Você está se comunicando ou apenas impondo a sua opinião nos outros?

Você está se comunicando ou apenas impondo sua opinião aos outros?

Pode até parecer óbvio, mas ter uma boa comunicação e a capacidade de interagir com os colegas de trabalho é uma soft skill que é muito valorizada em profissionais que desejam alcançar posições estratégicas nas empresas – e também para o dia a dia, é claro.

Saber se expressar em diferentes situações e envolver quem está ouvindo no momento certo e com as palavras certas pode te ajudar a convencer clientes, explicar ideias, estabelecer uma estratégia, defender um ponto de vista. 

É bem diferente de impor as suas palavras no outro, manipular ou até mesmo chantageá-lo de alguma forma, no meio da comunicação. E as vezes isso acontece sem perceber! 

A comunicação é o aspecto chave das relações e é fundamental para garantir uma boa troca e evitar desentendimentos!

Pensando nisso, separamos algumas dicas simples que podem ajudar você a aprimorar a sua comunicação:

1. Faça perguntas abertas

São aquelas que permitem uma diversidade de respostas, sem limitar ou restringir os outros a poucas opções, como “sim” ou “não”. Ao invés disso, você pode guiar o outro com perguntas como “você pode esclarecer o seu ponto?” para ter certeza do que ela está querendo dizer.

2. Aprenda a escutar mais

A maior parte das pessoas, enquanto conversa com outras, está focada no que vai dizer e não no que está ouvindo. Escutar é a parte mais importante da comunicação e também a que as pessoas têm mais dificuldade. 

3. Seja empático

A empatia tem o poder de melhorar a comunicação entre as pessoas, pois ela auxilia a compreender melhor a perspectiva do outro, é o que diz Daniel Goleman, psicólogo considerado o pai da Inteligência Emocional.

Mas, para ser empático, antes será preciso praticar a escuta ativa, um não é possível sem o outro.

4. Seja transparente e objetivo

Quase ninguém fica feliz quando está falando com uma pessoa e ela fica simplesmente girando em círculos, no mesmo lugar. Para isso não acontecer é preciso de prática, entender quais são os pontos importantes do que você quer dizer e passar as informações importantes!

É preciso ter assertividade passando as opiniões e as informações necessárias de forma segura, clara e objetiva.

Aqui no IE nós sabemos que o caminho para o futuro está nos relacionamentos e nas pessoas, independente de como está a sua comunicação com o outro agora, ela pode sempre melhorar. 

 

O que o Eneagrama pode fazer pela relação entre mãe e filho?

O que o Eneagrama pode fazer pela relação entre mãe e filho?

 

Mãe, tem aquelas sensíveis e amorosas, outras mais pragmáticas e objetivas e ainda há as mães planejadoras e pacientes.

A minha é daquelas bem objetivas, uma mulher convicta, cheia de poder pessoal, daquelas que são mães de seus filhos e porto seguro para mais uma legião de pessoas ao seu redor.

Quando eu olhava para ela, enxergava só força e firmeza, nenhuma vulnerabilidade ou fraqueza, quando eu olhava para mim em contraste com aquela força toda, me via pequena, indefesa e sem força.

Até o dia que a gente se conheceu mais profundamente, graças ao Eneagrama e ao processo de autoconhecimento, entendi que por trás de toda aquela convicção e seriedade, morava uma mulher que também tem suas dores, inseguranças e momentos de vulnerabilidade, e só depois disso consegui enxergar em mim uma força que não sabia que existia, vi que dentro de mim também há um pouco de minha mãe e dentro dela, havia também um pouco de mim.

Minha mãe, mulher guerreira, professora de tantos, aprendiz da vida, minha mãe também chorava, ela também sofria e isso não a fazia menos incrível ou menos forte, isso a fazia ainda mais uma mulher de fibra e inspiração para mim, sua filha.

Mães sofrem caladas, seguram as pontas e fazem das tripas coração para garantir que nós filhos, possamos viver e se jogar na vida com o máximo de proteção e orientação delas.

Amor de mãe pode vir de várias formas, seja ela uma mulher mais emocional, racional ou prática… amor se mostra de muitas maneiras, e hoje, no dia delas, das mais variadas mães desse mundão, o que desejamos é que o amor de mãe e o amor de filhos consigam se encontrar, mesmo que diferentes possam reconhecer o amor em atitudes, declarações, presentes, conselhos e cuidado.

Texto: @bastos_pn Diretora de Instrução do @ieneagramabr

 

Melhore a sua relação com sua mãe ou filho!

“stresslaxing” – o ato de se sentir estressado enquanto está tentando relaxar

“Stresslaxing” – o ato de se sentir estressado enquanto está tentando relaxar

Você é daquelas pessoas que conta os dias e os minutos até algum feriado ou período de férias? Sabia que para algumas pessoas, descansar e relaxar é uma coisa assustadora.? Eles enlouquecem enquanto relaxam.

Um termo estranho, sem tradução direta aqui no Brasil, mas já se escuta falar dele lá fora há anos, o “stresslaxing” descreve a sensação de estar tentando relaxar e – ao mesmo tempo – estar muito ansioso por não conseguir relaxar.

Você já tentou relaxar, apenas para se sentir sobrecarregado com o sentimento de estresse e pensamentos negativos? Por exemplo, você tenta meditar, sair para caminhar ao ar livre, simplesmente sentar para observar o dia escutando música, buscando um momento de relaxamento e tudo que consegue é: ficar constantemente pensando nos problemas que precisa resolver, nos que já foram resolvidos e ainda nos que nem surgiram.

Acontece que muitos de nós experimentamos isso – e é por isso que alguns usam o termo em inglês “stresslaxing”.

O fenômeno, conhecido como ansiedade induzida pelo relaxamento, acontece quando as pessoas ficam ansiosas como resultado de estarem relaxadas. Embora pareça contraditório, atividades como exercícios, ouvir música ou tirar férias desencadeiam sentimentos de ansiedade.

Essa sensação é comum e acontece entre 30% e 50% das pessoas quando tentam fazer atividades relaxantes, causando sintomas de estresse, um tiro no pé.

O pior de tudo é: isso pode se tornar um ciclo vicioso, uma vez que quando estressado, você precisa fazer algo para desestressar. Imagine ficar mais estressado, por diferentes motivos, toda vez que tentar relaxar?

“Alguém com medo de relaxar é capaz de relaxar inicialmente”, diz Christina Luberto, doutoranda em psicologia da Universidade de Cincinnati, que desenvolveu um questionário, conhecido como Índice de Sensibilidade ao Relaxamento, para aprender mais sobre essa situação. “Mas uma vez que eles começam a se sentir relaxados, eles começam a se sentir ansiosos como resultado.”

Cada pessoa – e cada personalidade – age de forma diferente quanto ao “stresslaxing” e algumas personalidades estão mais propensas a essa sensação do que outras!

É fundamental identificar qual está sendo o gatilho desse fenômeno em sua personalidade. Por exemplo, o medo de errar pode ser um dos gatilhos mais comuns para o “stresslaxing”, bem como o medo de perder o controle ou o medo de desagradar as pessoas. 

É comum também observar no medo de não atingir resultados ou medo de gerar conflitos como gatilhos potentes para esta sensação.

Mas ainda existe o medo de não ter a devida atenção das pessoas, medo de depender de alguém ou ainda de ser subjugado por alguém, bem como o medo de desagradar as pessoas e o medo de ter que lidar com dores e situações de desconforto posteriores ao se permitir relaxar.  

Seja qual for o medo é necessário estar atento para verificar se o gatilho que você está tendo para este “stresslaxing” está vindo da sua personalidade ou pode ser um indício patológico.

Olhar para dentro, se entender, observar e ter auto cuidado é fundamental para que possamos ter maior domínio de nossas ações e reações, mas principalmente termos maior gestão de nossos resultados e relacionamentos.

 

E quando você é Will Smith? O impacto de situações de altas emoções

E quando você é Will Smith? O impacto de situações de altas emoções

 

Existem alguns trabalhos que podemos chamar de serviço de alta emoção ou eventos de alta emoção. 

Por exemplo, um cirurgião realiza um serviço de alta emoção no atendimento de um pronto socorro ou mesmo em uma cirurgia, bem como um piloto de avião com a responsabilidade de decolar e pousar a milhares de km levando dezenas de vidas na confiança de seus equipamentos e preparo técnico. 

A pressão envolvida em ambos é gigantesca, portanto o preparo mental e emocional para estas pessoas é algo fundamental.

Mas uma coisa é você ter um trabalho de ALTA EMOÇÃO, outra totalmente diferente é você eventualmente estar em situações de alta emoção. 

Diferente de um piloto ou médico que está sempre alerta e o mais preparado possível para aquele momento, se momentos de ALTA EMOÇÃO forem raros em sua vida é possível que você não tenha a melhor das reações emocionais.

Mais do que julgar entre certo e errado a reação do Will Smith, após a “piada” (entre muitas aspas) feita por Chris Rock no Oscar, o melhor exercício que podemos realizar é olhar para nós mesmos e refletir sobre como NÓS reagimos em momentos de ALTA EMOÇÃO.

Muitas vezes gostamos de pensar que em uma situação, como por exemplo em um assalto, nós reagiremos adequadamente, sem colocar sua vida em risco ou muito menos tornar ainda mais tensa uma situação que já está caótica. 

Mas aí, quando alguém lhe assalta, você se vê repentinamente reagindo ao assaltante, entrando no combate físico por querer proteger a si mesmo ou alguém da sua família.

É muito fácil dizer que jamais reagiria da forma como Will reagiu, que você pararia para pensar antes, que ao invés de uma violência física, você teria colocado o Chris no lugar dele com palavras ou somente desprezo… ou que ainda você no lugar de cônjuge de uma pessoa que sofre de uma doença, saberia separar a piada da dor da pessoa que você ama e, portanto, não faria nada além de entrar na brincadeira.

No lugar do outro, sempre costumamos acreditar que faríamos melhor, que teríamos posturas mais maduras e adequadas diante de determinada situação altamente impactante emocionalmente.

Mas o fato é: nós somos Will Smith diariamente em diversas situações, expressamos nossa raiva, somos hostis com quem amamos e justificamos culpando as outras pessoas. 

Nós somos Will, seres humanos altamente impactados por reações emocionais, entender esse nosso lado e conhecê-lo a fundo é a melhor forma de você estar mais atento na hora de reagir com as pessoas à sua volta.

E você? Impactado emocionalmente tem dado tapas na cara de quem ama? Tem dado tapas na cara de si mesmo? Tapas podem ser físicos, verbais e podem acontecer no silêncio da sua intimidade, quando seu coração quer algo e sua razão insiste que aquele caminho é impossível.

No Oscar Will Smith apenas escancarou sua humanidade em um dos palcos mais assistidos do mundo, jogue pedra quem quiser, mas nessa história toda há mais telhados de vidro do que gostaríamos de assumir.

O que o filme RED tem a ver com autoconhecimento?

‘RED: Crescer é uma fera’: O que o filme ensina sobre comportamento humano?

‘RED: Crescer é uma fera’: O que o filme ensina sobre comportamento humano?

A nova animação da Disney veio para nos fazer refletir sobre nosso lado sombrio e nossa dificuldade de aceitar e lidar com partes de nosso jeito de ser.

A animação possui camadas e camadas de análise comportamental, desde a tendência infantil de buscar aprovação dos seus pais de forma a até sufocar partes de nossa personalidade e nossas escolhas para não desagradar quem amamos e buscamos ser amados. 

A personagem principal, Mei Lee, mostra logo no início da história uma certa ambiguidade entre fazer o que se quer e fazer o que esperam dela. Lidar com as expectativas que os outros depositam sobre nós talvez seja uma das maiores angústias do ser humano, especialmente na infância e adolescência – mas está cheio de adultos sofrendo com isso. 

O filme ainda mostra o quanto a raiva, quando usada com consciência, pode ser uma emoção que te gera senso de responsabilidade, comprometimento, esforço e disciplina. Assim como todas as emoções humanas, sempre irão agregar recursos comportamentais.

Mas a grande sacada da saga da personagem principal está justamente entre escolher sufocar suas emoções mais fortes e agressivas ou aceitar que elas fazem parte de sua personalidade e são importantes para construção de suas escolhas e vida.

Um filme para refletir e ainda mais para nos fazer compreender a importância de não demonizar nossas emoções ou mesmo tentar reprimi-las, conviver com elas de maneira consciente e madura será sempre o melhor caminho para fazer escolhas emocionalmente inteligentes, e o melhor caminho para fazer isso será sempre o AUTOCONHECIMENTO EMOCIONAL!

Por que investir na diversidade emocional no recrutamento e seleção?

A busca por mais que um currículo técnico cresce

Muitas empresas já se empenham em buscar profissionais com habilidades que vão além das suas competências técnicas que comumente se enxergam nos currículos: curso tal, com capacitação em tal, com pós graduação em tal… Claro, essas competências são essenciais, mas não são só elas que importam.

Soft skills são tão importantes quanto as hard skills, inteligência emocional é a principal citada quando pesquisamos sobre diversidade de habilidades nas seleções de emprego. As soft skills são habilidades que estão relacionadas com a interação entre as pessoas dentro da empresa, são importantes principalmente quando pensamos no comportamento em equipe. 

Mas muito além das soft skills 

O ponto que queremos endereçar aqui é a diversidade emocional de acordo com cada tipo do Eneagrama

Em muitos treinamentos in company feitos pelo Instituto Eneagrama, foi possível perceber a pouca diversidade de personalidades nas empresas, principalmente nos cargos mais elevados, como diretoria, gestores e líderes. 

Muitas vezes, isso acaba gerando barreiras emocionais, que impedem um bom funcionamento e desenvolvimento das empresas. Essa falta de diversidade pode levar à estagnação, uma vez que o comportamento de todos é similar, não há maneiras de evoluir.

Imagine o cenário: uma determinada empresa resolveu fazer o treinamento do Eneagrama da Personalidade e acabou por descobrir que 60% do seu quadro de diretores e líderes se identificava com o tipo 6 no Eneagrama, que tem como vício emocional o MEDO.

Esse MEDO, por ser um vício emocional, em doses elevadas, pode fazer com que os diretores e líderes se tornem apreensivos, com receio de mudanças, apegados a uma determinada “lei ou ordem” que os levará sempre pelo mesmo caminho, impedindo a empresa de crescer.

Agora, se este quadro tiver, por exemplo, uma porcentagem maior de personalidades como o tipo 7, que são conhecidos por buscarem mais aventuras, mudanças, experiências novas, a empresa pode começar a visualizar outros caminhos para atingir suas metas, podendo obter resultados até melhores em menos tempo!

São tantas as variáveis e questões inconscientes envolvidas no modo de cada colaborador ser e agir, que é desafiador encontrar a origem de suas ações e reações. É uma jornada que, muitas vezes, optamos por não trilhar, diante dos grandes desafios que uma evolução comportamental pode apresentar.

Uma vez que você entende as personalidades do Eneagrama, é possível também alocar as pessoas dentro da empresa, dentro dos projetos e das tarefas, para que cada personalidade possa contribuir com o melhor das suas habilidades. 

Evoluir a inteligência emocional e ter autoconhecimento é o primeiro passo para reconhecer como a diversidade emocional pode auxiliar uma empresa a crescer. 

Empresas inovadoras entendem a importância da inteligência emocional para as pessoas e o impacto que isso gera nos seus resultados. Quando são focadas em performance sabem que uma liderança inteligente emocionalmente é essencial para o sucesso de cada projeto realizado, decisão tomada e estratégia praticada. 

Equipes são potenciais ilimitados que nem sempre recebem a oportunidade de se manifestar. Mas quando estimuladas podem desenvolver relacionamentos produtivos e, por consequência, resultados além do esperado.

Busque a evolução da sua equipe e busque pela diversidade emocional! 

A Inteligência Emocional como base do sucesso em vendas

Você se prepara para uma venda ou negociação e está consciente do que deve ser feito para atingir o sucesso.

Sabe tudo sobre o produto, conhece o cliente e suas dores, tem a certeza de que tem a solução e, ainda assim, você fracassa. Você faz tudo, levanta cedo, faz agendamentos, é pontual e dedicado, mas nada disso tem efeito nos seus resultados.

Se isso já aconteceu com você, o motivo pode estar em não saber gerenciar o campo emocional de um processo de vendas e negociação.

Como a venda ou não venda anterior impacta a seguinte?

Receber um “sim” ou “não” no atendimento anterior impacta emocionalmente na sua atitude. E ambas podem ser uma tragédia para a próxima venda ou um trunfo, depende do quanto você consegue compreender o impacto do “não” e do “sim” em sua personalidade.

A sensação de insegurança que toma conta 

O ‘não’ pode lhe deixar inseguro para a próxima venda e o comprador não conseguirá sentir firmeza em você ou até mesmo prendê-lo naquilo que você falhou na abordagem anterior, mantendo-o focado em como refinar a próxima. 

A autoconfiança

O ‘sim’ pode te deixar com grande autoconfiança para a próxima venda, mas essa autoconfiança pode fazer o comprador sentir que você está sendo arrogante, e talvez nem ele saiba o motivo, mas algo dentro dele causou uma sensação negativa sobre você.

Perceba que a decisão foi baseada no sentir algo sobre você, ou seja, as decisões em vendas em sua grande maioria são decisões emocionais. E saber como você reage emocionalmente e como sua reação impacta emocionalmente suas vendas é fator determinante para alcançar melhores resultados.

Para desenvolver esta capacidade é necessário expandir sua inteligência emocional, começando pelo autoconhecimento emocional e auto observação. Não é possível dominar aquilo que você não conhece, então é fundamental entender como suas emoções funcionam, para que você possa interpretá-las com exatidão, entendendo como elas podem impactar negativamente seu desempenho e seus relacionamentos.

Vendedores medianos acreditam que a preparação técnica basta para chegar aos resultados desejados e deixam de lado a preparação emocional, mas vendedores com grande Inteligência Emocional entendem a importância de dominar a principal ferramenta de um processo de vendas, dominar a si mesmo.

Para isso, comece pelos nossos treinamentos! Clique aqui!

Você já parou pra pensar na importância de estar em uma zona de conforto?

É literalmente NECESSÁRIO estar em uma situação confortável para poder produzir, criar, se relacionar, liderar e até amar!
Realizar essas e outras atividades estando desconfortável ou sentindo dor, é tão angustiante que falhamos, sofremos, machucamos a nós mesmos e aos que nos cercam… e nem sempre percebemos que tudo isso só aconteceu, pois estávamos tentando realizar algo com uma situação de DESCONFORTO!

Mas então eu devo permanecer na zona de conforto?
SIM!

Mas eu não corro o risco de ficar estagnado?
SIM! E talvez até esteja!

Então o que eu devo fazer?
EXPANDIR sua zona de conforto!
É isso mesmo, desenvolver-se a ponto de tornar confortável pequenas atividades do dia a dia que hoje te geram DOR ou FRUSTRAÇÃO!

Existe um passo a passo para expandir essa zona de conforto.
Para isso existem algumas etapas:

1 – Reconhecer que você está na zona de estagnação, avaliando os impactos que esta zona está causando em seus resultados e relacionamentos.

2 – Encarar suas crenças e limitações de frente, perceber seus comportamentos, inseguranças, baixa auto confiança. Com isso você entra na zona do medo, onde você se olha de maneira honesta e amadurece o seguinte entendimento: algo precisa ser feito.

3 – Zona de aprendizado, através do autoconhecimento e desenvolvimento de consciência e inteligência emocional, é possível você começar a aprender os SEUS mecanismos emocionais, os seus talentos naturais e a sua maneira de produzir, criar, se relacionar, liderar e amar, compreendendo com profundidade quem você é, será possível então impulsionar sua zona de conforto para a última zona.

4 – Zona de crescimento, onde você consegue colocar em prática novos comportamentos, sentindo-se mais confortável em realizar atividades que antes geravam resultados frustrantes. É o momento em que a sua zona de conforto se transforma em um ambiente produtivo, superando desafios, desenvolvendo a resiliência necessária para se sentir confortável, realizado profissionalmente e feliz em suas relações.

Conforme você vai avançando em cada uma das etapas você aumenta a dimensão da zona em que você se sente confortável. O importante é entender que voltar para a zona de estagnação é algo que pode acontecer quando você se autossabota ou acredita que já evoluiu ou aprendeu o suficiente em sua vida.

Cada uma destas etapas envolverá um trabalho profundo de olhar para si e uma transformação diária de atitude.

Quer saber como os nossos treinamentos te ajudam a impulsionar essa evolução em cada uma dessas 4 etapas?
Entre em contato com a gente aqui pelo whats!

Você já parou pra pensar na importância de estar em uma zona de conforto?

É literalmente NECESSÁRIO estar em uma situação confortável para poder produzir, criar, se relacionar, liderar e até amar!
Realizar essas e outras atividades estando desconfortável ou sentindo dor, é tão angustiante que falhamos, sofremos, machucamos a nós mesmos e aos que nos cercam… e nem sempre percebemos que tudo isso só aconteceu, pois estávamos tentando realizar algo com uma situação de DESCONFORTO!

Mas então eu devo permanecer na zona de conforto?
SIM!

Mas eu não corro o risco de ficar estagnado?
SIM! E talvez até esteja!

Então o que eu devo fazer?
EXPANDIR sua zona de conforto!
É isso mesmo, desenvolver-se a ponto de tornar confortável pequenas atividades do dia a dia que hoje te geram DOR ou FRUSTRAÇÃO!

Existe um passo a passo para expandir essa zona de conforto.
Para isso existem algumas etapas:

1 – Reconhecer que você está na zona de estagnação, avaliando os impactos que esta zona está causando em seus resultados e relacionamentos.

2 – Encarar suas crenças e limitações de frente, perceber seus comportamentos, inseguranças, baixa auto confiança. Com isso você entra na zona do medo, onde você se olha de maneira honesta e amadurece o seguinte entendimento: algo precisa ser feito.

3 – Zona de aprendizado, através do autoconhecimento e desenvolvimento de consciência e inteligência emocional, é possível você começar a aprender os SEUS mecanismos emocionais, os seus talentos naturais e a sua maneira de produzir, criar, se relacionar, liderar e amar, compreendendo com profundidade quem você é, será possível então impulsionar sua zona de conforto para a última zona.

4 – Zona de crescimento, onde você consegue colocar em prática novos comportamentos, sentindo-se mais confortável em realizar atividades que antes geravam resultados frustrantes. É o momento em que a sua zona de conforto se transforma em um ambiente produtivo, superando desafios, desenvolvendo a resiliência necessária para se sentir confortável, realizado profissionalmente e feliz em suas relações.

Conforme você vai avançando em cada uma das etapas você aumenta a dimensão da zona em que você se sente confortável. O importante é entender que voltar para a zona de estagnação é algo que pode acontecer quando você se autossabota ou acredita que já evoluiu ou aprendeu o suficiente em sua vida.

Cada uma destas etapas envolverá um trabalho profundo de olhar para si e uma transformação diária de atitude.

Quer saber como os nossos treinamentos te ajudam a impulsionar essa evolução em cada uma dessas 4 etapas?
Entre em contato com a gente aqui pelo whats!

Sabe por que é tão difícil tomar uma decisão?

Sabe por que é tão difícil tomar uma decisão? Porque, ao escolher um caminho, inevitavelmente outro fica para trás. Uma parte de nós fica presa a essa realidade que poderia ter acontecido, mas que não aconteceu. Uma parte de nós fica sonhando com finais alternativos, em que nossa vida é completamente diferente. E é muito comum que esses pensamentos venham no meio da noite: você está deitado de costas na cama, com os olhos abertos na escuridão, pensando que rumo as coisas teriam tomado se você, dez anos atrás, tivesse dito “sim” ao invés de “não” naquela fatídica terça-feira chuvosa. Cada vez que optamos por algo, somos obrigados a renunciar a outra opção. E aí vem o medo de ter tomado o caminho errado, como se nunca mais fosse possível trocar a rota.

Decidir também implica em assumir as consequências dessa decisão. O interessante é que, se essas consequências são positivas, a tendência é que as recebamos de bom grado, enquanto os resultados negativos nos tiram o sono – mesmo quando eles habitam apenas a nossa imaginação. Para fugir da dor dessas consequências e para fugir do medo de ter escolhido a pior opção, você se convence de que está tudo bem do jeito que está. Que você consegue suportar a rotina massacrante na qual vive. Que você até talvez seja feliz… Para fugir da dor, você não decide. Você procrastina porque está com medo e acaba deixando coisas inacabadas para trás. Sonhos pela metade. E algumas frustrações também.

É normal ter medo do desconhecido, até porque ele pode ser imprevisível. Lembra quando você era criança e acordou assustado porque achou que havia uma pessoa no seu quarto, mas na verdade era só uma cadeira cheia de roupas? Nossa imaginação é fértil – e é ainda mais criativa quando não damos uma conclusão aos acontecimentos. Ficar em cima do muro e não decidir é um prato cheio para a ansiedade. Mas se é tão normal sentir medo do futuro, deve haver uma utilidade para isso, não é? Não gastaríamos tanta energia de vida à toa?! O medo é útil na medida em que nos ajuda a encontrar a solução mais segura, no meio de tantas opções, para realizarmos nossos objetivos. Quando nos paralisa, o medo nos atrapalha.

Lembra daquela outra vez, quando você estava com medo de reprovar na escola, e se dedicou a estudar a matéria com afinco até sanar todas as suas dúvidas? Aqui o medo agiu como alavanca e o ajudou a alcançar o seu objetivo.

A emoção era a mesma: o mesmo medo que nos faz fantasiar sobre os monstros no quarto é o medo que nos ajuda a ir bem na prova. Mas tudo parte de uma decisão. Decidir, ao mesmo tempo em que representa um corte na nossa vida (já que algo sempre fica para trás), é a mola propulsora que nos leva um pouco mais perto da vida que estamos querendo viver.

E uma grande decisão, como casar ou trocar de emprego, geralmente envolve grandes consequências. A vida não será mais a mesma depois que duas famílias se unirem – ou se separarem -, mas é preciso decidir. A indecisão é asfixiante. Decidir é o que dá ritmo à vida. É o que nos faz pulsar. Em 2021, tire seus planos da gaveta e decida viver uma vida mais cheia de energia, vontade e ânimo. Até quando você vai deixar que as outras pessoas façam isso por você?

Que história você vai contar?

Que 2020 foi um ano exaustivo ninguém dúvida. Nossa saúde sofreu – física, mentalmente e emocionalmente. Quase não reconhecemos as pessoas ao nosso lado. Falamos coisas que não deveríamos. Fomos testados de todas as formas. Estresse, depressão, burnout: foi o ano em que as fronteiras entre trabalho e lazer ficaram cada vez mais imperceptíveis e nebulosas. Quem diria que seria um ano tão desafiador?

São em momentos como esse que mais ficam evidentes nossas fragilidades emocionais.

Podemos nos perceber ainda mais irritados, impacientes ou ansiosos, causando ainda mais estresse no ambiente familiar e de trabalho, intensificando conflitos, comprometendo nosso bem-estar e diminuído nossa produtividade.

Fomos obrigados a olhar para nossa saúde física e emocional de forma proativa e ressignificar a forma como encaramos nossas emoções.
As emoções não devem ser reprimidas ou ignoradas do tipo: “eu não posso sentir isso agora. Isso vai me atrapalhar e eu tenho um monte de coisas para fazer.” As emoções devem sim ser expressadas, compreendidas, aceitas e integradas.

Tentar impedir que as emoções não se expressem podem trazer problemas muito maiores e mais graves.

Olhando para trás, talvez você não esteja satisfeito com os resultados de 2020. Mas pense bem: diante de tudo que aconteceu, será mesmo que não há motivos para comemorar? Nem ao menos uma razão, por menor que seja? Tudo bem não ter dado conta de tudo. Tudo bem ter ficado irritado. Tudo bem não ter lidado bem com as tempestades da vida. Ninguém é o Super Homem ou a Mulher Maravilha para ter saído ileso de um período como os últimos meses – e nem eles mesmos saem sem arranhões das batalhas que enfrentam. Então relaxa: você fez o melhor que pôde com o que você tinha naquele momento.

Este é um ótimo momento para observar suas emoções e buscar compreender, através dos sentimentos, quais as mensagens que elas estão querendo te passar. Também é um ótimo momento para aceitar suas fragilidades, e buscar formas de desenvolvê-las.

Por isso, agora eu pergunto: que história você quer contar em 2021? Será que ele vai ser o segundo volume de um livro de suspense cujas reviravoltas estão fora do seu controle? Ou 2021 dará início a uma nova saga, com personagens mais fortes e mais experientes, que aprenderam com os solavancos? O livro da sua vida está nas suas mãos: escreva com sabedoria os novos capítulos.

Eneagrama e a ansiedade de cada perfil

Sabia que todos os perfis do Eneagrama podem ter um certo tipo de ansiedade?

Ela não necessariamente vai se manifestar com uma inquietação no corpo, nem mesmo o frio na barriga comum de quem está ansioso. A ansiedade pode ser silenciosa, e a melhor maneira de entendê-la é compreendendo a sua origem.

A ansiedade tem origem na sensação de medo e, ao nos sentirmos ameaçados, prontamente ativamos nossas defesas e ficamos ansiosos enquanto a ameaça não passar. Em cada perfil, o medo vai ser manifestar por motivos diferentes e de maneiras bastante opostas.

O medo do tipo 1 é de errar ou ser mau. Então, a ansiedade do tipo 1 se manifesta quando há uma ameaça de erro. Além disso, enquanto houver coisas para terminar ou por fazer, o tipo 1 fica ansioso para finalizá-las.

O medo do tipo 2 é o medo de desagradar. Portanto, quando percebe que sua decisão ou ação vai aborrecer alguém, ele começa a ficar ansioso tentando encontrar uma maneira de garantir que continuará sendo amado.

O medo do tipo 3 é o de não valer nada, por isso passa a buscar valor pessoal por meio de conquistas na carreira. Assim, quando o sucesso está ameaçado, a ansiedade vai lá em cima e o coloca em um frenesi na busca por resultado.

O medo do tipo 4 é o de não ter identidade. Sendo assim, quando ele precisa se adequar ou atender às expectativas alheias, sua identidade fica ameaçada e a ansiedade para voltar a ser quem se é começa a se manifestar.

O medo do tipo 5 é o de ser incompetente – daí a sua busca por compreender o mundo para poder ser eficiente. Quando percebe que não entende sobre algo, a ansiedade em obter conhecimento aparece e o isola em seu mundo mental.

O medo do tipo 6 é o de não contar com apoio ou orientação para as decisões. Então, quando não existem regras definidas ou alguém para deixá-lo seguro de uma decisão, a ansiedade assume o controle, deixando-o preocupado com o futuro.

O medo do tipo 7 é o de sofrer dor ou privações. Por isso, sempre que há a ameaça de uma situação dolorida, como uma briga ou um problema delicado, a ansiedade domina e o leva a escapar da situação.

O medo do tipo 8 é o medo de ser ferido ou controlado por outras pessoas. Assim, sempre que alguém passa a tentar impor algo para ele, a ansiedade para retomar o domínio da situação toma conta e ele passa por cima.

O medo do tipo 9 é o medo de perder o vínculo com as pessoas. Portanto, sempre que suas decisões ou sentimentos podem levar alguém a abandoná-lo, a ansiedade vem e o faz engolir seus sentimentos e tolerar a situação.

Em todos os casos, para lidar com a ansiedade (que se manifesta de maneiras diferentes), o caminho é um só.

1 – Compreenda o funcionamento da sua personalidade;

2 – Entenda a origem do medo presente no seu ego;

3 – Acolha a existência desse medo. Não o negue nem o rejeite. Acolha-o como parte de si;

4 – Comece a observar, no seu dia a dia, este medo agindo de maneira positiva;

5 – Analise também, no seu comportamento, esse medo sabotando sua comunicação, suas relações e seus resultados;

6 – Escolha uma situação em que esse medo se apresenta de maneira negativa para iniciar uma evolução;

7 – Procure estar sempre atento a esta situação para compreendê-la de maneira mais racional;

8 – Estando atento e racional, neste momento escolha uma nova atitude ou comportamento ideal para solucionar;

9 – Repita todo o processo do passo 5 ao 9 até que todas as situações mapeadas no passo 5 sejam resolvidas.

Seguir processos de mudança também pode gerar medo e consequentemente ansiedade; mas, quando fazemos isso com consciência e vontade genuína de buscarmos nossa melhor versão, encontramos a força necessária para seguir!

Sempre que conseguir evoluir em um destes medos e perceber que sua ansiedade ou suas defesas estão sendo melhor controladas por você, conta pra nós! Publica no seu Instagram e nos marque @ienagramabr. Assim saberemos que nosso propósito de transformar o mundo está sendo cumprido!

O ego vai te levar longe

Essa luta contra nosso ego precisa cair por terra. Ego é mecanismo de defesa infantil para conseguirmos lidar com o mundo. Ele não é um inimigo a ser morto ou uma coisa que precisamos sufocar dentro de nós, mas sim algo a ser compreendido por nós, acolhido como um elemento que faz parte de quem somos e utilizado por nós com consciência.

Alguns egos podem se manifestar de maneira mais individualista, mas existem egos extremamente conectados com o senso de grupo e por isso apresentam mais prestatividade e adequação ao que os outros esperam de si. E este mesmo ego pode nos levar longe, com muitas pessoas ao nosso redor, mas esse “longe” pode ser um lugar a que NÃO QUERÍAMOS CHEGAR.

É necessário compreender também que nem todo ego nos leva para longe: alguns nos levam a rodar em círculos por muito tempo sem saber aonde queremos ir. O ego pode inclusive nos manter a vida toda estagnado no mesmo lugar.
Enquanto estiverem vendendo para você que o problema de sua vida é o seu ego e que você precisa arrumar uma maneira de se livrar dele, estão tirando de você a responsabilidade por seus próprios resultados e tentando fazê-lo se livrar de uma parte de quem você é e que irá acompanhá-lo a vida toda.

O que determina se vamos caminhar com quem amamos e na direção que queremos para nossa vida é a CONSCIÊNCIA de como nosso ego funciona e do que podemos fazer para manifestá-lo de maneira mais alinhada com nossa verdadeira essência.

Faça as pazes com seu ego e ele o levará longe, para aonde você quer chegar, para conquistas que o deixem feliz e com as pessoas que o amam ao seu redor sendo felizes junto com você!

Por Priscila Bastos – Diretora de Instrução IE Brasil

Você já conhece o IE TALKS?

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A importância da auto-observação no desenvolvimento pessoal

Por uma questão de economia de energia, acabamos desenvolvendo alguns “atalhos”: uma espécie de piloto automático que decide por você, evitando assim que você precise pensar conscientemente em cada uma das suas ações. Pense, por exemplo, em alguém que está aprendendo a dirigir: é preciso prestar atenção no que acontece tanto dentro como fora do carro. É um processo tão cansativo que logo nosso cérebro automatiza o controle dos pedais, a troca de marcha, o acendimento dos piscas… Com isso, o motorista ganha a chance de se concentrar com mais intensidade apenas no seu exterior: placas, faróis, outros motoristas, pedestres.

Esse “piloto automático cerebral” foi tão fundamental para a nossa espécie que nos permitiu ter mais tempo livre para outras atividades além da própria sobrevivência. Por outro lado, ele nos deixou insensíveis a alguns aspectos da nossa própria personalidade: por ser mais fácil viver no controle remoto, passamos a conduzir a vida não como um motorista atento e cuidadoso, mas sim como um motorista cego e surdo.

Esse mesmo piloto automático que nos tira o peso de decidir conscientemente sobre coisas rotineiras é o mesmo piloto automático que nos prejudica em nosso crescimento pessoal. Por isso, um dos maiores desafios para quem quer crescer como pessoa é a auto-observação. O que eu faço? Como eu faço? Por que eu faço? No início da caminhada, a tendência é que nossos padrões só sejam percebidos depois de realizados, e normalmente vêm acompanhados da sensação de “Não acredito… mais uma vez eu não consegui pedir ajuda e preferi me sobrecarregar”.

Ao olhar-se verdadeira e profundamente, você corre o risco de se deparar com aspectos pouco lisonjeiros de si mesmo. E isso pode ser duro, dolorido e sofrido. Mas você só conseguirá superá-los quando reconhecer a existência deles. Imagine que a conta de água da sua casa mais que dobrou de um mês para outro, mas o consumo se manteve igual. Como você irá consertar o vazamento se não sabe qual cano está quebrado? Algo similar acontece conosco: só poderemos nos tornar mais empáticos, realizadores ou convictos se reconhecermos que, agora, ainda não somos. Só podemos crescer se tivermos a humildade de aceitar que ainda não chegamos lá.

Por Angelita Borges – Diretora de Laboratório no IE Brasil

Como administrar o tempo de forma eficaz nos dias atuais

A gestão de tempo na nossa vida pessoal e no trabalho é essencial, já que tem relação direta com o nosso desempenho e produtividade. Todos nós temos a tendência a utilizar nosso tempo com as coisas que gostamos de fazer. Comentei isso com um senhor muito sábio, de mais de setenta anos, e ele falou a seguinte frase:

– É muito simples administrar o teu dia e ter tempo para tudo: o dia tem 24 horas, não é? Então são 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso e 8 horas para lazer!

Parece simples, não é verdade? Sim, é simples, e ele não está errado.

No entanto, é simples e fácil para algumas pessoas. Já para outras, é extremamente difícil ter essa disciplina diária. Isso acontece porque determinados indivíduos utilizam a maior parte do tempo para o trabalho, enquanto outros, para a família. Só que, ao se utilizar de forma errada ou demasiada, isso pode atrapalhar em ambos os aspectos.

Se pararmos para pensar, muitas vezes não sobra tempo para fazer o que gostamos. A vida corrida do dia a dia, bem como os afazeres pessoais e profissionais, acabam nos ocupam demais. Por isso, a importância da gestão do tempo.

Em uma pesquisa rápida no Google, podemos constatar que os brasileiros passam, em média, quatro a cinco horas por dia em frente ao celular, sem contar as outras horas diante de um computador, no carro ou no sofá. Que ótimo seria se fossem horas produtivas, mas nem sempre elas são. Por isso, seguir algumas dicas para ter uma administração melhor do tempo é fundamental para termos mais desempenho e nos tornarmos mais produtivos.

Que tal começar com alguns passos e torná-los hábitos diários?

1 Planejamento

Separe 30 minutos do seu dia para planejar

2 Agenda

Tenha uma agenda para organizar todos os compromissos e as tarefas

3 Prioridades

Defina quais tarefas são mais importantes a serem feitas no momento, deixando as menos importantes para depois.

4 Ladrões de tempo

Evite distrações com coisas inúteis: não perca o foco com ladrões de tempo, principalmente com notícias fakes.

Mas como seguir essas dicas se elas vão contra o meu padrão de comportamento, contra a minha vontade?

A principal dica é o autoconhecimento. Ao conhecer o meu padrão de comportamento, consigo trazer para a consciência as emoções que predominam em mim, passando a entender exatamente como me comporto em determinadas situações. Assim, crio condições de agir da forma mais adequada.

As nossas emoções estão, também, no controle do nosso tempo. Por vezes, elas nos ajudam e nos apoiam, mas podem também nos atrapalhar e nos tirar do foco, fazendo até com que nossas prioridades sejam esquecidas.

O autoconhecimento é um aliado fantástico também na administração do tempo. Acesse o site ieneagrama.com.br e tenha um pouco desse conhecimento. E você, como administra seu tempo? Conte para nós!

Por Fábio Brião – Diretor e Trainer no IE Zona Sul RS

As emoções impactam na sua capacidade de liderança?

Você que é líder talvez já tenha pensado: “Será que eu falo outro idioma? Ninguém entende o que eu digo!”. Ou ainda, apesar de ter repetido por três vezes como deveria ser realizada determinada tarefa, seu liderado fez totalmente o contrário do que você falou. E você, liderado? Quantas vezes levou bronca, ou pior, ouviu xingamentos por fazer exatamente o que seu líder lhe mandou fazer?

Em momentos como estes, é difícil manter o controle, não é? É como se uma erupção viesse subindo pelo estômago e pela garganta. Você começa a ficar vermelho e é difícil se segurar. Nesta hora, você fala tudo aquilo que está em sua cabeça e, de forma reativa, expressa toda a sua raiva, o seu medo, a sua frustação e a sua indignação. Você grita aos 4 ventos tudo aquilo que está entalado. Ou simplesmente engole seco e, mais uma vez, engole o “sapo”.

Quantas vezes você já saiu de uma reunião frustrado ou estressado, por não conseguir motivar, engajar ou fazer com que sua equipe fizesse o que precisava ser feito? Você já parou para pensar que, talvez, essas situações estão ocorrendo porque você não está consciente de suas emoções?

Como assim, Alex?

Certa vez, fui chamado por um cliente, para o qual eu prestava serviço de consultoria, na intenção de que eu conversasse com um colaborador que seria promovido a um cargo de liderança. Chegando na empresa, já ciente do comportamento dos dois sócios, pedi para conversar com eles antes de ir falar com o candidato a líder.

Então, pedi aos sócios que me explicassem o que esperavam da minha conversa, qual era o objetivo.  Um deles falou que eu deveria prepará-lo para o cargo de liderança, enquanto o outro disse que eu deveria avaliar se ele tinha perfil para esse cargo! Cada um tinha uma expectativa e, notando isso, perguntei se eles  haviam percebido que estavam me pedindo coisas diferentes. No começo, eles não tinham se dado conta, pois um não escutava o outro, mesmo estando frente a frente.

Percebendo que havia “algo no ar” entre eles, pedi para que os dois definissem o objetivo, que deveria ser um só para a primeira conversa. Neste momento, eles começaram a discutir, e logo o tom de voz foi aumentando, como em uma competição de som automotivo: quando um aumentava a voz, o outro aumentava mais ainda. Estava claro que as emoções estavam lhes dominando e eles não raciocinavam completament    e. Cegos pelos egos, cada um defendia o seu próprio ponto de vista.

Dentre as habilidades de um líder, podemos destacar a capacidade de ouvir como uma das principais, senão a principal.        Autores e grandes líderes descrevem-na como uma habilidade essencial! Dale Carnegie, autor do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, escrito há mais de 80 anos, já falava o quanto é importante para um bom líder saber ouvir verdadeiramente. James Hunter descreve, em seu livro “O Monge e o Executivo”, a filosofia da Liderança Servidora, em que um dos alicerces é saber ouvir. Outros autores renomados como John Maxwell e Stephen Covey, além de líderes como Jack Welch, também falaram sobre como a capacidade de ouvir, vinda de um líder, faz com que ele sirva de inspiração e seja seguido por seus liderados.

Mas como ouvir quando se está cego ou surdo pela raiva, medo, indignação ou estresse? O autoconhecimento e a inteligência emocional são alguns dos caminhos para desenvolver a capacidade de agir e pensar, mesmo em momentos de grande tensão. No Eneagrama da Personalidade, por exemplo, são estudadas as 9 emoções humanas e como elas influenciam os 9 padrões de comportamento. Já no livro “Inteligência Emocional”, do autor Daniel Goleman, é abordado o índice que mede a inteligência emocional do ser humano, o QE – Quociente Emocional.

Um líder com alto nível de inteligência emocional tem as ferramentas necessárias para que, mesmo no meio da tempestade de emoções, consiga agir de maneira consciente. E a consciência, ou presença, é outra habilidade essencial para que possamos desenvolver uma liderança servidora. Afinal, não adianta nada saber a matéria e ter todas as técnicas na memória se, na hora da prova, “dá um branco”.

Em sala, nos treinamentos, muitas vezes os alunos falam: “Mas, Alex, eu estudei o manual para saber como lidar com o perfil do meu liderado e me preparei para a reunião com as informações. Mas, na hora em que ele me falou aquilo, eu não aguentei! Esqueci tudo, levantei o tom de voz e estourei.” Nestas horas sempre conto para meus alunos uma história.

Certa vez, o discípulo perguntou ao mestre:

– Mestre qual mantra eu posso recitar, no momento de estresse, para me acalmar?

Ao que o mestre, em toda sua sabedoria e calma, responde:

– Qualquer um, porque se você conseguir lembrar de algum mantra na hora em que a emoção o sequestra, qualquer um vai servir.

Mas então, se não adianta apenas conhecer as técnicas, o que eu faço para gerenciar as emoções e melhorar a minha liderança?

O desenvolvimento pessoal é como se preparar para uma maratona: você não começa correndo 42 km no primeiro dia. Você vai aumentando a distância, semana após semana, para que, no dia da maratona, esteja preparado para o desafio real.

Em seu livro “Como Evitar Preocupações e Começar a Viver”, Dale Carnegie conta a história do empresário que melhorou seus resultados como profissional, realizando uma reflexão toda semana sobre como foram as suas atitudes naquela semana.

O primeiro passo para que você possa começar a conhecer as emoções presentes no seu dia a dia, e como elas o sequestram em momentos de estresse, é a percepção sobre si mesmo. Um exercício diário de anotar, em um pequeno caderno, ajudou-me a aumentar meu autoconhecimento e estar consciente. Convido você a fazer o exercício. Todo dia, pela manhã ou à noite, faça uma reflexão e escreva, de forma sucinta, quais emoções você percebeu.

  • Raiva, que trouxe indignação?
  • Medo, que trouxe ansiedade, receio ou desassossego?
  • Luxúria, que fez com que você agisse de forma intensa e, por vezes, exagerada?
  • Indolência, que fez com que você tivesse dificuldade de se posicionar e, assim, fez-lhe “engolir sapos”?

Estas são algumas das emoções.

Anote também qual foi o gatilho que acionou aquela emoção: que comportamento, do outro ou seu próprio, fez-lhe agir de forma reativa?

Por fim, comprometa-se consigo mesmo a estar no controle de suas emoções, utilizando-as de forma a não atrapalhar, e sim beneficiar sua capacidade de liderança.

Quer conhecer mais sobre as emoções e como elas impactam diretamente em sua liderança? O Eneagrama das Personalidades é uma ferramenta que pode acrescentar e influenciar muito a sua capacidade de liderança. Acesse: https://ieneagrama.com.br/o-eneagrama/.

Por Alex Sandro R. da Silva – Trainer IE Curitiba/PR

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Conexão emocional e vendas

 

Pesquisas apontam que tomamos cerca de 30.000 decisões por dia. Parece muito? E se eu complementar que, de acordo com esta mesma pesquisa, 95% destas são intuitivas? Ou seja, levam muito mais em conta a emoção do que a razão? Agora, proponho uma reflexão: como você, ou sua equipe, tem se conectado emocionalmente com seus clientes para se diferenciar no mercado e ser aquela empresa que ENCANTA?

Ao assistirmos um comercial de uma conhecida marca de refrigerantes, não há nenhuma menção à bebida em si, mas à experiência que ela proporciona. Tudo gira em torno da mesa do almoço em família, da reunião de Natal, de momentos especiais. Tal ação visa atingir as boas lembranças e criar uma rápida conexão deste produto aos bons momentos. Quando compreendemos como nos conectar verdadeiramente com nosso cliente, deixamos de ser apenas mais um para nos tornamos aquele que é a primeira lembrança quando alguém pensa no assunto.

Este texto, no entanto, não se propõe a trabalhar a temática das técnicas de vendas que proporcionam este aprofundamento, mas sim a verdadeira conexão que deve ser feita: conexão entre pessoas. Quanto tempo investimos em compreender nossa equipe? O quanto esta compreensão pode nos gerar resultados práticos? De nada adianta as mais elaboradas técnicas de rapport, sensação de pertencimento, storytelling, dentre outras, se não nos dedicamos a compreender qual é a melhor conexão que devemos ter com o nosso próximo.

Compreender o que motiva cada colaborador e como extrair o melhor de cada um nos permite ter uma equipe que se conecta com o ser mais importante de todos: consigo mesmo. E, ao fazer isso, seu desempenho claramente é melhorado e suas vendas deixam de ser apenas técnicas, passando a ser profundas. Ao compreender suas emoções, é possível também compreender o que faz sentido ao outro. Isto é o que fixa sua marca como diferente.

Há empresas que querem vender e há empresas que querem se diferenciar através das vendas. Nestas, o autoconhecimento revela algo precioso: como podemos entregar o melhor de cada um. Mas, para entregar o melhor, é preciso prestar atenção no estresse. Quando estamos em um nível elevado de esgotamento emocional, temos um comportamento completamente diferente. Aqueles que costumam ser autoconfiantes e zelar por sua imagem, por exemplo, podem se sentir absolutamente incapazes e sem foco. Já aqueles que normalmente são prestativos e altruístas podem se tornar agressivos quando não se sentem valorizados o suficiente.

Em situações assim, o desempenho toma outro rumo, sendo essencial compreender como o comportamento também deve ser moldado, para que haja maior assertividade possível. No Treinamento “Eneagrama das Personalidades”, abordamos o autoconhecimento, tanto o que há de melhor em você e que o impulsiona a ter melhores resultados, como aquilo que precisa ser trabalhado e que acaba sabotando-o em relação aos seus objetivos. Lembre-se: seu desempenho é diretamente ligado às suas emoções. Quer compreender melhor como funciona? Fale conosco, teremos imenso prazer em explicar como tudo isso é possível.

Antônio Neto – Diretor do IEneagrama Centro Paraná e Ponta Grossa

5 Dicas práticas para manter o equilíbrio emocional e mental

Ficar em casa parece ser fácil, mas como está sendo ficar com você mesmo?
Já parou para pensar no quanto esse momento pode ser enriquecedor e transformador para você?

Sim, estamos passando por uma experiência jamais vivida! São desafios para os quais não fomos preparados e lições que não nos foram ensinadas. Tudo cai por terra. Já não sabemos mais aquilo que achávamos que sabíamos. O nosso planejamento do ano vai por água abaixo: você olha a sua agenda e já não sabe mais o que vai acontecer na semana que vem. Enquanto isso, o calendário vai passando. Aquelas datas especiais ou compromissos importantes que estavam marcados trazem a sensação de que nossa vida parou.

Estamos estagnados e nos sentindo impotentes.
Diante desse cenário, o único controle que temos é sobre nós mesmos. Tomaremos atitudes ou deixaremos as emoções falarem mais alto?
Por isso, a melhor escolha é não se deixar ser tomado pelas emoções.

Para isso, preparei algumas dicas fundamentais para você manter o equilíbrio emocional nesses tempos tão desafiadores e, ao mesmo momento, tão transformadores:

1 – Não procrastine! 

Chegou a hora de decidir e começar a colocar em prática aquilo que você se propôs.
Olhe seu planejamento pessoal feito no início do ano: há algo que você foi deixando de lado, mas que poderia colocar em prática agora? Quantos planos você fez até hoje? Quantos você concluiu? Quando começamos a agir, colocamos a energia da nossa vida em movimento e nos sentimos mais confiantes. Comece, e isso se tornará um hábito.

2 – Não seja pessimista!

Procure ter uma mentalidade positiva diante da vida! Manter uma saúde mental nesses tempos difíceis vai ser essencial para que você alcance resultados positivos na sua vida pessoal e profissional. Tome conhecimento das coisas que lhe abalam e tiram o foco do positivo. Procure evitá-las. Você tem poder sobre suas escolhas, então faça escolhas que lhe façam bem.

3 – Seja adaptável!

Em situações que não temos o controle, o melhor é se adaptar. Seja adaptável!
Você está aproveitando o momento para desacelerar?
Abra-se para o novo. Aproveite esse momento para se reinventar e desapegar-se de velhos hábitos e de coisas que não lhe servem mais. É importante sair do piloto automático, trazendo profundidade para sua vida e maior consistência nas suas ações. Como você cria o seu piloto automático está criando quem você vai ser daqui a pouco.

4 – Viva o agora!

Que tal viver o agora? Esteja conectado com o momento presente!
Querer prever o futuro, ou querer seguir os planos do jeito que foram desenhados no início do ano para ter controle sobre as coisas, só vai trazer mais ansiedade para sua vida. A escolha mais eficaz e produtiva nesse momento é estar focado no agora.

5 – Não fuja dos seus sentimentos!

Nada de fugir dos sentimentos que lhe incomodam! Acolha suas emoções negativas e aprenda com elas.
Nesse momento em que muitas emoções vêm à tona, a melhor escolha é você não brigar com elas. Aprenda a olhar para seus medos, insegurança e irritabilidade. Tenha neutralidade diante das emoções. Olhe, sinta, mas não seja tomado por ela. Elas falam muitos sobre suas fragilidades e podem ser um caminho para você conhecer potenciais escondidos. Por isso, preste atenção nas suas emoções.
Agindo assim, você não só enfrentará esse momento com muito mais equilíbrio, como também sairá ganhando com tudo isso, com muito mais consciência, autoconhecimento e fortalecimento emocional.

O caminho para dentro de nós mesmos é algo que vale a pena seguir!

Juliana Ristoff Trein                                                                                                                                                                                      Diretora e Trainer do IE Extremo Oeste Catarinense 

Um filho de 4,5 metros

Um dos maiores ensinamentos que a maternidade me trouxe foi uma percepção diferente do tempo.

Eu sempre senti uma angústia muito grande por ficar longe do meu bebê, embora a literatura cisme em chamá-lo de criança (só porque ele já tem 3 anos, bobagem!).

A primeira saída sem ele foi quase um filme pastelão. Marido ligou a caminho de casa, com um casal de amigos que encontraria em uma convenção, e eu saí correndo para comprar algumas coisas que adultos normais comem: antepastos, carne, vinho… Em casa, estávamos nos últimos 2 meses à base de produtos de milho (porque aumenta o leite), água de coco, ensopados encorpados (insira aqui tudo que sua cultura fala para as recém-mães comerem ou tomarem).

Fui correndo para voltar o mais rápido possível, esbarrando nos outros seres humanos. Desacostumada que estava, convivia apenas com minha mãe, marido e um serzinho de 50 cm.

As saídas eram apenas para pediatra e os 150 profissionais que me ajudaram na tarefa mais desafiadora até então, amamentar meu filho.

Naquele supermercado, foi uma das primeiras vezes em que senti o quão diferente estava a minha vida.

E, sobretudo, o quão diferente era da realidade do meu marido. Ele estava voltando de São Paulo, cidade que está a 100 km da minha casa, mas que, naquela época, estava situada em outra galáxia. Já estava tranquilamente adaptado à sua antiga rotina, conversando com adultos sobre outros assuntos que não fossem leite-cocô-sono-arrotar-dormir-recomeça.

Ainda na fila, me sentindo inadequada naquele lugar, lembrei o quanto perguntava, incrédula: como você consegue passar o dia longe dele?

A cena se repetia. No final do dia, ele chegava, sentava na minha cadeira de amamentação com o bebê no colo, olhando com uma cara que eu ainda não conhecia para nosso filho, e eu do lado me perguntando: como ele conseguia sair de manhã e só voltar agora?

Mistério!

Ele nunca conseguiu me responder, são aquelas coisas incríveis da vida que apenas são! O pai pode ficar longe!!!

Ele também tinha suas dúvidas: tentava mensurar a minha dor ao amamentar. Tentei explicar trazendo para a realidade dele – mas não dá para escrever aqui e por favor, se não for íntimo, não me pergunte! Só posso falar que ficou bem claro e, depois disso, ele segurou ainda mais forte a minha mão a cada mamada e parou de reclamar de fazer depósitos para a consultora de amamentação.

Naquela época, nas primeiras semanas, Benicio estava com os 50 cm que mencionei. Hoje, com 3 anos, quase 1 metro. Se ele crescesse neste ritmo, teria 4,5 m aos 18 anos!

Os primeiros anos de vida são os anos em que a criança mais aprende e mais cresce, mas tem muito sofrimento também. Depois que fui mãe e me interessei por estudar sobre bebês, nunca mais deixei alguém falar “ai, que ternura” ou “queria ter essa vida sem boletos”. De imediato, a pessoa já ganha um tratado sobre angústias de morte, dores de separação, dores físicas excruciantes, sensação constante de queda… e a lista continua.

A maior dor desses serezinhos talvez seja porque tenham uma percepção de fusão com a mãe, nestes primeiros anos. Ele e a mãe são um só, não só no período da gestação, mas nos primeiros anos também. Aliás, por uma questão de evolução, nós nascemos uns 3 meses antes do que era para nascer. E por isso deveríamos literalmente respirar o ar deles nestes meses fundamentais.

E o mundo não gosta disso, não.

A mãe precisa voltar logo a ser esposa e profissional.

Pergunte para uma mãe que amamentou até 2 anos ou mais (inclusive recomendação da OMS) e veja quantas barreiras ela precisou vencer.

Ela certamente lutou muito, com toda força de uma mulher, para não fazer parte da estatística de 50 dias de aleitamento. Cinquenta dias, o que fazem as brasileiras estarem devendo, em média, 680 dias de grude completo e do melhor alimento do mundo para seus filhos.

Quando você amamenta, ou você faz uma logística complicadíssima ou você precisa estar bem perto do seu filho, pelo simples fato de o seu peito começar a explodir na hora da próxima mamada. E a natureza lembrando que temos que estar no tal do grude e que todo o resto deveria esperar.

Mas… quem ouve essa tal da natureza? Marcamos a hora do nosso filho nascer e queremos/precisamos logo voltar a tarefas da nossa vida.

Para criar um filho, é preciso de altruísmo; do pai, que precisa entender que, sim, perdeu a esposa nestes primeiros anos; e da mãe, que perdeu a vida (ai, que dramático). Mas sim, morre a mulher, nasce a mãe. Uma outra pessoa. Prioridades, medos, olhares completamente diferentes.

E, talvez, seja nesse momento que a maturidade dos pais mais vai contar. O quanto eles foram crianças que conseguiram minimamente passar por todos esses possíveis traumas e irão conseguir suportar tamanha dedicação neste momento. A mãe precisa cuidar do filho e o pai precisa cuidar da mãe.

Não conseguimos, na maioria das vezes. Muitos casamentos acabam antes de o filho completar 2 anos.

E sua tia vai falar que “tem que se arrumar”, “tire o pijama e desmama esse menino”, “você amamentou só um mês e está aí perfeita”. Mas não, estamos feridos por dentro, porque somos imperfeitos, cuidados por seres imperfeitos, tentando melhorar a cada geração.

O recado que o Benicio recebeu do seu padrinho, ao nascer, pode resumir um pouco do que é a maternidade para mim: é ruim, mas é bom! Assim como a vida.

Por Luisa Mandetta.

Cuide das pessoas e elas cuidarão da sua empresa

Pense comigo: quantos setores diferentes existem na economia de um país? Rapidamente, podemos lembrar de educação, saúde, transporte, turismo, segurança, comércio, cultura, indústria, tecnologia. São tantos e tão distintos que parecem ter pouca coisa em comum, não é mesmo? Mas há um fator que perpassa toda e qualquer organização: as pessoas.

Antes de números e recursos físicos, uma empresa é feita de gente. E gente tem emoções, sonhos, esperanças, vontades e objetivos. Não há como separar, emocionalmente, a vida pessoal da vida profissional. Se você já perdeu uma noite de sono pensando no futuro do seu emprego, você sabe do que eu estou falando. É muito difícil deixar as preocupações do trabalho na mesa do escritório, ou as preocupações da casa na mesa da cozinha.

Sendo uma empresa feita de pessoas, é fácil imaginar que suas reações emocionais atinjam diretamente o futuro do empreendimento. Quando uma crise se instala, seja ela local ou global, é de se esperar que as pessoas entrem em estresse e seu desempenho caia drasticamente. Mas você já reparou que nem todo mundo reage do mesmo jeito?

Existem diversos fatores que desencadeiam essa reação automática e inconsciente – sua personalidade é um deles. Também existem várias formas de se portar frente a uma situação estressora. Algumas pessoas negam os fatos, enquanto outras colocam uma carga dramática ainda maior. Tem aqueles que tentam acalmar os ânimos de todos e tem aqueles que não conseguem encontrar uma saída. Quando uma situação de crise chega, lembre-se: está todo mundo estressado, mesmo que não seja o mesmo estresse que o seu.

Por isso, se você é líder de uma equipe, você tem o desafio – agora mais que nunca – de manter a cabeça fria e acalmar as pessoas que trabalham com você. Quando há um propósito claro, uma equipe verdadeiramente unida é capaz de enfrentar todo tipo de obstáculo. Quando um líder se mostra ao lado de sua equipe, a equipe também ficará ao lado do líder. Lembre-se: uma empresa é feita de pessoas. Se você cuidar delas, elas cuidarão da sua empresa.

Texto: Angelita Borges – Diretora de Laboratório e Pesquisa IE Brasil 

 

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9 dicas de como evitar caos emocional em tempos de crise

Paciência e Resiliência
Não há como prever o que enfrentaremos à frente e nem há como acelerar o tempo; portanto, é através dessas duas competências que podemos iniciar nossa caminhada.

Convicção e Ousadia
Sem acreditar em nossa força, ficamos acuados frente à ameaça. É hora de utilizar toda a nossa ousadia para sair da zona de conforto e encontrar as soluções.

Otimismo e Bom humor
Ter uma clareza da realidade e dos riscos à frente, e ainda assim olhar de maneira otimista e bem-humorada, é como jogar mais combustível em nossas capacidades.

Planejamento e Cautela
Mais importante do que a velocidade que vamos empregar pós-crise, é a direção na qual vamos caminhar a partir dela. Por isso, é imprescindível planejar de maneira atenta.

Visão de longo prazo e Ponderação
Olhar para o futuro com ponderação é uma maneira assertiva de encontrar os diversos caminhos que podemos trilhar para nossas empresas.

Criatividade e Sensibilidade
Hora de colocar toda a inovação para fora e, com sensibilidade, encontrar os detalhes que irão diferenciá-lo no mercado e garantir a retomada.

Foco e Motivação
Permanecer focado e motivado é uma maneira de também inspirar sua equipe a continuar engajada e produtiva, garantindo assim bons resultados.

Conexão e Sintonia
É necessário conectar-se também com as pessoas, afinal são elas que fazem nossas empresas. Através da sintonia, podemos encontrar maneiras de compartilhar força e expertise.

Persistência e Disciplina
É continuar obstinado na busca por fazer o que precisa ser feito, mas lembre-se: você é um ser humano, é preciso também disciplina para saber a hora de descansar.

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E quando o coronavírus passar, quem seremos?

Seremos aquilo que aprendermos com o vírus. De resto, tudo seguirá igual.

Se você sempre foi indiferente ao outro, se não aprender a ser empático agora, é possível que passe a vida só olhando para o próprio umbigo.

Se você sempre foi pessimista, se não aprender a agir com esperança agora, é possível que siga sempre atraindo negatividade pra sua vida.

Se você sempre foi passivo, se não aprender a se comprometer com a vida agora, é possível que assista ela passar pra sempre.

Se você sempre foi rígido, se não aprender a ser flexível agora, é possível que sua teimosia perdure a até o fim da vida.

Se você nunca cuida de si mesmo, se não aprender a olhar suas necessidades agora, é possível que nunca encontre maneira de se amar.

Se você sempre teve uma postura de vítima, se não aprender a se esforçar a se dedicar para superar o desafio, é possível que passe a vida se lamentando.

Se você sempre teve uma postura arrogante pelo seu conhecimento, se não aprender a compartilhar agora sua sabedoria, é possível que passe a vida sem contribuir com o mundo.

Se você sempre fugiu de enfrentar os problemas, se não aprender a encarar a dor de frente agora, é possível que passe a vida toda fugindo de situações desagradáveis sem construir nada.

Se você sempre foi prepotente na liderança, se não aprender a compartilhar sua força e apoiar os mais frágeis, é possível que passe a vida toda com pessoas passivas ao seu redor.

Agora, se você aprender a compartilhar seu direcionamento, aprender a lidar com a dor, expor seu conhecimento, se esforçar apesar do que sente, cuidar de si com amor, abrir a mente para novas possibilidades, sair da postura individualista, agir com a crença de que que é possível sair dessa e verdadeiramente se comprometer com audácia… aí meu amigo, você será quem você quiser SER!

E aí, o que você está aprendendo? Por aqui, estamos aprendendo que mais do que nunca é hora de aprender a se TRANSFORMAR!

 

ESPECIAL: Conteúdos transformadores para tempos de crise

Bem vindo!

Preparamos uma série de conteúdos especiais para você nesse momento de crise.

Você vai acessar gratuitamente nos nossos diversos canais: e-books, vídeos, webinars, artigos, podcasts e muito mais.

São tempos desafiadores, por isso, preparamos uma série de conteúdos para te ajudar a aproveitar a quarentena e sair dessa ainda mais forte e preparado.

Dá uma olhada em tudo o que você terá acesso de forma 100% online e gratuita:

  • E-books
  • Webinars
  • Vídeos
  • Artigos
  • Podcasts

Você vai ter acesso a conteúdos de temas como:

  • Inteligência emocional
  • Autoconhecimento e Eneagrama
  • Liderança e muito mais! 

CONFIRA:

📇 Dica: Filmes que podem ajudá-lo a passar por uma crise. Clique aqui!

📇 Artigo: Pandemia do Egoísmo. Confira aqui!

📇 Dica: Livros para você se inspirar quando a vida fica difícil. Aqui.

📇 Artigo: Como um vírus invisível torna o essencial visível aos olhos. Leia aqui.

📇 Webinar: O medo não age sozinho. Como cada emoção nos afeta hoje? Confira aqui.

📇 Artigo: E quando o coronavírus passar, quem seremos? Leia aqui. 

📇 Dica: 9 dicas de como evitar caos emocional em tempos de crise: Clique aqui

📇 Podcast: Como a empatia nos ajuda a passar por momentos difíceis? Ouça aqui.

📇 Podcast: Por que as emoções são deformadoras da realidade. Aqui!

📇 Webinar e Podcast: Liderança – Como a crise se torna meio de evolução e transformação? Veja aqui ou escute aqui!

Como um vírus invisível torna o essencial visível aos olhos

COVID-19: o nome não é bonito. Carregado de ameaças, ele está gerando diversas inseguranças: adoecer, perder um ente querido, ser demitido, passar necessidades, não conseguir sustentar os familiares ou a de ver sua empresa quebrar por não enxergar qual é a saída em meio ao caos.
E nos sentimos frustrados, desamparados, sozinhos, impotentes e por vezes até céticos, sem querer acreditar no que está acontecendo, agarrados a fiapos de esperança de que nada de ruim irá acontecer.
Nessa circunstância, temos duas opções: ou ficamos presos nesse caos interior que se instala em situações de crise ou podemos olhar para dentro de nós com consciência e buscar compreender estes sentimentos.
E então o vírus nos dá um presente: “Fiquem em casa”.
Sim, é um presente poder estimular questionamentos curiosos sobre nós mesmos, ainda mais em nosso lar. É uma oportunidade de nos conectarmos com os significados que damos para nossa existência. Podemos perceber a maneira que cativamos e nos deixamos cativar por outras vidas, e observamos o sentido no qual caminhamos e escrevemos a nossa história.
Quando uma ameaça mundial nos coloca a olhar para dentro, podemos então nos lembrar do que é essencial. E o essencial são os seres humanos que esquecemos que somos e aqueles que vivem ao nosso redor. Então é hora de ter atitude.
É hora de resgatar a empatia e a compaixão para com o casal de idosos que mora ao lado, com o colega de trabalho que tem uma condição vulnerável e com seus amigos que trabalham nos serviços essenciais. É hora de olhar nos olhos da sua família e dizer o valor que é tê-los ali ao seu lado, sãos e salvos.
É hora de usar as ferramentas online, que sempre nos afastaram, para demonstrar o amor que sempre sentimos pelos avós que moram logo ali, mas nunca temos tempo de visitar. Ou mandar aquele alô para o irmão que está distante e para quem muitas vezes não conseguimos dizer: eu te amo. É aproveitar esse momento para nos conectarmos com aquele amigo que mora fora do país e que passamos meses e meses sem nos lembrar de perguntar: e aí, meu querido, como vai você?
É hora de se perguntar: Quantas vezes eu vou precisar de crises, catástrofes e problemas para voltar a enxergar quem somos em essência? Quantas vezes vou precisar ser lembrado que é o AMOR que importa?
É hora de olhar para o mundo e nos perguntar: Quem é que vamos ser depois da crise? Ou melhor, quem é que QUEREMOS SER?
É hora de o AMOR se espalhar como um vírus, mas nunca mais se tornar invisível.

Qual a diferença entre vício emocional x emoção

No Eneagrama, falamos muito em vício emocional. Ele determina nosso comportamento e influencia diretamente nossas emoções, já que ele é uma das bases do nosso Tipo. Emoção e vício emocional são coisas distintas portanto, e isso se dá por conta da dose e do uso de cada uma.

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> A emoção orienta, equilibra, pondera e faz com que possamos nos precaver antes de qualquer atitude ou comportamento.
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> O vício emocional nos paralisa, limita, vitimiza, podendo até tiranizar.
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Quando bem empregada, a emoção é um guia que nos ajuda a atravessar momentos difíceis e a tomar atitudes de fato conscientes. Pense no Medo, por exemplo. É ele que nos fará ponderar e criar estratégias, planos de contingência e preparação para o obstáculo futuro.

No entanto, como vício emocional, ele determina a nossa ação e nos prende a apenas uma perspectiva: a do risco e da ameaça. Assim, fica muito difícil enxergar a vida de outra forma, porque qualquer coisa poderá ser tomada como uma intimidação ou perigo.
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No Eneagrama da Personalidade, você vai entender como você se organiza emocionalmente, para então ser capaz de aprender a controlar o vício emocional e assim ficar em equilíbrio com as suas emoções. É a partir dessa dinâmica que ganhamos as ferramentas necessárias para extrairmos de nós o que há de melhor.
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Tem alguma dúvida sobre o Eneagrama? Manda pra gente

Como controlar sua equipe? Spoiler: isso é impossível

Existe uma caricatura do chefe mandão. Aquele que exige e as pessoas obedecem, de cabeça baixa, sem questionamentos. Com tantas transformações no mundo, está cada vez mais difícil seguir esse estereótipo austero, muito porque, hoje, muitas empresas já conhecem o poder e a importância do diálogo para estruturar o trabalho e a equipe. Além do quê, é um peso muito grande encarar a persona non grata dia após dia, levando o peso disso nas costas e também no coração.

Se você já teve um chefe assim – e a gente sabe que a maioria das pessoas já passou por isso – sabe o quanto isso influencia negativamente a equipe, tornando o cotidiano pesado e solitário. E se os gestores de empresas tradicionais agora vão trabalhar de bermuda, as empresas têm playground e mesa de sinuca, os CEOs são jovens e a cada ano a transformação é mais intensa, talvez não haja mais espaço para esse papel do chefe temido. Hoje, a ideia é compartilhar e para isso é preciso entender que o controle é muito subjetivo.

Controle, no dicionário, significa:

  1. ato ou efeito de controlar(-se).
  2. instituição, órgão, setor etc. ao qual compete monitorar ou fiscalizar.

A verdade é que prazos, métricas e demandas podem ser controladas. Mas controlar as pessoas é uma tarefa impossível. Quando solicitamos uma entrega, precisamos ser claros e objetivos quanto às expectativas, mas também aceitar que quem realizará a demanda tem suas próprias referências e sua própria bagagem. É ingênuo cogitar que podemos controlar atitudes. E, ainda se por fora a equipe for apática, movida apenas pelo que foi exigido, ainda assim, por dentro, vão estar todos opinando, concordando ou discordando. Dificultar o diálogo faz com que todos – equipe, chefe e empresa – percam com a riqueza da troca. E quando isso acontece, todos sofrem.

Liderar não significa mandar. Na verdade, o líder é um facilitador de tarefas. É a figura que impulsiona e possibilita conquistas, tornando o cotidiano mais produtivo e desafiador. Para isso, não é preciso controle. É necessário confiança.

Para começar a medir o seu índice de confiança, faça o seguinte questionamento: você contrataria os integrantes da sua equipe novamente? E, ainda, você se interessaria novamente por uma vaga na empresa em que trabalha? Se essas respostas forem negativas, talvez seja hora de repensar a sua estratégia e, quem sabe, a sua colocação. Afinal, mandar e obedecer já saíram de moda. Mas o bem-estar e a produtividade jamais sairão.

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