Você está se comunicando ou apenas impondo a sua opinião nos outros?

Você está se comunicando ou apenas impondo sua opinião aos outros?

Pode até parecer óbvio, mas ter uma boa comunicação e a capacidade de interagir com os colegas de trabalho é uma soft skill que é muito valorizada em profissionais que desejam alcançar posições estratégicas nas empresas – e também para o dia a dia, é claro.

Saber se expressar em diferentes situações e envolver quem está ouvindo no momento certo e com as palavras certas pode te ajudar a convencer clientes, explicar ideias, estabelecer uma estratégia, defender um ponto de vista. 

É bem diferente de impor as suas palavras no outro, manipular ou até mesmo chantageá-lo de alguma forma, no meio da comunicação. E as vezes isso acontece sem perceber! 

A comunicação é o aspecto chave das relações e é fundamental para garantir uma boa troca e evitar desentendimentos!

Pensando nisso, separamos algumas dicas simples que podem ajudar você a aprimorar a sua comunicação:

1. Faça perguntas abertas

São aquelas que permitem uma diversidade de respostas, sem limitar ou restringir os outros a poucas opções, como “sim” ou “não”. Ao invés disso, você pode guiar o outro com perguntas como “você pode esclarecer o seu ponto?” para ter certeza do que ela está querendo dizer.

2. Aprenda a escutar mais

A maior parte das pessoas, enquanto conversa com outras, está focada no que vai dizer e não no que está ouvindo. Escutar é a parte mais importante da comunicação e também a que as pessoas têm mais dificuldade. 

3. Seja empático

A empatia tem o poder de melhorar a comunicação entre as pessoas, pois ela auxilia a compreender melhor a perspectiva do outro, é o que diz Daniel Goleman, psicólogo considerado o pai da Inteligência Emocional.

Mas, para ser empático, antes será preciso praticar a escuta ativa, um não é possível sem o outro.

4. Seja transparente e objetivo

Quase ninguém fica feliz quando está falando com uma pessoa e ela fica simplesmente girando em círculos, no mesmo lugar. Para isso não acontecer é preciso de prática, entender quais são os pontos importantes do que você quer dizer e passar as informações importantes!

É preciso ter assertividade passando as opiniões e as informações necessárias de forma segura, clara e objetiva.

Aqui no IE nós sabemos que o caminho para o futuro está nos relacionamentos e nas pessoas, independente de como está a sua comunicação com o outro agora, ela pode sempre melhorar. 

 

O que o Eneagrama pode fazer pela relação entre mãe e filho?

O que o Eneagrama pode fazer pela relação entre mãe e filho?

 

Mãe, tem aquelas sensíveis e amorosas, outras mais pragmáticas e objetivas e ainda há as mães planejadoras e pacientes.

A minha é daquelas bem objetivas, uma mulher convicta, cheia de poder pessoal, daquelas que são mães de seus filhos e porto seguro para mais uma legião de pessoas ao seu redor.

Quando eu olhava para ela, enxergava só força e firmeza, nenhuma vulnerabilidade ou fraqueza, quando eu olhava para mim em contraste com aquela força toda, me via pequena, indefesa e sem força.

Até o dia que a gente se conheceu mais profundamente, graças ao Eneagrama e ao processo de autoconhecimento, entendi que por trás de toda aquela convicção e seriedade, morava uma mulher que também tem suas dores, inseguranças e momentos de vulnerabilidade, e só depois disso consegui enxergar em mim uma força que não sabia que existia, vi que dentro de mim também há um pouco de minha mãe e dentro dela, havia também um pouco de mim.

Minha mãe, mulher guerreira, professora de tantos, aprendiz da vida, minha mãe também chorava, ela também sofria e isso não a fazia menos incrível ou menos forte, isso a fazia ainda mais uma mulher de fibra e inspiração para mim, sua filha.

Mães sofrem caladas, seguram as pontas e fazem das tripas coração para garantir que nós filhos, possamos viver e se jogar na vida com o máximo de proteção e orientação delas.

Amor de mãe pode vir de várias formas, seja ela uma mulher mais emocional, racional ou prática… amor se mostra de muitas maneiras, e hoje, no dia delas, das mais variadas mães desse mundão, o que desejamos é que o amor de mãe e o amor de filhos consigam se encontrar, mesmo que diferentes possam reconhecer o amor em atitudes, declarações, presentes, conselhos e cuidado.

Texto: @bastos_pn Diretora de Instrução do @ieneagramabr

 

Melhore a sua relação com sua mãe ou filho!

“stresslaxing” – o ato de se sentir estressado enquanto está tentando relaxar

“Stresslaxing” – o ato de se sentir estressado enquanto está tentando relaxar

Você é daquelas pessoas que conta os dias e os minutos até algum feriado ou período de férias? Sabia que para algumas pessoas, descansar e relaxar é uma coisa assustadora.? Eles enlouquecem enquanto relaxam.

Um termo estranho, sem tradução direta aqui no Brasil, mas já se escuta falar dele lá fora há anos, o “stresslaxing” descreve a sensação de estar tentando relaxar e – ao mesmo tempo – estar muito ansioso por não conseguir relaxar.

Você já tentou relaxar, apenas para se sentir sobrecarregado com o sentimento de estresse e pensamentos negativos? Por exemplo, você tenta meditar, sair para caminhar ao ar livre, simplesmente sentar para observar o dia escutando música, buscando um momento de relaxamento e tudo que consegue é: ficar constantemente pensando nos problemas que precisa resolver, nos que já foram resolvidos e ainda nos que nem surgiram.

Acontece que muitos de nós experimentamos isso – e é por isso que alguns usam o termo em inglês “stresslaxing”.

O fenômeno, conhecido como ansiedade induzida pelo relaxamento, acontece quando as pessoas ficam ansiosas como resultado de estarem relaxadas. Embora pareça contraditório, atividades como exercícios, ouvir música ou tirar férias desencadeiam sentimentos de ansiedade.

Essa sensação é comum e acontece entre 30% e 50% das pessoas quando tentam fazer atividades relaxantes, causando sintomas de estresse, um tiro no pé.

O pior de tudo é: isso pode se tornar um ciclo vicioso, uma vez que quando estressado, você precisa fazer algo para desestressar. Imagine ficar mais estressado, por diferentes motivos, toda vez que tentar relaxar?

“Alguém com medo de relaxar é capaz de relaxar inicialmente”, diz Christina Luberto, doutoranda em psicologia da Universidade de Cincinnati, que desenvolveu um questionário, conhecido como Índice de Sensibilidade ao Relaxamento, para aprender mais sobre essa situação. “Mas uma vez que eles começam a se sentir relaxados, eles começam a se sentir ansiosos como resultado.”

Cada pessoa – e cada personalidade – age de forma diferente quanto ao “stresslaxing” e algumas personalidades estão mais propensas a essa sensação do que outras!

É fundamental identificar qual está sendo o gatilho desse fenômeno em sua personalidade. Por exemplo, o medo de errar pode ser um dos gatilhos mais comuns para o “stresslaxing”, bem como o medo de perder o controle ou o medo de desagradar as pessoas. 

É comum também observar no medo de não atingir resultados ou medo de gerar conflitos como gatilhos potentes para esta sensação.

Mas ainda existe o medo de não ter a devida atenção das pessoas, medo de depender de alguém ou ainda de ser subjugado por alguém, bem como o medo de desagradar as pessoas e o medo de ter que lidar com dores e situações de desconforto posteriores ao se permitir relaxar.  

Seja qual for o medo é necessário estar atento para verificar se o gatilho que você está tendo para este “stresslaxing” está vindo da sua personalidade ou pode ser um indício patológico.

Olhar para dentro, se entender, observar e ter auto cuidado é fundamental para que possamos ter maior domínio de nossas ações e reações, mas principalmente termos maior gestão de nossos resultados e relacionamentos.

 

E quando você é Will Smith? O impacto de situações de altas emoções

E quando você é Will Smith? O impacto de situações de altas emoções

 

Existem alguns trabalhos que podemos chamar de serviço de alta emoção ou eventos de alta emoção. 

Por exemplo, um cirurgião realiza um serviço de alta emoção no atendimento de um pronto socorro ou mesmo em uma cirurgia, bem como um piloto de avião com a responsabilidade de decolar e pousar a milhares de km levando dezenas de vidas na confiança de seus equipamentos e preparo técnico. 

A pressão envolvida em ambos é gigantesca, portanto o preparo mental e emocional para estas pessoas é algo fundamental.

Mas uma coisa é você ter um trabalho de ALTA EMOÇÃO, outra totalmente diferente é você eventualmente estar em situações de alta emoção. 

Diferente de um piloto ou médico que está sempre alerta e o mais preparado possível para aquele momento, se momentos de ALTA EMOÇÃO forem raros em sua vida é possível que você não tenha a melhor das reações emocionais.

Mais do que julgar entre certo e errado a reação do Will Smith, após a “piada” (entre muitas aspas) feita por Chris Rock no Oscar, o melhor exercício que podemos realizar é olhar para nós mesmos e refletir sobre como NÓS reagimos em momentos de ALTA EMOÇÃO.

Muitas vezes gostamos de pensar que em uma situação, como por exemplo em um assalto, nós reagiremos adequadamente, sem colocar sua vida em risco ou muito menos tornar ainda mais tensa uma situação que já está caótica. 

Mas aí, quando alguém lhe assalta, você se vê repentinamente reagindo ao assaltante, entrando no combate físico por querer proteger a si mesmo ou alguém da sua família.

É muito fácil dizer que jamais reagiria da forma como Will reagiu, que você pararia para pensar antes, que ao invés de uma violência física, você teria colocado o Chris no lugar dele com palavras ou somente desprezo… ou que ainda você no lugar de cônjuge de uma pessoa que sofre de uma doença, saberia separar a piada da dor da pessoa que você ama e, portanto, não faria nada além de entrar na brincadeira.

No lugar do outro, sempre costumamos acreditar que faríamos melhor, que teríamos posturas mais maduras e adequadas diante de determinada situação altamente impactante emocionalmente.

Mas o fato é: nós somos Will Smith diariamente em diversas situações, expressamos nossa raiva, somos hostis com quem amamos e justificamos culpando as outras pessoas. 

Nós somos Will, seres humanos altamente impactados por reações emocionais, entender esse nosso lado e conhecê-lo a fundo é a melhor forma de você estar mais atento na hora de reagir com as pessoas à sua volta.

E você? Impactado emocionalmente tem dado tapas na cara de quem ama? Tem dado tapas na cara de si mesmo? Tapas podem ser físicos, verbais e podem acontecer no silêncio da sua intimidade, quando seu coração quer algo e sua razão insiste que aquele caminho é impossível.

No Oscar Will Smith apenas escancarou sua humanidade em um dos palcos mais assistidos do mundo, jogue pedra quem quiser, mas nessa história toda há mais telhados de vidro do que gostaríamos de assumir.

O que o filme RED tem a ver com autoconhecimento?

‘RED: Crescer é uma fera’: O que o filme ensina sobre comportamento humano?

‘RED: Crescer é uma fera’: O que o filme ensina sobre comportamento humano?

A nova animação da Disney veio para nos fazer refletir sobre nosso lado sombrio e nossa dificuldade de aceitar e lidar com partes de nosso jeito de ser.

A animação possui camadas e camadas de análise comportamental, desde a tendência infantil de buscar aprovação dos seus pais de forma a até sufocar partes de nossa personalidade e nossas escolhas para não desagradar quem amamos e buscamos ser amados. 

A personagem principal, Mei Lee, mostra logo no início da história uma certa ambiguidade entre fazer o que se quer e fazer o que esperam dela. Lidar com as expectativas que os outros depositam sobre nós talvez seja uma das maiores angústias do ser humano, especialmente na infância e adolescência – mas está cheio de adultos sofrendo com isso. 

O filme ainda mostra o quanto a raiva, quando usada com consciência, pode ser uma emoção que te gera senso de responsabilidade, comprometimento, esforço e disciplina. Assim como todas as emoções humanas, sempre irão agregar recursos comportamentais.

Mas a grande sacada da saga da personagem principal está justamente entre escolher sufocar suas emoções mais fortes e agressivas ou aceitar que elas fazem parte de sua personalidade e são importantes para construção de suas escolhas e vida.

Um filme para refletir e ainda mais para nos fazer compreender a importância de não demonizar nossas emoções ou mesmo tentar reprimi-las, conviver com elas de maneira consciente e madura será sempre o melhor caminho para fazer escolhas emocionalmente inteligentes, e o melhor caminho para fazer isso será sempre o AUTOCONHECIMENTO EMOCIONAL!

Por que investir na diversidade emocional no recrutamento e seleção?

A busca por mais que um currículo técnico cresce

Muitas empresas já se empenham em buscar profissionais com habilidades que vão além das suas competências técnicas que comumente se enxergam nos currículos: curso tal, com capacitação em tal, com pós graduação em tal… Claro, essas competências são essenciais, mas não são só elas que importam.

Soft skills são tão importantes quanto as hard skills, inteligência emocional é a principal citada quando pesquisamos sobre diversidade de habilidades nas seleções de emprego. As soft skills são habilidades que estão relacionadas com a interação entre as pessoas dentro da empresa, são importantes principalmente quando pensamos no comportamento em equipe. 

Mas muito além das soft skills 

O ponto que queremos endereçar aqui é a diversidade emocional de acordo com cada tipo do Eneagrama

Em muitos treinamentos in company feitos pelo Instituto Eneagrama, foi possível perceber a pouca diversidade de personalidades nas empresas, principalmente nos cargos mais elevados, como diretoria, gestores e líderes. 

Muitas vezes, isso acaba gerando barreiras emocionais, que impedem um bom funcionamento e desenvolvimento das empresas. Essa falta de diversidade pode levar à estagnação, uma vez que o comportamento de todos é similar, não há maneiras de evoluir.

Imagine o cenário: uma determinada empresa resolveu fazer o treinamento do Eneagrama da Personalidade e acabou por descobrir que 60% do seu quadro de diretores e líderes se identificava com o tipo 6 no Eneagrama, que tem como vício emocional o MEDO.

Esse MEDO, por ser um vício emocional, em doses elevadas, pode fazer com que os diretores e líderes se tornem apreensivos, com receio de mudanças, apegados a uma determinada “lei ou ordem” que os levará sempre pelo mesmo caminho, impedindo a empresa de crescer.

Agora, se este quadro tiver, por exemplo, uma porcentagem maior de personalidades como o tipo 7, que são conhecidos por buscarem mais aventuras, mudanças, experiências novas, a empresa pode começar a visualizar outros caminhos para atingir suas metas, podendo obter resultados até melhores em menos tempo!

São tantas as variáveis e questões inconscientes envolvidas no modo de cada colaborador ser e agir, que é desafiador encontrar a origem de suas ações e reações. É uma jornada que, muitas vezes, optamos por não trilhar, diante dos grandes desafios que uma evolução comportamental pode apresentar.

Uma vez que você entende as personalidades do Eneagrama, é possível também alocar as pessoas dentro da empresa, dentro dos projetos e das tarefas, para que cada personalidade possa contribuir com o melhor das suas habilidades. 

Evoluir a inteligência emocional e ter autoconhecimento é o primeiro passo para reconhecer como a diversidade emocional pode auxiliar uma empresa a crescer. 

Empresas inovadoras entendem a importância da inteligência emocional para as pessoas e o impacto que isso gera nos seus resultados. Quando são focadas em performance sabem que uma liderança inteligente emocionalmente é essencial para o sucesso de cada projeto realizado, decisão tomada e estratégia praticada. 

Equipes são potenciais ilimitados que nem sempre recebem a oportunidade de se manifestar. Mas quando estimuladas podem desenvolver relacionamentos produtivos e, por consequência, resultados além do esperado.

Busque a evolução da sua equipe e busque pela diversidade emocional! 

A Inteligência Emocional como base do sucesso em vendas

Você se prepara para uma venda ou negociação e está consciente do que deve ser feito para atingir o sucesso.

Sabe tudo sobre o produto, conhece o cliente e suas dores, tem a certeza de que tem a solução e, ainda assim, você fracassa. Você faz tudo, levanta cedo, faz agendamentos, é pontual e dedicado, mas nada disso tem efeito nos seus resultados.

Se isso já aconteceu com você, o motivo pode estar em não saber gerenciar o campo emocional de um processo de vendas e negociação.

Como a venda ou não venda anterior impacta a seguinte?

Receber um “sim” ou “não” no atendimento anterior impacta emocionalmente na sua atitude. E ambas podem ser uma tragédia para a próxima venda ou um trunfo, depende do quanto você consegue compreender o impacto do “não” e do “sim” em sua personalidade.

A sensação de insegurança que toma conta 

O ‘não’ pode lhe deixar inseguro para a próxima venda e o comprador não conseguirá sentir firmeza em você ou até mesmo prendê-lo naquilo que você falhou na abordagem anterior, mantendo-o focado em como refinar a próxima. 

A autoconfiança

O ‘sim’ pode te deixar com grande autoconfiança para a próxima venda, mas essa autoconfiança pode fazer o comprador sentir que você está sendo arrogante, e talvez nem ele saiba o motivo, mas algo dentro dele causou uma sensação negativa sobre você.

Perceba que a decisão foi baseada no sentir algo sobre você, ou seja, as decisões em vendas em sua grande maioria são decisões emocionais. E saber como você reage emocionalmente e como sua reação impacta emocionalmente suas vendas é fator determinante para alcançar melhores resultados.

Para desenvolver esta capacidade é necessário expandir sua inteligência emocional, começando pelo autoconhecimento emocional e auto observação. Não é possível dominar aquilo que você não conhece, então é fundamental entender como suas emoções funcionam, para que você possa interpretá-las com exatidão, entendendo como elas podem impactar negativamente seu desempenho e seus relacionamentos.

Vendedores medianos acreditam que a preparação técnica basta para chegar aos resultados desejados e deixam de lado a preparação emocional, mas vendedores com grande Inteligência Emocional entendem a importância de dominar a principal ferramenta de um processo de vendas, dominar a si mesmo.

Para isso, comece pelos nossos treinamentos! Clique aqui!

Você já parou pra pensar na importância de estar em uma zona de conforto?

É literalmente NECESSÁRIO estar em uma situação confortável para poder produzir, criar, se relacionar, liderar e até amar!
Realizar essas e outras atividades estando desconfortável ou sentindo dor, é tão angustiante que falhamos, sofremos, machucamos a nós mesmos e aos que nos cercam… e nem sempre percebemos que tudo isso só aconteceu, pois estávamos tentando realizar algo com uma situação de DESCONFORTO!

Mas então eu devo permanecer na zona de conforto?
SIM!

Mas eu não corro o risco de ficar estagnado?
SIM! E talvez até esteja!

Então o que eu devo fazer?
EXPANDIR sua zona de conforto!
É isso mesmo, desenvolver-se a ponto de tornar confortável pequenas atividades do dia a dia que hoje te geram DOR ou FRUSTRAÇÃO!

Existe um passo a passo para expandir essa zona de conforto.
Para isso existem algumas etapas:

1 – Reconhecer que você está na zona de estagnação, avaliando os impactos que esta zona está causando em seus resultados e relacionamentos.

2 – Encarar suas crenças e limitações de frente, perceber seus comportamentos, inseguranças, baixa auto confiança. Com isso você entra na zona do medo, onde você se olha de maneira honesta e amadurece o seguinte entendimento: algo precisa ser feito.

3 – Zona de aprendizado, através do autoconhecimento e desenvolvimento de consciência e inteligência emocional, é possível você começar a aprender os SEUS mecanismos emocionais, os seus talentos naturais e a sua maneira de produzir, criar, se relacionar, liderar e amar, compreendendo com profundidade quem você é, será possível então impulsionar sua zona de conforto para a última zona.

4 – Zona de crescimento, onde você consegue colocar em prática novos comportamentos, sentindo-se mais confortável em realizar atividades que antes geravam resultados frustrantes. É o momento em que a sua zona de conforto se transforma em um ambiente produtivo, superando desafios, desenvolvendo a resiliência necessária para se sentir confortável, realizado profissionalmente e feliz em suas relações.

Conforme você vai avançando em cada uma das etapas você aumenta a dimensão da zona em que você se sente confortável. O importante é entender que voltar para a zona de estagnação é algo que pode acontecer quando você se autossabota ou acredita que já evoluiu ou aprendeu o suficiente em sua vida.

Cada uma destas etapas envolverá um trabalho profundo de olhar para si e uma transformação diária de atitude.

Quer saber como os nossos treinamentos te ajudam a impulsionar essa evolução em cada uma dessas 4 etapas?
Entre em contato com a gente aqui pelo whats!

Você já parou pra pensar na importância de estar em uma zona de conforto?

É literalmente NECESSÁRIO estar em uma situação confortável para poder produzir, criar, se relacionar, liderar e até amar!
Realizar essas e outras atividades estando desconfortável ou sentindo dor, é tão angustiante que falhamos, sofremos, machucamos a nós mesmos e aos que nos cercam… e nem sempre percebemos que tudo isso só aconteceu, pois estávamos tentando realizar algo com uma situação de DESCONFORTO!

Mas então eu devo permanecer na zona de conforto?
SIM!

Mas eu não corro o risco de ficar estagnado?
SIM! E talvez até esteja!

Então o que eu devo fazer?
EXPANDIR sua zona de conforto!
É isso mesmo, desenvolver-se a ponto de tornar confortável pequenas atividades do dia a dia que hoje te geram DOR ou FRUSTRAÇÃO!

Existe um passo a passo para expandir essa zona de conforto.
Para isso existem algumas etapas:

1 – Reconhecer que você está na zona de estagnação, avaliando os impactos que esta zona está causando em seus resultados e relacionamentos.

2 – Encarar suas crenças e limitações de frente, perceber seus comportamentos, inseguranças, baixa auto confiança. Com isso você entra na zona do medo, onde você se olha de maneira honesta e amadurece o seguinte entendimento: algo precisa ser feito.

3 – Zona de aprendizado, através do autoconhecimento e desenvolvimento de consciência e inteligência emocional, é possível você começar a aprender os SEUS mecanismos emocionais, os seus talentos naturais e a sua maneira de produzir, criar, se relacionar, liderar e amar, compreendendo com profundidade quem você é, será possível então impulsionar sua zona de conforto para a última zona.

4 – Zona de crescimento, onde você consegue colocar em prática novos comportamentos, sentindo-se mais confortável em realizar atividades que antes geravam resultados frustrantes. É o momento em que a sua zona de conforto se transforma em um ambiente produtivo, superando desafios, desenvolvendo a resiliência necessária para se sentir confortável, realizado profissionalmente e feliz em suas relações.

Conforme você vai avançando em cada uma das etapas você aumenta a dimensão da zona em que você se sente confortável. O importante é entender que voltar para a zona de estagnação é algo que pode acontecer quando você se autossabota ou acredita que já evoluiu ou aprendeu o suficiente em sua vida.

Cada uma destas etapas envolverá um trabalho profundo de olhar para si e uma transformação diária de atitude.

Quer saber como os nossos treinamentos te ajudam a impulsionar essa evolução em cada uma dessas 4 etapas?
Entre em contato com a gente aqui pelo whats!

Sabe por que é tão difícil tomar uma decisão?

Sabe por que é tão difícil tomar uma decisão? Porque, ao escolher um caminho, inevitavelmente outro fica para trás. Uma parte de nós fica presa a essa realidade que poderia ter acontecido, mas que não aconteceu. Uma parte de nós fica sonhando com finais alternativos, em que nossa vida é completamente diferente. E é muito comum que esses pensamentos venham no meio da noite: você está deitado de costas na cama, com os olhos abertos na escuridão, pensando que rumo as coisas teriam tomado se você, dez anos atrás, tivesse dito “sim” ao invés de “não” naquela fatídica terça-feira chuvosa. Cada vez que optamos por algo, somos obrigados a renunciar a outra opção. E aí vem o medo de ter tomado o caminho errado, como se nunca mais fosse possível trocar a rota.

Decidir também implica em assumir as consequências dessa decisão. O interessante é que, se essas consequências são positivas, a tendência é que as recebamos de bom grado, enquanto os resultados negativos nos tiram o sono – mesmo quando eles habitam apenas a nossa imaginação. Para fugir da dor dessas consequências e para fugir do medo de ter escolhido a pior opção, você se convence de que está tudo bem do jeito que está. Que você consegue suportar a rotina massacrante na qual vive. Que você até talvez seja feliz… Para fugir da dor, você não decide. Você procrastina porque está com medo e acaba deixando coisas inacabadas para trás. Sonhos pela metade. E algumas frustrações também.

É normal ter medo do desconhecido, até porque ele pode ser imprevisível. Lembra quando você era criança e acordou assustado porque achou que havia uma pessoa no seu quarto, mas na verdade era só uma cadeira cheia de roupas? Nossa imaginação é fértil – e é ainda mais criativa quando não damos uma conclusão aos acontecimentos. Ficar em cima do muro e não decidir é um prato cheio para a ansiedade. Mas se é tão normal sentir medo do futuro, deve haver uma utilidade para isso, não é? Não gastaríamos tanta energia de vida à toa?! O medo é útil na medida em que nos ajuda a encontrar a solução mais segura, no meio de tantas opções, para realizarmos nossos objetivos. Quando nos paralisa, o medo nos atrapalha.

Lembra daquela outra vez, quando você estava com medo de reprovar na escola, e se dedicou a estudar a matéria com afinco até sanar todas as suas dúvidas? Aqui o medo agiu como alavanca e o ajudou a alcançar o seu objetivo.

A emoção era a mesma: o mesmo medo que nos faz fantasiar sobre os monstros no quarto é o medo que nos ajuda a ir bem na prova. Mas tudo parte de uma decisão. Decidir, ao mesmo tempo em que representa um corte na nossa vida (já que algo sempre fica para trás), é a mola propulsora que nos leva um pouco mais perto da vida que estamos querendo viver.

E uma grande decisão, como casar ou trocar de emprego, geralmente envolve grandes consequências. A vida não será mais a mesma depois que duas famílias se unirem – ou se separarem -, mas é preciso decidir. A indecisão é asfixiante. Decidir é o que dá ritmo à vida. É o que nos faz pulsar. Em 2021, tire seus planos da gaveta e decida viver uma vida mais cheia de energia, vontade e ânimo. Até quando você vai deixar que as outras pessoas façam isso por você?

Eneagrama e a ansiedade de cada perfil

Sabia que todos os perfis do Eneagrama podem ter um certo tipo de ansiedade?

Ela não necessariamente vai se manifestar com uma inquietação no corpo, nem mesmo o frio na barriga comum de quem está ansioso. A ansiedade pode ser silenciosa, e a melhor maneira de entendê-la é compreendendo a sua origem.

A ansiedade tem origem na sensação de medo e, ao nos sentirmos ameaçados, prontamente ativamos nossas defesas e ficamos ansiosos enquanto a ameaça não passar. Em cada perfil, o medo vai ser manifestar por motivos diferentes e de maneiras bastante opostas.

O medo do tipo 1 é de errar ou ser mau. Então, a ansiedade do tipo 1 se manifesta quando há uma ameaça de erro. Além disso, enquanto houver coisas para terminar ou por fazer, o tipo 1 fica ansioso para finalizá-las.

O medo do tipo 2 é o medo de desagradar. Portanto, quando percebe que sua decisão ou ação vai aborrecer alguém, ele começa a ficar ansioso tentando encontrar uma maneira de garantir que continuará sendo amado.

O medo do tipo 3 é o de não valer nada, por isso passa a buscar valor pessoal por meio de conquistas na carreira. Assim, quando o sucesso está ameaçado, a ansiedade vai lá em cima e o coloca em um frenesi na busca por resultado.

O medo do tipo 4 é o de não ter identidade. Sendo assim, quando ele precisa se adequar ou atender às expectativas alheias, sua identidade fica ameaçada e a ansiedade para voltar a ser quem se é começa a se manifestar.

O medo do tipo 5 é o de ser incompetente – daí a sua busca por compreender o mundo para poder ser eficiente. Quando percebe que não entende sobre algo, a ansiedade em obter conhecimento aparece e o isola em seu mundo mental.

O medo do tipo 6 é o de não contar com apoio ou orientação para as decisões. Então, quando não existem regras definidas ou alguém para deixá-lo seguro de uma decisão, a ansiedade assume o controle, deixando-o preocupado com o futuro.

O medo do tipo 7 é o de sofrer dor ou privações. Por isso, sempre que há a ameaça de uma situação dolorida, como uma briga ou um problema delicado, a ansiedade domina e o leva a escapar da situação.

O medo do tipo 8 é o medo de ser ferido ou controlado por outras pessoas. Assim, sempre que alguém passa a tentar impor algo para ele, a ansiedade para retomar o domínio da situação toma conta e ele passa por cima.

O medo do tipo 9 é o medo de perder o vínculo com as pessoas. Portanto, sempre que suas decisões ou sentimentos podem levar alguém a abandoná-lo, a ansiedade vem e o faz engolir seus sentimentos e tolerar a situação.

Em todos os casos, para lidar com a ansiedade (que se manifesta de maneiras diferentes), o caminho é um só.

1 – Compreenda o funcionamento da sua personalidade;

2 – Entenda a origem do medo presente no seu ego;

3 – Acolha a existência desse medo. Não o negue nem o rejeite. Acolha-o como parte de si;

4 – Comece a observar, no seu dia a dia, este medo agindo de maneira positiva;

5 – Analise também, no seu comportamento, esse medo sabotando sua comunicação, suas relações e seus resultados;

6 – Escolha uma situação em que esse medo se apresenta de maneira negativa para iniciar uma evolução;

7 – Procure estar sempre atento a esta situação para compreendê-la de maneira mais racional;

8 – Estando atento e racional, neste momento escolha uma nova atitude ou comportamento ideal para solucionar;

9 – Repita todo o processo do passo 5 ao 9 até que todas as situações mapeadas no passo 5 sejam resolvidas.

Seguir processos de mudança também pode gerar medo e consequentemente ansiedade; mas, quando fazemos isso com consciência e vontade genuína de buscarmos nossa melhor versão, encontramos a força necessária para seguir!

Sempre que conseguir evoluir em um destes medos e perceber que sua ansiedade ou suas defesas estão sendo melhor controladas por você, conta pra nós! Publica no seu Instagram e nos marque @ienagramabr. Assim saberemos que nosso propósito de transformar o mundo está sendo cumprido!

Existe emoção ruim?

As emoções são a maneira que a nossa história tem de se comunicar conosco. Elas são tão valiosas quanto a comunicação entre os seres humanos, ou mais, visto que é a comunicação do ser humano consigo mesmo.

Antes de saber se existe ou não emoção ruim, precisamos entender por que as emoções existem no ser humano e para que elas servem.

Quando nascemos, somos limitados em recursos para lidar com o mundo. Isso nos torna vulneráveis ao ambiente, ficamos em uma posição de completa dependência de nossos pais para atender todas as necessidades, como saciar nossa fome ou sede e resolver sensações de calor, frio, dor e saudade. E, naturalmente, por mais que as pessoas ao nosso redor busquem atender tais necessidades, infelizmente muitas delas não são sanadas ou acabam sendo resolvidas de maneira incompleta. E isso gera dor.

Por mais que os responsáveis por garantir nossa sobrevivência busquem fazer de tudo para cuidar de nosso desenvolvimento com atenção, acolhimento e congruência, não está sob poder deles nos proteger da interpretação que temos em relação ao que acontece à nossa volta. Pois, da mesma forma que somos limitados em conseguir cuidar de nós mesmos na infância, a nossa capacidade de discernimento nos primeiros meses de vida também é extremamente ilógica e pautada em sentimentos, o que pode nos levar a interpretações equivocadas do mundo.

 

Essa interpretação de não atendimento de nossas necessidades passa a gerar uma angústia infantil, o que chamamos de ferida emocional, e é aí que as emoções aparecem. Elas são mecanismos de defesa para nos proteger de sermos feridos novamente. Sem as emoções, ficaríamos completamente vulneráveis e seríamos machucados diversas vezes a ponto de adoecermos psicologicamente.

 

Então, quando olhamos para as emoções, precisamos compreender que elas são as nossas melhores aliadas desde nossa infância, pois elas literalmente nos protegeram de sermos feridos novamente.

 

Um exemplo prático para entender essa defesa é olhar para uma criança que, na infância, interpretou o meio à sua volta com uma sensação de traição. Ela não sabia se podia confiar nas pessoas que estavam cuidando dela e precisava encontrar uma maneira de verificar se poderia confiar ou não em alguém. Para resolver essa sensação de traição, a criança começa a adotar a emoção do medo como defesa, mantendo sempre um pé atrás com as pessoas e testando as relações para ver se elas responderiam de maneira congruente. A criança passou a ser mais vigilante e observadora com as pessoas para verificar possíveis discrepâncias de comportamento que poderiam anunciar uma possível nova traição.

O medo começa a assumir o comando do comportamento dessa criança como uma maneira de antecipar possíveis traições, e o mundo à sua volta passa a ser visto com desconfiança. A criança cresce e torna-se um adolescente inseguro que não sabe se pode sequer confiar em si mesmo, porque às vezes ele mesmo sente que não consegue atingir o que havia imaginando de sua performance. Já que suas ideias nem sempre são as melhores, é mais interessante não correr o risco de se expor.

É melhor também não dizer muito o que pensa ou o que sente, pois dessa forma se protege de ser traído nas relações. E quando entra em relações na fase adulta, fica buscando provas de que o amor que recebe é mesmo confiável, genuíno e profundo. E principalmente se a pessoa que está ao seu lado é alguém que não representa uma ameaça. Em sua carreira, pode ter dificuldade de delegar funções, por receio de as pessoas não entregarem conforme combinado, passando a desenvolver controles para checar se as pessoas realmente fizeram o que era combinado. E a vida segue cheia de desconfianças, preocupações, apegos, inseguranças e ansiedade.

Mas a vida também segue com capacidade de fazer planejamentos, avaliações de risco, prudência, cautela, validação de dados, comprometimento, lealdade com as pessoas de seu círculo e profunda conexão com os valores de grupo. Cada passo dado é calculado, fazendo com que suas escolhas sejam mais seguras e palpáveis. Tudo isso se reverbera em um zelo profundo com quem ama, seja família ou amigos, e uma carreira construída com solidez.

Todo esse comportamento, tanto positivo quanto negativo, manifesta-se como uma defesa da ferida emocional gerada na infância. Ou seja, o medo foi o recurso para esta criança LITERALMENTE não se sentir traída novamente.

Acolher as emoções que se apresentam em nosso comportamento e entender o que elas querem nos comunicar é o caminho para se libertar dos comportamentos negativos que elas podem gerar; mas, sem consciência destas emoções, não conseguimos compreender o que nossa criança interior está sentindo e do que ela está tentando nos proteger.

Mesmo quando estamos tristes ou com raiva, desvalorizando-nos, criticando-nos ou fugindo de nós mesmos, tudo isso tem muito valor se APRENDERMOS A DAR OUVIDOS A ESTAS EMOÇÕES, compreendendo o que elas querem nos mostrar.

Quando compreendemos nosso mecanismo de defesa emocional e qual é nossa ferida, podemos amadurecer a maneira como lidamos com ela e abrimos a possibilidade de explorar o potencial de nossas emoções com DIRECIONAMENTO EMOCIONAL, ao invés de sermos reféns de suas escolhas. Afinal, as emoções nos trazem RECURSOS comportamentais, tanto positivos quanto negativos, e o que leva nossas emoções a se manifestarem de maneira mais produtiva e saudável é o AUTOCONHECIMENTO.

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A crise do Barcelona e o encerramento de ciclos

Um dos clubes de futebol mais vitoriosos da história viu um capítulo amargo ser escrito há alguns dias. A derrota humilhante por 8 a 2 passou como um terremoto pelo Barcelona: o atacante Messi demonstrou que está cogitando a possibilidade de ir embora, mesmo depois de 16 temporadas com o time. E Piqué, zagueiro, admitiu que o clube precisa passar por mudanças e se colocou à disposição para sair, ele próprio, se necessário. “Vergonha, esta é a palavra”. O Barcelona terminou a sua pior temporada em 11 anos.

Seja qual for o destino de Messi, Piqué e outros jogadores do clube, o momento atual revela o fim de um ciclo para um dos maiores clubes do mundo. A goleada sofrida foi apenas a gota d’água que fez transbordar a necessidade de mudanças. Mas o que faz um jogador como Messi, que ganha 50 milhões de euros por ano, querer encerrar um ciclo vitorioso em todos os sentidos? A resposta é: ciclos precisam de recomeços. Mesmo em momentos vitoriosos.

E como você, na sua vida, tem reagido a momentos de tomada de decisão? Messi escancarou o processo de descontentamento e demonstrou atitude e coragem para começar uma nova jornada.

Como você se entrega para novos desafios? Como suas emoções ajudam na leitura do processo de descontentamento interno que você está enfrentando? O que você precisa para tomar uma atitude, ter coragem de mudar e encerrar um período?

Tão importante quanto começar novos ciclos é perceber quando os ciclos antigos devem se encerrar. Você sabe como fazer essas mudanças na sua vida ou precisa levar uma goleada de 8×2 para tomar uma atitude? Você faria o mesmo que Messi?

Como os perfis do Eneagrama reagem ao momento que estamos vivendo?

O mundo está de cabeça para baixo! Paira no ar a sensação de que tudo está fora do lugar. E agora, como encontrar ordem em meio ao caos?

Neste momento, é importante reconhecermos o que realmente estamos sentindo e como reagimos apesar de momentos como este. Somos seres diferentes, pensamos de forma diferente e, acima de tudo, temos reações diferentes a cada situação. Isso significa que, embora algumas pessoas possam estar no auge do estresse com um certo sentimento de impotência frente às consequências do Covid-19, outros, no entanto, podem estar gostando deste momento de isolamento social e aproveitando para ficar em paz consigo mesmo. E tudo bem com isso!

Riso e Hudson, em sua obra “A Sabedoria do Eneagrama”, classificam em três grupos a forma como podemos usar nossas defesas e reagir, inconscientemente, mediante situações de perda e decepções.

Grupo da Atitude Positiva

Como o próprio nome já diz, estas pessoas tendem a reagir aos problemas adotando uma “atitude positiva”, ou seja, “fazendo do limão uma limonada”. São pessoas que têm certa facilidade em ver o lado bom das coisas, são motivadoras e estão sempre prontas para ajudar. Agora, a dificuldade está em reconhecer em si mesmas algo doloroso ou negativo. Equilibrar suas próprias necessidades em relação às dos outros também pode ser tornar desafiador para elas. Pertencem ao grupo de Atitude Positiva os perfis 7, 2 e 9.

Grupo da Competência

As pessoas deste grupo reagem aos problemas invalidando seus sentimentos. Buscam constantemente por objetividade, eficiência e competência, muitas vezes esperando que os outros ajam da mesma forma e, quando isso não acontece, surge a indignação. Este grupo pode ter problemas em relação seguir, ou não, limites (regras) dentro de um sistema. Os perfis 1, 3 e 5 compõem esse grupo.

Grupo Reativo

Devido à sua dificuldade em confiar no outro, os reativos tendem a querer que as pessoas espelhem o seu próprio estado emocional, do tipo “se isso me aborrece, deveria aborrecê-lo também!”. São expressivos, ou seja, quando há um problema isso fica evidente fisicamente. Criam, por vezes, relações de amor e ódio. As pessoas que fazem parte do grupo dos reativos buscam por independência, o que pode trazer certa dificuldade quanto ao reconhecimento da necessidade em serem apoiados ou cuidados pelos outros. Tipos 4, 6 e 8 fazem parte do grupo reativo.

 

Ao analisarmos os grupos mencionados por Riso e Hudson, podemos identificar pelo menos uma reação positiva em cada grupo que, se estiver desequilibrada, pode gerar problemas em nossos relacionamentos, sejam eles pessoais ou profissionais.

Agora, analisando o momento pelo qual estamos passando – pandemia, crise na saúde e na economia mundial –, no qual a grande maioria das pessoas está passando por uma situação de instabilidade, seja ela financeira, física ou emocional, minha dica é: pare por um instante e reconheça suas emoções.

Se você tem a sensação de que tiram o chão de baixo dos seus pés, acalme-se. Analise este momento (aqui e agora), coloque no papel suas possibilidades. O que você pode fazer? Como você pode fazer? De que forma pode contribuir? Trace um plano e aja conscientemente a partir do que há de melhor no seu padrão de comportamento.

Por Sandra Iepsen – Diretora IE Santa Cruz do Sul/RS

Sou mesmo um líder? Ou sou um faz de conta bem vestido?

Há um imenso abismo entre aquilo que somos e aquilo que demostramos ser, logo, aquilo que somos jamais passará despercebido aos olhos que constantemente nos observam. O líder é aquele indivíduo que não precisa de um cargo, todos sabem que é ele. É nas pequenas atitudes, nas ações e reações inesperadas que o líder tende a mostrar o seu nível moral, de modo que, sobre esta análise gradual, os demais estabelecerão um conceito sobre ele e associarão o seu nome a tais atitudes.

O desafio de todo líder não é ir contra as suas fraquezas; ao contrário disso, uma ação de humildade é considerar suas fraquezas e não se elevar à autossuficiência, uma vez que jamais um homem comum, como você e eu, ou o maior de todos os líderes será capaz de “abraçar o mundo” sozinho. Uma equipe (com capacidades e incapacidades) é indispensável. As fraquezas e incapacidades podem ser bem administradas por se tornar o “ponta pé” motivacional, no qual cada um encontra significado para aquilo que desempenha com excelência.

Mas como todo grande e valente herói possui um inimigo, entre os muitos desafios da liderança, pode-se destacar como grande inimigo pessoal o Ego – e ele está em nós e estará para sempre. É no Ego elevado de um líder que mora o perigo, já que desvia o foco da liderança do grupo para si mesmo, para seus interesses e valorização pessoal. Quanto mais o líder almeja o poder e há ganância sobre sua posição, mais distante se encontra o seu olhar dos interesses interpessoais, dos interesses da empresa em questão e do sucesso coletivo. Aliás, o mantém cada vez mais distante do sucesso e da satisfação pessoal.

Bons líderes têm seu orgulho focado em saber que as coisas funcionam bem, não são egocêntricos em seus sentimentos e permitem que outros também brilhem e sejam elogiados. Estão dispostos a ouvir sugestões e talvez colocá-las em ação. Não possuindo tempo para o próprio ego, estão ocupados e concentrados nas necessidades da organização e de seus liderados. Líderes eficazes são humildes ao ponto de pensar primordialmente nos demais e não em si mesmos.

Líderes em equilíbrio são pessoas comprometidas com a organização e com as pessoas que as servem, tornando-se dispostos a enfrentar problemas, como também a festejar vitórias com os demais. São convictos em seus princípios e transmitem segurança mesmo em tempos de crise.

O que todos desejam para o futuro? Estabilidade. Estabilidade é sobre lealdade, aceitar a responsabilidade, tomar iniciativa e perseverar numa tarefa até que ela seja concluída. No momento em que cada indivíduo puder olhar para o caráter do seu líder e ver nele convicções inegociáveis, ações de humildade e lealdade para com os seus, ele se tornará cativante a ponto de ser seguido, indiferentemente de suas capacidades natas de liderança, pois nele há segurança, credibilidade, motivação, disposição, admiração e uma dezena de outras características que impulsionam o desejo de seguir outro alguém.

Talvez não esteja no DNA as características posturais de um líder. Porém, não há nada que não possa ser apreendido, desenvolvido e transformado em capacitação. A arte de agregar pessoas e influenciá-las como seguidoras em busca de um objetivo único tem como princípio o desenvolvimento de características pessoais capazes de gerar admiração, confiança e lealdade.

Todos, de algum modo, deixam a sua marca na vida de outros e esta é uma escolha pessoal. Deixar um bom legado e uma marca para o mundo é apenas para os líderes eficazes.

Por Rucimeire Freitas Mattana – Trainer IEneagrama Noroeste RS

9 razões para você fazer o Eneagrama da Personalidade

No nosso treinamento você vai receber dicas de neutralização que vão te conduzir para viver uma vida mais consciente, e, consequentemente, te deixar distante do seu vício emocional e em sintonia com seu propósito de vida.

1 – Sabe aquelas cobranças internas que fazem com que você carregue um peso nas costas e culpe ou se culpe por todos os erros? Eneagrama pode te ajudar a aliviar a carga.

2 – Sabe quando você esquece completamente de si de tanto que ajuda as outras pessoas? Com Eneagrama você pode encontrar uma maneira saudável e de equilíbrio entre dar e receber.

3 – Sabe quando você acaba atendendo mais as expectativas do mundo do que seguindo suas próprias vontades? Eneagrama te apoia a resgatar sua verdadeira identidade.

4 – Sabe quando você se sente incapaz ou fica se comparando com outras pessoas e se desvalorizando? Eneagrama pode te ajudar a transformar seus sentimentos a partir de novas atitudes.

5 – Sabe quando você fica racionalizando até sentimentos e estar presente nas relações é um desafio? Eneagrama pode te apoiar a estar mais convicto de si e se libertar.

6 – Sabe quando você vê risco em todas as ações e morre de medo de ser julgado pelo que pensa, sente ou faz? Eneagrama te apoia e encontrar dentro de si maior autoconfiança.

7 – Sabe quando você tem muito entusiasmo mas parece que não consegue consolidar nenhum projeto e tudo fica pela metade? Eneagrama pode te apoiar a direcionar seus talentos.

8 – Sabe quando você tem medo da intimidade e por isso acaba intimidando todos ao seu redor? Eneagrama pode te apoiar a descascar essa casca grossa com a segurança de não ser machucado.

9 – Sabe quando você não faz a menor ideia do que fazer com sua vida e fica indeciso na hora de tomar decisões? Eneagrama pode te apoiar a dar foco e usar sua força com mais objetividade.

Priscila Bastos – Diretora de Formação IEneagrama Brasil

As emoções impactam na sua capacidade de liderança?

Você que é líder talvez já tenha pensado: “Será que eu falo outro idioma? Ninguém entende o que eu digo!”. Ou ainda, apesar de ter repetido por três vezes como deveria ser realizada determinada tarefa, seu liderado fez totalmente o contrário do que você falou. E você, liderado? Quantas vezes levou bronca, ou pior, ouviu xingamentos por fazer exatamente o que seu líder lhe mandou fazer?

Em momentos como estes, é difícil manter o controle, não é? É como se uma erupção viesse subindo pelo estômago e pela garganta. Você começa a ficar vermelho e é difícil se segurar. Nesta hora, você fala tudo aquilo que está em sua cabeça e, de forma reativa, expressa toda a sua raiva, o seu medo, a sua frustação e a sua indignação. Você grita aos 4 ventos tudo aquilo que está entalado. Ou simplesmente engole seco e, mais uma vez, engole o “sapo”.

Quantas vezes você já saiu de uma reunião frustrado ou estressado, por não conseguir motivar, engajar ou fazer com que sua equipe fizesse o que precisava ser feito? Você já parou para pensar que, talvez, essas situações estão ocorrendo porque você não está consciente de suas emoções?

Como assim, Alex?

Certa vez, fui chamado por um cliente, para o qual eu prestava serviço de consultoria, na intenção de que eu conversasse com um colaborador que seria promovido a um cargo de liderança. Chegando na empresa, já ciente do comportamento dos dois sócios, pedi para conversar com eles antes de ir falar com o candidato a líder.

Então, pedi aos sócios que me explicassem o que esperavam da minha conversa, qual era o objetivo.  Um deles falou que eu deveria prepará-lo para o cargo de liderança, enquanto o outro disse que eu deveria avaliar se ele tinha perfil para esse cargo! Cada um tinha uma expectativa e, notando isso, perguntei se eles  haviam percebido que estavam me pedindo coisas diferentes. No começo, eles não tinham se dado conta, pois um não escutava o outro, mesmo estando frente a frente.

Percebendo que havia “algo no ar” entre eles, pedi para que os dois definissem o objetivo, que deveria ser um só para a primeira conversa. Neste momento, eles começaram a discutir, e logo o tom de voz foi aumentando, como em uma competição de som automotivo: quando um aumentava a voz, o outro aumentava mais ainda. Estava claro que as emoções estavam lhes dominando e eles não raciocinavam completament    e. Cegos pelos egos, cada um defendia o seu próprio ponto de vista.

Dentre as habilidades de um líder, podemos destacar a capacidade de ouvir como uma das principais, senão a principal.        Autores e grandes líderes descrevem-na como uma habilidade essencial! Dale Carnegie, autor do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, escrito há mais de 80 anos, já falava o quanto é importante para um bom líder saber ouvir verdadeiramente. James Hunter descreve, em seu livro “O Monge e o Executivo”, a filosofia da Liderança Servidora, em que um dos alicerces é saber ouvir. Outros autores renomados como John Maxwell e Stephen Covey, além de líderes como Jack Welch, também falaram sobre como a capacidade de ouvir, vinda de um líder, faz com que ele sirva de inspiração e seja seguido por seus liderados.

Mas como ouvir quando se está cego ou surdo pela raiva, medo, indignação ou estresse? O autoconhecimento e a inteligência emocional são alguns dos caminhos para desenvolver a capacidade de agir e pensar, mesmo em momentos de grande tensão. No Eneagrama da Personalidade, por exemplo, são estudadas as 9 emoções humanas e como elas influenciam os 9 padrões de comportamento. Já no livro “Inteligência Emocional”, do autor Daniel Goleman, é abordado o índice que mede a inteligência emocional do ser humano, o QE – Quociente Emocional.

Um líder com alto nível de inteligência emocional tem as ferramentas necessárias para que, mesmo no meio da tempestade de emoções, consiga agir de maneira consciente. E a consciência, ou presença, é outra habilidade essencial para que possamos desenvolver uma liderança servidora. Afinal, não adianta nada saber a matéria e ter todas as técnicas na memória se, na hora da prova, “dá um branco”.

Em sala, nos treinamentos, muitas vezes os alunos falam: “Mas, Alex, eu estudei o manual para saber como lidar com o perfil do meu liderado e me preparei para a reunião com as informações. Mas, na hora em que ele me falou aquilo, eu não aguentei! Esqueci tudo, levantei o tom de voz e estourei.” Nestas horas sempre conto para meus alunos uma história.

Certa vez, o discípulo perguntou ao mestre:

– Mestre qual mantra eu posso recitar, no momento de estresse, para me acalmar?

Ao que o mestre, em toda sua sabedoria e calma, responde:

– Qualquer um, porque se você conseguir lembrar de algum mantra na hora em que a emoção o sequestra, qualquer um vai servir.

Mas então, se não adianta apenas conhecer as técnicas, o que eu faço para gerenciar as emoções e melhorar a minha liderança?

O desenvolvimento pessoal é como se preparar para uma maratona: você não começa correndo 42 km no primeiro dia. Você vai aumentando a distância, semana após semana, para que, no dia da maratona, esteja preparado para o desafio real.

Em seu livro “Como Evitar Preocupações e Começar a Viver”, Dale Carnegie conta a história do empresário que melhorou seus resultados como profissional, realizando uma reflexão toda semana sobre como foram as suas atitudes naquela semana.

O primeiro passo para que você possa começar a conhecer as emoções presentes no seu dia a dia, e como elas o sequestram em momentos de estresse, é a percepção sobre si mesmo. Um exercício diário de anotar, em um pequeno caderno, ajudou-me a aumentar meu autoconhecimento e estar consciente. Convido você a fazer o exercício. Todo dia, pela manhã ou à noite, faça uma reflexão e escreva, de forma sucinta, quais emoções você percebeu.

  • Raiva, que trouxe indignação?
  • Medo, que trouxe ansiedade, receio ou desassossego?
  • Luxúria, que fez com que você agisse de forma intensa e, por vezes, exagerada?
  • Indolência, que fez com que você tivesse dificuldade de se posicionar e, assim, fez-lhe “engolir sapos”?

Estas são algumas das emoções.

Anote também qual foi o gatilho que acionou aquela emoção: que comportamento, do outro ou seu próprio, fez-lhe agir de forma reativa?

Por fim, comprometa-se consigo mesmo a estar no controle de suas emoções, utilizando-as de forma a não atrapalhar, e sim beneficiar sua capacidade de liderança.

Quer conhecer mais sobre as emoções e como elas impactam diretamente em sua liderança? O Eneagrama das Personalidades é uma ferramenta que pode acrescentar e influenciar muito a sua capacidade de liderança. Acesse: https://ieneagrama.com.br/o-eneagrama/.

Por Alex Sandro R. da Silva – Trainer IE Curitiba/PR

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Conexão emocional e vendas

 

Pesquisas apontam que tomamos cerca de 30.000 decisões por dia. Parece muito? E se eu complementar que, de acordo com esta mesma pesquisa, 95% destas são intuitivas? Ou seja, levam muito mais em conta a emoção do que a razão? Agora, proponho uma reflexão: como você, ou sua equipe, tem se conectado emocionalmente com seus clientes para se diferenciar no mercado e ser aquela empresa que ENCANTA?

Ao assistirmos um comercial de uma conhecida marca de refrigerantes, não há nenhuma menção à bebida em si, mas à experiência que ela proporciona. Tudo gira em torno da mesa do almoço em família, da reunião de Natal, de momentos especiais. Tal ação visa atingir as boas lembranças e criar uma rápida conexão deste produto aos bons momentos. Quando compreendemos como nos conectar verdadeiramente com nosso cliente, deixamos de ser apenas mais um para nos tornamos aquele que é a primeira lembrança quando alguém pensa no assunto.

Este texto, no entanto, não se propõe a trabalhar a temática das técnicas de vendas que proporcionam este aprofundamento, mas sim a verdadeira conexão que deve ser feita: conexão entre pessoas. Quanto tempo investimos em compreender nossa equipe? O quanto esta compreensão pode nos gerar resultados práticos? De nada adianta as mais elaboradas técnicas de rapport, sensação de pertencimento, storytelling, dentre outras, se não nos dedicamos a compreender qual é a melhor conexão que devemos ter com o nosso próximo.

Compreender o que motiva cada colaborador e como extrair o melhor de cada um nos permite ter uma equipe que se conecta com o ser mais importante de todos: consigo mesmo. E, ao fazer isso, seu desempenho claramente é melhorado e suas vendas deixam de ser apenas técnicas, passando a ser profundas. Ao compreender suas emoções, é possível também compreender o que faz sentido ao outro. Isto é o que fixa sua marca como diferente.

Há empresas que querem vender e há empresas que querem se diferenciar através das vendas. Nestas, o autoconhecimento revela algo precioso: como podemos entregar o melhor de cada um. Mas, para entregar o melhor, é preciso prestar atenção no estresse. Quando estamos em um nível elevado de esgotamento emocional, temos um comportamento completamente diferente. Aqueles que costumam ser autoconfiantes e zelar por sua imagem, por exemplo, podem se sentir absolutamente incapazes e sem foco. Já aqueles que normalmente são prestativos e altruístas podem se tornar agressivos quando não se sentem valorizados o suficiente.

Em situações assim, o desempenho toma outro rumo, sendo essencial compreender como o comportamento também deve ser moldado, para que haja maior assertividade possível. No Treinamento “Eneagrama das Personalidades”, abordamos o autoconhecimento, tanto o que há de melhor em você e que o impulsiona a ter melhores resultados, como aquilo que precisa ser trabalhado e que acaba sabotando-o em relação aos seus objetivos. Lembre-se: seu desempenho é diretamente ligado às suas emoções. Quer compreender melhor como funciona? Fale conosco, teremos imenso prazer em explicar como tudo isso é possível.

Antônio Neto – Diretor do IEneagrama Centro Paraná e Ponta Grossa

Como a emoção da Avareza pode ajudá-lo a evitar momentos de crise

Algumas emoções são mais famosas que outras. Se eu pedir para você listar três, provavelmente você pensará em algo como Raiva, Medo e Orgulho. Isso acontece porque é mais fácil de reconhecê-las: todo mundo já se irritou, já se sentiu ansioso ou não quis dar o braço a torcer alguma vez na vida. Mas esse repertório é mais amplo.

No Eneagrama, vemos a existência de nove emoções: entre elas, a Avareza. Como ela é, talvez, menos conhecida que a Raiva ou o Medo, até estranhamos quando nos deparamos com alguém que a demonstra: certa frieza e distanciamento, uma preferência por atividades solitárias e uma comunicação curta e suscinta.

Por outro lado, quando bem utilizada, a Avareza traz recursos como planejamento a longo prazo, ponderação e análise racional da realidade. Tais habilidades podem ser fundamentais para ajudá-lo a encontrar a saída de um momento difícil. Veja alguns exemplos:

  • Se a sua vida financeira está descontrolada, coloque no papel todos os seus ganhos e todos os seus gastos (incluindo todas aquelas comprinhas inocentes de 10 e 20 reais). Faça uma previsão para os próximos meses: você realmente precisa gastar dinheiro com essas coisas?
  • Se você costuma entrar em negócios sem pensar muito, avalie com mais atenção o nicho em que se envolverá – talvez você se surpreenda com o fato de ele já estar saturado.
  • Se você tem por hábito decidir no calor do momento, respire fundo e reflita durante alguns dias. Assim você não será obrigado a pedir desculpas pelas coisas que disse “sem querer”.

Se você percebeu que a Avareza pode ser um recurso importante para você, o Treinamento Eneagrama da Personalidade pode ajudá-lo a desenvolvê-la.

Angelita Borges – Laboratório e Pesquisa do IEneagrama Brasil

O que acontece quando um eneagramado recebe e aceita sem julgamentos os aprendizados da crise?

Quem é IEneagramado consegue se perceber mais facilmente quando está em estresse, já que reconhece seus gatilhos e assim pode se antecipar ao seu padrão de comportamento. Isso permite mais clareza e mais objetividade para lidar com momentos de grande ansiedade, como o atual.

Para cada perfil, os desafios são distintos, mas em comum todos temos o eneagrama, que nos ensina o melhor caminho rumo à neutralização e ao fortalecimento pessoal.

O Mikael Zamboni, diretor e trainer do IE Vale Europeu em Santa Catarina preparou um conteúdo especial para todos os tipos.

Confira:

Tipo 1

A leveza da vida é experimentada quando o “erro” é apreciado, pois agora eu aceito a beleza da imperfeição e me liberto do excesso de cobranças.

Tipo 2

O verdadeiro cuidado com o outro é atingido quando volto com generosidade meu olhar para mim e deixo de tentar carregar os problemas do mundo em meus ombros.

Tipo 3

A riqueza verdadeira está na simplicidade e na proximidade de quem amamos, pois agora eu aceito que me preencho com o amor das pessoas e não com as conquistas exigidas pelo mundo.

Tipo 4

A sensibilidade esconde em seu íntimo uma força imensurável, pois agora eu aceito que o mundo sonhado é criado com determinação e não com idealização.

Tipo 5

Que a sabedoria profunda é adquirida quando me permito sentir a experiência, pois agora aceito a importância de me envolver ativamente no mundo e não apenas observá-lo.

Tipo 6

A confiança e a segurança já estão dentro de mim, pois agora aceito que as certezas do meu mundo vêm da voz do coração e não da racionalização.

Tipo 7

A criatividade prática é despertada ao encarar as dificuldades, pois agora aceito integrar a dor de situações negativas que o mundo me apresenta e não mais fugir delas.

Tipo 8

A vulnerabilidade é o atalho que aproxima os corações, pois aceito que a verdadeira força que o mundo precisa é feita de sensibilidade e compreensão e não somente de ação.

Tipo 9

A evolução é resultado dos atritos que acontecem em nossas vidas, pois agora eu aceitolidar imediatamente com os conflitos que o mundo me traz e não mais engolir minha opinião.

Não se iluda, nada vai mudar!

Você consegue acreditar que todo esse processo de pandemia e quarentena vai fazer com que todas as pessoas sejam mais humanas, tenham mais compaixão, sejam mais gentis e zelosas com o outro a longo prazo?

Isso não vai acontecer. Isso é tão verdade que mesmo durante toda a crise parte das pessoas não modificaram sequer um hábito no seu dia a dia.

Por não conseguirem lidar com mudanças algumas pessoas acabam entrando em processo de negação. Fechar os olhos para não enxergar os reais problemas e continuar apegado à uma maneira de viver. Isso tudo acontece por medo do novo e esse medo é paralisante. A consequência desta atitude é que essas pessoas passam sonâmbulas pela vida e acabam sofrendo na caminhada e vivem angustiadas, mas não entendem o motivo. Apego.

Por medo dos riscos que envolvem a própria saúde algumas pessoas entram em estado de extrema vigilância e modificam seus hábitos relacionados a higiene. Esta mudança é significativa, necessária e imprescindível, mas a partir do momento que as pessoas acabam infectadas e se recuperam do vírus, estes hábitos se dissolvem.

Por medo de falência as empresas passam a fazer planejamentos, direcionam grande atenção ao fluxo de caixa e se reinventam em sua maneira de entregar seus produtos e serviços. Por medo de perder empregos, profissionais buscam conhecimento, mudam posturas e tendem a engajar-se de maneira mais consistente com os objetivos de suas funções. E assim que o caos cessar e os limites de segurança e estabilidade voltarem a ficar mais claros as pessoas voltarão a entrar em sua zona de conforto e operar suas funções e empresas no piloto automático.

Por medo do futuro algumas pessoas podem começar a olhar para suas atitudes e refletir sobre o que realmente importa e incorporam novos comportamentos, passam a olhar a vida de maneira mais humana e buscam uma conexão com um sentido mais profundo sobre viver. Porém, da mesma forma que pessoas acometidas por graves doenças, como câncer, passam por esse período de ressignificação e olhar apreciativo para a vida e geram novos hábitos durante um período, assim que todo o risco da morte passa, aos poucos os velhos hábitos retornam.

A transformação do ser humano não é gerada pelo MEDO, porque MEDO PASSA.

Transformação profunda, consistente e duradoura não tem como ser impulsionada por algo que passa. Ela só pode ser gerada por algo que esteja sempre presente o amor em essência. Por mais invisível que por vezes ele possa se tornar em nossas rotinas, ele é nossa força transformadora, porque AMOR ESSENCIAL NÃO PASSA.

Mas como vivenciar o amor diariamente e deixa-lo reverberar em seus comportamentos? Como trazer para o raso aquilo que no fundo no fundo queremos? Olhando para dentro e entendendo de si, olhando para suas intenções e aprendendo a olhar para as intenções do outro. Olhando para suas dores e para as dores do outro.

Conhecer a si mesmo é um excelente primeiro passo. Entender o que você NECESSITA em essência e compreender como seu ego pode deturpar essa busca essencial, apresentando comportamentos que não refletem sua intenção, é nossa missão com a transformação a partir do Eneagrama.

O mundo será outro após a pandemia. Mas você só será outro quando encontrar dentro de você sua essência que é o amor, e ele se tornar a força que te impulsiona dia após dia. Senão é capaz de em um futuro breve alguém te olhar nos olhos e te dizer: ‘que saudades de quem você era durante a pandemia, tão mais gentil, compreensivo e tão mais humano.’

Máscara emocional: qual é a sua?

Usar uma máscara de proteção, como o próprio nome diz, tem o objetivo de auxiliar na prevenção e propagação de doenças. E atualmente ela tem sido a companheira de muitas pessoas que necessitam sair do isolamento. Veja, máscaras e isolamento social hoje caminham juntos com uma função básica: salvar vidas!

E o que pode haver de comum em isolamento e máscaras quando falamos em emoções?

Existem máscaras que nos acompanham desde a infância. São invisíveis, mas servem para nos proteger da mesma forma. Elas atuam como uma blindagem às dores que vivenciamos desde cedo e, através delas, definimos inconscientemente qual é a melhor forma de nos relacionarmos com o mundo. Cobrimos nossa maneira de pensar e de sentir, e deixamos a encargo de nossas máscaras a expressão distorcida de quem somos.

E, desde a infância, também nos acompanha o isolamento: o isolamento emocional, um lugar dentro de nós onde ficam aquelas questões emocionais mais particulares e doloridas, que evitamos mostrar ao mundo por receio de sermos feridos novamente. Soterramos, nesse lugar de tamanha solidão, tudo aquilo que realmente sentimos e pensamos, deixando de expressar tudo o que há de mais valioso em nossa essência.

Tudo na vida, mesmo que seja para proteção, tem seu lado positivo e negativo. O isolamento, ao mesmo tempo em que nos protege, nos coloca frente a emoções, sentimentos e conflitos que havíamos deixado guardados em uma gaveta em nosso inconsciente. As máscaras cirúrgicas, se não forem bem manipuladas e se não estiverem com tempo de uso adequado, deixam de nos proteger e acabam nos expondo a riscos ainda maiores. Já as máscaras emocionais nos fazem esquecer quem verdadeiramente somos quando não as retiramos nos momentos em que elas não são mais necessárias.

Quando falamos em emoções, as máscaras representam o nosso ego; e o isolamento, as dores que fazem parte de quem somos. Como forma de sobrevivência, vestimos diariamente nossa máscara e ela se torna o nosso eu. É ela quem nos ajuda a encarar o mundo e ficamos tão apegados a ela que acreditamos que somos a máscara. Quantas vezes você teve dificuldade em reconhecer o que de fato queria para sua vida? Ou se percebeu tendo atitudes ou reações que desconhecia em você mesmo? Será que você estava fazendo o que você realmente queria ou era o que a máscara queria?

Será que quando pudermos nos abraçar novamente, dar 3 beijos no rosto e um chamego, conseguiremos tirar não só as máscaras de pano do rosto, mas as máscaras que encobrem nossa alma? Será que conseguiremos honestamente permitir que o mundo nos olhe de verdade nos olhos e possa amar quem nós verdadeiramente somos? Será que conseguiremos retribuir esse mesmo olhar amoroso a quem tiver a mesma coragem de SER?

Estamos aprendendo e experimentando novos hábitos. Mas também estamos sendo convidados a retirar a máscara da infância, sair do isolamento emocional e descobrir quem somos em essência.

Venha fazer essa descoberta conosco!

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Um filho de 4,5 metros

Um dos maiores ensinamentos que a maternidade me trouxe foi uma percepção diferente do tempo.

Eu sempre senti uma angústia muito grande por ficar longe do meu bebê, embora a literatura cisme em chamá-lo de criança (só porque ele já tem 3 anos, bobagem!).

A primeira saída sem ele foi quase um filme pastelão. Marido ligou a caminho de casa, com um casal de amigos que encontraria em uma convenção, e eu saí correndo para comprar algumas coisas que adultos normais comem: antepastos, carne, vinho… Em casa, estávamos nos últimos 2 meses à base de produtos de milho (porque aumenta o leite), água de coco, ensopados encorpados (insira aqui tudo que sua cultura fala para as recém-mães comerem ou tomarem).

Fui correndo para voltar o mais rápido possível, esbarrando nos outros seres humanos. Desacostumada que estava, convivia apenas com minha mãe, marido e um serzinho de 50 cm.

As saídas eram apenas para pediatra e os 150 profissionais que me ajudaram na tarefa mais desafiadora até então, amamentar meu filho.

Naquele supermercado, foi uma das primeiras vezes em que senti o quão diferente estava a minha vida.

E, sobretudo, o quão diferente era da realidade do meu marido. Ele estava voltando de São Paulo, cidade que está a 100 km da minha casa, mas que, naquela época, estava situada em outra galáxia. Já estava tranquilamente adaptado à sua antiga rotina, conversando com adultos sobre outros assuntos que não fossem leite-cocô-sono-arrotar-dormir-recomeça.

Ainda na fila, me sentindo inadequada naquele lugar, lembrei o quanto perguntava, incrédula: como você consegue passar o dia longe dele?

A cena se repetia. No final do dia, ele chegava, sentava na minha cadeira de amamentação com o bebê no colo, olhando com uma cara que eu ainda não conhecia para nosso filho, e eu do lado me perguntando: como ele conseguia sair de manhã e só voltar agora?

Mistério!

Ele nunca conseguiu me responder, são aquelas coisas incríveis da vida que apenas são! O pai pode ficar longe!!!

Ele também tinha suas dúvidas: tentava mensurar a minha dor ao amamentar. Tentei explicar trazendo para a realidade dele – mas não dá para escrever aqui e por favor, se não for íntimo, não me pergunte! Só posso falar que ficou bem claro e, depois disso, ele segurou ainda mais forte a minha mão a cada mamada e parou de reclamar de fazer depósitos para a consultora de amamentação.

Naquela época, nas primeiras semanas, Benicio estava com os 50 cm que mencionei. Hoje, com 3 anos, quase 1 metro. Se ele crescesse neste ritmo, teria 4,5 m aos 18 anos!

Os primeiros anos de vida são os anos em que a criança mais aprende e mais cresce, mas tem muito sofrimento também. Depois que fui mãe e me interessei por estudar sobre bebês, nunca mais deixei alguém falar “ai, que ternura” ou “queria ter essa vida sem boletos”. De imediato, a pessoa já ganha um tratado sobre angústias de morte, dores de separação, dores físicas excruciantes, sensação constante de queda… e a lista continua.

A maior dor desses serezinhos talvez seja porque tenham uma percepção de fusão com a mãe, nestes primeiros anos. Ele e a mãe são um só, não só no período da gestação, mas nos primeiros anos também. Aliás, por uma questão de evolução, nós nascemos uns 3 meses antes do que era para nascer. E por isso deveríamos literalmente respirar o ar deles nestes meses fundamentais.

E o mundo não gosta disso, não.

A mãe precisa voltar logo a ser esposa e profissional.

Pergunte para uma mãe que amamentou até 2 anos ou mais (inclusive recomendação da OMS) e veja quantas barreiras ela precisou vencer.

Ela certamente lutou muito, com toda força de uma mulher, para não fazer parte da estatística de 50 dias de aleitamento. Cinquenta dias, o que fazem as brasileiras estarem devendo, em média, 680 dias de grude completo e do melhor alimento do mundo para seus filhos.

Quando você amamenta, ou você faz uma logística complicadíssima ou você precisa estar bem perto do seu filho, pelo simples fato de o seu peito começar a explodir na hora da próxima mamada. E a natureza lembrando que temos que estar no tal do grude e que todo o resto deveria esperar.

Mas… quem ouve essa tal da natureza? Marcamos a hora do nosso filho nascer e queremos/precisamos logo voltar a tarefas da nossa vida.

Para criar um filho, é preciso de altruísmo; do pai, que precisa entender que, sim, perdeu a esposa nestes primeiros anos; e da mãe, que perdeu a vida (ai, que dramático). Mas sim, morre a mulher, nasce a mãe. Uma outra pessoa. Prioridades, medos, olhares completamente diferentes.

E, talvez, seja nesse momento que a maturidade dos pais mais vai contar. O quanto eles foram crianças que conseguiram minimamente passar por todos esses possíveis traumas e irão conseguir suportar tamanha dedicação neste momento. A mãe precisa cuidar do filho e o pai precisa cuidar da mãe.

Não conseguimos, na maioria das vezes. Muitos casamentos acabam antes de o filho completar 2 anos.

E sua tia vai falar que “tem que se arrumar”, “tire o pijama e desmama esse menino”, “você amamentou só um mês e está aí perfeita”. Mas não, estamos feridos por dentro, porque somos imperfeitos, cuidados por seres imperfeitos, tentando melhorar a cada geração.

O recado que o Benicio recebeu do seu padrinho, ao nascer, pode resumir um pouco do que é a maternidade para mim: é ruim, mas é bom! Assim como a vida.

Por Luisa Mandetta.

Os personagens de La Casa de Papel e Eneagrama

La Casa de Papel da Netflix chega à temporada 4 com muitos fãs.

Vocês pediram e a gente analisou o padrão comportamental de Tókyo, Rio, Oslo, Nairóbi e outros personagens desse grupo charmoso de ladrões e seu professor. Quer saber?

Confira:

Tokyo – 4 Preservação

Idealista, Tokyo desde o início já delimita bem que tipo de vida prefere viver: “Envelhecer na prisão não é para mim. Prefiro fugir. De corpo e Alma. Se eu não puder levar meu corpo, que minha alma escape.” Como um bom Tipo 4 Preservação, é destemida e imprudente. Além dos ideais, fica claro seu anseio de viver uma vida intensa e bem aproveitada, mesmo que curta, ao invés de uma vida longa e sem sentido.

Professor – 5 Social

Reservado e estratégico, o Professor deixa claras suas intenções a longo prazo e é ponderado o suficiente para fazer as coisas andarem de maneira eficiente. Extremamente analítico, apesar de alguns rompantes emocionais, o Professor estrutura sua personalidade no Perfil 5 de Instinto Social, que consegue treinar todo o grupo de assaltantes para a execução do plano pensando em cada detalhe.

Rio – 2 Preservação

Entusiasmado e sorridente, Rio adota o Perfil 2 de Instinto Preservação. Com seu carisma, logo de início conquista o afeto de Tokyo. Conecta-se com ela de maneira profunda e é bastante cuidadoso com ela, além de demonstrar certa inocência ao já imaginar uma vida ao lado da moça. Mostra todo seu lado passional e vingativo quando Berlin expulsa Tokyo da Casa da Moeda, ficando revoltado e contando boa parte do plano deles na frente dos reféns.

Denver – 6 Sexual

Sempre que se sente ameaçado, contrariado ou subjugado, Denver reage de maneira agressiva e sem parar para pensar. Extremamente ansioso, muitas vezes troca os pés pelas mãos em suas reações impulsivas. Mas, muito leal ao grupo, busca protegê-los e cobra que todos andem na linha e cumpram as regras, pois dessa maneira é mais seguro e assim terão o controle das situações.

Arturito – 3 Social

Arturito aproveita sua capacidade de persuasão sedutora para que as pessoas façam aquilo que ele quer. Passa o seriado buscando se tornar o herói que salva a todos. Depois do assalto, ele se torna palestrante motivacional. Seu desejo de ser admirado fica mais explícito ao distorcer alguns pontos da história, fazendo-o parecer mais importante do que realmente foi, dourando e polindo algumas atitudes que teve.

Helsinki – 9 Sexual

Calmo e flexível, busca resolver as situações delicadas com empatia e diálogo. Mesmo quando Berlim se sacrifica pelo grupo, é Helsinki que acalma o professor e cumpre a ordem do Berlim de explodir o túnel. Mesmo bastante calado, demonstra um coração enorme que consegue transmitir afetuosidade, como se colocasse panos quentes na situação. É obediente às regras e comprometido com o objetivo do grupo.

Lisboa – 6 Sexual

Como toda mulher do Tipo 6 Sexual, costuma vestir a armadura de uma mulher forte e não demonstrar suas vulnerabilidades, em especial em ambiente tão masculino. Ela toma as rédeas das situações facilmente e mostra quem é que manda. Suas carências e inseguranças ficam nítidas ao olharmos para suas histórias pessoais de traição. Encontra no Professor um porto seguro, e se joga na adrenalina de mudar de lado no jogo.

Berlim – 4 Sexual

Bastante individualista, Berlim demonstra um certo ar de superioridade e arrogância, em especial com aquilo que é comum ou ordinário. Mas diferente de um individualista frio, Berlim facilmente se conecta emocionalmente com as pessoas e consegue captar, através de sua sensibilidade, os pontos frágeis das pessoas. Cutuca com ironia e muito sarcasmo estas características para desestabilizar quem tente ser a pessoa a atrair maior atenção que ele.

Moscou – 9 Preservação

Tem uma atitude extremamente racional e pautada em ponderação. Claramente em cima do muro, Moscou demonstra que sua tomada de decisões sempre passa pela análise do todo. Bastante calmo e sereno, busca levar ao filho Denver a paciência para lidar com as situações. Claramente prefere acalmar os ânimos frente aos problemas e resolver com diálogo, buscando também cumprir com obediência suas tarefas.

Oslo – 8 Preservação

Fechado e sério, fala o mínimo possível, mas sempre com convicção, objetividade e firmeza. Possui uma força física enorme, necessária para o assalto. Sua força e firmeza acabam por impor respeito. Como um bom Instinto Preservação na Personalidade 8, enquanto não se sente desrespeitado, segue e respeita a hierarquia, cumprindo aquilo que precisa ser feito sem demonstrar qualquer tipo de insegurança.

Alicia – 3 Sexual

É obstinada a ponto de tratar com frieza assuntos que envolveriam muita dor, como a morte do marido e também a própria gravidez. Deixando tudo isso de lado, foca no trabalho. Seu apego à imagem fica mais evidente quando é orientada a assumir sozinha a culpa por descumprimentos graves da lei com relação a torturar presos. Nesse momento, expõe seus superiores e está em busca de salvar sua própria imagem capturando sozinha o Professor.

Estocolmo – 2 Sexual

De maneira um tanto inocente, deixa-se levar pela promessa de Arturito de formar uma família, contentando-se com migalhas de amor. Mas, quando percebe que foi enganada, tira forças de seu Orgulho e acaba por se vingar, engatando um relacionamento com Denver. Utiliza-se de seu carisma e sedução para criar sintonia facilmente com os assaltantes, mudando de lado ao aliar-se com eles.

Nairóbi – 1 Sexual

Uma das primeiras atitudes que mostra sua Personalidade é quando o grupo de assaltantes começa a quebrar as regras, o que a deixa indignada. Nairóbi cumpre o que precisa ser feito sem que precisem direcioná-la. Escalada para conferir a qualidade das notas produzidas, tem um olhar detalhista para o que está sendo feito. Convicta e buscando sempre fazer aquilo que é correto, acaba virando uma régua de coerência no seriado.

Palermo – 4 Sexual

Muito semelhante ao seu grande amigo Berlim, seus traços de personalidade também ficam evidentes ao mostrar-se com a sensibilidade necessária para entender os pontos fracos das pessoas e assim instaurar o caos. Reflete também uma instabilidade emocional interna. Quando se sente deixado de lado, acaba partindo de forma totalmente passional em um plano para se vingar do grupo que acabou aprisionando-o junto aos reféns.

Ángel – 6 Preservação

Já no início da história, quando precisa tomar uma decisão entre atirar ou não em um possível assaltante, fica inseguro e prefere não correr o risco de acabar matando algum refém, visto que todos estão vestidos de forma igual e com máscaras. Ángel é bastante desconfiado, e são suas desconfianças que os levam atrás de pistas do Professor. Suas inseguranças são o que o atrapalham, tanto ao expor o que pensa quanto ao expor o que sente.

 

GESTÃO EMOCIONAL E DESENVOLVIMENTO

Inteligência emocional é um conjunto de competências, que se desenvolvidas, torna-se a capacidade de reconhecer e compreender as emoções em si e aos outros, de pensar com clareza e objetividade sobre as emoções e usar esse conhecimento para gerir seu comportamento e relacionamento.

• Autoconsciência: esse é o nível onde o indivíduo tem a habilidade de se realizar por ele mesmo. Estar autoconsciente significa perceber e sentir o que está causando a si mesmo e aos outros.

• Autogestão: É a capacidade de gerir suas emoções, elevando a capacidade de perceber quais são os seus pontos fortes e fracos e assim administrá-los de forma positiva, tendo maior clareza e equilíbrio entre o pensar, sentir e agir, (e menos reagir), obtendo resultados superiores e, acima de tudo, bem estar.

• Consciência Social: É a capacidade do indivíduo em interpretar os sentimentos, intenções e motivações dos outros através do que chamamos de EMPATIA. Ou seja, aprofundar a visão e compreensão das razões sobre o porquê de uma pessoa ser do jeito que é, interpretando palavras, gestos, objetivos e metas subentendidos em cada discurso.

• Gestão de Relacionamentos: É a capacidade de usar as competências adquiridas para administrar as interações pessoais e profissionais com sucesso.

Existem pesquisas que afirmam sobre a necessidade de exercer a inteligência emocional em todas as áreas da vida, segundo umapesquisada consultoria TalentSmart*, o QE (Quociente Emocional) pode ser mais decisivo para osucessona carreira do que o famoso QI (Quociente de Inteligência).

A consultoria testou a inteligência emocional juntamente com 33 outras habilidades importantes no local de trabalho, e descobriu que a inteligência emocional é o mais forte fator do desempenho, sendo um total de 58% de sucesso em qualquer setor do mercado de trabalho.

O levantamento, com mais de 1 milhão de pessoas, mostrou ainda que cerca de 90% dos indivíduos mais bem avaliados e considerados de sucesso, são habilidosos em administrar suas emoções.

Por que você trabalha?

Há um mês, se alguém lhe dissesse “Oi, como você está?”, sua resposta provavelmente seria “Na correria, como sempre, né? Muito trabalho!”.

Com uma mesa abarrotada de compromissos e um celular que não parava de tocar, estávamos exaustos por correr atrás de uma linha de chegada que só existia na nossa cabeça. E nem por isso deixávamos de correr. Priorizando nosso próprio negócio, não vimos nossos filhos darem os primeiros passos, nossos cônjuges defenderem o trabalho de conclusão de curso, nossos amigos comemorarem o aniversário, nem nossos pets brincarem na grama em um dia de sol. E, mesmo sabendo que não era uma rotina saudável, convenientemente não achávamos tempo para cuidar da nossa saúde.

Até que fomos convidados a repensar toda a nossa vida. Meio a força. Meio a fórceps. Porque, se dependesse de nós, talvez estaríamos no mesmo ritmo alucinado de poucos meses atrás, achando que não havia tempo para nada e ninguém mais além de trabalho, trabalho, trabalho.

Descobrimos que boa parte das profissões que ocupamos pode ser tocada de casa.  Descobrimos que saúde é um bem precioso: sem ela, ninguém fica vivo para trabalhar no dia seguinte. Descobrimos que nossas ações podem ter repercussão em uma cidade inteira. Descobrimos o valor do planejamento financeiro. Descobrimos que as coisas que tomávamos por garantido não eram tão garantidas assim.

Ainda há mais o que descobrir. Ainda há mais para explorar, para inovar, para repensar. Quando outros cenários mais felizes voltarem a aparecer no horizonte, espero que sua resposta não seja mais “Estou na correria, como sempre”. Espero que você possa responder algo que ressoe com o seu coração, com a sua missão de vida e o seu propósito. Por que você trabalha?

Texto: Angelita Borges – Diretora de Laboratório e Pesquisa IE Brasil 

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Cuide das pessoas e elas cuidarão da sua empresa

Pense comigo: quantos setores diferentes existem na economia de um país? Rapidamente, podemos lembrar de educação, saúde, transporte, turismo, segurança, comércio, cultura, indústria, tecnologia. São tantos e tão distintos que parecem ter pouca coisa em comum, não é mesmo? Mas há um fator que perpassa toda e qualquer organização: as pessoas.

Antes de números e recursos físicos, uma empresa é feita de gente. E gente tem emoções, sonhos, esperanças, vontades e objetivos. Não há como separar, emocionalmente, a vida pessoal da vida profissional. Se você já perdeu uma noite de sono pensando no futuro do seu emprego, você sabe do que eu estou falando. É muito difícil deixar as preocupações do trabalho na mesa do escritório, ou as preocupações da casa na mesa da cozinha.

Sendo uma empresa feita de pessoas, é fácil imaginar que suas reações emocionais atinjam diretamente o futuro do empreendimento. Quando uma crise se instala, seja ela local ou global, é de se esperar que as pessoas entrem em estresse e seu desempenho caia drasticamente. Mas você já reparou que nem todo mundo reage do mesmo jeito?

Existem diversos fatores que desencadeiam essa reação automática e inconsciente – sua personalidade é um deles. Também existem várias formas de se portar frente a uma situação estressora. Algumas pessoas negam os fatos, enquanto outras colocam uma carga dramática ainda maior. Tem aqueles que tentam acalmar os ânimos de todos e tem aqueles que não conseguem encontrar uma saída. Quando uma situação de crise chega, lembre-se: está todo mundo estressado, mesmo que não seja o mesmo estresse que o seu.

Por isso, se você é líder de uma equipe, você tem o desafio – agora mais que nunca – de manter a cabeça fria e acalmar as pessoas que trabalham com você. Quando há um propósito claro, uma equipe verdadeiramente unida é capaz de enfrentar todo tipo de obstáculo. Quando um líder se mostra ao lado de sua equipe, a equipe também ficará ao lado do líder. Lembre-se: uma empresa é feita de pessoas. Se você cuidar delas, elas cuidarão da sua empresa.

Texto: Angelita Borges – Diretora de Laboratório e Pesquisa IE Brasil 

 

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Você é um farol no meio da tempestade?

Imagine a seguinte cena. É uma noite fria de inverno e uma forte tempestade deixa o mar agitado. As ondas quebram nos rochedos, espalhando água e terror ao longo da costa. O som dos trovões faz a terra tremer nessa noite que parece não ter fim. Mas, praticamente ileso no meio dessa dança violenta, existe um farol. Ele se ergue no topo da encosta e encara serenamente o mar bravio lá de baixo. Não há escuridão que ele não consiga atravessar com a sua luz.

De tempos em tempos, a vida passa por estremecimentos e a gente sente como se o mundo fosse acabar. E, por mais difícil que seja ver a luz por meio de nuvens densas, é preciso se lembrar de que o farol continua brilhando no horizonte: se tudo passa, essa tempestade não seria diferente.

Faça chuva ou faça sol, é muito importante que nossas ações, pensamentos e sentimentos fiquem alinhados na direção de um propósito forte e significativo. Mais do que nunca, a Virtude da Equanimidade pode ser muito útil para nos ajudar a enfrentar as tormentas da vida: ela nos mostra que, independentemente de como está o mundo lá fora, o nosso mundo interior pode se manter equilibrado, apesar dos trovões furiosos que rasgam o céu ou dos passarinhos cujas cantigas nos embalam mansamente.

Quando tudo for escuridão e parecer não haver uma saída, lembre-se de que, acima do rochedo, existe um farol enfrentando as adversidades impostas pelo mundo ao seu redor. Um farol aponta o caminho sem julgar quem o percorre. Um farol recebe com alegria os viajantes que, corajosamente, enfrentam águas bravas e indomáveis. Um farol o ajuda a encontrar a terra firme, para enfim descansar o coração que pula apavorado. A pergunta que fica é: no meio disso tudo, você tem sido um farol para aqueles à sua volta?

TEXTO: Angelita Borges (Diretora de Laboratório do IE Brasil)

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9 dicas de como evitar caos emocional em tempos de crise

Paciência e Resiliência
Não há como prever o que enfrentaremos à frente e nem há como acelerar o tempo; portanto, é através dessas duas competências que podemos iniciar nossa caminhada.

Convicção e Ousadia
Sem acreditar em nossa força, ficamos acuados frente à ameaça. É hora de utilizar toda a nossa ousadia para sair da zona de conforto e encontrar as soluções.

Otimismo e Bom humor
Ter uma clareza da realidade e dos riscos à frente, e ainda assim olhar de maneira otimista e bem-humorada, é como jogar mais combustível em nossas capacidades.

Planejamento e Cautela
Mais importante do que a velocidade que vamos empregar pós-crise, é a direção na qual vamos caminhar a partir dela. Por isso, é imprescindível planejar de maneira atenta.

Visão de longo prazo e Ponderação
Olhar para o futuro com ponderação é uma maneira assertiva de encontrar os diversos caminhos que podemos trilhar para nossas empresas.

Criatividade e Sensibilidade
Hora de colocar toda a inovação para fora e, com sensibilidade, encontrar os detalhes que irão diferenciá-lo no mercado e garantir a retomada.

Foco e Motivação
Permanecer focado e motivado é uma maneira de também inspirar sua equipe a continuar engajada e produtiva, garantindo assim bons resultados.

Conexão e Sintonia
É necessário conectar-se também com as pessoas, afinal são elas que fazem nossas empresas. Através da sintonia, podemos encontrar maneiras de compartilhar força e expertise.

Persistência e Disciplina
É continuar obstinado na busca por fazer o que precisa ser feito, mas lembre-se: você é um ser humano, é preciso também disciplina para saber a hora de descansar.

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E quando o coronavírus passar, quem seremos?

Seremos aquilo que aprendermos com o vírus. De resto, tudo seguirá igual.

Se você sempre foi indiferente ao outro, se não aprender a ser empático agora, é possível que passe a vida só olhando para o próprio umbigo.

Se você sempre foi pessimista, se não aprender a agir com esperança agora, é possível que siga sempre atraindo negatividade pra sua vida.

Se você sempre foi passivo, se não aprender a se comprometer com a vida agora, é possível que assista ela passar pra sempre.

Se você sempre foi rígido, se não aprender a ser flexível agora, é possível que sua teimosia perdure a até o fim da vida.

Se você nunca cuida de si mesmo, se não aprender a olhar suas necessidades agora, é possível que nunca encontre maneira de se amar.

Se você sempre teve uma postura de vítima, se não aprender a se esforçar a se dedicar para superar o desafio, é possível que passe a vida se lamentando.

Se você sempre teve uma postura arrogante pelo seu conhecimento, se não aprender a compartilhar agora sua sabedoria, é possível que passe a vida sem contribuir com o mundo.

Se você sempre fugiu de enfrentar os problemas, se não aprender a encarar a dor de frente agora, é possível que passe a vida toda fugindo de situações desagradáveis sem construir nada.

Se você sempre foi prepotente na liderança, se não aprender a compartilhar sua força e apoiar os mais frágeis, é possível que passe a vida toda com pessoas passivas ao seu redor.

Agora, se você aprender a compartilhar seu direcionamento, aprender a lidar com a dor, expor seu conhecimento, se esforçar apesar do que sente, cuidar de si com amor, abrir a mente para novas possibilidades, sair da postura individualista, agir com a crença de que que é possível sair dessa e verdadeiramente se comprometer com audácia… aí meu amigo, você será quem você quiser SER!

E aí, o que você está aprendendo? Por aqui, estamos aprendendo que mais do que nunca é hora de aprender a se TRANSFORMAR!

 

Por que o Eneagrama

Em nosso treinamento unimos o Eneagrama a um conjunto de técnicas e vivências para a gestão emocional e o desenvolvimento humano. Utilizado como mapa que descreve nove emoções humanas, cada uma relacionada a um Padrão de Comportamento, possibilita que cada um torne-se autoconsciente das emoções que o influenciam diretamente, bem como, identifica o estilo de atuação, os elementos motivadores e desmotivadores para indivíduos e equipes profissionais.

À toda a longa história de evolução do conhecimento do comportamento humano e do Eneagrama, o Instituto Eneagrama acrescentou a teoria de Wilhelm Reich da leitura corporal das nove emoções. Reich, um neuropsiquiatra contemporâneo de Freud, baseou-se nos fluxos energéticos dos sete anéis corporais ou couraças musculares que sustentam nossas formas de pensar, sentir e agir, ou seja, as respostas do nosso corpo aos estímulos externos. Quando olhamos de forma consciente para nosso corpo, podemos perceber a importância dessas emoções e o quanto estão diretamente relacionadas a ele e às formas que adquire.

O Instituto Eneagrama reúne em seus treinamentos todos esses conhecimentos na experiência e dedicação em gestão emocional e desenvolvimento pessoal e profissional de cada indivíduo. Tudo para auxiliar o participante a se tornar autoconsciente e explorar ao máximo seus potenciais pessoais e profissionais.

Dessa forma, para que o indivíduo seja inteligente emocionalmente precisa respeitar suas emoções, validá-las, ou seja, se dar o direito de sentir o que sente e administrar estas emoções para que elas não sejam prejudiciais aos seus objetivos e resultados.

Para o Instituto Eneagrama toda e qualquer mudança profissional deve começar por uma mudança pessoal, dessa forma nossos programas atuam tanto no âmbito pessoal quanto profissional.

O resultado? Você passa a reconhecer e compreender suas próprias emoções, refletir sobre elas e colocar suas conclusões em prática, gerando uma mudança positiva na forma como você se comporta, toma decisões e interage socialmente.

ESPECIAL: Conteúdos transformadores para tempos de crise

Bem vindo!

Preparamos uma série de conteúdos especiais para você nesse momento de crise.

Você vai acessar gratuitamente nos nossos diversos canais: e-books, vídeos, webinars, artigos, podcasts e muito mais.

São tempos desafiadores, por isso, preparamos uma série de conteúdos para te ajudar a aproveitar a quarentena e sair dessa ainda mais forte e preparado.

Dá uma olhada em tudo o que você terá acesso de forma 100% online e gratuita:

  • E-books
  • Webinars
  • Vídeos
  • Artigos
  • Podcasts

Você vai ter acesso a conteúdos de temas como:

  • Inteligência emocional
  • Autoconhecimento e Eneagrama
  • Liderança e muito mais! 

CONFIRA:

📇 Dica: Filmes que podem ajudá-lo a passar por uma crise. Clique aqui!

📇 Artigo: Pandemia do Egoísmo. Confira aqui!

📇 Dica: Livros para você se inspirar quando a vida fica difícil. Aqui.

📇 Artigo: Como um vírus invisível torna o essencial visível aos olhos. Leia aqui.

📇 Webinar: O medo não age sozinho. Como cada emoção nos afeta hoje? Confira aqui.

📇 Artigo: E quando o coronavírus passar, quem seremos? Leia aqui. 

📇 Dica: 9 dicas de como evitar caos emocional em tempos de crise: Clique aqui

📇 Podcast: Como a empatia nos ajuda a passar por momentos difíceis? Ouça aqui.

📇 Podcast: Por que as emoções são deformadoras da realidade. Aqui!

📇 Webinar e Podcast: Liderança – Como a crise se torna meio de evolução e transformação? Veja aqui ou escute aqui!

Transformação

Em um mundo em constante transformação, nos sentimos, diariamente, sob pressão. Muitas vezes, é necessário passar por situações que fogem do nosso controle e causam sofrimento para encontrar as forças necessárias para mudar.

E quando a transformação não é mais uma opção, só resta um convite: vamos mudar? Lembre-se: Vida é movimento, e tudo está em constante mudança, você querendo ou não.

Quando pensamos em mudanças, tendemos a olhar para nossa vida pessoal e profissional como algo alheio aos relacionamentos que temos, à empresa em que trabalhamos e ao meio em que vivemos. No entanto, pesquisas recentes do BCG comprovam que tudo está interligado e que as emoções influenciam diretamente no nosso sucesso e no sucesso das empresas.

Então, por que a mudança é tão difícil de realizar?

Primeiro precisamos reconhecer que somos seres imperfeitos e que dependemos e realizamos tarefas por intermédio de outras pessoas. Dependemos de outras pessoas para obter nosso sucesso. Para conseguir qualquer resultado significativo, precisamos de uma equipe.

Portanto, dentre as muitas explicações possíveis, podemos elencar:

– As empresas estão mais preocupadas com questões técnicas e menos com o que as pessoas sentem e pensam.

– Cada pessoa tem suas vivências, suas motivações e muitas vezes essas questões são desconhecidas por nós mesmos.

– É o nosso passado que nos diz em que acreditamos e em como nos sentimos diante de várias situações de nossa vida.

E qual a solução?

Mudar requer consciência.

Não podemos ter pleno domínio sobre nossa própria personalidade, mas podemos ter consciência da parte que revelamos ao mundo exterior, e gerir emoções exige autoconsciência e coragem para assumir a responsabilidade pelos seus sentimentos, comportamentos, decisões e resultados.

Alguma vez você já se fez pelo menos uma das perguntas abaixo?

Que tipo de vida eu quero viver?

Como tenho agido com as pessoas ao meu redor?

Que emoção sinto quando penso em minha vida atual?

O que está me impossibilitando de fazer o que realmente quero?

Que aspectos de minha vida me impedem de pensar nas coisas

realmente importantes?

Qual palavra usaria para definir a pessoa que sou?

Tornar-se consciente dos sentimentos e aprender a confiar neles é a sua melhor fonte para informação e tomada de decisões. Ao fazer isso, você melhora seus relacionamentos, é capaz de gerenciar melhor seus projetos e ser um líder melhor para as pessoas.

O resultado é que a transformação pessoal reflete na vida profissional. Um negócio também depende da transformação de indivíduos. Em nossa experiência, pessoas e empresas não se dedicam o tempo suficiente na observação e compreensão de suas próprias motivações, seus propósitos ou indo além de suas próprias zonas de conforto intelectuais e emocionais.

Você está preparado para transformar?

Como um vírus invisível torna o essencial visível aos olhos

COVID-19: o nome não é bonito. Carregado de ameaças, ele está gerando diversas inseguranças: adoecer, perder um ente querido, ser demitido, passar necessidades, não conseguir sustentar os familiares ou a de ver sua empresa quebrar por não enxergar qual é a saída em meio ao caos.
E nos sentimos frustrados, desamparados, sozinhos, impotentes e por vezes até céticos, sem querer acreditar no que está acontecendo, agarrados a fiapos de esperança de que nada de ruim irá acontecer.
Nessa circunstância, temos duas opções: ou ficamos presos nesse caos interior que se instala em situações de crise ou podemos olhar para dentro de nós com consciência e buscar compreender estes sentimentos.
E então o vírus nos dá um presente: “Fiquem em casa”.
Sim, é um presente poder estimular questionamentos curiosos sobre nós mesmos, ainda mais em nosso lar. É uma oportunidade de nos conectarmos com os significados que damos para nossa existência. Podemos perceber a maneira que cativamos e nos deixamos cativar por outras vidas, e observamos o sentido no qual caminhamos e escrevemos a nossa história.
Quando uma ameaça mundial nos coloca a olhar para dentro, podemos então nos lembrar do que é essencial. E o essencial são os seres humanos que esquecemos que somos e aqueles que vivem ao nosso redor. Então é hora de ter atitude.
É hora de resgatar a empatia e a compaixão para com o casal de idosos que mora ao lado, com o colega de trabalho que tem uma condição vulnerável e com seus amigos que trabalham nos serviços essenciais. É hora de olhar nos olhos da sua família e dizer o valor que é tê-los ali ao seu lado, sãos e salvos.
É hora de usar as ferramentas online, que sempre nos afastaram, para demonstrar o amor que sempre sentimos pelos avós que moram logo ali, mas nunca temos tempo de visitar. Ou mandar aquele alô para o irmão que está distante e para quem muitas vezes não conseguimos dizer: eu te amo. É aproveitar esse momento para nos conectarmos com aquele amigo que mora fora do país e que passamos meses e meses sem nos lembrar de perguntar: e aí, meu querido, como vai você?
É hora de se perguntar: Quantas vezes eu vou precisar de crises, catástrofes e problemas para voltar a enxergar quem somos em essência? Quantas vezes vou precisar ser lembrado que é o AMOR que importa?
É hora de olhar para o mundo e nos perguntar: Quem é que vamos ser depois da crise? Ou melhor, quem é que QUEREMOS SER?
É hora de o AMOR se espalhar como um vírus, mas nunca mais se tornar invisível.

Pandemia do egoísmo

Em tempos de pandemia mundial contra um ser invisível, nossas defesas se armam e ficamos em alerta e desconfiando de tudo e todos.
Basta um espirro de rinite para que todos ao redor tenham a certeza de estarem infectados e começarem a desenvolver sintomas psicológicos do COVID-19.
E eu com isso?
Uma das características mais assertivas do Eneagrama é que ele nos ensina profundamente os comportamentos humanos através de emoções. Não é necessário ser da personalidade 6 para que seu medo esteja à flor da pele numa circunstância como uma pandemia. O que não nos atentamos é o quanto ficamos individualistas a partir da emoção do medo.
Começamos a nos afastar uns dos outros como se todos fossem uma ameaça, passamos a olhar torto para as pessoas nos corredores, pegamos outro elevador no trabalho, atravessamos a rua para não cruzar com alguém de máscara.
Medo, emoção de segregação?
Pode ser, mas medo também é emoção de ponderação, cautela e luta em grupo em prol de um inimigo verdadeiro!
Juntos somos mais fortes, mas esse “junto” precisa ser juntos mesmo. Devemos entender com empatia nosso papel ao nos recolhermos em nossas casas. Juntos é não visitar seus avós. Juntos é isolar seus filhos da convivência com os amiguinhos. Juntos é cuidar de cada situação que represente risco para o outro, é espirrar tampando seu rosto. É entrar em cada local e antes de qualquer coisa lavar as mãos. Juntos é manter distância.
Pela primeira vez, juntos… é separado!
Usar a emoção do medo é enxergar todos os riscos envolvidos nessa circunstância e tomar cuidado a cada local que tocamos a mão, higienizar cada pensamento maldoso sobre o outro, lavar todo e qualquer preconceito que temos com o diferente e JUNTOS, sermos mais iguais em prol de um bem comum.
Juntos, você aí e eu aqui, mas juntos na certeza de que pela primeira vez, vamos cuidar uns dos outros separados.

Qual a diferença entre vício emocional x emoção

No Eneagrama, falamos muito em vício emocional. Ele determina nosso comportamento e influencia diretamente nossas emoções, já que ele é uma das bases do nosso Tipo. Emoção e vício emocional são coisas distintas portanto, e isso se dá por conta da dose e do uso de cada uma.

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> A emoção orienta, equilibra, pondera e faz com que possamos nos precaver antes de qualquer atitude ou comportamento.
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> O vício emocional nos paralisa, limita, vitimiza, podendo até tiranizar.
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Quando bem empregada, a emoção é um guia que nos ajuda a atravessar momentos difíceis e a tomar atitudes de fato conscientes. Pense no Medo, por exemplo. É ele que nos fará ponderar e criar estratégias, planos de contingência e preparação para o obstáculo futuro.

No entanto, como vício emocional, ele determina a nossa ação e nos prende a apenas uma perspectiva: a do risco e da ameaça. Assim, fica muito difícil enxergar a vida de outra forma, porque qualquer coisa poderá ser tomada como uma intimidação ou perigo.
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No Eneagrama da Personalidade, você vai entender como você se organiza emocionalmente, para então ser capaz de aprender a controlar o vício emocional e assim ficar em equilíbrio com as suas emoções. É a partir dessa dinâmica que ganhamos as ferramentas necessárias para extrairmos de nós o que há de melhor.
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Tem alguma dúvida sobre o Eneagrama? Manda pra gente

A escolha de fazer um 2020 muito melhor é sua!

E se 2020 for a sua chance de fazer algo diferente?

Hora da reflexão:
Atingiu todas as metas do ano?
Está satisfeito com seus resultados?

Pensando nisso, preparamos o IENEAGRAMA WEEK!

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Uma semana de conteúdo online, proporcionando momentos de bate-papo com o objetivo de tornar mais claro quem somos, o que fazemos e como você pode ter resultados melhores na sua vida pessoal e profissional.

Não perca, confira o que teremos em cada dia:

• 12/11 – Transformar atitudes, como?
Em um webinar ao vivo, Edu Rosa e Helô Labres, irão conceituar de forma simples e didática o que é o Eneagrama da Personalidade, o que ele nos oferece de melhor e responderão as dúvidas mais frequentes.

• 13/11- Os novos treinamentos exclusivos IE
Assista o bate papo entre Mário Echeverria e Frann Silva e conheça o Eneagrama Processual, a chave para alavancar os resultados dos seus projetos de forma definitiva, e o Eneagrama Avançado.

• 14/11- O fim é só o começo
Em um conteúdo exclusivo para eneagramados IE, Mário Echeverria e Edu Rosa falam como viver o Eneagrama após o término do ciclo do treinamento Eneagrama da Personalidade.

• 15/11- Conteúdo SURPRESA
Será revelado apenas no dia, aguarde 🙂

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A escolha de fazer um 2020 muito melhor é sua!

A escolha de fazer um 2020 muito melhor é sua!

O que o filme Divertida Mente tem a nos ensinar sobre as emoções?

Aqui no Instituto Eneagrama, compreendemos a personalidade como a soma de 9 emoções: algumas são acessadas com mais frequência, enquanto outras estão como que “adormecidas”. Imagine uma árvore: o tronco seria a nossa emoção principal, a qual nos dá grandes recursos e habilidades. Por exemplo, o Medo traz precaução e cautela, enquanto o Orgulho dá a sensação de capacidade e eleva a autoestima. Já nos galhos, estão as outras 8 emoções, distribuídas de acordo com a frequência de uso – quanto mais perto do tronco, mais fácil é acessá-las. Assim, entendemos essa distribuição como uma hierarquia, sendo que algumas estão no comando e nos influenciam na maior parte do tempo.

Se você já assistiu ao filme Divertida Mente, vai ter uma ideia do que queremos dizer: na sala de comando dentro da cabeça da menina Riley, estão várias emoções, mas quem costuma apertar os botões é a Alegria (aqui conhecida como Gula). As demais até entram em cena de vez em quando, mas sempre de acordo com o que a Alegria deseja. É como se todo o nosso potencial ficasse limitado por causa de uma emoção, e assim vemos a Tristeza sendo deixada de lado porque não compreendem a sua importância, enquanto a Raiva aparece com força total nos momentos de decepção. No painel de controle, tem sempre uma emoção tomando a frente – no caso do pai, é a Raiva; e no caso da mãe, é a Tristeza.

Portanto, os pais possuem perfis diferentes e têm uma dinâmica também diferente.No caso da Riley podemos perceber a Alegria quando está tudo bem, Raiva quando as coisas não dão certo. Considerando-se essa metáfora, a Alegria é a responsável por inúmeras decisões da Riley e, muitas vezes, impede que a Tristeza se aproxime e seja experenciada. Isso a leva a ver a vida por um viés positivo, como no momento em que a casa nova é uma decepção, “mas o lado de dentro deve ser legal”. O Tipo 7 costuma ver os acontecimentos ruins com uma lente positiva, fazendo do limão uma limonada. O desafio consiste em perceber a importância das memórias ruins: foi quando Riley perdeu a partida de hockey e ficou triste que seus pais e seus amigos foram consolá-la: ela só tinha como lembrança a parte “boa”. Para crianças de outros perfis, os desafios poderão ser outros, mas há uma coisa em comum: a personalidade é algo a ser amadurecido e desenvolvido ao longo do tempo.

Mas isso não acontece apenas na ficção. Quantas vezes você já se percebeu fazendo coisas que não gostaria de fazer, mas por Medo ou Raiva acabou fazendo? O Eneagrama da Personalidade pode ajudá-lo a compreender melhor como as suas emoções se organizam, e como você pode aproveitá-las ao máximo para expandir suas habilidades e usá-las a seu favor. Imagine agora compreender o que está passando na cabeça e no coração dos seus filhos? Como ficaria o relacionamento entre vocês? A Riley é uma adolescente vivendo muitas mudanças (de cidade, escola e amigos) e por isso ela acaba entrando em conflito com seus pais e, nessas horas, todo mundo sai machucado.

Se você tem um filho adolescente, já deve ter passado por isso, não é? E são tantas coisas causando angústia na vida deles, que às vezes nem sabemos por onde começar. São as provas da escola, o Enem, o vestibular, uma escolha profissional, o próprio amadurecimento que vem com essa idade. Que pai e que mãe não quer o melhor para os seus filhos? Mas você já pensou no impacto que as suas expectativas podem estar causando neles? O Eneagrama é uma ferramenta de conhecimento emocional que pode ajudá-lo a respeitar essa fase e contribuir de forma mais assertiva no desenvolvimento pessoal e profissional dos seus filhos.

Por que grandes gestores investem no Eneagrama?

Todos os meses, no Brasil, mais de 30 mil pessoas buscam no Google sobre eneagrama. As buscas vêm de todos os locais do país e estão associadas a gestão de pessoas e autoconhecimento. Não é à toa que grandes players da indústria, da economia e do entretenimento enxergam no eneagrama um treinamento decisivo para a performance da equipe. Mas o que os grandes gestores esperam deste treinamento?

Ser líder é estar conectado com o outro, mas também pode ser um lugar solitário. A evolução pessoal e profissional é intransferível. Você pode conversar com o RH, pode ter amigos no trabalho, mentores que ajudam na sua trilha de carreira. Mas a transformação, o esforço e o resultado são seus. O eneagrama é um treinamento individual, ainda que seja realizado de forma coletiva.

Acesse o webinar e veja como o IEneagrama transformou a Unilever.

Em tempos de multicanal, uma equipe diversa é essencial. Você já deve ter presenciado a seguinte situação: A pessoa X é muito competente e engajada e a pessoa Y é muito bem relacionada e tem muita experiência. Mas X e Y não conseguem trabalhar juntos, não se conectam. Em alguns casos, a performance em dupla é tão ruim que chegamos a duvidar da capacidade de algum dos envolvidos. Até que chega a pessoa Z, torna tudo mais equilibrado e o time começa a fluir bem. Se isso já aconteceu próximo a você ou até mesmo com você, provavelmente ocorreu por uma questão de equilíbrio de perfis. Em uma equipe, precisamos ter várias forças de ação e conhecer a fundo a personalidade de cada uma das pessoas envolvidas transforma o resultado.

Por fim, conhecer além do seu próprio padrão é essencial para ser um grande gestor. No treinamento do eneagrama, você conhecerá os 9 tipos de personalidades que podem ser adotados. Mas, para cada um desses tipos, há desdobramentos e a relação com os outros eneatipos também influencia no comportamento humano. Conhecer mais sobre a mente humana e as dores e gatilhos de certos comportamentos é transformador – para o líder e para quem está à sua volta.

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Por que devo contratar o Eneagrama In Company?

Enquanto gestores, precisamos aprimorar o nosso olhar em vários cenários, entendendo cada desafio de forma abrangente, e pensando nas consequências de cada novo passo. Além de pensar na empresa e em suas necessidades, um bom gestor sempre está com a antena ligada para esses dois pilares: o grupo e o indivíduo.

A humanidade anda em bando e, por isso, sobreviveu até hoje. Sozinhos, somos frágeis, muitas vezes indefesos e desprotegidos. Juntos, somos os maiores predadores e os maiores benfeitores do planeta. Temos o instinto de grupo há tanto tempo em nosso DNA que fazer alianças é tão natural quanto acordar, dormir, comer. Buscamos o outro e, no outro, aquilo que precisamos para potencializar nosso lugar no mundo.

Mas também já aprendemos que a singularidade de cada indivíduo é essencial para fortalecer o grupo. E é por isso que, nos dias de hoje, equipes multidisciplinares costumam ter melhor performance que times em que todas as pessoas têm o mesmo perfil de comportamento. Aprendemos que além de precisar do outro, também precisamos conviver com o outro, de forma integral, com todas as qualidades e dificuldades que uma vivência exige.

Com essa visão de mercado, muitas empresas investem em treinamentos corporativos. Mas será que um treinamento que visa “nivelar” todo o grupo em uma régua, é eficiente nos dias de hoje?

O usuário quer estar no centro da experiência

Em tempos de protagonismo e usuário no centro da ação (como nas redes sociais ou nos aplicativos de serviço, por exemplo, em que tudo é realizado de forma personalizada), é difícil pensar em uma experiência que todos os membros de um time se sintam contemplados e, com isso, estejam engajados a respeito do tema do treinamento. Há treinamentos de liderança e gestão que, sem dúvidas, trazem um bom panorama de mercado e ferramentas para os líderes do futuro. Mas como ter uma ação engajada, um envolvimento de equipe consistente e que também seja tangível, aplicável no dia a dia?

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Crie experiências personalizadas e intransferíveis

Pensando em potencializar a experiência, uma boa estratégia é criar cenários coletivos em que cada integrante do grupo se sinta protagonista. O eneagrama da personalidade, por exemplo, oferece uma vivência em conjunto que amplia a efetividade do treinamento, mas que também proporciona um impacto individual e intransferível para cada participante.

Mas qualquer empresa pode fazer o treinamento in company?

Sim, não há número mínimo de funcionários para realizar o treinamento na empresa. O que pode acontecer é que esses funcionários sejam convidados a realizar o treinamento junto a uma turma. A soma de experiências e a troca entre pessoas de diferentes cenários é muito rica na construção do treinamento.

O que minha empresa ganha com o eneagrama da personalidade?

O eneagrama da personalidade proporciona autoconhecimento, inteligência emocional e mais segurança à equipe, transformando a maturidade do time em performance e superação. Um time engajado, que acredita no seu próprio potencial, tende a vender mais, a ser mais produtivo e criar novas narrativas dentro da empresa.

Clique abaixo e simule um orçamento de um treinamento in company do eneagrama da personalidade.

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Eneagrama Avançado na cidade maravilhosa

O Eneagrama da Personalidade é uma ferramenta transformadora, que deve e merece ser aprofundada, para que a nossa evolução e autoconhecimento sejam potencializados. Por isso, temos um convite muito especial, para a turma do Eneagrama Avançado, que será em janeiro de 2020. Neste ano, o nosso encontro terá o pano de fundo a poesia e beleza do Rio de Janeiro.

O Eneagrama Avançado será no Sheraton Grand Rio Hotel e Resort, entre os dias 12 e 18 de janeiro, com Marcio Schultz e Mario Echeverria como facilitadores do treinamento. Inscreva-se para garantir a sua vaga.

Já participou da F2 e do Eneagrama Avançado?

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É sua primeira participação?

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Dúvidas?

Fale com:

(51) 3060 9900

eventos@ieneagrama.com.br

De frente com o trainer – Conheça a história de Daniela Camargo

Daniela Camargo, trainer do Instituto Eneagrama e gestora à frente da franquia de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Daniela iniciou sua jornada com o Eneagrama há quase 12 anos, e hoje se vê como uma pessoa que possui consciência de suas habilidades, algo que a permitiu construir uma carreira de sucesso.

Em entrevista exclusiva para o blog do IE, ela nos conta sua trajetória até aqui e como o Eneagrama a ajudou a compreender sua personalidade.

Como descobriu o eneagrama?

Meu primeiro contato com o Eneagrama, foi bem antes dele se tornar uma rede de franquias. Há 12 anos, conheci um grupo de pessoas aqui no Brasil que tinham formação na ferramenta, então, decidi fazer um processo de imersão intensiva de 3 dias. A primeira sensação que tive com o Eneagrama foi um pouco confusa, foi como comer uma pizza de 9 pedaços, cada um com um sabor diferente. Como não tive um acompanhamento pós curso, fui em busca de livros e conteúdos sobre a ferramenta, procurando entender como funcionavam as metodologias. A partir disso, comecei a identificar alguns padrões comportamentais que são característicos do meu tipo.

Como e quando o eneagrama se tornou profissão?

Depois de dois anos e meio que realizei o treinamento, soube, através de um colega, que foi trabalhar na parte financeira de uma franquia de Eneagrama em São José do Rio Preto, tive a oportunidade de fazer parte de um programa de formação e passei a acompanhar mais de perto todo este processo. Neste momento eu já compreendia com mais propriedade a ferramenta e então pedi para fazer parte da equipe.

Como foi a primeira turma?

A minha primeira turma foi bem no começo do programa de formação, então, não tive um tempo grande de preparação. Eu realizava o meu treinamento a partir das aulas ministradas por outro trainer. Quando tive a oportunidade de ministrar a minha primeira aula sozinha, estava extremamente nervosa e com uma expectativa muito alta, pois eu tinha a missão e a responsabilidade de fazer com que um grupo de pessoas entendessem o conteúdo de forma fácil e clara. Isso me gerou uma autocrítica muito grande, que só com o tempo e com a experiência eu fui conseguindo administrar. Mas ainda hoje, a cada turma, o frio na barriga e a sensação de desafio são constantes.

Como é trabalhar com o eneagrama?

Eu vejo o eneagrama como um preparador de terreno para qualquer conhecimento posterior. A partir do conhecimento das minhas habilidades, emoções e limitações, qualquer outro curso, formação ou conhecimento se torna mais efetivo.

Qual história marcou sua trajetória com o eneagrama?

Durante a minha trajetória dentro do Eneagrama eu presenciei diversas histórias marcantes. A minha é uma delas. Eu tenho uma personalidade tipo 9, que resiste muito a qualquer tipo de mudança ou situação que a coloque fora da zona de conforto. A partir do momento em que eu conheci o eneagrama, vivi um grande desafio: saí da cidade onde morei a minha vida toda e fui para uma outra cidade. Lá eu só conhecia duas pessoas, que estavam investido em um negócio, que até então era completamente incerto. Isso, fez com que eu me desafiasse bastante e passasse a confiar mais em minhas habilidades e capacidades. Hoje sou uma pessoa extremamente diferente, que busca se desafiar sempre.

Outro momento marcante durante a minha carreira no instituto, foi quando realizei uma live sobre relacionamento com uma ex-aluna que era digital influencer na cidade. Ela e o marido, fizeram o eneagrama da personalidade juntos e segundo ela a quase 4 anos eles possuem uma relação mais próxima e assertiva, sem brigas e discussões, o que acabou salvando o casamento. A live, alcançou quase 400 pessoas.

Definir o Eneagrama em uma frase?

O eneagrama tem a capacidade de tirar o véu que cobre nossa possibilidade de ver a vida de forma clara e condizente com a nossa essência.

Definir a sua trajetória em uma palavra.

Superação.

Quem era a Daniela antes do Eneagrama?

A Daniela antes do Eneagrama era uma pessoa insegura, com uma autoconfiança extremamente frágil, que conhecia pouco da vida e do mundo e que necessitava ter estabilidade financeira acima de tudo. Ela sempre fazia tudo o que esperavam dela.

Daniela depois do Eneagrama?

A Dani depois do Eneagrama é uma pessoa que tem plena consciência da sua capacidade, das suas habilidades, da diferença que ela pode causar no mundo e o quanto que ela pode ser e fazer de acordo com o que ela deseja alcançar e não do que as pessoas acham que ela tem que ser e/ou fazer.

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Conheça os tipos de personalidade dos personagens de Friends

Em 1994, estreava Friends, uma série sobre seis amigos vivendo a juventude em Nova Iorque. Com 10 temporadas e mais de 200 episódios, o show conquistou gerações não apenas pelo grande roteiro e ótima interpretação dos atores, mas também porque trata de amizade. E ter amigo é algo valioso. Uma série que tem a amizade como personagem central é um retrato interessante de como pessoas tão diferentes podem se dar tão bem.

O IEneagrama analisou os perfis dos personagens e compartilha aqui um pouco da descrição de cada um! Qual tipo do eneagrama Ross, Chandler, Mônica, Rachel, Joey e Phoebe adotaram a partir da sua história de vida?

Mônica

Tipo 1 Sexual

Prática, organizada e disciplinada, a Mônica é aquela amiga que não consegue ficar parada. Isso fica evidente quando ela termina com o Richard: para não ficar sofrendo, ela decide fazer geleia. O desejo por se manter ativa aparece em diversos episódios, em que ela demonstra a necessidade de terminar o que está fazendo.

Também notamos a sua extrema dedicação em organizar e arrumar. E, por falar em organização, ela não deixa ninguém limpar o seu apartamento, já que ela não confia que outras pessoas farão tão bem. E quando o Chandler contrata uma diarista? A Mônica fica louca e passa o episódio todo buscando defeitos. Ela acessa a raiva facilmente quando as coisas não são feitas da maneira certa, ou da maneira que ela considere certa.

Mas será que essa pessoa não consegue se divertir? Claro que sim! Ela inclusive organiza festas e as enche de regras, porque elas “ajudam a controlar a diversão”. Só que nem todo mundo gosta de ter a sua diversão controlada. Então a Phoebe diz: “oh meu Deus! Colocaram o copo na mesa sem o porta-copos!” A Mônica sai indignada para ver, já gritando para saber quem tinha feito aquilo, mas era só brincadeira da Phoebe.

Ross

Tipo 4 Social

O Ross demonstra tanta alegria que até o seu “oi” deixa todo mundo para baixo. Dramático e melancólico, ele sente como se o mundo o estivesse sacaneando, e, nessas horas, o seu ar de vítima pesa no ambiente. Por estar profundamente conectado com as suas dores, ele passa horas se lamentando de como as coisas aconteceram para ele: quando o seu shampoo abre dentro da bolsa, por exemplo, Ross faz o maior drama de todos os tempos, dando uma importância descomunal a uma coisinha pequena.

Introspectivo, ele se prende ao passado e é muito difícil para ele ver seus pais vendendo a casa onde ele passou a infância. Por isso, fica apegado às suas coisas na tentativa de não perdê-las. Ele levou dez anos para contar para a Rachel que gostava dela, já que, durante todo esse tempo, ele ficou sonhando, idealizando o relacionamento deles.

Em relação ao trabalho, Ross tem o maior orgulho em dizer que é antropólogo: seu olho brilha ao perceber que ele é o único que conhece e domina esse assunto. Percebemos a conexão emocional com seu trabalho.

Joey

Tipo 2 Sexual

O Joey é muito impressionável, beirando a inocência e a ingenuidade em alguns momentos. Por conta disso, ele não costuma ponderar muito na hora de decidir. Ele deixa que a emoção o guie, por isso cria vínculos emocionais muito facilmente e costuma defender seus amigos sempre que percebe suas necessidades. Quando o zelador briga com a Rachel por causa do lixo, o Joey intervém em favor da amiga. Quando o zelador ameaça denunciar a Mônica e a Rachel por estarem morando ilegalmente, o Joey mais uma vez toma as dores delas sem nem pensar duas vezes.

Já o seu orgulho fica evidente quando ele, por exemplo, acha que sabe falar francês mesmo sem dominar a língua. Ele simplesmente não consegue ver a sua inaptidão. Como ele é ator, Joey diz para todo mundo que cria as suas próprias falas, mesmo que seja só em alguns momentos. Quando é demitido, não conta para ninguém. Ele tem a sensação de que é capaz de seduzir qualquer pessoa, e essa autoafirmação o deixa com dificuldade em dar o braço a torcer.

Assim como a Rachel, ele não lida bem com a indiferença dos outros. Ele quer ser o preferido entre seus amigos, estar sempre presente na vida delas. Então quando o zelador, a quem ele tinha ensinado a dançar, finalmente consegue sair com a moça, o Joey fica embravecido por ter sido “trocado”.

Phoebe

Tipo 7 Social

Com um milhão de ideias na cabeça, Phoebe é uma pessoa alegre, criativa e cheia de energia para explorar o mundo. Ela faz massagem e aromaterapia, canta e faz piada com tudo, mesmo que sejam coisas sérias. É muito criativa, e podemos perceber isso no episódio em que ela cria sua própria casa de bonecas e vai inventando um monte de histórias malucas. Ela não tem muito filtro, então acaba usando a morte da mãe para se safar de situações chatas ou tirar vantagem.

Isso acontece porque, assim como os Tipo 7, a Phoebe tem dificuldade para se conectar com a dor, preferindo fugir dela. Quando o cara de quem ela gostava resolveu ir embora do país, ela minimizou a ausência dele, como se ele nem fizesse falta e nem estivesse sofrendo. E assim ela fala dos dramas da sua vida, sem muita emoção: a mãe se suicidou, o padrasto foi preso e chegou a morar na rua, postura muito diferente da que Ross tem sobre os próprios dramas.

Phoebe se empolga com ideias diferentes e quer experimentar o máximo de aventuras possível. Quando seu irmão e sua cunhada querem um filho, mas não conseguem, ela faz inseminação artificial no lugar deles e fica grávida de trigêmeos. Seu instinto social se manifesta na sua filosofia antiglobalização e no seu vegetarianismo, por exemplo. Ela também é contra a produção em massa e grandes cadeias corporativas de serviços.

Rachel

Tipo 2 Sexual

Assim como o Joey, a Rachel tem um ar ingênuo e inocente; parece até que ela vive em outro mundo! Ao longo da série, podemos vê-la superando um pouco esse traço, mas sua bondade e disposição para ajudar os outros continuam em alta. Seu orgulho fica evidente quando ela começa a trabalhar e se acha o máximo na cafeteria, mesmo nunca tendo trabalhado e nem saber direito o que está fazendo ali. Sua autoconfiança fala mais alto, por isso não percebe suas falhas e tem dificuldade em assumir seus erros.

Como quer agradar a todos, não sabe o que fazer quando seus pais se separam. Ela quer comemorar seu próprio aniversário, mas está com medo de magoar alguém caso um dos dois não seja convidado. Aliás, manter a imagem de querida é muito importante para ela, e, quando quer alguma coisa, ela usa da sedução para conseguir.

Mas sua docilidade acaba quando ela se sente traída ou menosprezada. Nessas horas, a amável Rachel se torna vingativa e tem reações intempestivas. Como Ross a trocou, ela resolve fazer um contrato com ele, para que ele assuma a culpa por tê-la traído, mesmo que eles estavam dando um tempo.

Chandler

Tipo 6 Preservação

Ansioso, toda vez que o Chandler é pego de surpresa, ele se perde nas suas decisões. E o vemos tendo medo diversas vezes: não corrige o colega de trabalho por medo de desagradá-lo, vai trabalhar em outras cidades por medo de encarar o chefe, tem medo de se relacionar por causa da sua história pessoal. Mas, quando ele se reconhece apaixonado pela Mônica, ele é capaz de abrir mão de suas convicções e pedi-la em casamento. Só que acaba se atrapalhando tanto que a Mônica, uma Tipo 1, toma a iniciativa – esse, inclusive, foi um dos episódios com mais audiência da série.

Como precisa de estabilidade, o Chandler acaba ficando muito tempo em um emprego do qual não gosta. É difícil para ele lidar com uma situação incerta. Por isso, busca suas certezas externamente. A Mônica é como um porto seguro para o Chandler, já que, toda vez que ele está em dúvida, ele recorre a ela para tomar uma decisão.

Fiel a seus amigos, Chandler dividiu seu apartamento com Joey durante muito tempo. Nesse período, viveram histórias malucas como perder o bebê do Ross no ônibus, substituir a mesa de jantar por uma de pebolim e passar horas assistindo a Baywatch.

Friends marcou gerações, despertou paixões e fez com que pensássemos cada vez mais em como a amizade pode transformar vidas. Para todos os amigos, neste Dia do Amigo, desejamos uma amizade duradoura, assim como a de Mônica, Chandler, Ross, Rachel, Phoebe e Joey.

Como o Eneagrama pode ajudar na gestão da minha equipe?

Todos os meses, o Google recebe aproximadamente 30 mil buscas pelo termo eneagrama. Em paralelo a isso, há mais de 40 mil buscas mensais sobre liderança. Muita gente procura um treinamento de eneagrama com a expectativa do autoconhecimento – e não tem nada de errado com isso. Mas o que precisamos aprofundar em nosso mindset é a convergência dessas duas demandas. Quando nos conhecemos melhor, somos líderes melhores. Por isso, eneagrama tem tudo a ver também com uma boa gestão.

Independente do número de pessoas que você lidera, a responsabilidade que você passa a ter sobre a vida das pessoas é gigante. Uma palavra, uma atitude ou a decisão de um líder pode impactar de forma definitiva a carreira de uma pessoa.

O eneagrama pode ajudar de forma objetiva e tangível. Quando nos conhecemos melhor e aprendemos também sobre outros padrões de comportamento, podemos articular melhor a nossa liderança.

As ferramentas de gestão de pauta, os softwares de videoconferências, os celulares, os aplicativos que facilitam a nossa jornada como gestores – tudo isso potencializa a nossa eficiência, mas não é assim que nos tornamos eficientes. O que nos diferencia de um mau líder não está vinculado com a tecnologia e sim com um software mental: a nossa vontade de fazer a diferença e impactar negócios e carreiras.

O eneagrama é um importante aliado de carreiras, pois apenas com o autoconhecimento e com o mapeamento de padrões de comportamento, podemos realmente prolongar a nossa vida útil de gestão.

Quando fazemos o treinamento do eneagrama, vivemos uma experiência em grupo. Descobrimos muito do nosso padrão de comportamento e também assistimos a outras descobertas e outras formas de neutralizar as ações.

O eneagrama é uma poderosa ferramenta de transformação. E quando falamos da nossa vida e cotidiano, não há como não pensar na imensa riqueza que esse treinamento traz para a nossa vida corporativa.

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Os tipos de personalidade dos Vingadores

Com 2.750.000 dólares de bilheteria, a franquia Vingadores chegou ao fim em 2019, reunindo fãs do mundo inteiro, que acompanharam os filmes da saga e também os longas individuais de cada personagem.

Um dos fatores que faz Vingadores ser uma obra única é a combinação de diferentes personalidades dos seus protagonistas. Por isso, os especialistas do Instituto Eneagrama analisaram o comportamento de cada um dos personagens e descreveu quais padrões de personalidade se encaixam em cada um deles.

Confira:

Homem de Ferro – tipo 7

O Homem de Ferro tem foco em seu próprio prazer. Inteligente, gosta de exibir suas conquistas como carros, fortuna e capacidade de sedução. No campo do amor, demora a se conectar pela sua busca por mais e mais prazer e felicidade – até que se dá conta que, muitas vezes, a felicidade está ao lado.

No último filme, a cena icônica que ele estala os dedos e fala “Eu sou o homem de ferro” mostra a satisfação e absolutismo dele com ele mesmo.

Com sua síndrome de onipotência, o Homem de Ferro acredita que pode usar seu dinheiro e fama para salvar o mundo – mais uma conquista, mais um prazer.

O Tony Stark não tem um dom ou chamado legítimo, criou a sua armadura para exercer o que queria fazer, a prova de que sua personalidade não se contenta em ouvir o “não”, principalmente se a negativa barrar algum de seus desejos.

Capitão América – tipo 3

Se Vingadores fosse uma franquia de romance, sem dúvidas o Capitão América seria o nosso mocinho. Movido pelos princípios da ética e da disciplina, para sempre ser o melhor no que faz, não quer motivos para que alguém fale mal dele e sempre quer estar em um ato de bravura, o famoso “boa praça”.

Tem prazer de ser o líder e não admite errar, acredita na beleza da vida e na sua moral. Está sempre do lado que acredita estar certo. Patriota e com grande senso de heroísmo, ao longo da franquia, o vimos várias vezes arriscando a própria vida para salvar as pessoas – e, com isso, ter seu reconhecimento validado.

Thor – tipo 2

O Thor não sente que pertence a lugar algum. Apesar disso, quando se enquadra em um ciclo de amizade, se dedica e está sempre disposto a ajudar. Por isso, cria uma rede de amigos a partir da sua vontade de ser querido, ajudando quem está ao seu lado e utilizando a necessidade da sua presença como diferencial entre suas relações.

Ele tem uma grande dor, da perda da sua família, e percebemos nele uma vontade de não repetir esse sentimento. Quando em estresse, sua ira mostra a direção da seta, apresentando um comportamento típico do tipo 8.

Hulk – 6 contrafóbico

Movido pelo desejo de estabilidade, quando algo sai do controle, o Hulk se sente ameaçado e extravasa, muitas vezes de forma agressiva.

Inteligente, articula estratégias e sabe racionalizar suas escolhas, mas quando se transforma, perde a razão e se torna impulsivo. Isso faz com que o Hulk não trabalhe tão bem em equipe ou em situações de pressão.

Viúva Negra – Tipo 2

Sedutora, determinada e super misteriosa, a Agente Romanoff é uma das personagens mais intrigantes da saga.

Muito articulada, podemos ver no primeiro filme da franquia como a personagem “extrai” de Loki, seu inimigo, uma informação importante utilizando sua capacidade de manipulação.

É uma “femme fatale”, uma característica que não é rara em mulheres do tipo 2 sexual. Utiliza seu poder hipnotizante para conquistar – pessoas, causas e objetivos.

Gavião Arqueiro – Tipo 1

Desconfiado, sempre vai mapear o território antes de entregar o seu afeto. Sua amizade com a Viúva Negra, por exemplo, mostra que é fiel aos seus amigos e aos seus princípios.

Fiel ao que acredita, busca por justiça, pois entende o que é certo e errado de forma absoluta. Quando os Vingadores se separam em Capitão América – Guerra Civil, o Gavião vai em busca de sua família. Quando se depara sozinho, após o estalo de Thanos, volta à equipe para fazer justiça com as próprias mãos.

Thanos – tipo 8

Fiel ao que acredita, não está disposto ao diálogo e outros pontos de vista. É autoritário porque acredita estar sempre certo.

Tem uma grande ferida de ter sido contrariado e por ter sofrido fortes consequências a partir disso. Por isso, tenta ocupar o poder para conquistar as joias do infinito e conseguir o que quer – eliminar metade da vida do universo e, por isso, garantir recursos para quem ficar.

E você, qual herói acredita que parece com o seu tipo de personalidade? Compartilhe conosco em nossas redes sociais!

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5 motivos que provam que o treinamento de eneagrama é o melhor presente de Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados está chegando e é normal querer presentear o seu amor. Pensar em um presente que tenha a cara da pessoa é um desafio, mas focar numa experiência pode ser uma bela – e elegante – saída! Afinal de contas, objetos materiais podem até ser duradouros, mas memórias e ensinamentos ficam por toda a vida.

Você já pensou em oferecer um treinamento de eneagrama para quem ama? É uma transformação intensa na construção de quem somos e quem queremos ser. Oferecer autoconhecimento para o seu par é uma bela forma de demonstrar carinho e atenção.

Veja cinco motivos que mostram que um treinamento de eneagrama pode ser o melhor presente do mundo:

1 – É uma experiência única. O treinamento do eneagrama da personalidade é um mergulho profundo em quem somos, e na nossa capacidade de perceber nossas qualidades e nossos equívocos.

2 – Invista na evolução do seu par. Generosidade é oferecer a quem amamos algo que vai, de forma avassaladora, potencializar a nossa convivência social e as nossas formas de lidar com a vida.

3 – Pode mudar tudo no trabalho! Seu amor anda precisando aprimorar suas habilidades de gestão e liderança? O autoconhecimento nos ajuda nessa trajetória.

4 – É um presente exclusivo, que mesmo que alguém faça o mesmo, ninguém terá a mesma experiência do outro. O treinamento do eneagrama é pessoal e intransferível

5 – Vocês podem fazer juntos! Não há problema de casais viverem essa experiência lado a lado. Uma verdadeira transformação – para melhor – na vida de quem está disposto a se conectar com a essência e a verdade.

Viu só? Ainda dá tempo de oferecer esse presente para seu par. Preencha o formulário e fale com um de nossos especialistas:

CTA Dia dos Namorados

Por que contratamos pessoas pelo currículo e demitimos pelo comportamento?

“Ao procurar pessoas para contratar, você busca três qualidades: integridade, inteligência e energia. Se elas não têm a primeira, as outras duas matarão você”, a frase é do Warren Buffet, um dos executivos com maior capital do mundo, segundo a Forbes. Se você pudesse recontratar todas as pessoas da sua equipe, faria isso? E se tivesse uma seleção para a vaga que ocupa na sua empresa, se candidataria?

O mundo corporativo e a vida pessoal não são tão diferentes. Se tem algo que não se transforma, independente se estamos de crachá ou não, é a conduta. E quando falamos de conduta, muitas vezes estamos falando de algo que não podemos transformar.

Porém, dentro das nossas equipes e do ecossistema em que estamos inseridos, como podemos potencializar as qualidades das pessoas que trabalham conosco e nossas próprias qualidades? Como diferenciar o que é mutável e aquilo que não adianta tentar, é uma questão intransferível de alguém?

Todas as habilidades técnicas de trabalho podem ser ensinadas. Mas comportamento é algo difícil de mudar. Não depende apenas do gestor ou da cultura da empresa, depende principalmente da vontade do funcionário. Quando temos dentro de um feedback queixas ou reclamações em relação ao comportamento de um funcionário, a melhoria é menos tangível.

Talvez seja por esse motivo que contratamos pessoas pelo currículo e demitimos pelo comportamento. Antes de nos conhecermos no dia a dia, podemos mensurar o desempenho de alguém pela descrição de suas atividades anteriores. Mas a real disposição de um funcionário de lidar com a equipe, cumprir suas atividades no prazo e estar empenhado com o crescimento da empresa só são percebidos pelo cotidiano.

Uma boa alternativa antes de contratar é pedir referências não apenas do setor de RH da empresa anterior, mas também de quem foi gestor e quem foi liderado pelo candidato. Empresas como 99 e Nubank, unicórnios brasileiros, já aderiram ao método na hora de contratar.

Afinal de contas, uma relação entre profissionais é, nada mais, que uma relação P2P – de pessoa para pessoa.

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Game of Thrones e eneagrama: os tipos dos personagens que disputam o trono de ferro

No próximo domingo, vai ao ar o último episódio da série mais vista, mais comentada e com mais fãs da história! Game of Thrones chega ao fim e promete deixar saudades com seus personagens memoráveis e sua narrativa rica de surpresas, fantasia e emoção.

Mas, analisando os personagens da série, como eles poderiam se encaixar dentro da ferramenta do eneagrama? As características de cada personalidade ajudam ou atrapalham na disputa pelo trono?

O Instituto Eneagrama reuniu especialistas no tema para falar um pouco da personalidade de cada personagem. Está curioso? Veja abaixo as características de cada personagem que são muito pertinentes em perfis do eneagrama. Atenção, o conteúdo contém spoilers!

Jon Snow

O herói da série pode até ser valente, mas a sua coragem está envolvida com muito receio! Jon Snow tem muitas características de um tipo 6 contrafóbico, ou seja, a sua valentia está associada a episódios de tensão e medo. Quem não lembra de quando ele convocou todos os selvagens a se unirem com a Patrulha da Noite para que, juntos, conseguissem defender Westeros? E no último episódio, vimos o herói com bastante receio de se colocar contra Daenerys, para quem dobrou os joelhos e considerou rainha, e acabou se arrependendo no final.

Daenerys Targaryen

A quebradora de correntes nasceu com desejo de vingança e assim que assumiu o poder do povo Dothraki, decidiu que em sua governança não haveria escravos ou violências contra o povo. Nos últimos tempos, percebemos em Daenerys o discurso de querer tirar os tiranos do poder e estar à frente do povo, com valores compartilhados com a maioria e não com a minoria. E, apesar de querer ser considerada e prezar pela popularidade, ao mesmo tempo, quando contrariada, não enxerga barreiras para sua vingança. Essas características estão muito presentes no tipo 2. Isso ficou bem claro no penúltimo episódio da série, quando a Targaryen queima toda a capital montada em seu dragão, mesmo após o inimigo se render.

Arya Stark

No início da saga, a Arya era bem nova e viu de forma traumática a morte do pai acontecer. Desde então, houve o desejo despertado de vingança, mas podemos perceber que não se trata de uma fúria sem controle e sim da vontade de punir quem está errado e enaltecer quem está certo. A sua famosa lista da morte prova que a memória latente da personagem guarda a conduta de todos à sua volta e não deixa passar nenhum deslize. Fiel à sua família, Arya é uma verdadeira defensora dos inocentes e já entrou em muitas brigas tentando defender os mais fracos. As características da personagem lembram bastante um perfil tipo 1.

Sansa Stark

Emoção à flor da pele, conexão consigo mesma e muita nostalgia são características marcantes do tipo 4 e também da Sansa. Ela, que sofreu tanto sendo refém dos Lannisters em Porto Real, hoje livre em Winterfell, leva características claras da Cersei – sua algoz – para sua forma de lidar com os problemas. Nostálgica, sempre relembra como era viver no Norte antes da guerra acontecer. Sempre quando enfrenta um inimigo, Sansa relembra dores do passado e é capaz de guardar até mesmo as palavras mais efêmeras dos personagens. Estratégica, promete ser uma personagem importante no último episódio da série.

Tyrion Lannister

O anão mais famoso de Westeros é de extrema inteligência, perspicácia e estratégia. Sempre com bom humor, ainda que em situações de perigo, Tyrion traz a fuga da dor no prazer. Em situações de extrema tensão, vimos o personagem soltar frases irônicas, buscando, ainda que com total consciência da seriedade dos momentos, encontrar momentos prazerosos.

Esse lado, muito parecido com um perfil tipo 7, ficou muito explícito no episódio número 3 da atual temporada, quando enquanto todos esperavam os White Walkers, Tyrion convidava seus amigos a tomar vinho e cantarolar músicas, com muito medo de ser a última vez.

O final da temporada acontece neste domingo, às 22h, com estreia mundial. Para o eneagrama, não existe tipo bom ou tipo ruim, todos temos traços de personalidade que influenciam em nossas relações. Ao longo da evolução da série, percebemos momentos de estresse e também de neutralização de cada um desses personagens. Mas como cada um agirá na decisão pelo trono, apenas os roteiristas podem saber!

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Maternidade e Eneagrama

Neste Dia das Mães, convidamos quatro gestoras do Ieneagrama para um bate-papo super especial.

Conversamos com a Luisa Mandetta, a Elizandra Cunha, a Carol Camara e a Jaqueline Oliveira sobre a incrível relação entre mães e filhos sob o aspecto da ferramenta do eneagrama. Todas elas são mães e gestoras de franquias do Ieneagrama, mas o papo é tão sensível e afetuoso que até quem não é mãe vai se emocionar.

Confira as entrevistas abaixo!

Conversa com Luisa Mandetta

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

A coisa mais importante foi me descobrir como pessoa, eu era uma pessoa muito preocupada sempre, com um olhar desconfiado que tende a olhar para as coisas que dão errado e percebi que isso poderia influenciar o meu filho. Hoje mesmo com a pouca idade do meu filho (2 anos), eu já consigo identificar alguns traços de personalidade, o que me permite atuar de forma mais assertiva.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

A partir do eneagrama, hoje eu consigo ter mais autocontrole, principalmente em momentos de estresse. A ferramenta também me permitiu controlar os meus medos e inseguranças para que elas não sejam passadas para o meu filho e isso prejudique o seu desenvolvimento.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O Eneagrama é uma ferramenta que pode transformar a relação entre pais e filhos.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Eu sempre fui muito sociável com as pessoas de fora, já com a minha família eu era um pouco brigona, hoje percebo que estou mais empática e sei identificar a necessidade dos outros, compreendendo mais os desejos e motivações de cada indivíduo.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é abdicar das minhas vontades, é colocar as necessidades do meu filho em primeiro lugar e entender que sou a pessoa mais importante da vida dele, pelo menos nos primeiros anos.

Conversa com Elizandra Cunha

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

Quando eu fiz o eneagrama, eu tinha alguns problemas de relação com a minha filha, ela fazia muita birra e muitas vezes eu não sabia identificar o que havia de errado. O eneagrama me permitiu entender o padrão comportamental da minha filha e o que ela necessitava. A partir disso, eu passei a identificar as necessidades dela e isso melhorou muito nossa relação. Hoje nos sentimos compreendidas e realizadas!

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

Um dos principais pontos para uma relação equilibrada é a observação diária, entender cada situação e como eu posso atender a cada necessidade. O Eneagrama me dá embasamento para entender a sutileza e os padrões comportamentais dela e como eu devo atuar em cada situação.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O eneagrama auxilia na compreensão do padrão comportamental e nos ensina como agir em cada momento e situação.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Sim! Com o eneagrama eu tive a possibilidade de conhecer ainda mais a minha filha e compreender suas necessidades. Hoje nossa relação melhorou muito.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é uma escola de autoconhecimento sem folga. A maternidade é a maior escola de autoconhecimento, nela tudo o que você ensina e cobra dos seus filhos em algum momento volta para você.

Conversa com Carol Camara

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

A primeira grande coisa é o aprendizado de como mães e filhos pensam e agem e o que está no pano de fundo do comportamento de cada um. Dessa forma, podemos diminuir o julgamento sobre as ações e interesses de nossos filhos. O Eneagrama nos permite conhecer ainda mais nossa família, gerando um relação de proximidade e compreensão.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

É uma construção sempre de soma, de unir as habilidades nossas e dos nosso filhos. Colocar as nossa habilidade em prol deles.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

Clareza! A ferramenta permite identificar os talentos e características dos nossos filhos, compreender todo o pano de fundo por trás de suas ações, gostos e motivações.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Eu conheci o eneagrama quando decidi levar a minha filha para fazer o treinamento, para que ela desenvolvesse e compreendesse seu lado emocional. Isso me permitiu olhar e compreender os talentos e competências que ela possuía, reduzindo nossos embates e conflitos, tornando a nossa relação mais compreensível.

5) O que é ser mãe para você?

Ser mãe é ter a oportunidade de contribuir para a formação de seres e pessoas conectadas com seus próprios desejos. É apoiar seus filhos e os seus sonhos com base nas competências e habilidades que eles possuem.

Conversa com Jaqueline Oliveira

1) Como a ferramenta do eneagrama influencia a relação entre mãe e filho?

Eu consegui compreender melhor as atitudes da minha filha e o que a motiva. Às vezes nós pais temos uma percepção do que é melhor para os nosso filhos, mas sem levar em consideração seus gostos e motivações. O eneagrama, nos permite motivá-los de forma mais assertiva, com base no que faz sentido para eles e isso pode ser aplicado desde uma atividade simples como arrumar a casa, até para planos futuros.

2) Como construir uma relação equilibrada e respeitosa, com base na compreensão?

A relação é uma via de mão dupla, minha filha e eu temos conhecimento do nosso perfil, e isso nos permite crescer junto e aprendermos uma com a outra.

3) Quais as principais mudanças que o eneagrama pode trazer na relação de uma família?

O eneagrama nos permite motivá-los de forma mais assertiva e compreender suas atitudes e motivações.

4) Como foi sua experiência com o eneagrama? Você já era mãe?

Nós sempre tivemos uma relação boa e isso melhorou ainda mais depois do eneagrama. Hoje eu passei a ouvi-la e compreender suas motivações e interesses, consigo motivá-la de acordo com o perfil dela e a partir disso a gente se aproximou muito.

5) O que é ser mãe para você?

É a melhor coisa do mundo – nessa hora, a Jaque se emocionou durante a entrevista. Ser mãe é ensinar, mas também aprender com as diferenças. Compartilhar e viver intensamente esse amor.

Você também é mãe ou filho(a) e teve sua experiência transformada a partir do eneagrama? Ou tem curiosidades de saber como o eneagrama pode influenciar nessa jornada familiar? Queremos ouvir sua história.

Envie uma mensagem nas redes sociais ou aqui em nosso blog, nos comentários. Nós, do Ieneagrama, acreditamos no poder de transformação da ferramenta em todos os pontos de contato da nossa vida e ainda mais numa relação tão íntima e sensível como a de mães e seus filhos. Ficamos muito felizes em contar essas quatro histórias a vocês e desejamos a todos um feliz Dia das Mães.

De frente com o trainer – Conheça a história de Luciano Iepsen

Luciano Iepsen, trainer do Instituto Eneagrama e gestor à frente da franquia de Santa Cruz (RS), iniciou sua jornada com o eneagrama há 8 anos. Hoje, vê o eneagrama como uma ferramenta de transformação, tanto profissional quanto emocional.

Depois de perceber um padrão comportamental que o impedia de realizar seus sonhos, Luciano descobriu como, a partir do eneagrama, gerir suas emoções e atitudes de forma eficaz e assertiva. Em entrevista exclusiva para o blog do IE, ele nos conta sua trajetória até aqui.

Confira o De frente com trainer com Luciano Iepsen:

Como descobriu o eneagrama?

Trabalhei durante muitos anos na área industrial, atuando no setor de engenharia de produção. Toda minha formação era baseada em conhecimentos técnicos. Possuía um perfil extremamente calmo, ponderado e dificilmente me posicionava com mais assertividade. Com o tempo, percebi que esse padrão comportamental me impedia de assumir novos desafios. Decidi buscar por cursos e treinamentos que pudessem auxiliar meu desenvolvimento pessoal.

Em 2010, quando conheci o eneagrama, descobri que minhas habilidades e competências emocionais não estavam alinhadas com a área técnica e sim com o lado humano. Percebi que durante anos me dediquei a construir uma carreira de sucesso amparado em conhecimento técnico, e ao saber que minhas habilidades não estavam alinhadas com a profissão, fiquei um pouco frustrado. Vi que por falta de autoconhecimento, deixei de utilizar o melhor do meu potencial, tentando ser o que o mercado de trabalho pedia, e não quem exatamente eu era. O eneagrama me permitiu descobrir também que, independente da área profissional que fosse seguir, precisava desenvolver meu lado assertivo e me comunicar de forma mais clara e objetiva.

Como e quando o eneagrama se tornou profissão?

Foi em 2010, logo após realizar o treinamento. Como essa ferramenta me ajudou a enxergar e a corrigir muita coisa que eu não percebia, passei a compartilhar com outras pessoas, ajudando assim a montar as turmas aqui em Santa Cruz do Sul (RS). Em alguns meses, entrei para o processo de formação e instrução, mas ainda trabalhava paralelamente na área industrial. Comecei a ministrar para algumas turmas aqui em Santa Cruz e em algumas cidades do interior do Rio Grande do Sul. Essa vivência me permitiu perceber que estava ali meu propósito. Em 2012, fui convidado a assumir a gestão da franquia de Santa Cruz do Sul e região. Decidi me desligar da empresa onde trabalhava para empreender nesse projeto. O apoio da família ajudou bastante no processo de transição.

Como foi a primeira turma?

Ministrei a minha primeira turma em 2011, o que foi muito interessante, pois eu ainda me sentia inseguro, mas a certeza de que estava fazendo algo que poderia mudar a vida daquelas pessoas presentes na sala me fazia seguir em frente.

Como é trabalhar com o eneagrama?

Vejo o eneagrama como um instrumento de transformação e principalmente de equilíbrio emocional. Eu costumo dizer que as pessoas não têm ideia do potencial que elas possuem. Nós não conhecemos a força que temos, e, ás vezes, só usamos uma parcela desse potencial. Com o eneagrama, é possível identificar com clareza quando e como nossas emoções são competências fundamentais ou quando se tornam nosso maior sabotador. Funciona como duas pontas de uma mesma corda, e o indivíduo no seu trabalho ou em relações pessoais precisa estar consciente e identificar qual ponto da corda é preciso puxar para obter o melhor resultado. Fazer parte dessa mudança de perspectiva é realizador.

Qual história marcou sua trajetória com o eneagrama?

Um momento especial foi quando o meu filho, que tinha apenas 13 anos na época, realizou o treinamento. Mesmo com a pouca idade ele teve a percepção de que tinha alguns traços de personalidade já estabelecidos e decidiu fazer o treinamento. O eneagrama lhe permitiu compreender de forma consciente suas limitações e também perceber seu potencial, e hoje conseguimos conversar abertamente sobre os desafios em relação aos estudos, a busca por uma profissão e mesmo até sobre conflitos emocionais típicos da adolescência. Este momento foi bem marcante, porque de certa maneira nos aproximou ainda mais.

Defina o Eneagrama em uma palavra.

Transformação.

Defina a sua trajetória em uma palavra.

Autorrealização.

Quem era o Luciano antes?

O Luciano era uma pessoa com muita vontade de realizar algo maior, mas com uma visão bastante limitada e com muita dificuldade de se posicionar. Hoje tenho consciência do que eu quero e do que precisa ser dito, consigo manter um posicionamento mais firme e assertivo.

Luciano depois do Eneagrama?

Um indivíduo que reconheceu que profissão e propósito podem e devem andar juntos.

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