechado, que pode chegar até a – 20 decibéis. Quem visita o espaço, relata que nos primeiros minutos, o silêncio absoluto faz com que você ouça as batidas do próprio coração e, depois de um tempo, os fluidos do seu corpo. Depois, há quem fique tonto ou enjoado. Não estamos – de forma alguma – acostumados a sentir e viver o silêncio.

O mundo tem, catalogados, mais de 6.000 idiomas. Seria possível falar todas as línguas? Pouco provável. Mas talvez seja possível se comunicar sempre, apesar das dificuldades da palavra. A conversa pode ser feita por gestos, por toques, olhares, reações. Mas é preciso perceber e estar disposto.

Quando estamos em uma comunidade, seja ela uma empresa, um bairro, uma cidade ou um país, precisamos nos colocar à disposição da conversa. Ouvir o outro mais que com os ouvidos, mas com a intuição, a análise dos fatos, os registros da memória. No background de uma palavra, há milhares de ações. E quando conseguimos ouvir de verdade, nos tornamos mais sábios. A boca pode até mentir, mas as atitudes provam a verdade. Você prefere ouvir palavras ou ações?

A parte mais inferior do nosso cérebro, por exemplo, é responsável pelos impulsos, pelas reações mais imediatas. Imagine então que você chega faminto a um evento e o anfitrião pergunta se você está com muita fome. Você, querendo ser educado, fala que não, que está tudo bem. Mas assim que chega a comida, você devora com rapidez e satisfação. As suas palavras podem ter tentado enganar, mas se o anfitrião realmente te ouviu, ele entendeu o que o seu corpo respondeu.

O mesmo acontece em reuniões de trabalho. Quando vamos delegar o trabalho à equipe, não importa se um colega afirma que está pronto para produzir tal atividade, se o corpo dele se defende – braços cruzados, pernas balançando etc – ele está falando de outra forma que está inseguro ou receoso.

Que tipo de pessoa você quer ser: a que escuta com os ouvidos ou a que ouve e entende com olhos, boca, braços, pernas e coração?

Uma vitória e uma tragédia podem ser a mesma coisa – o sucesso e o pavor de ser feliz

Você sabia que ganhar na loteria e ter um acidente que paralisa todos os movimentos podem trazer sensações parecidas? Ganhar tudo o que se quer e perder tudo o que se tem causam a mesma perspectiva: mudança total de vida. É quase como se a felicidade máxima e a tristeza profunda fossem irmãs. Mas por que será que isso acontece?

No artigo Lottery Winners and Accident Victims: Is Happiness Relative? de Philip Brickman e Ronnie Janoff-Bulman, a associação entre pessoas acidentadas e ganhadores da mega-sena é feita de forma clara e o princípio da adaptação traz uma anunciação: não importa qual a sua vitória ou progresso, em breve, você não estará mais satisfeito.

Para muitos, isso pode ser um boicote à felicidade, mas é preciso lembrar que a sensação de incompletude é totalmente irracional. E o sentimento de falta vem muito das expectativas – muitas vezes fantasiosas – do que acontecerá após um grande momento.

Quando nos emocionamos, ativamos uma parte do cérebro chamada sistema límbico, relacionada também à memória. Ou seja, quando liberamos grandes emoções, registramos na memória o que sentimos. É muito comum, por exemplo, que as pessoas lembrem exatamente onde estavam quando souberam do ataque terrorista do 11 de setembro – elas descrevem não apenas o local em que tiveram a notícia, mas tudo o que pensaram naquele momento. Quando o momento é sobre nós, também gravamos tudo o que pensamos e sentimos, ainda que sejam poucos segundos. Durante um acidente de carro, algumas pessoas sempre que relatam o ocorrido, dizem: “naquele momento, pensei que iria morrer”.

Agora imagine que alguém está acompanhando a apuração da mega-sena e descobre que tem o bilhete premiado. Naquela noite, o vencedor faz planos com os seus novos 200 milhões, pensa nas doações que fará para a família, nos imóveis e viagens que agora estão ao seu alcance. Na manhã seguinte, descobre que mais 10 pessoas também tiveram bilhetes premiados. Ou seja, serão 20 milhões e não 200. Como num passe de mágica, 20 milhões não parecem mais suficientes, uma frustração chegou antes mesmo do dinheiro chegar à conta. Ao mesmo tempo, uma pessoa acidentada que perdeu todos os movimentos das pernas e imaginou que nunca mais iria andar, recebe o diagnóstico de que a paralisia é momentânea. Nesse momento, é possível que uma pessoa que se acidentou seja mais feliz que uma que acaba de ganhar na loteria.

O fortalecimento do selfie, do eu, da nossa essência, é o que nos possibilita buscar formas de encontrar a felicidade em momentos de histeria e também nos de tristeza. O reforço sobre o que se é nos possibilita enxergar o mundo com mais fidelidade e não deixar que eventos externos e pontuais nos decepcionem, nos enganem e nos tragam uma frustração por uma expectativa que nem tínhamos há poucos segundos.

Somos todos vulneráveis às emoções fortes e nos deixar influenciar pelo que nos ocorre nos prova que estamos conectados com o mundo. Mas se para nós a felicidade e a tristeza podem ser tão semelhantes, é preciso trabalhar o nosso ponto de verdade e equilíbrio para que o bem-estar vença nessa dura busca pela felicidade.

A arte de aceitar as diferenças

Narciso, famoso personagem da mitologia grega, é conhecido pela vaidade e orgulho da sua beleza. Conta a história que um dia, Narciso viu seu próprio reflexo num rio e ficou apaixonado por si mesmo. Não conseguindo parar de se olhar, morreu sozinho, na companhia exclusiva do seu eu espelhado nas águas.

A lenda parece muito distante da realidade, certo? Mas, ainda hoje, há quem fique hipnotizado com sua própria forma de ser e não consiga aceitar que outras pessoas sejam diferentes de nós. Em épocas de polarização política e religiosa, nunca houve tanta gente querendo convencer o outro de sua própria razão. Mas por que é tão complicado aceitar as diferenças?

O outro sempre esteve lá

Somos muitos. Na escola, em casa, no trabalho, no grupo de amigos, podemos até ter afinidades e opiniões parecidas, mas sem dúvidas também temos diferenças. Quando um bebê nasce, ele ainda acredita que a mãe e ele são parte do mesmo corpo. Nas primeiras horas e dias de vida, vai ganhando a consciência de que é um indivíduo. Esse talvez seja o primeiro grande trauma do ser humano: descobrir que há um mundo além do seu próprio umbigo.

E se, desde bebês, somos alertados pela vida que há outras existências e necessidades, o que nos faz persistir na intransigência de que tudo tem que ser como nós queremos?

A negociação

Começamos a negociar: gostar de um estilo musical diferente, tudo bem, mas não comer japonês é demais. Ou você pode até não curtir viajar, mas não admite que seu colega não curta futebol. Negociamos limites de tolerância e assim que o outro ultrapassa essa linha do comum, negamos a diferença.

O medo

Uma atitude violenta pode estar protegendo um pavor incontrolável. Quando temos medo de alguma coisa, nos sentimos ameaçados. E, muitas vezes, aprendemos a esconder nossas inseguranças com agressividade. Não aceitar o comportamento alheio pode ser um sinal de que ele desperta em você emoções que não consegue controlar. Se existe um padrão de revolta sobre determinado tema, é hora de embarcar nessa própria viagem e refletir sobre o que pode estar lhe trazendo angústia.

O espaço do julgamento

O superego é uma instância do aparelho psíquico que comanda nosso bom senso. Porém, ele também pode ser severo. É comum que façamos uma analogia do superego com um pai protetor. É o superego que nos lembra de levar o guarda-chuva, que nos interrompe antes de uma palavra agressiva ou nos aconselha a não ir por aquela rua escura. Mas ele também pode nos guiar a reprimir o nosso desejo e o dos outros. Geralmente, quem tem muitas dificuldades em aceitar o desejo alheio, tem uma postura consigo mesma muito severa. Podemos começar, portanto, nos julgando menos, com a intenção de, no futuro, julgar menos o outro também.

Compartilhar é somar

Abrir a porta do coração para o incomum pode nos trazer boas surpresas. Se a amiga chamou para ir a um restaurante novo, por que não aceitar? Novos lugares, novas pessoas, novas ideias. E, se não for confortável, você sempre pode voltar um passo. Devagar e sempre, vamos ampliando a nossa rede e descobrindo que compartilhar o novo é somar novas experiências e emoções.

Você acha que todo mundo é feliz e você não?

Algumas vezes você acha que a vida dos outros é melhor que a sua? Saiba que você não está sozinho. Fortalecer a autoestima tem sido um movimento comum. Apenas no e-commerce da Amazon, por exemplo, há mais de 50 mil títulos sobre autoestima. E, se você reparar bem, nas prateleiras de best-sellers das livrarias, também encontramos esse tipo de conteúdo. O que será que estamos buscando, afinal?

Angústia moderna

Primeiro, é preciso deixar os preconceitos de lado. Não têm problemas com a autoestima apenas aqueles que estão diagnosticados com ansiedade ou depressão. Em tempos de egos inflados e vidas montadas em redes sociais, todo mundo pode começar a se sentir mal. Essa angústia pode vir sobre o corpo – sempre idealizado, sempre em busca de um padrão, pode ser sobre os bens materiais – o carro do ano, o celular de última geração, ou pode ser sobre sentimentos – por que todo mundo é feliz e eu não? E aqui está o que precisamos mapear: de onde vem sua angústia?

Alguém é 100% feliz?

Seria ilusão acreditar que as pessoas ao nosso redor estão completamente satisfeitas. No amor, trabalho, saúde, vida familiar – todos temos batalhas, todos precisamos conquistar e ultrapassar desafios. Mas isso não fica claro aos olhos de estranhos. Por isso, quando o trabalho vai super bem mas o casamento anda turbulento, ou um problema de saúde chega, precisamos refletir: isso é tudo o que tenho ou uma parte de mim?

Seja mais gentil com você

Olhar para trás e ver o quanto já escalamos até aqui é um exercício que fazemos pouco, mas que poderíamos tentar realizar com mais frequência. Nos estudos, no trabalho, no amor ou na vida em família, com certeza você já venceu muitas batalhas. Admitir que há outras pela frente é também tentar olhar no espelho com mais gentileza. Talvez você não tenha chegado exatamente no ponto onde quer, mas com certeza já trilhou um belo caminho.

Autoconhecimento é uma ferramenta essencial. Conheça o Eneagrama da personalidade e tenha formas de lidar com quem você é

Se perdoe

Todos temos pensamentos pessimistas. Não é problema algum se você já se sentiu mal com você mesmo. Acredite, seu colega, sua mãe, seu companheiro e todos à sua volta se sentem mal de vez em quando. Se perdoe por tantas vezes acreditar que o seu mundo é ruim. A partir desse perdão, você terá a liberdade de amar quem você é. Por inteiro e sem esquecer do lado que não é tão bom assim – ele também faz parte de você.

Eneagrama para líderes e gestores

Passar pela crise e ter vantagem competitiva para crescer – esse é um dos grandes desafios do momento. Pensando nisso, no dia 01/10 o Instituto Eneagrama promoveu em São José do Rio Preto um café da manhã para 30 líderes e gestores, com uma palestra realizada pela trainer Daniela Camargo, o tema abordado foi “Eneagrama para líderes e Gestores no atual cenário brasileiro”.

Sob a perspectiva do Eneagrama, a trainer Daniela falou sobre os 9 tipos de líderes, os dons da liderança, seus valores e crenças e os riscos que cada líder pode gerar quando em stress.

Daniela reforçou, que é muito importante para qualquer líder e gestor a busca constante pelo desenvolvimento pessoal e profissional para que seja possível perceber a real necessidade de sua equipe, sem turnê over e diminuição de lucratividade. “O autoconhecimento é um potencializador rumo ao sucesso em um momento de crise como o que vivemos.”

Você é o somatório de tudo que sente, que pensa e que faz. Pouco adianta saber de todos os números e condições se você não tem habilidades para tomar boas decisões e colocá-las em prática. Pouco adianta ter boas intenções em relação ao negócio e sua equipe se há crenças limitantes sobre si mesmo. Que tipo de líder você é? Você realmente se conhece?

Qual a importância da competência emocional em sua carreira profissional?

No dia 23 de setembro a ABRH (Assoc. brasileira de RH – Noroeste/PR) promoveu o Jantar RH para mais de 100 associados. Murilo Riciardi, Franqueado e Trainer do Instituto Eneagrama Maringá e Região, foi o palestrante da noite e abordou o tema “Entendendo as competências emocionais sob a ótica do Eneagrama”.

“Foi uma oportunidade muito bacana, onde pude falar sobre o Eneagrama, dando um entendimento maior sobre a ferramenta, e enfatizar, aos profissionais de RH, a importância das competências emocionais como um diferencial de carreira”, conta Murilo sobre o evento.

Nossos sentimentos e emoções geram nossos comportamentos e, por muitas vezes, acabamos esquecendo que as emoções tem forte influência não somente em nossa vida pessoal, mas, também, em nossa vida profissional.

Conhecer as nossas emoções desperta em nós a capacidade de lidarmos melhor com elas, levando a respostas mais equilibradas nas situações do nosso dia-a-dia. Dessa forma, a competência emocional de um indivíduo reflete diretamente na qualidade de suas relações interpessoais, no seu desempenho profissional e no seu diferencial competitivo.

O autoconhecimento possibilita aprofundar o conhecimento de si mesmo e, no âmbito profissional, dá ao indivíduo um maior domínio das suas emoções e assim, mais condições de potencializar suas habilidades de liderança, negociação, resolução de conflitos e gestão de pessoas.

O Eneagrama é uma ferramenta simples e de utilização imediata na busca pelo desenvolvimento, gestão de pessoas, relacionamentos e, como consequência, diferencial de carreira.

Agradecemos a cada associado pela iniciativa de estar conosco nesse evento.

E você, compreende suas emoções?

Angry Birds e as duas faces da raiva

Quantas vezes tantos de nós, a partir de um estado de estresse e da sensação de indignação, mudamos nossa forma natural de agir, com uma comunicação mais agressiva e uma atitude mais impaciente? E quantas vezes, danificamos a relação com as pessoas de nossa família, de nossa equipe e até com nosso cliente? Estamos provavelmente agindo motivados pelo estado de tensão gerado pela emoção da raiva, que tende a gerar atitudes mais rígidas, onde exigimos muito de nós e dos outros. Mais uma vez um filme de animação vem nos falar sobre emoções, agora é a vez dos conhecidos personagens do jogo Angry Birds.

A animação conta a história de uma ilha habitada por muitos pássaros que não podem voar. Mesmo assim eles transbordam alegria por onde passam. Mas no meio do bando tem o irritado Red, o inconstante Bomba e o voador ágil Chuck, ambos têm problemas no controle emocional e de relacionamento com os demais, e por isso não são bem vistos pela comunidade em que vivem e que nunca tiveram seus valores reconhecidos.

O que Angry Byrds tem a nos ensinar sobre a emoção da raiva?

Quando misteriosos porquinhos verdes invadem a ilha onde moram, estes improváveis heróis são os responsáveis por descobrir qual o plano da gangue suína. É o momento que os 3 “indignados” amigos descobrem a importância em utilizar a sua raiva como impulso para fazer o que era necessário e a transformam em uma competência emocional capaz de motivar os demais pássaros da aldeia para juntos construírem uma forma de resolver seu problema.

De forma leve e divertida, o filme nos mostra que toda emoção tem um propósito de existir. E com a raiva não é diferente.

Como transformar a raiva em um diferencial?

Podemos direcionar a energia potencial que vem da emoção da raiva em atitude assertiva, para nos posicionarmos de maneira autoconfiante frente aos desafios do dia a dia. Podemos transformar essa rigidez em disciplina e foco para fazer as mudanças necessárias, e também em persistência para concluir aquilo que começamos.

O autoconhecimento permite trazer em termos de comportamento e atitude o que temos de melhor em nossa personalidade. Mudar hábitos não é fácil, mas é necessário. Se não alinhamos nossos pensamentos e sensações com nossas intenções, há um desequilíbrio emocional. Quando conseguimos nos conscientizar do nosso estado emocional, e aprendemos a lidar com ele, adquirimos uma condição mais favorável para ações bem direcionadas.

Lembre-se, toda emoção tem uma intenção produtiva. Descobrir a intenção por trás de uma emoção facilita a mudança da mesma e nos possibilita torna-la uma aliada na busca por nossos reais objetivos.

Texto de Luciano Iepsen.

O que as emoções tem a ver com performance profissional?

Quando pensamos em emoções geralmente pensamos em nossas vidas pessoais, mas e na vida profissional por que não fazemos o link com emoções? Em recente vídeo publicado pela Revista Exame, a Coach Eva Hirsch Pontes, nos provoca a pensar sobre as emoções no trabalho.

O fato é que não há uma distinção da vida pessoal e profissional quando falamos de emoções. Atualmente a performance profissional de um indivíduo está diretamente ligada ao que chamamos de inteligência emocional e a sua capacidade em gerir suas emoções. Ou seja, o quão hábil ele é em administrar o que sente e a forma como age. Dessa forma, a gestão emocional está intimamente ligada ao quociente emocional de cada indivíduo, que nada mais é o quanto cada indivíduo é inteligente emocionalmente.

A inteligência emocional é um conjunto de competências, que se desenvolvidas, torna-se a capacidade de reconhecer e compreender as emoções em si e nos outros, de pensar com clareza e objetividade sobre as emoções e usar esse conhecimento para gerir seu comportamento e relacionamento.

De acordo com Muriel Maignan Wilkins em publicação da Harvard Business Review, há comportamentos que se repetem em pessoas com baixa inteligência emocional. Aqui estão alguns deles:

  • Você frequentemente tem a sensação de que os outros não entendem o que você fala e isso o deixa frustrado.
  • Você se surpreende quando as outras pessoas se sensibilizam com seus comentários e sempre acha que elas estão exagerando.
  • Você acha que ter uma boa relação com as pessoas do seu trabalho não é algo importante.
  • Você cria, com relação aos outros, as mesmas expectativas que tem sobre si mesmo.
  • Você culpa os outros pelos problemas que sua equipe de trabalho enfrenta.
  • Você acha irritante quando alguém espera que você saiba como ele está se sentindo.

Para quem se reconheceu nesta lista, o autor sugere 4 estratégias para começar a trabalhar sua inteligência emocional. Aqui estão:

  1. Obter feedback.Peça e ouça o feedback. Não se torne defensivo ao que ouvir. Compreenda e utilize como propulsor de mudança em comportamentos negativos seus.
  2. Cuidado com a lacuna entre intenção e interpretação.Há uma grande diferença no que dizemos e no que os outros ouvem, ou seja, nem sempre a nossa intenção é a mesma que o impacto causado em quem nos ouve. Independentemente do que você pretende dizer, pense em como suas palavras vão afetar os outros e se é assim que você quer que eles se sintam.
  3. Pressione o botão de pausa.Ter alta inteligência emocional significa fazer escolhas sobre como você responderá a situações, em vez de ter uma reação instintiva. Portanto, ouça a si mesmo e pare para ouvir os outros.
  4. Usar ambos os sapatos.Desenvolva a empatia colocando-se verdadeiramente no lugar da pessoa, mas não descarte o que você sente. Tenha um equilíbrio em compreender o que é importante para você e para o outro.

Por fim, é importante ressaltar que é possível trabalhar a inteligência emocional e que o autoconhecimento tende a proporcionar uma constante busca por condições favoráveis à performance dos indivíduos, visto que também proporciona a automotivação e destaque seu potencial com base nas suas atitudes, forças e valores. A performance é a união entre conhecimentos e comportamentos, o diferencial está em fazer e em como fazemos com o que sabemos.

Quer ver o vídeo da Revista Exame? Clique aqui:

https://www.facebook.com/Exame/videos/vb.131180673952/10154304862188953/?type=2&theater¬if_t=comment_mention¬if_id=1465474144346309

Fonte: https://hbr.org/2014/12/signs-that-you-lack-emotional-intelligence#

O que job crafting tem a nos ensinar sobre inteligência emocional?

Algumas empresas, como a Google, estão utilizando uma técnica chamada Job Crafting, que permite aos indivíduos criarem seu próprio trabalho. O conceito de ‘job crafting’ foi desenvolvido pelas pesquisadoras norte-americanas Amy Wrzesniewski e Jane Dutton, em 2001. Para Dutton, “O Job Crafting faz parte da inovação e da adaptabilidade do trabalho. Ele alinha as pessoas de forma mais clara com os seus talentos, interesses e pontos fortes.”

A técnica consiste em redesenhar posições e direcionar suas atividades e relacionamentos para que se encaixem melhor a suas características, habilidades e pontos fortes. Dessa forma, o resultado é uma equipe mais engajada, produtiva, indivíduos felizes e entrega de melhores resultados.

A ideia não é avaliarmos técnica, mas o que está por trás dela. Dessa forma, avalie essas perguntas: Já começou uma faculdade e desistiu no meio do caminho? Já pensou em mudar de profissão? A rotina de trabalho te atrapalha? Sente-se estressado quando se vê sob pressão? Tem dificuldades em trabalhar em equipe? Não consegue delegar? Certamente você disse sim para algumas dessas perguntas. E você saberia explicar o porquê de isso ocorrer com você? Quais são e o porquê de suas escolhas, ações e reações? Quantas pessoas você conhece que são contratadas pelos excelentes currículos, mas demitidas por suas atitudes?

SE VOCÊ PUDESSE RECONFIGURAR PARTES DE SEU TRABALHO E TORNÁ-LO MAIS SIGNIFICATIVO, VOCÊ CONSEGUIRIA?

Há muito falamos sobre a importância de conhecer a si próprio. Ter claro quem se é, pontos fortes, vulnerabilidades e o que se quer ajuda o indivíduo a explorar o que é mais importante para ele no trabalho, proporcionando um maior engajamento e satisfação profissional.

É raro encontrar alguém que consiga ter a clareza desses pontos de modo satisfatório. Se você não souber localizar, denominar e desenvolver suas habilidades não alcançará os resultados que tanto deseja e nem conseguirá corresponder às expectativas da empresa.

É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos desempenham tanto na nossa vida pessoal, quanto profissional.

Segundo pesquisa da Catho, 80% das demissões não são referentes as habilidades técnicas, mas sim por questões comportamentais. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade, como relacionamento ruim com a equipe, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança.

O QUE PODEMOS APRENDER COM O JOB CRAFTING?

Podemos perceber que a inteligência emocional se tornou um fator de grande importância quanto ao desempenho profissional e pessoal de cada um, tanto quanto suas competências e aptidões técnicas.

Ser inteligente emocionalmente nos permite perceber melhor quem somos, construir e manter relacionamentos mais saudáveis, e tomarmos decisões mais claras e assertivas. Reconhecer quem se é possibilita que você tenha controle sobre seus resultados, contribuindo para seu crescimento pessoal e profissional.

Teste Eneagrama, fazer ou não fazer?

Você já deve ter lido ou ouvido falar sobre os testes de personalidade de Eneagrama que é possível encontrar em livros e sites. O Instituto Eneagrama não disponibiliza nenhum teste online, pois compreende que o processo de identificação do padrão comportamental, baseado no Eneagrama, é complexo e profundo e deve ser realizado com o acompanhamento de uma equipe certificada, qualificada e experiente no assunto.

A metodologia prática e exclusiva do Instituto Eneagrama incentiva os participantes a realizarem uma investigação de como os elementos descritos através do Eneagrama estão presentes em suas vidas, e em que situações são benéficos ou prejudiciais. O objetivo principal é ampliar a consciência de nós mesmos e das diferenças entre pessoas, aprendendo respeitar a si e aos outros.

A descoberta do perfil se dá através das vivências, exemplos práticos e participação de cada participante. Somente na 5ª sessão é possível que cada indivíduo esteja apto a identificar qual o seu padrão de comportamento. O processo é mais profundo do que a aplicação de um questionário, que responde a curiosidade inicial, mas que não fornece as ferramentas e conteúdos práticos necessários para que o indivíduo possa utilizar em seu dia a dia.

O teste não deve ser visto como balizador e determinante na sua caminhada do autoconhecimento através do Eneagrama. Utilizar o Eneagrama nos permite reconhecer como cada uma das 9 emoções está presente em nossas vidas e, consequentemente, qual é a mais presente e predominante. Quando este trabalho é dirigido, como no Instituto Eneagrama, o participante reconhece que, mesmo agindo de maneira diferente a cada situação e descobrindo coisas em si de cada um dos 9 padrões, existe uma motivação básica tão inconsciente quanto constante. Que cada fase está envolvida com um conjunto de emoções e uma mesma como predominante. Que ao longo da vida buscamos a mesma coisa, de formas diferentes.

A ampliação da consciência de nós mesmos e das pessoas que nos rodeiam, permite buscar novas maneiras de nos expressarmos, respondendo mais aos nossos reais anseios e menos aos desejos relacionados ao padrão de comportamento.

Quer conhecer mais do Eneagrama e de si?

Conte com uma equipe qualificada e certificada no assunto. Procure uma de nossas franquias emhttp://www.ieneagrama.com.br/agenda

Eneagrama, equilíbrio emocional e os desafios da personalidade

Conhecer os mecanismos de sua personalidade eleva a capacidade de perceber quais são os pontos negativos, e como eles aparecem e interferem na sua vida.

Rotina intensa, falta de tempo, mercado competitivo, pressões diárias, exigências internas, frustrações pessoais… Essas são algumas causas de dificuldades e desequilíbrios emocionais.

Alguma vez você já se percebeu impulsivo demais com as pessoas? Ou já se pegou dizendo sim, quando na verdade gostaria de ter dito não? Ou já pensou que sempre algo errado acontece com você? Já ficou irritado com o ritmo lento do outro? Alguma vez já se aborreceu coma rotina? Já se percebeu sendo frio com alguém? Ou já perdeu o sono por estar preocupado? Já deixou de dizer o que pensava para não brigar? Já ficou frustrado por não ser reconhecido?

Acredito que você tenha respondido SIM para algumas dessas perguntas. E que, em pelo menos uma delas, esse comportamento já aconteceu repetidas vezes.

Estas e muitas outras atitudes automáticas são disparadas como mecanismos de defesa da nossa PERSONALIDADE, que sofre grande influência de nossas EMOÇÕES.

Muitas reações acontecem por não sabermos lidar com nossas emoções e pela falta de AUTOCONHECIMENTO.

O autoconhecimento permite a tomada de consciência de quem se é de verdade. É perceber seus principais condicionamentos e poder avaliar se são positivos ou negativos. Muitas vezes pagamos um preço muito alto pela falta dessa avaliação, com prejuízos nas relações, na saúde ou na carreira.

Conhecer os mecanismos de sua personalidade eleva a capacidade de perceber quais são os pontos negativos, e como eles aparecem e interferem na sua vida. Assim você pode administrá-los um a um. Da mesma forma, reconhecer seus pontos fortes permite colocar mais foco nas qualidades, aumentando sua autoconfiança, e mostrando ao mundo o que você tem de melhor.

Você pode conhecer melhor como funciona a sua personalidade através de uma ferramenta chamada ENEAGRAMA.

O Eneagrama é um símbolo processual, utilizado em diferentes tipos de estudos, e nas últimas décadas vem se configurando como uma importante ferramenta no campo do autoconhecimento e nas relações interpessoais.

Existem diversas abordagens a respeito do Eneagrama. O Instituto Eneagrama segue a linha baseada nas pesquisas psicológicas com fundamento comportamental iniciadas no Chile por Oscar Ichazo e Claudio Naranjo, e difundidas posteriormente no meio acadêmico pela psicóloga e pesquisadora americana Helen Palmer.

Através de um processo de treinamento, você tem a oportunidade de conhecer os nove perfis de comportamento existentes, entendendo motivações e sentimentos por trás das ações e reações, permitindo que você trabalhe SEUS pontos fortes e fracos.

Dessa forma, o Eneagrama ajuda as pessoas a se autoconhecerem e identificarem seu próprio perfil de personalidade. Através de exercícios de autopercepção, promove que cada um assuma conscientemente o que é, e principalmente, perceba que as emoções bem equilibradas podem trazer habilidades e talentos únicos.

Assim, despido de suas máscaras, o indivíduo percebe que cada pessoa também tem sua personalidade, e afina sua sensibilidade em perceber e entender que o outro “funciona” de forma diferente. Isso permite que as relações sejam mais saudáveis, que diminuam os conflitos e que cada um assuma a responsabilidade, ao invés de ficar procurando culpados para seus infortúnios e frustrações.

O Instituto Eneagrama trabalha com uma metodologia prática baseada na evolução do comportamento humano, acrescentada da teoria das tensões corporais, de Wilherm Reich, psiquiatra contemporâneo de Freud, que baseou-se no fluxo energético das couraças musculares, que sustentam uma determinada forma de pensar, sentir, agir e reagir aos estímulos internos e externos.

Os treinamentos são conduzidos por instrutores altamente preparados através de uma metodologia especialmente desenvolvida e atualizada continuamente. E a linguagem é simples, tornando mais fácil a compreensão de algo tão complexo quanto o comportamento humano.

Essa simplicidade permite sua utilização imediata como ferramenta de desenvolvimento, gestão de pessoas e relacionamentos.

O Eneagrama aplicado no ambiente corporativo:

No mundo corporativo, o Eneagrama pode ser aplicado no trabalho de entrosamento das equipes. Quando as pessoas compreendem que cada indivíduo tem uma estratégia inconsciente que orienta seus comportamentos e verdades, muitos conflitos se resolvem automaticamente, dando espaço a um clima de maior respeito.

A ferramenta ajuda na melhora da qualidade do diálogo, dando maior aceitação ao outro em suas diferenças, pois é possível compreender conscientemente as intenções que existem por trás das ações, diminuindo os mal-entendidos e as falhas na comunicação.

A medida que busca aprofundar o conhecimento de si mesmo, passa a ter maior domínio das suas emoções e assim, mais condições de potencializar suas habilidades de liderança, negociação, resolução de conflitos e gestão de pessoas.

Ter equilíbrio emocional é fundamental. E com o Eneagrama é mais fácil!

Uma pessoa que se conhece e lida bem com suas emoções, estará mais preparada ao tomar decisões importantes, pois terá maior discernimento de suas capacidades, e não se sentirá culpada caso seja uma decisão que não agrade a maioria. Clareza e equilíbrio entre o pensar, sentir e agir, (e menos reagir), trará resultados superiores e, acima de tudo, paz de espírito.

Artigo publicado na edição de agosto de 2015 na Revista Dr. Saúde.

Conheça as nove emoções que influenciam a sua vida

O eneagrama é o mapa que descreve essas nove emoções e como cada uma delas está diretamente relacionada a um Padrão de Comportamento.

Dessa forma, cada indivíduo possui uma emoção principal que geram seus mecanismos de defesa, que são inconscientes e assumem a maneira como se percebe a realidade.

Raiva, orgulho, vaidade, inveja, avareza, medo, gula, luxúria e indolência são as 9 emoções que influenciam diretamente em nossas vidas e na forma como a realidade é percebida por cada um de nós.

Para que você compreenda, tomemos como exemplo a Raiva, que é uma das emoções investigadas. Quando ela é um mecanismo de defesa, também chamada de Vício Emocional, para o indivíduo, é justificada com a atitude esforçada e auto-imagem virtuosa – Eu estou fazendo a minha parte. É uma pessoa conhecida por tere um alto nível de exigência, constrói uma vida regida pelo esforço voltado ao que é “certo”, tornando-se crítico, julgador, exigente consigo e com os outros. Assim afasta-se do que quer, reprimindo qualquer sentimento que venha em favor disso, em favor do que se “deve querer”. “Tenho vontade de descansar, mas não é certo, devo me esforçar mais” ou “Se eu faço o outro também deve fazê-lo”. Assume uma máscara de disciplina que apenas justifica sua Raiva inconsciente.

Todos nós temos 9 emoções básicas que influenciam diretamente nossas vidas, cada um tem a sua forma de ver e compreender o mundo que nos cerca, por isso que muitas vezes não conseguimos compreender a forma como as pessoas agem, se manifestam e encaram situações.

Compreender que cada um de nós é motivado por uma emoção e que ela é a responsável por nossas atitudes é o primeiro passo para o autoconhecimento e desenvolvimento humano.